Era tenso o ambiente na Assembléia Legislativa às 10h30 desta quinta, 10, quando o presidente Ivar Pavan, anunciou perante dezenas de jornalistas e servidores que encaminhará para leitura em plenário o pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB). Pavan disse que “26 fortes indícios de improbidade administrativa encontrados em diversas fontes”, embasaram sua decisão.
A decisão segue um roteiro que está pronto há quase um mês. O processo agora obedece a um ritual com várias etapas e tende a desembocar numa decisão em plenário onde a governadora conta com apoio de ampla maioria entre os deputados.
Por essa razão, hoje a cassação do mandato da governadora é uma impossibilidade. Somente novos fatos capazes de alterar o quadro político poderão levar a esse desfecho.
O desgaste político, no entanto, é inevitável e poderá levar à desistência da candidatura de Yeda à reeleição.
O roteiro está detalhado em nosso post anterior “Roteiro do impeachment de Yeda está escrito”.
Pedido de impeachment vai ao plenário da Assembléia
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