Sartori ganha tempo à espera de condições para votar o pacote

Seis projetos do polêmico “pacote” do governador Ivo Sartori ainda não foram votados.
São Projetos de Emenda Constitucional (PEC)  que mexem na estrutura do Estado, como  a revogação da lei que exige plebiscito para extinção, fusão ou alteração na CEEE, CRM e Sulgás.
Desde que voltou do recesso, após um fim de ano conturbado com votações longas e exaustivas, a Assembleia Legislativa ainda não votou nenhum projeto.
Nas últimas reuniões os líderes da base do governo pediram que não fosse votado nenhum projeto. Assessores da oposição dizem se tratar de um manobra do governo enquanto ainda não tem os votos para aprovar o restante do pacote.
A privatização de estatais é a cereja do bolo que Sartori precisa entregar para Temer ajudar o Rio Grande do Sul com seu plano de recuperação financeira dos estados, a PLP 343/17 que também ainda não foi aprovada.
Enquanto isso o Governador desvia o foco em ações de segurança e anuncio de investimentos. Semana passada anunciou 600 novos PMs para a segurança da Capital. 400 foram removidos do interior, cem da Força Nacional já estavam no Estado desde o ano passado e os outros cem soldados chegaram do centro do país.
Acordos bilaterais com a Argentina,anúncio de um presídio federal em Charqueadas, além de participações em eventos como a Expodireto fizeram parte da agenda do governo. Em todos eles Sartori ou seu vice Cairolli, afirmaram da necessidade de aprovar os seis projetos restantes.
Apesar disso, o legislativo tem 12 projetos para votar na frente do “pacote”. Dois são vetos do governador a serem votados. Outros dez foram enviados pelo executivo em regime de urgência e por isso entraram na frente. Ao todo são 49 projetos na ordem do dia da casa.
Ainda não se sabe quando os projetos do pacote serão votados. Nesta terça-feira, uma reunião dos líderes dos partidos, às 11h30 define os rumos do legislativo.
Enquanto isso o governador continua apresentando números e anunciando ações na área de segurança. Nesta segunda o governador em almoço com parlamentares federais prometeu trazer mais R$224 milhões para as áreas de segurança e agricultura.

 

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