Eventos climáticos serão tema de audiência pública na Câmara

Uma audiência pública , na Câmara Municipal, vai discutir os eventos climáticos em Porto Alegre e ações de planejamento para evitar os prejuízos, como ocorreu com o temporal do final de janeiro.
O presidente da casa, vereador Cássio Trogildo (PTB), aceitou o pedido feito pelo coletivo A Cidade que Queremos.
A audiência está marcada para o dia 19 de maio, às 19h, no plenário Otávio Rocha. A decisão foi publicada na edição desta segunda-feira do Jornal do Comércio.
Para Roberto Abreu, vice-presidente da Agapan,a uma das entidades que compõem o coletivo, a importância da audiência é possibilitar a discussão  sobre a adaptação da cidade, principalmente de sua cobertura vegetal, para lidar com situações como esta.
“Isso envolve várias questões como poda de árvores, plantio, poda de raiz. O manejo inadequado acaba prejudicando os vegetais e a cidade fica mais suscetível a estes eventos climáticos”, afirmou Abreu.
“RECOMPOR O QUE FOI PERDIDO”
A solicitação foi feita através do coletivo A Cidade que Queremos, no dia 11 de fevereiro. No pedido, o grupo argumentava que “o momento é de recompor o que foi perdido, mas devemos ir além, propondo ações de planejamento, com intuito de evitar que prejuízos à população voltem a acontecer.”
O texto critica o manejo da vegetação, que “tem deixado a desejar” e cita a manifestação de técnicos da SMAM que denunciava o sucateamento da instituição. Um trecho do pedido afirma que “Porto Alegre já foi considerada uma das cidades mais arborizadas do país. Entretanto, temos assistido a uma derrubada sistemática de árvores, inclusive em situações polêmicas” e cita o corte das árvores da região do Gasômetro como exemplo.
O coletivo pede também a criação de uma Equipe Multidisciplinar, formada por biólogos, engenheiros ambientais, paisagistas e entre outros, para uma avaliação adequada da situação da vegetação da cidade.
A solicitação foi embasada juridicamente no artigo 2º do Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001) e no Plano Diretor, que preveem “a gestão democrática por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da sociedade.”

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