O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) está defendendo a criação de um serviço de atendimento médico específico para detentos. A reivindicação do sindicato é motivada por uma sequência de casos de violência em unidades de atendimento médico. Entre domingo e segunda-feira, foram registrados mais dois casos no Estado.
Nesta segunda-feira, um grupo de criminosos invadiu a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Lajeado, no Vale do Taquari para resgatar um detento do Presídio Estadual de Lajeado, levado para atendimento no local. Houve troca de tiros e um agente penitenciário foi levado como refém pelo bando e solto horas mais tarde em outro município.
O presidente da entidade Paulo de Argollo Mendes ressalta que médicos e pacientes não podem ser expostos a situações como a registrada em Lajeado e outro caso ocorrido em Porto Alegre no domingo (25). “Em pouco mais de um dia vemos um preso sendo resgatado de uma UPA em Lajeado e um indivíduo aparecendo próximo a um posto da Vila dos Sargentos, em Porto Alegre, esquartejado e decapitado. A violência que ronda os postos de saúde está em um nível absolutamente intolerável. E a prática de levar criminosos a postos do Sistema Único de Saúde precisa ser imediatamente revista”, pondera.
Sindicato Médico defende atendimento específico a detentos
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