Um dia depois do aumento de impostos sobre os combustíveis, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) voltou a inflar o pato amarelo que marcou as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, disse estar “indignado” com o aumento das alíquotas do PIS e da Cofins e destacou que o aumento de impostos amplia a crise no momento em que a economia começa a emitir sinais de recuperação.
O mote da Fiesp, “Não vou pagar o pato”, em alusão ao aumento dos tributos para cobrir o déficit nas contas públicas, permanece o mesmo dos protestos anteriores. “Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo”, disse Skaf em nota.
“Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre”, completou.
Skaf é do PMDB e apóia Temer e seu pato só saiu à rua depois da cobrança nas redes sociais.
Pato da Fiesp volta à rua, depois que aumento de impostos estava em vigor
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