Nova operação-padrão nas polícias gaúchas acontece desde cedo até as 21 horas desta sexta-feira (30).
Desta vez, o Bloco da Segurança Pública convoca para manifestações em frente aos prédios do judiciário em todo o Estado – em Porto Alegre, será em frente ao Tribunal de Justiça, a partir das 10 horas da manhã.
Os policiais querem – como os professores também já pediram – que o Judiciário se posicione em relação ao parcelamento dos salários dos servidores estaduais.
Cinco sindicatos estão reunidos na manifestação do Bloco: Ugeirm, dos policiais civis; Abamf, dos cabos e soldados; Amapergs, dos servidores da Susepe; Sindiperícias, do IGP, e Abergs, do Corpo de Bombeiros.
A paralisação dos policiais ocorre um dia depois que um inusitado manifesto foi lançado por presidiários. A notícia saiu nesta quinta-feira (29) no site da Rádio Gaúcha, a de maior audiência no Estado. O grupo de presos anunciou uma nova facção que pede limites para a violência entre grupos rivais. Os apenados se dizem incomodados com práticas como esquartejamentos ou mortes de crianças e mulheres.
Um trecho do manifesto dos presos:
“A partir da data de hoje está formada uma facção com respeito a todos, que tem como um de seus objetivos sempre buscar espaço no cumprimento da pena com segurança de todos seus membros, que estão espalhados em várias prisões desse Estado.”
A carta, segundo a Gaúcha, circula desde segunda-feira (26) entre as cadeias e na Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe). Termina assim:
“Portanto, o surgimento deste grupo é para o bem de todos, para o bem da sociedade, pois é para a sociedade que devemos o nosso maior respeito.”
O documento é assinado por três presos, de cadeias diferentes do Rio Grande do Sul: Penitenciária Modulada de Charqueadas, Penitenciária Estadual do Jacuí e Presídio Central.
Policiais vão às ruas e até bandidos pedem menos violência
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