Baseado no romance de José Antonio Severo, “Os Senhores da Guerra”, dirigido por Tabajara Ruas é um dos oito filmes brasileiros (selecionados entre 112 inscritos) que disputarão os prêmios do 42 Festival de Cinema, em Gramado, de 8 a 16 de agosto.
O filme foi saudado pelo crítico Rubens Ewald Filho, na coletiva que anunciou os filmes selecionados. Segundo ele, a lista dos concorretes “é a melhor dos últimos anos”. E para Os Senhores da Guerra, única produção gaúcha que concorre ao prêmio principal, distribuiu elogios: “É o melhor filme do Tabajara Ruas, o melhor épico gaúcho já realizado. É um filme que vocês vão se orgulhar”, afirmou.
O filme conta a história dos irmãos Julio e Carlos Bozzano, jovens da elite política, que ficam em lados opostos numa guerra civil. A ação se desenrola entre duas batalhas, sob um fundo histórico.
A primeira batalha marca o ocaso dos caudilhos gaúchos, com a derrota dos lendários guerrilheiros pampeanos Zeca Neto e Honório Lemos. A segunda traz à cena política o jovem tenente Luiz Carlos Prestes, de 25 anos, que iniciou ali, no Passo da Cruz, a marcha da sua famosa coluna. Nesse combate morreu, também com 25 anos, Carlos Bozzano, a mais promissora liderança política daquela geração. Era tal o seu prestígio, que não faltaram suspeitas de que sua morte tinha sido um plano de Getulio Vargas, para eliminar um concorrente. Tudo isso ocorreu em 1924.
No elenco os atores André Arteche e Rafael Cardoso, como os irmãos Bozzano e mais 40 expressivos nomes da cena gaúcha. Direção de fotografia do veterano Ivo Czamanski, direção musical de Pirisca Grecco e direção de arte de Eduardo e Raiza Antunes. Roteiro de Tabajara Ruas e José Antonio Severo. Produção executiva: Ligia Walper.
Enquadrado nas leis de incentivo a cultura, o filme foi produzido com o patrocínio da Embraer, Banrisul e CEEE, através do Pro-culturaLIC e BRADESCO, ITAU, AMBEV, AZUL e BADESUL, através da Lei do Audiovisual/Ancine. Entre os muitos apoios à nossa produção, destacam-se as prefeituras de Santa Maria, Caçapava do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi, Barra do Ribeiro, Gravataí e Canela.
Contatos: Ligia Walper
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OS SENHORES DA GUERRA
Tabajara Ruas
“O cenário e a época são os últimos dias da revolução de 1923, no Rio Grande do Sul. O protagonista é o jovem advogado Júlio Rafael Bozano, possuído e atormentado pelos demônios da política. O narrador é o secretário da força comandada por Bozano. Sua voz nos leva para dentro dos acampamentos, para as rodas de fogo, para as reuniões do alto comando, para as inquietações que pontuam a véspera das batalhas e das perseguições, para o horror e para a loucura.
José Antônio Severo é um escritor dotado de sutil arte narrativa, e isso explica porque, no interior desta vertiginosa aventura de cavalaria, desenvolva uma meditação original, profunda e documentada sobre o sul do Brasil. Romance histórico no marco da rica tradição riograndense do gênero, Os senhores da guerra é um painel minuncioso e revelador de uma das tantas guerras civis desconhecidas da maioria dos brasileiros.
Acima de todas essas questões, este é um romance de finíssima textura, onde conhecemos um personagem invulgar, pleno de nuances e surpresas, um personagem sublime e trágico pela maneira descarnada e brutal com que luta pelo poder. Depois deste livro, Júlio Rafael Bozano não será mais um obscuro herói de nossas guerras civis, mas um personagem de primeira linha da ampla galeria de tipos marcantes da literatura brasileira.
Nunca se ouviu de forma tão nítida, num romance brasileiro, o som de patas de cavalos marchando na planura. Nunca sentimos, tão próximos, tão familiares, os homens que montam esses cavalos e jogam suas vidas em batalhas cruentas, ignoradas pela História. Eles são os últimos senhores da guerra, personagens da nossa fronteira meridional e do pampa, e estão recriados de forma admirável por José Antônio Severo neste monumental romance.”
