"Foram seis meses de preparação", diz o secretário de Segurança

O  secretário estadual da Segurança Pública, Cezar Schirmer, disse que a Operação Pulso Firme não se esgota com a transferências de 27 presos de alta periculosidade das cadeias gaúchas para as penitenciárias federais de Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO).
Segundo Schirmer a operação resulta de uma estratégia de longo prazo e que tem como ponto forte a integração entre os diversos órgãos ligados à Segurança Pública.
“Não era aceitável o elevado número de homicídios com uma crueldade absurda na Região Metropolitana. Fizemos uma reação planejada” — ressaltou o secretário.
A operação, segundo Schirmer começou a ser programada em março, a partir das transferências de dois líderes de facções criminosas para penitenciárias federais e o reflexo que elas tinham nas ruas, com a redução dos assassinatos.
A partir da Polícia Civil e do Ministério Público, lideranças foram mapeadas e tiveram as transferências solicitadas à Justiça. Seriam, 46 presos transferidos, mas dezenove pedidos foram negados.
Conforme Schirmer, a operação passou por três etapas anteriores: a ocupação das ruas com maior volume de policiamento ostensivo, o lançamento do sistema integrado de segurança com os municípios e a formação dos 1,5 mil novos agentes da PC e da BM.
O secretário não comentou em seu pronunciamento, mas a informação é de que todas unidades da Brigada Militar e da Polícia Civil estão de prontidão na Capital e Região Metropolitana para evitar eventuais reações violentas das facções.

Adquira nossas publicações

texto asjjsa akskalsa

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *