Blog

  • Arte, história e gastronomia em experiências virtuais no Farol Santander
    Foto VR360

    Arte, história e gastronomia em experiências virtuais no Farol Santander

    O Farol Santander Porto Alegre oferece uma experiência virtual por alguns de seus ambientes.

    O público poderá visitar online o Espaço Memória (Galeria e Subsolo), além de conferir vídeos sobre exposição de arte imersiva GIGANTAS – uma experiência por Nonotak Studio, que tem curadoria de Antonio Curti.

    Lives sobre gastronomia em parceria com o Destemperados, também farão parte da programação virtual, dando continuidade ao projeto Food Talks Santander.

    A experiência virtual pelo Farol Santander Porto Alegre, desenvolvida em parceria com a VR360, oferece uma opção cultural para toda a família enquanto o edifício se mantiver fechado às visitas presenciais, de acordo com as recomendações das autoridades.

    Já os materiais de Nonotak foram desenvolvidos pelo curador e os artistas. Para realizar a visita online, basta acessar o site: http://www.farolsantander.com.br/#/poa

    Roteiro – Experiências virtuais Farol Santander Porto Alegre

    Espaço Memória (Galeria)

    O percurso conta sobre a fundação da cidade, a Praça da Alfândega, as pessoas e a história do banco. Usando a água como ponto de partida e origem histórica, a linha do tempo parte do fundo do Rio Guaíba para a Terra, no processo de aterramento da região.

    O espaço aborda a natureza diversa conhecida em Porto Alegre por seus túneis verdes e as miscigenações dos povos, com a chegada de imigrantes de diversos locais do Brasil e do Mundo.

    Espaço Memória (Subsolo)

    O Espaço Memória, no Subsolo do histórico edifício, conta com um importante acervo de numismática do Rio Grande do Sul, onde o público encontra uma analogia entre as moedas “oficiais” e “não oficiais” que circulavam na região, assim como os dois lados da moeda, o famoso “cara ou coroa” conhecido no mundo todo.

    Nas laterais da sala, o ambiente apresenta a evolução da moeda oficial do Estado Brasileiro, junto à difícil tarefa de equilibrar inflação e emissão sobre a técnica de impressão em cédulas da época.

    Outros espaços do Farol Santander Porto Alegre que podem ser visitados virtualmente são o Grande Hall, o Cine Farol Santander, o Valkiria Café no Cofre e o Restaurante Moeda.

    GIGANTAS – uma experiência por Nonotak Studio

    Na experiência virtual relacionada à última exposição que esteve no Farol Santander Porto Alegre, o público poderá conferir vídeos que contemplam a criação da obra-performance Gigantas V.1, desenvolvida pelo duo franco-japonês Nonotak Studio, com curadoria de Antonio Curti. Os vídeos contam com entrevistas dos artistas e making of da instalação.

    Destemperados

    A busca por inspiração, a troca de ideias e o entendimento sobre quais serão os próximos passos da gastronomia são importantes iniciativas para superar o difícil cenário que estamos vivendo.

    Por isso, Santander e Destemperados continuam juntos e apresentam o Food Talks Santander: O futuro da comida.

    Por meio de lives gravadas também do Farol Santander, a série de conteúdos especiais tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e discutir quais serão os novos caminhos a serem seguidos por chefs, donos de restaurantes e apaixonados por comer e beber bem.

    O conteúdo estará disponível no IGTV do Destemperados, no Instagram, @destemperados. A primeira programação acontece no dia 03 de junho (quarta-feira), com participação da nutricionista Priscila Sabará.

    Farol Santander Porto Alegre

    O Farol Santander, centro de empreendedorismo, cultura e lazer em Porto Alegre completou, em março de 2020, um ano de atividades.