Ele destacou quea relação de concorrentes “é a melhor dos últimos anos”. E para OS SENHORES DA GUERRA, única produção gaúcha que concorre ao prêmio principal, distribuiu elogios: “É o melhor filme do Tabajara Ruas, o melhor épico gaúcho já realizado. É um filme que vocês vão se orgulhar”, afirmou. (veja em http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/07/festival-de-cinema-anuncia-candidatos-e-mudancas-para-2014-em-gramado.html)
O filme , realização da Walper Ruas Produções, narra a história verídica dos irmãos Julio e Carlos Bozano. Jovens da elite gaúcha no início do século XX, cultos, unidos por profunda amizade, acabam se enfrentando em lados opostos na guerra civil de 1924 no RS. Idealizado inicialmente como dois filmes, foi editado num único longa de 124 minutos.
No elenco estão os atores André Arteche e Rafael Cardoso, como os irmãos Bozano e mais 40 expressivos nomes da cena gaúcha. Direção de fotografia do veterano Ivo Czamanski, direção musical de Pirisca Grecco e direção de arte de Eduardo e Raiza Antunes. Roteiro de Tabajara Ruas e José Antonio Severo.
OS SENHORES DA GUERRA é apresentado por EMBRAER, BANRISUL & CEEE – Governo do Estado do RS, Pró-Cultura RS/LIC e Secretaria de Estado da Cultura, BRADESCO, ITAU, AMBEV, AZUL e BADESUL, através da Lei do Audiovisual/Ancine. Entre os muitos apoios à nossa produção, destacam-se as prefeituras de Santa Maria, Caçapava do Sul, Bento Gonçalves, Garibaldi, Barra do Ribeiro, Gravataí e Canela.
Os ingressos para a exibição já se encontram a venda em ingressorapido.com.br ao preço de R$ 20,00 e 10,00 (meia).

José Antônio Severo
Os Senhores da Guerra é um romance histórico ambientado no caldeirão político em que se transformou o Rio Grande do Sul na primeira metade de século. Sobre este livro, o escritor Tabajara Ruas escreveu:
“O cenário e a época são os últimos dias da revolução de 1923, no Rio Grande do Sul. O protagonista é o jovem advogado Júlio Rafael Bozano, possuído e atormentado pelos demônios da política. O narrador é o secretário da força comandada por Bozano. Sua voz nos leva para dentro dos acampamentos, para as rodas de fogo, para as reuniões do alto comando, para as inquietações que pontuam a véspera das batalhas e das perseguições, para o horror e para a loucura.
José Antônio Severo é um escritor dotado de sutil arte narrativa, e isso explica porque, no interior desta vertiginosa aventura de cavalaria, desenvolva uma meditação original, profunda e documentada sobre o sul do Brasil. Romance histórico no marco da rica tradição riograndense do gênero, Os senhores da guerra é um painel minuncioso e revelador de uma das tantas guerras civis desconhecidas da maioria dos brasileiros.
Acima de todas essas questões, este é um romance de finíssima textura, onde conhecemos um personagem invulgar, pleno de nuances e surpresas, um personagem sublime e trágico pela maneira descarnada e brutal com que luta pelo poder. Depois deste livro, Júlio Rafael Bozano não será mais um obscuro herói de nossas guerras civis, mas um personagem de primeira linha da ampla galeria de tipos marcantes da literatura brasileira.
Nunca se ouviu de forma tão nítida, num romance brasileiro, o som de patas de cavalos marchando na planura. Nunca sentimos, tão próximos, tão familiares, os homens que montam esses cavalos e jogam suas vidas em batalhas cruentas, ignoradas pela História. Eles são os últimos senhores da guerra, personagens da nossa fronteira meridional e do pampa, e estão recriados de forma admirável por José Antônio Severo neste monumental romance.”
Guerra gaúcha disputa o Kikito em Gramado
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