O melhor café do Brasil na safra deste ano é o Serra do Caparaó, em Minas Gerais. É o que diz Guert Schinke, proprietário da Baden Cafés Especiais, na esquina da Jerônimo de Ornelas com a Vieira de Castro. E foi o que confirmou o prêmio Coffee of The Year, na quarta edição da Semana Internacional do Café (SIC), em Belo Horizonte, em setembro. Guert esteve na região e trouxe grãos, que são torrados na torrefação própria, moídos na hora e servidos no Baden. A equipe viaja pelo país em busca dos melhores cafés especiais.
Guert explica que há quatro classificações de café: o tradicional – estes que compramos no mercado – o superior, o gourmet e o café especial. São considerados cafés especiais os que contêm apenas grãos da espécie arábica – há outra espécie, de menor qualidade, chamada de rústica. Além disso, o café precisa ter nota acima de oitenta, em uma classificação de até cem pontos. Geralmente estes cafés têm origem em pequenas propriedades, com mão de obra familiar.
A ideia do estabelecimento é promover a cultura do café. Além de servir o café com a explicação sobre a origem do grão, o Baden oferece workshops e fornece grãos para outros cafés de Porto Alegre e do interior do Estado.

Os melhores cafés do Brasil chegam à cidade pela Jerônimo
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