Dmae investiga alterações na água de Porto Alegre

O Dmae informou que está realizando coleta de água e novos exames em locais específicos de Porto Alegre para investigar as alterações reatadas por moradores no gosto e no odor da água nos últimos dias.
Em nota de esclarecimento, o Dmae informou que a alterações podem estar relacionadas ao período de verão e de estiagem, que altera as condições do Guaíba.
Até o final da segunda-feira, não haviam sido identificada nenhuma alteração prejudicial à saúde pública e os valores usuais das análises permanecem inalterados.
Confira a íntegra da nota:
O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) informa que desde o início desta segunda-feira, 27, está realizando coleta de água e novos exames em locais específicos de Porto Alegre para buscar identificar possíveis alterações relatadas por moradores no gosto e odor da água. Essas alterações podem estar relacionadas ao período de verão e de estiagem, o que altera as condições do Lago Guaíba. Para garantir a eficiência na prestação de serviço, o Dmae intensificou as ações operacionais e de controle de qualidade da água. Além disso, são realizadas análises regulares da água em conjunto com a Secretaria Municipal da Saúde. Até o momento não foi identificada alteração prejudicial à saúde pública e os valores usuais das análises permanecem inalterados. A água da Capital segue dentro do padrão de potabilidade estabelecido pela Portaria 2914/2011 do Ministério da Saúde. Quanto às reclamações de coloração, o Dmae realizou lavagens de rede em diversos pontos na última madrugada e não encontrou alteração. Qualquer alteração detectada pelos usuários deve ser registrada no 156, opção 2.

Empresa fechada em agosto pelo mesmo problema desafia DMAE

Engenheiro quimico José Carlos Bignetti. Foto: Walmaro Paz
Engenheiro quimico José Carlos Bignetti. Foto: Walmaro Paz

O engenheiro quimico José Carlos Biugnatti, técnico da empresa fechada em agosto depois de  denunciada pelo DMAE como responsável pelo mesmo problema : mau cheiro e gosto ruim da água servida a população, desafia o DMAE. ” Pelo menos fica comprovado que não era a nossa empresa a responsável. A situação atual corrobora o nosso argumento de que este é um problema cíclico nas águas do Guaíba”, afirmou. E segue argumentando que a Cettraliq funcionou 12 anos  de acordo com as normas da Fepam e nunca teve este tipo de problemas.

Conforme ele as análises deverão aprovar que a empresa não foi responsável. ” É triste chegar-se a este tipo de conclusão depois de desempregar 40 técnicos”, disse. A Cetraliq tratava efluetes quimicosde cerca de 1500 pequenas indústrias que não tinham condições de realizar o tratamento por conta prórpira porcausa do pequeno volume de efluentes, a maioria no ramo da galvanoplastia. Atualmente estes residuos são levados para uma empresa localizada em Joinville, Santa Catarina.

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