Temer driblou a imprensa, Dilma não pode ser acompanhada

Os principais personagens da crise política que culminou com o impeachment  das presidente Dilma Rousseff, em agosto,  foram alvo de manifestações ou tiveram que fugir delas para escapar de vaias.
Michel Temer, por exemplo. Vice que assumiu a presidência no lugar de Dilma,  teve que driblar a imprensa e um protesto organizado por estudantes: anunciou que ia votar às11h, mas compareceu às urnas na PUC (Pontifícia Universidade Católica) antes mesmo das 8h, quando recém havia aberto a sessão eleitoral.
A primeira dama, Marcela Temer, adotou a mesma tática. Votou bem cedinho, cruzando com menos de dez eleitores no local.
No colégio Sion, na zona oeste de SP, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi chamado de “golpista”, por um grupo de manifestantes. Ao que reagiram apoiadores do ex-presidente gritando “fora, petralhas” e “Lula na cadeia”. Na saída, FHC foi aplaudido.
O ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, que também votou cedinho no Rio, foi chamado de “ladrão”, “palhaço”, “babaca” por um eleitor, mas na saída teve que posar para selfie com outros.
A ex-presidente Dilma Rousseff, no entanto, não conseguiu escapar de um tumulto, quando foi votar em Porto Alegre. Uma decisão do juiz eleitoral Niwton Carpes da Silva impediu a entrada da imprensa no local, alegando que a ex-presidente não teria direito a esquema especial de votação.
A confusão começou antes quando um grupo de 50 manifestantes favoráveis a Dilma também foram barrados. Com a chegada da ex-presidente os ânimos se exaltaram, a Brigada Militar entrou em ação, não deixando entrar nem o candidato a prefeito Raul Pont, nem o ex-ministro Miguel Rossetto que acompanhavam Dilma. No tumulto que se formou uma porta de vidro foi quebrada, houve ferimentos, Pont ficou com a camisa manchada de sangue, embora não tenha se ferido.
O vídeo gravado pelo SBT pode ser assistido aqui.

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