A prefeitura de Porto Alegre iniciou diálogo com os agricultores das feiras ecológicas para um processo de padronização das bancas da feira. A ideia é organizar melhor o espaço e facilitar a circulação de pessoas. A padronização vale para todas as feiras.
No caso da quadra 1 da José Bonifácio (entre Osvaldo Aranha e Santa Terezinha), o prazo estabelecido pelo poder público municipal, de 45 dias, se encerra no próximo sábado, 25 de março. Na quarta-feira, 22, está marcada uma reunião entre os feirantes e o CAD (Centro Agrícola Demonstrativo) da prefeitura. Existe a possibilidade de ampliação do prazo. No caso da quadra 2, boa parte das bancas já se adequou ás exigências.
Os modelos apresentados são bancas de três tamanhos: 2m, 4m e 6m. A questão é como adequar o padrão planejado no gabinete ao espaço físico da feira.
“A resolução veio depois da feira, então ela que tem que se adaptar à realidade”, defende a agricultora Marinês Riva.
As bancas da José Bonifácio se instalam ao longo do canteiro central, uma área entrecortada por dezenas de árvores. Os espaços entre as árvores têm em torno de 5,5m, mas as medidas não são idênticas. A banca da família da Marinês, por exemplo, mede 5,70m e está colocada exatamente entre duas árvores. Para se adequar ao modelo, como não podem aumentar 30cm, os agricultores teriam que reduzir a banca a 4m, ou seja, perder 1,70m do espaço onde expõem suas verduras e hortaliças.
A dificuldade de circulação entre as bancas é a reclamação predominante depositada pelos clientes na caixinha de sugestões da feira. Outra exigência do poder público é que se tenha mais escapes entre as bancas, para facilitar o acesso ao corredor de circulação. Neste sentido, a iniciativa agrada os expositores. Outra preocupação dos feirantes é que, com a adaptação, o ambiente não fique abafado ou mal iluminado.
Prefeitura quer padronizar bancas das feiras ecológicas
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