“Queda mais branda na produção faz expectativa dos empresários avançar”.
Esse é o título da nota distribuida nesta quarta-feira pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul com os últimos resultados da pesquisa mensal que a entidade faz sobre o desempenho do setor.
O esforço para manter o otimismo, que substituiu o pessimismo desde que Michel Temer assumiu, é vísível:
“Embora tenham apresentado queda na relação com o mês anterior, os índices de produção (47,5 pontos) e o de número de empregados (46,3), revelam que a expectativa dos empresários gaúchos para a economia avançou em julho”.
A explicação: “Abaixo dos 50 pontos, esses valores significam retração, mas ainda assim são os mais altos para o mês em três anos”.
Segue a nota:
“Outro dado a indicar uma nova perspectiva é o do grau médio de Utilização da Capacidade Instalada (UCI), que foi a 66% em julho, um ponto percentual acima de junho. Em relação à usual, porém, a UCI registrou 36,3 pontos, o que mostra que a indústria gaúcha continua operando bem abaixo do normal. Já o índice de evolução de estoques chegou a 49,5 pontos no mês, um mínimo recuo em relação ao mês anterior. Em relação ao planejado pelas empresas, os estoques voltaram a mostrar excesso, apesar de muito pequeno: alcançaram 50,6 pontos, um pouco acima de junho (49,9)”.
Sobre o semestre, diz a nota: “Com o cenário menos negativo, os empresários consultados na Sondagem Industrial mostram boa expectativa para os próximos seis meses. Os indicadores foram superiores aos de julho e aos dos três últimos anos para o mês de agosto. O avanço mais expressivo se deu nas perspectivas de demanda, 56,8, cujo índice apresentou o maior valor desde abril de 2014. Quantidade exportada (53,8) e compras de matérias-primas (53,7) também cresceram, mas a intenção de investir segue baixa, com apenas 39 pontos.
Fiergs prega otimismo apesar da queda na produção e emprego
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