O plano da nova gestão municipal é tornar o Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre uma referência nacional em atendimento de trauma.
O compromisso foi reiterado pelo novo diretor-geral do hospital, Amarílio Vieira de Macedo Neto, que tomou posse nesta segunda-feira.
“O Hospital de Pronto Socorro tem que ser um centro único de trauma. O AVC agudo, o infarto agudo, sim. Doenças crônicas, obviamente não. O espaço aqui é pequeno, nós precisamos nos ater a esta missão, que é uma missão fundamental” afirmou o novo diretor.
Amarílio defendeu que o hospital trabalhe junto com o Pronto Socorro de Canoas e o Hospital Cristo Redentor para melhorar o atendimento a ”este que é o problema (o trauma) que mais mata pessoas na faixa dos 45 anos.
O secretário Municipal de Saúde, Erno Harzheim fixou uma meta ousada para sua gestão: tornar o HPS o melhor hospital de trauma do país.
O secretário elogiou a reforma geral do HPS mas lembrou que ainda faltam setores a serem reformados.
Desde 2011 o Hospital de Pronto Socorro passa por uma reforma geral. A modernização dos setores do hospital é parte do projeto de consolidação do HPS como referência em trauma.
O prefeito Nelson Marchezan Junior elogiou a capacidade técnica e gerencial do novo diretor. “É uma pessoa que tem um histórico, que já passou por outros cargos onde administrou compromissos com volumes ainda maiores.”
Amarílio é cirurgião, já trabalhou no HPS durante quase vinte anos e foi presidente do Hospital de Clínicas e professor adjunto do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
O novo diretor é graduado em Medicina pela UFRGS; mestre e doutor em Cirurgia do Tórax pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e fez pós-doutorado na Universitè Paris-Sud Centre Chirurgical Marie Lannelongue (França) em Cirurgia Pulmonar e Transplantes Toráxicos.
Novo diretor quer usar a tecnologia para melhorar a segurança
O novo diretor geral ainda está tomando pé da situação administrativa do hospital e não tem um plano de segurança pronto, mas falou sobre sua experiência no Clínicas. Lá, em dez anos, ele estima ter reduzido em 40% a circulação de pessoas no interior do hospital.
Amarílio comparou a mudança da circulação: “é de uma Rua da Praia para alguma coisa mais próxima de um hospital.” E defendeu: “isso se faz com mais pessoas vigiando, entradas e saídas definidas, sistema de câmeras. Tem que usar a tecnologia”, afirmou.
Meta do HPS é ser o melhor hospital de trauma do país
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