    No período, recebeu quatro exposições de artes visuais:

    Roda Gigante – artista Carmela Gross”

    Saramago – os pontos e a vista”

    Estratégias do Feminino

    GIGANTAS – uma experiência por Nonotak Studio”; exibiu 15 programas especiais no Cine Farol Santander, com destaque para a mostra “Cinema Atual Espanhol”; realizou encontros relevantes, como com o filósofo francês Luc Ferry e debates sobre moda e gastronomia.

    O Farol Santander Porto Alegre também possui um Espaço Memória que traz a história da cidade, do prédio e da política monetária brasileira, além do Valkiria Café no Cofre e o Restaurante Moeda; todos concentrados no subsolo da instituição .

    Vale destacar a dinâmica de eventos, que disponibiliza todos os espaços do Farol Santander para locação.

    Arquitetura do prédio

    Após um minucioso processo de restauração e adaptação, o prédio do antigo Banco Nacional do Comércio foi fruto do desenvolvimento industrial e comercial da cidade e acompanhou a efervescência da época situado em uma das zonas mais importantes da Porto Alegre de então: a Praça da Alfândega.

    O primeiro projeto para a construção da sede bancária foi apresentado em 1919.

    A concorrência pública realizada então foi vencida pelo arquiteto Theo Wiedersphan, responsável por outras grandes obras arquitetônicas na capital, como o Hotel Majestic, a Delegacia Fiscal e os Correios e telégrafos — que, curiosamente, também virariam instituições culturais no futuro.

    O projeto vencedor previa uma edificação de grandes proporções que, além da sede do banco, contaria com um restaurante, um clube e um hotel.

    A obra iniciou e teve como fiscal o agrimensor francês Hyppolite Fabre, que também havia acompanhado a construção do Palácio Piratini.

    Mas, por questões técnicas, econômicas e políticas, a construção foi interrompida ainda nas fundações. Ao ser retomada, ficou definido que o prédio abrigaria apenas o banco.

    Em 1926, Fabre, como responsável pela obra, encomendou a adaptação do projeto ao escultor espanhol Fernando Corona.

    O trabalho foi desenvolvido em conjunto com o construtor-escultor polonês Stefan Sobczac, colega de Corona, e as obras reiniciaram em 1927, sendo concluídas em 1931.

    Em uma época em que, desconfiados, muitos ainda guardavam dinheiro debaixo de colchões, a edificação imponente correspondeu às exigências de solidez e segurança esperadas de uma instituição bancária.

    Os materiais davam o toque de elegância buscado pelos idealizadores do prédio: pisos, pedras ornamentais, esquadrias, metais, vidros e vitrais vieram da Europa para fazer parte daquela construção, concebida como obra de arte.

    A arquitetura do prédio contempla diferentes estilos e, por isso, a linguagem utilizada é denominada eclética. As fachadas seguem a estrutura e as formas da arquitetura neoclássica.

     

  • A vez de  “Chanson & Blues”, com Luana Pacheco e Luciano Leães, no Mistura Fina virtual
    Foto: Arquivo pessoal/ Divulgação

    A vez de “Chanson & Blues”, com Luana Pacheco e Luciano Leães, no Mistura Fina virtual

    O show “Chanson & Blues”, com Luana Pacheco e Luciano Leães, dá continuidade à série de show virtuais que integram a programação do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, no próximo dia 28 de maio, quinta-feira.

    A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min.

    O casal propõe uma viagem no tempo e no universo da música, passando por um repertório variado, porém homogêneo, de Louis Armstrong a Edith Piaf, com chanson, blues, R&B e jazz.

    A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    Luana Pacheco e Luciano Leães se conheceram por meio da música. Nada mais natural que desenvolvessem um projeto onde pudessem reunir as duas paixões: a chanson e o blues e todas suas vertentes. Mais do que a simples soma dos dois estilos, o show é a multiplicação de diversas influências musicais e também de vivências de ambos nos palcos e na vida.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito foi retomada no dia 16 de abril, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil.

