Marchezan diz que não tem dinheiro, ex-secretário diz que "é discurso"

O prefeito Nelson Marchezan Júnior declarou que Porto Alegre tem uma dívida que gira em torno de R$ 1 bilhão, o que dificulta o pagamento de salários e de fornecedores.
“A prefeitura foi deixada em uma situação catastrófica, que vai ser apresentada em breve. Temos mais despesas do que receita e algumas não há como cancelar. Será um ano em que vamos atrasar salários de servidores e atrasar pagamentos de fornecedores. Não tem como administrar um volume tão grande de dívidas e passar os recursos que temos para atividades que não são essenciais”, disse o prefeito.
Porém há quem diga que isso não passa de um discurso inicial de governo para justificar possíveis situações futuras e até a venda de ativos. O ex-secretário da Fazenda do governo Tarso Genro e de vários governos petistas da prefeitura afirmou que “a situação financeira da prefeitura municipal é sólida”.
Segundo ele, as finanças estão bem melhor do que as do Estado e se tem algum problema é conjuntural. “Em relação a receita corrente líquida, a dívida da prefeitura não passa de 16 por cento e os seus encargos não chegam a quatro por cento, enquanto no Estado a dívida equivale a 200 da receita e os encargos com ela são de 13%.
Tonolier ressaltou ainda que em relação ao gasto com pessoal ativo e inativo a prefeitura está dentro do limite prudencial em relação a Lei de responsabilidade Fiscal que é de 51,5% da receita. A prefeitura gasta 46,9% com salários de servidores em todos os níveis.
Ele explicou ainda que a situação conjuntural porque passam os municípios é causada por uma política econômica federal e estadual equivocadas que provoca recessão econômica, desemprego e uma consequente  queda de arrecadação.
Os investimentos feitos nas últimas décadas mostram a solidez econômica do Município: destacando-se os investimentos em saneamento básico com o tratamento de 80 do esgoto e as grandes vias como a terceira perimetral.
Tonolier lembrou que quando Alceu Collares deixou a administração municipal o gasto com pessoal chegava a 98% da receita.

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