Redenção: Novo administrador quer mais recursos

Administrar os quase quarenta hectares do principal parque da cidade com uma equipe de apenas 13 funcionários, um trator e sem um pila de verba: este é o desafio encarado por Diovani Machado. Desde o dia 1º de julho, Diovani é o novo administrador da Redenção. Ele substitui a bióloga Regina do Patrocínio, coordenadora da Zonal Centro da Smam, que havia assumido a gerência do parque em dezembro do ano passado.
Diovani Machado tem 26 anos, é formado em Administração pela Ulbra há cinco anos. Trabalhou durante quatro anos na Prefeitura de Cachoeirinha, onde começou como auxiliar administrativo e se tornou chefe da tesouraria Em 2014, passou em um concurso para a Prefeitura de Porto Alegre. Na Smam, foi coordenador administrativo.
Seu perfil difere dos de seus antecessores. “Eles tinham um enfoque mais na vegetação, eu vou focar mais na comunidade, para tornar o parque mais agradável para os frequentadores”, explica o sucessor de bióloga Regina do Patrocínio e do Agrônomo Celso Copstein. Machado afirma que é a primeira vez que um administrador de formação assume algum dos oito parques urbanos de Porto Alegre.
Na análise de Diovani, o maior problema da Prefeitura hoje é a falta de comunicação entre os diversos órgãos, o que se reflete na Redenção. “Quando a sociedade vê um problema ela não enxerga uma Secretaria, e sim a Prefeitura. Eu quero fazer uma integração, uma união dos órgãos. Temos que entender que não é pra mim, é um serviço que a gente presta pra sociedade.”
Outra preocupação do novo gerente é em relação à segurança. Ele confessa que nunca frequentou muito o Parque Farroupilha, por medo da falta de segurança. “Aqui no entorno da administração não tem nenhum poste funcionando.”
Os danos causados pelo temporal de janeiro ainda não foram totalmente sanados. No final deste mês, encerra o contrato com a empresa terceirizada que realiza o trabalho de poda e recolhimento dos vegetais e, segundo Diovani, “ainda tem muita coisa pra fazer.”
Não são poucos os problemas do parque e para enfrentá-los, a administração conta com uma equipe enxuta e 15 apenados do regime semi-aberto, que trabalham na limpeza. Dos três tratores, apenas um funciona. Além disso, o parque não conta com verba da Prefeitura. Para o orçamento do ano que vem, o novo gerente pretende encaminhar um pedido de uma verba mensal de manutenção.

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