Esta quarta-feira (22) foi um dia de intensa mobilização do sindicato dos bancários em defesa da manutenção do Banrisul. O dia culminou com o ato de instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Banrisul Público, na Assembleia Legislativa. Cedo da manhã, militantes dos SindBancários fizeram uma panfletagem nas portas das agências. Às 11 horas iniciaram uma concentração na Praça da Alfândega e depois dirigiram-se para o auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa, que ficou lotado.
Desde janeiro passado, quando o ministro da Fazenda do governo Temer, Henrique Meirelles, disse que o Estado só receberia ajuda financeira se vendesse o Banrisul, o sindicato intensificou a defesa do banco. Já em 2015, quando o governador José Ivo Sartori (PMDB) assumiu, o Sindicato denuncia que o Banrisul passou a correr um grande risco de privatização. Na época foi criada a Frente de Defesa das Estatais, junto com o Sindiágua, o Sinergisul e a CUT-RS.
O presidente do SindBancários, Everton Gimenis, chamou a atenção para a confusão que o governo Sartori vem criando em relação à venda do Banco. “Eles querem vender o banco, a CEEE, a Corsan, a Sulgás. É um governo voltado para a defesa das grandes fortunas, do sistema financeiro. E querem fazer da pior maneira. Para rolar a dívida do Estado por três ano e aumentá-la”, explicou.
Na terça-feira, 21/3, o secretário estadual Giovani Feltes, durante Audiência da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa, admitiu, pela primeira vez, que o Regime de Recuperação Fiscal proposto pelo governo Temer (PLPs 257/16 e 343/17) irá aumentar a dívida do Estado. Feltes também disse que o governo não pretende vender o Banrisul e a Corsan. ” Mas não podemos confiar neste governo”, afirma o líder sindical.
SindBancários mobiliza categoria em defesa do Banrisul
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