Sucessão de erros tumultua o transporte coletivo em Porto Alegre

Uma sucessão de erros, causados principalmente pela falta de transparência, está por trás do caos que se instalou na cidade por causa da tarifa do transporte coletivo.
Na última segunda-feira, 22, a tarifa subiu intempestivamente para R$ 3,75, com um reajuste de 15,3%.
O aumento estava anunciado para 5 de março.
Não passou sequer pelo Conselho Municipal do Transporte.
Depois, se descobriu que nem todos os 296 ônibus novos postos em circulação tinham ar condicionado, como fora prometido.
Agora, na noite de quarta-feira, uma uma ação do PSOL obteve liminar da Justiça que manda tudo voltar atrás e reabilita a tarifa anterior, de R$ 3,25.
Informadas no início da noite, as empresas esperaram por uma derrubada da liminar até  a madrugada (“Três ou quatro da manhã”, segundo o representante). Quando, perceberam que não teriam alternativa senão cumprir a decisão judicial, era tarde.
As empresas não conseguiram avisar todas as equipes.
Com isso, os ônibus e lotações começaram a circular nesta quinta feira com duas tarifas – a velha, pelos cobradores que foram avisados e a nova, pelos que não sabiam da mudança.
Além de devolver o dinheiro cobrado nestes primeiros dias, as empresas terão que reprogramar mais de três mil equipamentos para se adaptar à nova tarifa, reduzida.
Pior: a Associação das Transportadoras está declarando que é impraticável operar por R$ 3,25. Está criado um enorme impasse, que ainda vai aumentar à medida que novas informações vierem à público.
 
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