O Mini Teatro Móvel está de volta

De 1987 a 2004, o músico Marcos Ungaretti frequentou com seus instrumentos, nos domingos de Brique da Redenção, o Monumento do Expedicionário, no seu projeto de levar música de qualidade em um espaço público. Depois dele, que partiu para outras vivências artísticas, outros músicos passaram a frequentar o local, tornado referência para esse tipo de atividade.
Agora Marcos Ungaretti está de volta com outra iniciativa instigante, a do Mini Teatro Móvel II, cujas atividade terão início no dia 29 de março, num grande show coletivo que terá a participação de vários músicos seus amigos e parceiros profissionais.
ARTE_JABF-Mar2017-08A ideia do Mini Teatro Móvel surgiu em 2008, quando ele morava em Alto Paraíso de Goiás e era abrigado em uma Kombi. Agora o MTM está alojado em um veículo maior, cujo interior comporta palco, plateia para nove espectadores, iluminação sincronizada com as músicas, ar condicionado, sonorização surround e demais características de um teatro.
As apresentações ocorrem dentro do veículo. Por ser móvel, pode chegar em quase todo o lugar e tem total autonomia com gerador próprio de energia. Já visitou SP, MS, MG, RJ, SC entre outras localidades. O Mini Teatro Móvel foi inteiramente desenhado e construído pelo músico e segundo ele “atua em escolas, praças, residências, feiras, ruas, vilas, hospitais, ou seja, praticamente em qualquer lugar”.
40 anos de intensa atividade artística
Marcos Ungaretti é um artista com 40 anos de atividade musical com identidade própria e vasta experiência. Domina todos os aspectos musicais teóricos, técnicos e criativos. Possui vasto conhecimento sobre sonorização e gravação em estúdio, já que o Mini Teatro Móvel também é um estúdio de gravação.
Seu repertório passa por jazz, MPB, clássicos, música eletrônica e  e composições próprias. Nas apresentações que ele define como live, com interação em tempo real com o computador, são utilizados diversos instrumentos como teclados, violão, flautas, percussão, ocarina e escaleta, entre outros.
Entre 2005 e 2008, Marcos mudou-se para Alto Paraíso de Goiás, um lugar que define como místico. “Lá conheci uma nova maneira de fazer música, muito perto da natureza, misturando instrumentos rudimentares com música eletrônica e levando minhas composições a atingir um novo estágio”.
 

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