No último sábado. 16/12, os servidores da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS) aprovaram estado de greve durante a Assembleia Geral Ordinária da categoria.
Segundo os servidores, a medida visa demonstrar a insatisfação do quadro com a ausência de respostas efetivas da Administração Superior quanto às demandas de valorização e melhores condições de trabalho.
Entre os pleitos que os servidores buscam negociar há quase dois anos estão: a reposição das perdas inflacionárias dos anos de 2011 a 2014; realização de um edital de remoções – o qual não ocorre desde 2015 –; concessão de auxílio-creche; elaboração de um plano de carreira; reparação da disparidade de mais de 50% em relação ao valor do vale-alimentação recebido pelos defensores; retirada do Projeto de Lei 174/2016 da Assembleia Legislativa, o qual visa converter mais de 200 cargos efetivos em cargos em comissão (CCs).
“Para além das pautas específicas, uma compreensão vem se tornando comum e generalizada: a atual Administração da Defensoria Pública ignora seus servidores, trata-os como peças de um tabuleiro cujo jogo está na mão de alguns poucos que precisam atender a interesses do gestor estadual, que pouco ou nada têm a ver com a missão desta instituição, que é a promoção de direitos e o enfrentamento das desigualdades. A DPE/RS parece padecer daquilo que deveria defender, que é enfrentar as injustiças de peito aberto”, aponta o SINDPERS, em nota publicada em sua página no Facebook.
Caso a Administração permaneça desrespeitando os servidores, a greve deverá ser realmente efetivada a partir da próxima Assembleia Geral da categoria, programada para o mês de fevereiro. Até lá, os servidores deverão realizar paralisações e outras mobilizações, enquanto aguardam respostas concretas sobre as demandas da categoria.
Servidores da Defensoria Pública do RS aprovam estado de greve
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