Lula no governo: Dilma joga sua última carta

P.C. de Lester
Provou-se, enfim, que a delação de Delcídio do Amaral existe.  Me penitencio, porque duvidei da autenticidade do que foi publicado na IstoÉ, na semana passada.
Tamanha era a seletividade  para atingir Dilma, Lula e o PT, que parecia armação.
Na verdade, era: fechou, em cima de Lula, Dilma e o PT, o foco de uma delação que não poupa ninguém. Nem o príncipe dos sociólogos.
A íntegra do que Delcídio falou  revela  uma “república de ladrões”, um sistema de propinas e de troca de favores que se tornou a regra do jogo político no país.
Não escapa ninguém.
Mas tudo é encaminhado de modo a provar que tudo é obra de uma quadrilha da qual Lula é o chefe.
Numa entrevista imperdível,  no Sul 21, o advogado Werner Becker, o Bruxo, fala das semelhanças da situação atual com 1964.
Ele tem autoridade porque viveu “por dentro” todo aquele período, como advogado de inúmeros presos políticos.
Werner diz que o alvo é Lula, não Dilma. Assim como em 1964 o alvo era Brizola, não Jango.
Jango, como se sabe, na hora decisiva não topou nomear Brizola ministro para enfrentar o golpe. Dilma nomeou Lula. Talvez aí esteja a diferença.
 

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