Muro do Julinho desaba

Parte do muro lateral do Colégio Estadual Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, desabou em torno do meio dia desta quinta-feira, 5. Um pedaço de aproximadamente de 40 metros do muro do estacionamento desabou sobre a calçada da rua Laurindo. Moradores comentam que o muro já estava torto há muito tempo e que as árvores do lado de dentro estavam apoiadas sobre ele, além de terem as raízes muito próximas à base.
O porteiro do prédio em frente, João Moisés Santos, viu o momento da queda. “Deu um estrondo muito forte, parecia uma explosão. Os moradores do prédio chegaram a descer pra ver do que se tratava”, conta João. “A sorte é que é um dia de chuva, se tivesse sol, provavelmente teria alguém passando.”

João viu o momento em que o muro caiu: "parecia uma explosão"
João viu o momento em que o muro caiu: “parecia uma explosão”

Ninguém ficou ferido, apesar de o incidente ter ocorrido no horário de saída das escolas. Além do Júlio de Castilhos, o local é caminho de passagem dos alunos do Centro Municipal de Educação do Trabalhador Paulo Freire, localizado no encontro das ruas Laurindo e Santa Terezinha.
O vice-diretor do Julinho, Sérgio Rovan Ozório, afirmou que as atividades seguirão normalmente. Ainda não foi definido como será feita a segurança, já que o buraco permite o livre acesso à escola. Ozório disse que não há verba disponível e o reparo do muro depende da Secretaria de Educação. Segundo ele, o colégio recebe apenas uma verba para manutenção, que já estaria atrasada há três meses “recebemos a parcela de julho em setembro”. (Matheus Chaparini)

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