Eduardo Cunha é o grande vitorioso deste domingo

Chamado de “ladrão”, “gangster”, “corrupto notório”, o deputado Eduardo Cunha só deixou transparecer algum sentimento, no comando da sessão da Câmara Federal que decidiu dar seguimento ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, quando o palhaço Tiririca chegou ao microfone para dar seu voto.
Cunha esboçou um sorriso, mas Tiririca, cauteloso, não fez a piada: “O meu voto é sim”, disse secamente.
Diga-se o que quiser de Cunha, ele comandou com maestria uma sessão conflagrada e atingiu plenamente seu objetivo que era iniciar o impeachment de Dilma. É o grande vencedor de um dia histórico.
“Que Deus tenha misericórdia dessa nação”, alertou, antes de proferir, ele mesmo, o sim ao impeachment, quando o placar a favor do afastamento da presidente Dilma já era de 233. Contrários, eram 76 e havia 4 abstenções.
Ele está mais forte para salvar a própria pele, num acordo que já vazou na imprensa, com seu afastamento e a presidência da Câmara  entregue a um homem seu.

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