Assim que encerrou a votação em Brasilia, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul divulgou um comunicado em suas redes sociais.
“É necessário repensar o Brasil, através de uma Reforma Política que abra o caminho para as demais mudanças estruturais, como da Previdência, Tributária, Trabalhista e Administrativa”, diz o texto.
Segundo o presidente da Fiergs, Heitor José Müller, o impeachment “não é um fim, mas um meio”.
Por isto, sozinho, não solucionará “os males e malfeitos atuais no País”.
A FIERGS em sua nota chama atenção para o manifesto que publicou em março: “O Brasil não Pode Esperar”.
O texto repudia a transformação do Brasil numa “republiqueta na política” e “uma colônia na economia”.
Em função disso, a FIERGS elabora, juntamente com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Agenda Para o Brasil sair da Crise – 2016 / 2018.
“Na prática, precisamos de um tratamento rápido e eficaz para tirar a economia brasileira da UTI. A retomada da confiança interna é o primeiro requisito, através de um amplo entendimento nacional, sendo requisito o resgate da harmonia entre os Poderes Constituídos”, avalia Müller.
Disse ainda que “precisamos o mais rápido possível destravar a economia. Os governantes precisam dar respostas claras e rápidas para a retomada do crescimento”.
Por fim, a FIERGS sugere que a pauta de discussão para o Brasil contemple algumas questões que precisam ser enfrentadas desde já, como uma Constituinte Exclusiva para a Reforma Política.
Seriam eleitos 257 constituintes com mandato exclusivo de um ano, que teriam compromisso de não concorrer por cinco anos e as novas regras já orientariam a próxima eleição de 2018.
Fiergs pede constituinte exclusiva para a reforma política
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