A policia federal desfechou nesta quinta-feira a 42ª. fase da Operação Lava Jato, para cumprir três mandados de prisão temporária e onze de busca e apreensão.
O principal alvo é o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, que foi preso temporariamente.
O nome da operação, Cobra refere ao condinome de Bendine nas planilhas de pagamentos ilegais da Odebrecht.
Bendine é acusado de ter recebido R$ 3 milhões em propinas pagas pela Odebrecht. Ele foi presidente do Banco do Brasil entre abril de 2009 e fevereiro de 2015, e da Petrobras entre fevereiro de 2015 e maio de 2016.
“A (prisão) cautelar é desnecessária. É arbitrário prender para depoimento alguém que manifestou sua disposição de colaborar com a justiça desde o início”, declarou em nota o advogado Pierpaolo Cruz Bottini, que defende Bendine.
As acusações contra Bendine resultam das delações de executivos da Odebrecht. Segundo revelaram, o executivo recebeu propina até o início deste ano de 2017. A operação Cobra acontece em quatro Estados:
BRASÍLIA/DF: dois mandados de busca e apreensão
SÃO PAULO/SP: um mandado de prisão temporária e 4 mandados de busca e apreensão (2 em São Paulo, 1 em Sorocaba e 1 em Conchas)
RIO DE JANEIRO/RJ: um mandado de busca e apreensão
PERNAMBUCO/PE: dois mandados de prisão temporária e 4 mandados de busca e apreensão (3 em Recife e 1 em Ipojuca).
MP revela que Bendine recebeu propina da Odebrecht em 2017
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