Negociação entre Governo do Estado e servidores da Fundação Piratini será unificada

Nesta terça-feira, Governo do Estado e Sindicato dos Jornalistas tiveram a primeira audiência de mediação no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4) para tratar do desligamento dos funcionários da Fundação Piratini. A extinção foi autorizada pela Assembleia Legislativa por meio da Lei 14.982/2017.
Na audiência ficaram acordados dois pontos: o sindicato tem até o dia 12 de junho para enviar ao TRT as perguntas que pretende que o Governo responda e a negociação, a partir de agora, passará a ser unificada, incluindo o Sindicato dos Radialistas. O TRT encaminhará as questões à Procuradoria geral do Estado (PGE).
Estas eram reivindicações apresentadas pelos sindicatos em fevereiro, quando foi realizada a primeira reunião para tratar do assunto. Na ocasião, as negociações haviam sido separadas por sindicato.
Em fevereiro, o grupo de advogados que representam os servidores das fundações havia apresentado um ofício solicitando ao governo uma série de informações relativas à situação de cada funcionário. Quantos são, em que data foram admitidos, se entraram através de concurso ou não, se pertencem à Cipa (Comissão Interna para Prevenção de Acidentes) eram alguns dos questionamentos apresentados.
A PGE defende que a economia gerada com a folha de pagamento é apenas uma das questões envolvidas com a extinção das fundações. Outras questões seriam o custeio das estruturas, como aquisição e manutenção de equipamentos, material administrativo, manutenção predial.
O corte de despesas foi o principal argumento utilizado pelo Governo do Estado para justificar a extinção das Fundações. Os projetos que extinguem os órgãos foram enviados à Assembleia legislativa em meio a um pacote de medidas com o objetivo de corte de gastos.

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