Horas após assumir interinamente o cargo de Presidente da República, Michel Temer falou oficialmente pela primeira vez. Durante quase 30 minutos pediu água, pastilha para voz e anunciou seus planos de governo.
Temer pediu confiança ao povo brasileiro. “Precisamos urgente pacificar a nação e unir o Brasil”, clamou. O presidente interino foi enfático em seu discurso, falou das reformas que o país precisa, de equilibrar as contas, de enxugar os gastos. Para isso, já começou cortando Ministérios.
Para contornar a crise, falou em abertura ao mercado internacional. “É preciso resgatar a credibilidade do Brasil.”
Entre medidas para retomar o crescimento, Michel falou em combate à inflação, autonomia do Banco Central e um projeto de “empregabilidade”
Pelo tom do discurso, já deu indícios de que deve fazer privatizações: “saúde, segurança e educação não devem sair das órbitas públicas, o restante deve ser compartilhado com a iniciativa privada.”
Quanto às investigações da Lava-Jato, falou que não irá interferir em nada.
Michel Temer garantiu ainda que irá manter os projetos sociais como Bolsa-Família, Pronatec, Minha Casa Minha Vida, entre outros. Ressaltou a importância da agricultura familiar e de apoio aos micros e pequenos empresários.
O presidente em exercício lembrou que o mundo observa o Brasil: “Daqui dois meses teremos Olimpíadas um momento raro em que seremos olhados por todos” salientou.
Entre suas próximas medidas, sinalizou uma mudança no Pacto Federativo entre estados e municípios junto à União.
Já no final, declarou solidariedade e respeito institucional à presidente Dilma, mas preferiu não julgar o mérito de seu afastamento. Temer ressaltou a importância da harmonia entre os poderes e sugeriu uma mensagem de otimismo para combater a crise: “A partir de agora não podemos mais falar em crise, trabalharemos”, disse, citando uma placa que disse ter visto e um posto de combustíveis.
Michel Temer concluiu seu discurso falando em fazer um ato religioso no país. “Queremos fazer um ato de religação em toda sociedade, um ato religioso.” Por fim, pediu a benção de Deus para ele, seus ministros e população e encerrou sua palavra.
"Precisamos pacificar a nação e unir o Brasil", pede Temer
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