Distribuidoras estimam perdas de R$ 100 milhões em desvios de energia no RS

As duas distribuidoras do Grupo CPFL Energia no Rio Grande do Sul (RGE e RGESul) fizeram, entre janeiro e julho deste anos, 87 mil inspeções na rede de distribuição para detectar adulterações e conexões clandestinas, os populares gatos.
Em 22 mil delasfoi identificado algum tipo de problema.  Esse tipo de prática, além de crime tipificado no Código Penal, compromete todo os sistema de abastecimento das cidades, uma vez que pode ocasionar falhas e sobre cargas na rede.
A estimativa é de até o final do ano as duas distribuidoras, juntas, recuperem o montante de R$ 97,8 milhões em energia desviada do sistema.
De acordo com dados da Gerência de Serviços de Recuperação de Energia da RGE e RGE Sul, neste ano foram intensificadas as ações conjuntas com a Polícia Civil gaúcha. Todos os meses, em média, dois clientes foram flagrados e autuados em flagrante pela Polícia pelo furto de energia elétrica.
Mesmo que as ações policiais tenham foco principal os clientes comerciais e empresariais, as operações da RGE e RGE Sul também abrangem os clientes residenciais, que integram a maior parcela dos clientes ativos.
Segundo o gerente Alexsandro da Silva Souza, nas inspeções nas unidades consumidoras, quando há o flagrante de irregularidades, são feitos os cálculos da quantidade de energia furtada e o consumo que não passou pela medição é cobrado.
“Além disso, as ações da gerência incluem o desligamento de ligações em invasões e áreas não regulamentadas pelo poder público. O modelo utilizado atualmente é tão eficiente que é uma questão e tempo para identificar quem frauda ou furta energia elétrica“, explica Souza.
Para identificar os fraudadores, além das inspeções de campo, os profissionais trabalham com o cruzamento de dados de consumo e inteligência artificial, que permitem identificar com mais precisão possíveis fraudes.
Rastrear e fazer o desligamento dessas ligações clandestinas é uma questão pública. Esse procedimento evita acidentes graves e fatais. Também ajuda a evitar curtos-circuitos que afetam a rede e que, em muitos casos, provocam o desligamento e a queima de equipamentos e eletrodomésticos de toda uma vizinhança.
As ligações irregulares também são responsáveis pela sobrecarga da rede de energia elétrica que deixa o sistema de distribuição mais suscetível à interrupção.
“A regularização destes clientes não apenas traz cidadania para essa parcela da população, como também beneficia todos os consumidores com um serviço de melhor qualidade”, afirma Alexsandro Souza.
(Com informações da Assessoria de Imprensa)

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