    Acesse o teaser: http://youtu.be/oIhyceVKRhk

    Sobre o Mistura Fina

    A programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso.

    O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do COVID-19, todas as atividades do TSP foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Mais informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Sobre os convidados

    Luana Pacheco

    Cantora profissional há doze anos, carrega a paixão pela música desde a infância. É uma das principais referências da cultura francesa no Sul do País, desde que venceu, aos 21 anos, o III Festival da Canção Francesa da Aliança Francesa. Em março de 2018, Luana foi convidada para abrir o show da cantora francesa ZAZ em Porto Alegre, no Auditório Araújo Vianna. Em 2015, lançou seu primeiro EP. “Gris” apresenta três canções inéditas da cantora e compositora e uma versão da chanson Habanera – da Ópera Carmen (1875) de Georges Bizet – em arranjo no estilo de New Orleans, com produção musical e arranjos de seu parceiro na vida e na música, Luciano Leães.

    Luciano Leães

    Considerado um dos principais pianistas do Brasil, Luciano Leães foi vencedor por duas vezes do Prêmio Açorianos de Música na categoria de melhor instrumentista pop. Com mais de 20 anos de carreira, Leães solidificou seu reconhecimento nacional e internacional com o lançamento do seu disco “The Power of Love” (2015). Foi convidado para turnês nos EUA, Argentina e tocou em alguns dos principais festivais de jazz e blues do País e do Exterior. Abriu o show de Elton John em Porto Alegre, tendo sido selecionado pela produção do músico inglês. Carey Bell, Magic Slim, Earl Thomas, Hubert Summlin, Larry McCray e John Primer são alguns dos grandes nomes do blues com quem Luciano Leães já dividiu o palco.

  • Colagem artística de Graça Craidy cria máscara para Covid- 19 igual ao rosto
    Foto: Arquivo pessoal/ Divulgação

    Colagem artística de Graça Craidy cria máscara para Covid- 19 igual ao rosto

    O uso de máscara facial como forma de proteção ao contágio pelo novo coronavírus é, entre os cuidados recomendados pela área da saúde, o que mais afeta a vida das pessoas. Necessária e em muitas situações sociais até obrigatória na nova realidade imposta pela pandemia, a máscara esconde parte do rosto de quem a usa e interfere na identificação física de cada um. Seu uso gera uma coletividade de iguais, transformando as ruas das cidades num típico grande salão de baile dos mascarados.

    Inconformada com o aspecto estético e, sobretudo, além do físico, com os efeitos existenciais da questão, a artista visual Graça Craidy, crítica de qualquer forma de homogeinização e, como toda artista, antena do seu tempo, teve a ideia de “devolver a identidade das pessoas nestes tempos de pandemia em que todo mundo fica com a mesma cara, a cara da máscara”, diz ela. “É fundamental que as pessoas mantenham suas identidades claras, nítidas”, acrescenta.

    Adelinda Allegretti/ Divulgação
    Alfredo Fedrizzi/ Divulgação
    Britto Velho/ Divulgação
    Clara Pechansky/ Divulgação

    Para isso, a artista pegou retratos já pintados ou desenhados por ela e – utilizando-se de recursos da arte digital – recortou no computador em forma de máscara a parte do rosto que a peça encobre, do nariz até o queixo. Feito isso, colou digitalmente o recorte sobre uma foto do retratado, que passou a ter uma máscara à sua semelhança. “Esse trabalho pretende não apenas revelar, como desvendar o que está por trás da máscara. Desvendar aquilo que vem sempre num retrato que é pintado ou desenhado, que é a alma da pessoa”, diz ela.

