CPI dos Incentivos Fiscais não tem apoio do PT, PP e PMDB

Protocolada em novembro pelo deputado Luis Augusto Lara, a CPI dos Benefícios Fiscais parecia ter ganho força nos últimos dias,após ganhar apoio de 36 entidades e recolher votos nas ruas.
A CPI  visa  investigar os contratos que concedem isenções de impostos a empresas privadas. O requerimento precisa de 19 assinaturas para abrir a CPI, porém empacou nas 13 assinaturas. Mais duas, dos parlamentares Elton Weber e Liziane Bayer, ambos do PSB, estariam garantidas, faltando apenas quatro.
Apesar de faltarem poucas assinaturas, Lara não tem apoio das três maiores bancadas da Assembleia: PT,PP e PMDB.
O PT, a maior bancada da casa antes a favor de uma investigação voltou atrás. “Não é nossa prioridade no momento” justificou o líder do partido, o deputado Tarcisio Zimmermann.
Segundo ele a bancada já atua em três grandes frente; as perdas da Lei Kandir, contras as privatizações de Sartori e as reformas do Governo Temer. “Não temos força para mais um caso” salientou Zimmermann que admitiu a importância do tema, mas em um outro momento e de forma mais ampla.
” Queremos investigar as sonegações que somam muitos mais perdas que possíveis irregularidades nas isenções”.
Sendo assim, a bancada do PT não assinou o pedido de Lara. O deputado Altemir Tortelli tentou um entendimento mas foi voto vencido. “Tenho de respeitar e seguir a decisão da bancada” declarou Tortelli.
PMDB e PP também não assinaram.
Os parlamentares do PMDB, partido do governo, também não assinaram pela CPI apesar de negar uma decisão conjunta. O líder da bancada, o deputado Vilmar Zanchin justificou a desnecessidade da CPI: “não há caixa-preta sobre as isenções ficais”. Zanchin destacou que o governo disponibiliza o portal Receita Dados, onde é possível acessar e consultar o nome das empresas beneficiadas com as isenções.
Já no PP a decisão foi conjunta. O deputado Sérgio Turra, líder do partido, através de sua assessoria, alegou que a bancada decidiu não assinar o requerimento por tratar-se de um movimento político do proponente.
 
 
 

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