Cerca de mil pessoas são esperadas no seminário que vai avaliar as consequências do pacotaço que o governador Sartori enviou para a Assembleia.
O evento é promovido pelo Semapi e outras seis entidades de servidores públicos estaduais.
O objetivo, segundo os organizadores é alertar para os prejuízos que os cortes –a principalmente a extinção de fundações – causarão aos serviços públicos.
Além da extinção de seis fundações, uma empresa de economia mista e duas autarquias, o governador quer alterar a constituição estadual para poder privatizar estatais sem precisar de um plebiscito, como prevê a lei atual.
A intenção do governo, segundo os sindicatos, é vender as empresas do setor elétrico: o que resta da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), a Companhia Riograndense de Mineração (carvão) e a Sulgás.
“É preciso lembrar que estas empresas são estratégicas ao setor energético e também são superavitárias, trazendo lucro para o Estado”, diz a nota do Semapi.
O mais grave, de acordo com os organizadores do seminário, é que essas medidas vão precarizar os serviços públicos no Estado, sem resultados efetivos para estancar a crise financeira.
O evento acontece nesta quarta-feira, a partir das 13h30, no Centro de eventos do Plaza São Rafael (Rua Alberto Bins, 509), no centro de Porto Alegre.
Ao final, será produzida uma carta de apoio, que será levada em caminhada à Assembleia Legislativa.
O seminário é uma promoção do SEMAPI, com apoio das associações de funcionários de Cientec, Metroplan, FDRH, FEE e FZB, além da CUT.
"Pacotaço desmonta o Estado e não resolve a crise", diz Semapi
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