Começa hoje e vi até quarta, 21 de julho, a eleição para a diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul (Sindjors). No mesmo período ocorre a eleição para a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). O mandato tem duração de três anos.
Ao contrário de disputas anteriores, em que havia apenas uma chapa concorrente, dessa vez dois grupos almejam o comando da entidade sindical.
A chapa 1, “Orgulho de Ser Jornalista”, é encabeçada pelo atual presidente, Milton Simas, que concorre à reeleição. A chapa 2, “Coletivo, categoria dos Jornalistas”, tem à frente o fotógrafo Luiz Armando Vaz.
No Rio Grande do Sul há cerca de cinco mil jornalistas registrados profissionalmente, dos quais 500 são associados do Sindicato da categoria e estão aptos a votar.
No sábado passado, na sede da Associação Riograndense de Imprensa, foi realizado um debate entre os dois candidatos, quando as críticas, divergências e acusações entre os grupos foram explicitadas.
Luiz Vaz integrou a diretoria da entidade em mandatos anteriores e acusa o grupo oponente de querer se perpetuar no comando da entidade, enquanto Milton Simas classifica o adversário como representante da classe patronal e de não defender a obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão, além de se omitir das lutas da categoria.
Já Armando Vaz classificou as acusações que lhe foram dirigidas como de fruto de arrogância, prepotência e virulência do candidato da chapa 1. Ele negou que seja contra a formação acadêmica para os Jornalistas, acusando também o opositor não ver impedimento moral por receber da entidade uma subvenção mensal fixa, além de ter despesas em compromissos oficiais ressarcidos.
Duas chapas concorrem ao Sindicato dos Jornalistas
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