Depois de realizar a segunda paralisação parcial dos trens em 11 dias, nesta segunda-feira, os metroviários gaúchos marcaram nova assembleia geral da categoria para o próximo dia 16. Na data, os trabalhadores vão discutir a realização de uma greve por tempo indeterminado. Se a Trensurb não ceder em sua proposta salarial, a categoria deve entrar em greve ainda em agosto.
Os metroviários pedem 9,28% de reposição salarial. A Trensurb oferece 8, 28%. A empresa alega que a paralisação dos seus empregados é danosa aos usuários e sem sentido porque a definição do reajuste está a cargo da Justiça do Trabalho. Cerca de 100 mil passageiros deixaram de ser transportados por dia, causando o prejuízo de R$ 170 milhões, segundo a Trensurb.
Já os trabalhadores denunciam a falta de profissionais nas bilheterias das estações e de seguranças, já que as ocorrências de violência nos locais de trabalho aumentaram consideravelmente. Segundo o presidente do Sindimetrô/RS, Luis Henrique Chagas, os passageiros dos trens apoiam o movimento, entendendo que ele é feito também por melhorias no serviços da Trensurb e na defesa de um transporte público e de qualidade.
Se a Trensurb não ceder, metroviários farão greve por tempo indeterminado
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