Por intermédio da imprensa nacional, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) insiste em incluir Santa Catarina na lista de estados brasileiros interessados em privatizar suas distribuidoras de gás natural.
Contudo, como já havia anunciado em maio, o Governo do Estado de Santa Catarina descartou esta hipótese. “O governador Raimundo Colombo diz que quaisquer discussões sobre privatizações devem ser discutidas no início de um novo governo e não por um governo que se encaminha para o fim”.
Em férias, o presidente da SCGÁS, Cósme Polêse, manifestou que, conforme conversas mantidas com governador Raimundo Colombo, não há nenhum movimento do Estado que leve a venda das ações da empresa, atualmente controlada pela Celesc.
“A SCGÁS é uma companhia lucrativa, que não opera com orçamento do governo, e tem um forte papel no desenvolvimento da economia da região por meio da implantação de infraestrutura de rede de distribuição de gás. Além disso, atende a majoritariamente ao setor industrial catarinense, permitindo que mais de duas centenas de empresas tenham competitividade para concorrer no mercado nacional e internacional.”
Polêse reforça ainda que a distribuidora passa por aperfeiçoamento na sua gestão, graças os avanços regulatórios promovidos pelo Estado e a atenção de uma sociedade que anseia por uma empresa que amplie os seus investimentos em detrimento ao lucro, o que poderia ficar em segundo plano com a privatização.
A SCGÁS já vive um momento complexo no que diz respeito a sua composição acionária. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Vara da fazenda Pública de Santa Catarina questionam a distribuição das ações da Companhia, divididas hoje entre a Celesc, a Mitsui Gás e Energia, a Gaspetro e a Infragás, e ainda discute alguns pontos do contrato de concessão, válido até 2044.
(Com informações da Assessoria de Imprensa)
Governo de Santa Catarina nega intenção de privatizar empresa de gás
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