Sindicato alertou para a falta de segurança no HPS

O Sindicato dos Vigilantes já há dois anos havia alertado para a falta de segurança no Hospital de Pronto Socorro (HPS), devido à redução no número de vigilantes no local.
Na terça, 19, isso ficou comprovado, quando um homem armado invadiu o setor de emergência do hospital  e disparou vários tiros contra um paciente.
Num documento de maio de 2014,  o sindicato registra:
“Era um efetivo de quatro vigilantes por turno, que ainda não era suficiente, e agora com um quadro de (apenas) três profissionais deixa totalmente vulnerável a segurança deste importante órgão municipal e também daqueles que são seus usuários”.
O documento foi apresentado no início da tarde desta sexta-feira (22), num ato público por mais segurança em frente ao hospital, com a participação de representantes do Sindivigilantes do Sul, Conselho Regional de Enfermagem (Coren), Sindicato dos Municipários (Simpa), Associação dos Servidores do HPS (Serhps) e Sindicato dos Enfermeiros (Sergs).
Este protesto ocorre três dias após um homem armado ter invadido o setor de emergência do hospital, onde efetuou vários disparos contra um paciente, que resultou ferido com gravidade, provocando uma situação de medo e pânico entre profissionais de saúde e pacientes.
“Já era previsível que isso iria acontecer, já tínhamos avisado”, discursou o secretário de Políticas Públicas do Sindivigilantes do Sul, Marlon Costa.
“Estamos aqui para alertar os trabalhadores e as pessoas que vêm ao hospital buscar atendimento do risco que estão correndo”, completou.
O secretário do Conselho Fiscal, Jaqueson Fernandes, ressaltou que seriam necessários pelo menos dez vigilantes para uma instituição daquele porte. “A empresa prestadora (Seltec) foi notificada para ampliar o efetivo no hospital, mas isso nunca aconteceu”, denunciou.
Dirigentes das demais entidades cobraram providências do prefeito, José Fortunati, e do governo do Estado, lembrando que fatos semelhantes já ocorreram em outros hospitais, como o Grupo Hospitalar Conceição.
“Não é fácil trabalhar no HPS em situações normais. Imaginem, então, com essa completa falta de segurança vivida pela saúde pública”, diz a carta aberta da Asphs, divulgada no protesto.
 

Adquira nossas publicações

texto asjjsa akskalsa

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *