Denúncia de Luiza Brunet envolve um dos novos donos da RBS/SC

Lírio Parisotto, um dos homens mais ricos do Brasil, que está sendo acusado por sua companheira, a modelo Luiza Brunet, é um dos empresários que compraram as operações da RBS em Santa Catarina. Associado com Carlos Sanchez, outro milionário, dono de laboratórios farmacêuticos, ele comprou este ano por 800 milhões as operações catarinenses – rádio, teve e jornal – do grupo gaúcho
Brunet acusa Parisotto de tê-la agredido com chutes e socos, num hotel em Nova York, onde o casal se hospedou. A agressão ocorreu em maio e foi revelada pela modelo em entrevista ao colunista Alcelmo Gois, de O Globo.
A queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela.
A agressão de Lírio, segundo Luiza, teria começado no restaurante onde eles estavam jantando com amigos, em Nova York.
Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, Lírio se exaltou. Disse que não iria porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.
“Fui para Nova York acompanhá-lo para o evento Homem do Ano. Saímos do restaurante e pegamos um Uber. Ao chegar ao apartamento, ele me deixou dentro do carro e subiu”, contou Luiza.
A atriz revela ainda que, quando subiu, ele partiu para cima dela, ofendendo-a verbalmente. Logo depois, deu um soco em seu olho, seguido de chutes. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela. Ela só conseguiu se desvencilhar depois que ameaçou gritar pelo concierge. Então, trancou-se no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, após ter certeza de que ele não estava no apartamento, e voltou ao Brasil.
“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.

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