    Eduardo Vieira da Cunha/Divulgação
    Eleone Prestes/ Divulgação
    Erico Santos/ Divulgação
    Francisco Marshall/Divulgação

    Na primeira etapa do seu projeto, intitulado Minha Cara Máscara, imbuída do espírito do tempo que move a arte a registrar a história, Graça produziu 45 colagens, quase a totalidade delas envolvendo artistas visuais e figuras expressivas da cultura gaúcha, entre os quais Clara Pechansky, Fernando Baril, Zoravia Bettiol, Britto Velho, Regina Galbinski Teitelbaum, Maria Tomaselli, Erico Santos, Eduardo Vieira da Cunha, Patrícia Langlois, Paulo Amaral, Zé Adão Barbosa, Juremir Machado da Silva, Francisco Marshall, Moisés Mendes, Eleone Prestes e Alfredo Fedrizzi.

    Fernando Baril/Divulgação
    Juremir Machado/ Divulgação
    Maria Tomaselli/ Divulgação
    Moisés Mendes/ Divulgação

    A artista também incluiu nessa primeira etapa do projeto a curadora italiana Adelinda Allegretti, que assinou a exposição Guardami, Italia, montada ano passado por Graça na região da Perugia, sobre seus ancestrais italianos, e mais o publicitário e professor norte-americano Ron Travisano (Ronald Donato Travisano), ex-sócio de Jerry Della Femina, que inspirou a famosa série televisiva Mad Man. Ron acolheu Graça como aluna de Criatividade em Nova York, na School of Visual Arts, em 1983, quando ela ainda era publicitária, bem antes de se tornar artista visual.

    Patricia Langlois-/ Divulgação
    Paulo Amaral/ Divulgação
    Regina G. Teitelbaum/ Divulgação
    Ron Travisano/ Divulgação
    Zé Adão Barbosa/ Divulgação
    Zoravia Bettiol/ Divulgação

    Na segunda etapa do projeto, Graça Craidy vai atuar sobre trabalhos que fez retratando ícones internacionais das artes visuais, da música, da literatura, que inclusive já foram objeto de exposições realizadas por ela.

    “A ideia, além de documentar a pandemia com arte, é dedicar aos amigos nesse trabalho todo o meu amor e todo o meu humor”, declara a artista.

     

  • OSPA Live apresenta obras de Bach, Mozart e Beethoven 
    Trio apresenta obras do período barroco Foto: Leonardo Bock./ Divulgação

    OSPA Live apresenta obras de Bach, Mozart e Beethoven 

    Músicos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) revivem a trajetória de três dos principais nomes da música de concerto neste sábado (23), às 17h. A quarta edição do projeto OSPA Live destaca um repertório barroco e clássico, com obras de Johann Sebastian Bach (1685-1750), Ludwig van Beethoven (1770-1827) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). Transmitido ao vivo pelo canal do YouTube da OSPA, o recital é apresentado pelos instrumentistas da orquestra Diego Shuck Biasibetti (violoncelo), Leonardo Bock (violino) e Márcio Cecconello (violino). A direção artística é do maestro Evandro Matté.

    Sobre o OSPA Live 

    Projeto da OSPA, busca conciliar isolamento social com cultura durante a pandemia do novo coronavírus. Aos sábados, às 17h, são realizados recitais, com número reduzido de músicos, diretamente da Sala Sinfônica, na Casa da OSPA. As exibições são transmitidas ao vivo, através do canal do YouTube da orquestra, sem a presença física do público. Com direção artística de Evandro Matté, os eventos seguem criteriosamente todas as medidas de prevenção contra a Covid-19 adotadas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

    A OSPA é uma das fundações vinculadas à Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul (Sedac/RS). Os concertos da Temporada 2020 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, por Banrisul, Alibem e Porto Alegre Airport. Apoiador da Temporada Artística: Sulgás. A realização é da Fundação OSPA e Fundação Cultural Pablo Komlós.

