Mosaicografia cai no gosto do povo e muda a cena no Largo Glênio Peres

Termina no próximo domingo, dia 20, a exposição ao ar livre Mosaicografia 2016, que durante 16 dias mostrou no Largo Glênio Peres, 400 fotos de profissionais e amadores de 14 países. Neste período, mudou a cena em frente ao Mercado Público, onde circulam cerca de 200 mil pessoas, diariamente.

Foto Jornal JÁ
Raros são os passantes que não dão ao menos uma paradinha, atraídos pelas fotos /PM/JÁ

O fato de praticamente não haver nenhum dano causado aos grandes painéis com as fotografias, impressionou favoravelmente aos organizadores da mostra. Como em geral, obras de artes sem proteção rigorosa sofrem vandalismo, um dos curadores da exposição, o fotógrafo Marcos Monteiro, comemorou o fato da Mosaicografia ter o reconhecimento e o respeito por parte da população que transitou pelo Largo Glênio Peres.
mosaico-fot-vandalizada“Somente uma foto, da canadense Sarah Palmer, que reproduz uma foto do Donald Trump, sofreu uma intervenção, digamos assim. Alguém escreveu nela mensagem de apoio aos imigrantes e a favor dos LGBT. Quando a Sarah soube do fato, adorou”, contou Monteiro.
A Mosaicografia tem a organização, produção executiva e curadoria dos fotógrafos Otávio Teixeira, Marcos Monteiro e Gilberto Perin. Por intermédio da lei federal de incentivo à cultura, do Ministério da Cultura, obteve patrocínio da TimacAgro e apoio institucional da Aliança Francesa e da Prefeitura de Porto Alegre, e apoio da Virada Sustentável de Porto Alegre.
 

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