Jornalista lembra do colega Teori no seminário de Chapecó

AYRES CERUTTI
Ele jogava espiribol? Naquela nevasca de 1965, ele ainda estava em Chapecó? Não lembro. Éramos jovens do  Oeste catarinense. O Teori Zavaski, de Faxinal dos Guedes e
eu, de Concórdia.
Vida de jovens estudantes. De seminário. Muito estudo. Algum trabalho. E muita oração.
Aluno nota 10. Lembro que ele ganhou um concurso de  redação promovido pela Prefeitura de Chapecó. Personagem: o cacique Condá, que deu nome ao estádio que agora é a famosa Arena da Chape.
No teatro, ele encarnou Bento Gonçalves na peça que  encenamos sobre a Revolução Farroupilha.
E os passeios? Inesquecível, quando acampamos sobre uma balsa em construção no rio Uruguai.
Era uma daquelas balsas do tamanho de um campo de futebol, que ficavam aguardando grandes enchentes, para superar o salto grande, imortalizado  em composição do Barbosa Lessa. Balsas para o transporte de pinheiros para a Argentina.  Lembranças para sempre.
Na Zero Hora, encontrei o Olyr, seu irmão mais velho. Mais algum tempo e minha
filha estava estudando com a Letícia, sobrinha do Teori. Novos encontros nas festas de aniversário das crianças.
Um belo dia, recebo um convite mais que especial: a posse do Teori no Supremo Tribunal Federal. Que alegria, que surpresa!.
E hoje, que impacto!. Primeiro, “o nome do ministro está na  lista dos passageiros”. E logo logo a confirmação. O Brasil e mundo perplexos. Não posso mais perguntar: “Teori,
gostavas de espiribol?”

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