    OSPA LIVE

    Quando: 23 de maio de 2020, às 17h

    Onde: Ao vivo, pelo canal do YouTube da OSPA

    Acesso em bit.ly/ospa-youtube

    Programa:

    Diego Shuck Biasibetti (violoncelo)

    Leonardo Bock (violino)

    Márcio Cecconello (violino)

    Johann Sebastian Bach (1685-1750)

    Variações Goldberg – BWV 988 (transcrição para trio de cordas)

    -Ária

    -Variação I a V

    -Ária da Capo

    Ludwig van Beethoven (1770-1827)

    Trio de Cordas em dó menor Op.9 nº3

    -Allegro con spirito

    Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

    Divertimento em Mib K.563

    -Allegro

    Evandro Matté (direção artística)

     

  • Sérgio Faraco é o patrono do 3° Prêmio Minuano de Literatura

    Abriram nesta quarta-feira, 20, as inscrições para a terceira edição do Prêmio Minuano de Literatura. O prazo encerra em 30 de junho e o patrono desta edição é o escritor alegretense Sérgio Faraco.

    A realização é do Instituto Estadual do Livro (IEL), em parceria com o Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

    Nesta edição, o regulamento estabelece 11 categorias.

    Podem participar autores nascidos ou residentes no Rio Grande do Sul, assim como editoras com sede no Estado.

    O ano de publicação das obras deve ser 2019. A comissão organizadora é composta por titulares do IEL e do Instituto de Letras da UFRGS.

    As comissões de seleção contarão com três membros para cada categoria, escolhidos entre profissionais que atuam na área da literatura e/ou membros da comunidade cultural literária, os quais escolherão as três obras finalistas.

    As comissões finais também contarão com três membros cada, entre professores, alunos de pós-graduação em Letras e bibliotecários, os quais indicarão o livro vencedor nas respectivas categorias. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de premiação e receberão o Troféu Minuano de Literatura, em local e data a serem definidos.

    Categorias

    • Infantil
    • Juvenil
    • Poesia
    • Conto
    • Crônica
    • Ficção: Romance/Novela
    • Ilustração
    • História em quadrinhos
    • Texto dramático
    • Tradução
    • Especial (memórias, biografias, efemérides, turismo, guias e manuais, entre outros).

    Inscrições

    Podem ser enviadas pelo correio ou entregues na sede do IEL (rua André Puente, 318, Porto Alegre). Caso entregues diretamente, podem ser deixadas na portaria, em horário comercial (das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h), mesmo durante o período de isolamento social.

    Patrono

    Nesta edição, o Prêmio Minuano de Literatura terá como patrono o escritor Sérgio Faraco. Nascido em Alegrete, em 1940, Faraco é um dos mais destacados autores gaúchos contemporâneos, com obras de contos, crônicas e não-ficção histórica.

    Conquistou prêmios como o da Academia Brasileira de Letras, da União Brasileira de Escritores, da Associação Gaúcha de Escritores e Açorianos.

    Regulamento e anexos

    Disponíveis no blog do IEL: ielrs.blogspot.com

  • Glau Barros lança canção sugerindo como serão os romances na era pós-pandemia
    Glau Barros lança canção nas redes sociais. Foto: Luis Ferreirah/Divulgação

    Glau Barros lança canção sugerindo como serão os romances na era pós-pandemia

    Nestes tempos de quarentena, fica-se a imaginar como serão os encontros, afetos e abraços na era pós-pandemia. Pensando nisso, o músico Edison Guerreiro compôs a canção “E foi assim”, uma forma de sonhar com esse momento novo que todos, ansiosos, aguardam com muita expectativa. Glau Barros interpreta a canção, acompanhada de Jefferson Marx(violão e cavaquinho), que também assina os arranjos e a edição do vídeo, e Edison Guerreiro na caixinha de fósforos.

    O trabalho foi realizado de acordo com o modo de produção da quarentena, ou seja, cada um da sua casa. O lançamento é nesta quarta-feira, dia 20 de maio, às 19h, nas redes sociais da cantora.

