Um dia de protestos contra corte de benefícios no transporte coletivo

A sexta-feira de protestos começou às 5h30, quando ainda estava escuro.
Um grupo de estudantes bloqueou com pneus queimados o trânsito na Rua Sarmento Leite, junto ao campus central da Universidade do Rio Grande do Sul.

Conforme a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), cerca de 20 pessoas participaram do protesto. Por volta das 7h30, a Brigada Militar interveio com bombas de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.

Os bombeiros, logo após da ação policial, lavaram a pista e o trânsito foi liberado no local. As oito horas o tráfego fluia normal.

Mas os protestos continuaram ao longo da manhã, com caminhadas de estudantes por ruas e avenidas na área central. Em frente ao Colégio Parobé, as duas faixas da Avenida Loureiro da Silva foram bloqueadas, por alguns minutos.

Também foi registrada uma caminhada pela Avenida Venâncio Aires. No trajeto, em direção ao Centro, ruas eram bloqueadas.

A manifestação terminou em frente à sede da prefeitura, no fim da manhã.

Os protestos da manhã tiveram por alvo o corte (que não atinge estudantes) da segunda passagem gratuita no caso dos passageiros que precisam utilizar dois ônibus para fazer determinados percursos. Mas também aludiam a cortes na educação e no ensino técnico.

No fim da tarde, o decreto que acaba com a segunda passagem gratuita foi também alvo do Bloco de Luta Pelo Transporte Público.

 O protesto começou por volta de 18h, no largo da Prefeitura  e durou umas duas horas, quando o grupo se dispersou – a  maioria seguiu até o largo Zumbi dos Palmares onde encerrou a manifestação e uma parte dirigiu-se ao terminal Parobé, ao lado do Mercado Público, para distribuir panfletos marcando um novo protesto contra as medidas do prefeito para o transporte público. Será na terça-feira, 15, às 18 horas.

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