Dilma se inspira em Brizola e sua luta contra o golpe de 1961

Dilma Rousseff citou Leonel Brizola nos dois discursos que fez na tarde desta sexta-feira em Porto Alegre.
Lembrou que a partir da capital gaúcha, Brizola levantou a opinião pública nacional contra o golpe que os chefes militares tentaram aplicar para impedir João Goulart, em agosto de 1961.

 | Ramiro Furquim/Jornal Já
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Também, bem ao estilo de Brizola, Dilma resumiu numa metáfora de fácil compreensão popular o “golpe parlamentar” que tentam lhe aplicar.
“A democracia é uma árvore. O golpe militar é um machado, que corta a árvore. O golpe parlamentar é aquele parasíta que apodrece a árvore”.
 | Ramiro Furquim/Jornal Já
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Ela repetiu também que, apesar das limitações que querem lhe impor, restringindo seus vôos a Porto Alegre e Brasilia, vai percorrer o Brasil para denunciar o golpe. “Não vão me calar”, disse nos dois discursos.
Dilma falou para umas 500 pessoas no auditório da Assembléia Legislativa, onde participou do livro “Resistência ao golpe de 2016”.
 | Ramiro Furquim/Jornal Já
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E, no início da noite, na Esquina Democrática, no centro histórico, onde foi ovacionada por um público entusiasmado, que cantava sem parar os bordões da campanha contra o golpe.
 | Ramiro Furquim/Jornal Já
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Estimou-se em cinco mil pessoas, metade das quais, depois do comício sairam numa passeata que percorreu cerca de três quilômetros e só se dispersou no Parcão, por volta das dez da noite, no Parcão, o reduto dos “coxinhas” em Porto Alegre.
 

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