Jennifer Celia Henrique, a Jenni, 37 anos, foi morta a pauladas na madrugada do dia 10 no bairro Ingleses, em Florianópolis, onde morava. Jenni era transexual e enfrentava preconceito. O próprio delegado Eduardo Matos, da 8ª Delegacia de Polícia, que começou a investigar o caso, formulou uma hipótese preconceituosa.
Antes de qualquer investigação, ele descartou que pudesse se tratar de crime de homofobia ou transfobia e afirmou que o homicídio foi motivado por “uma transa mal acertada”.
A declaração, somada a outras como a de que “Jennifer é o nome de guerra”, gerou críticas ao delegado e um protesto público reuniu amigos, familiares e membros de movimentos de causas de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.
A manifestação ocorreu às margens da SC-403, próximo à construção abandonada em que Jenni foi encontrada. A repercussão levou à substituição do delegado.
Antes de qualquer investigação, ele descartou que pudesse se tratar de crime de homofobia ou transfobia e afirmou que o homicídio foi motivado por “uma transa mal acertada”.
A declaração, somada a outras como a de que “Jennifer é o nome de guerra”, gerou críticas ao delegado e um protesto público reuniu amigos, familiares e membros de movimentos de causas de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.
A manifestação ocorreu às margens da SC-403, próximo à construção abandonada em que Jenni foi encontrada. A repercussão levou à substituição do delegado.
O cado de Jennifer confirma uma trágica realidade. O Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo. Segundo relatório divulgado pela Rede Trans Brasil, só em 2016 foram 144 mortes de travestis, transexuais e transgêneros no país.
No início de 2017, chocou o país o caso da travesti Dandara, espancada, apedrejada e morta a tiros no Ceará.

Deixe um comentário