Comissão na Câmara promete rejeitar projetos sobre funcionalismo

Servidores municipais em greve e vereadores de Porto Alegre se reuniram mais uma vez nesta segunda-feira, 30/10, em mais um encontro da Comissão Especial que trata sobre os projetos do governo que alteram a carreira do funcionalismo.
Ao final da reunião, que durou quase 2 horas, ficou combinado que haverá a apresentação do relatório desfavorável à aprovação do projeto no próximo dia 8, seguido da votação do documento pela Comissão em reunião aberta, como sugeriu o relator, Airto Ferronato (PSB) no encontro anterior.
A intenção assim é acelerar o andamento dos projetos que tratam de alterações significativas no plano de carreira, como a retirada da licença prêmio e modificações nas gratificações.
Greve já dura 26 dias
A reunião procedeu a assembleia realizada pelo Simpa e que determinou a continuação da greve dos municipários de Porto Alegre, que completou nesta segunda 26 dias. Na última segunda-feira, prefeito e servidores se reuniram. No dia seguinte, Marchezan enviou uma proposta que foi rejeitada. De lá pra cá, nenhum avanço. “Achei que veríamos uma luz no fim do túnel que não fosse um trem”, comentou o coordenador do Simpa, Alberto Terres, durante a reunião com os parlamentares. O Simpa quer a retirada dos PLs e o fim do parcelamento de salários.
O vereador Claudio Janta (SDD) também revelou desilusão após o encontro com Marchezan. “Achei que fosse ser um reunião produtiva, já que quando quem manda senta pra negociar as coisas costumam avançar, não foi o que aconteceu”, falou Janta em apoio aos servidores.
Compareceram ao encontro oito vereadores: Sofia Cavedon e Marcelo Sgarbossa, do PT, Dr. Thiago (DEM), a líder da oposição Fernanda Melchionna (PSol), João Bosco Vaz (PDT), Cássia Carpes e Ricardo Gomes do PP, partido do vice-prefeito Gustavo Paim.
Os parlamentares ouviram e discutiram com os municipários a melhor estratégia para resolver a questão. Após a votação do relatório os projetos precisam passar pelas comissões para depois irem a plenário. Dos presentes, apenas  Gomes defende a não retirada dos projetos: “Os municipários poderiam apresentar uma contra-proposta ao invés de apenas dizerem não aos projetos” argumentou.
 

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