    Serviço:

    Lançamento do vídeo “E foi assim”, com Edison Guerreiro,Glau Barros e Jefferson Marx

    Dia 20 de maio, quarta-feira, às 19h, nas redes sociais da cantora

    Facebbok: Glau Barros

    Instagran: @glaubarros

    Youtube: Glau Barros

    Ficha Técnica:

    Título da música: “E foi assim”

    Autor: Edison Guerreiro

    Arranjos: Jefferson Marx

    Voz: Glau Barros

    Violão e Cavaquinho: Jefferson Marx

    Percussão: Edison Guerreiro

    Edição de vídeo: Jeferson Marx

    Acesso ao vídeo:

    http://drive.google.com/open?id=13csDdpnYy68DIBR-4MeowQMLw9l2oi–

  • O novo trabalho de Adriana Deffenti em “Controversa4”, no Mistura Fina virtual
    Adriana Defentti apresenta seu novo álbum em show virtual. Foto: Heloisa Medeiros/ Divulgação

    O novo trabalho de Adriana Deffenti em “Controversa4”, no Mistura Fina virtual

    A apresentação em ambiente virtual de Adriana Deffenti dá continuidade à programação do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, nesta quinta-feira, 21 de maio. A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min. Para este projeto, a cantora e compositora apresenta “Controversa4”, título do seu novo álbum e show. A artista preparou um cenário diferente para cada canção. A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    O show “Controversa4” tem como base o repertório do seu novo trabalho, com canções de sua autoria, Arthur de Faria, Bianca Obino, Ramiro Macedo e Nei Lisboa. Somam-se outros temas, de discos anteriores e outros compositores gaúchos. Contemporâneo e experimental, “Controversa4″ mostra uma nova MPB rio-grandense, executada com precisão por um trio delicado e potente, em que a voz de Adriana movimenta-se de forma sublime e visceral.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito foi retomada no dia 16 de abril, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil.

    Sobre o Mistura Fina

    A programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso. O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do COVID-19, todas as atividades do TSP foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Mais informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Sobre a convidada

    Cantora e compositora de Porto Alegre, Adriana Deffenti começou seus estudos de música aos nove anos, se especializando em flauta transversal. Antes de se lançar como cantora em 1998, teve diversas experiências em dança, teatro e música, do clássico ao contemporâneo. Como cantora, seu foco está na voz e suas intermináveis maneiras de expressão, transitando naturalmente por diferentes estilos em interpretações de técnica elaborada. Sua música é uma mistura de muitos gêneros diferentes, como o folklore argentino, jazz, samba, mas essencialmente MPB (música popular brasileira).

    Tem três CDs lançados: Peças de Pessoas [2002], Adriana Deffenti [2006] e Controversa [2019], trabalhos recompensados com o Prêmio Açorianos de Música (mais importante prêmio do estado do Rio Grande do Sul, Brasil) na categoria Melhor Intérprete de MPB.

    Compõe desde o início dos anos 2000, mas só após 2013 direcionou seu trabalho à criação de canções. Atualmente tem sua canção “Controversa” executada por diversos intérpretes da cena local e nacional.

    Site: http://www.adrianadeffenti.com.br

    Acesse o link: http://youtu.be/0smwADvUva8

  • Tour Virtual conta a história do casarão sede da Pinacoteca Ruben Berta
    Escavação arqueológica, 2º semestre de 2007 foto Alberto T. Oliveira/ Divulgação

    Tour Virtual conta a história do casarão sede da Pinacoteca Ruben Berta

    A Coordenação de Artes Plásticas (CAP) da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), em comemoração ao Dia Internacional dos Museus celebrado nessa terça-feira,  dia 18 de maio, programou uma série de postagens nas redes sociais da CAP. Nos posts, imagens fotográficas e pesquisas historiográficas do novo Memorial Pinacoteca Ruben Berta, que foi viabilizado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, e que será aberto ao público após o relaxamento das medidas de distanciamento social, necessárias frente à pandemia do novo coronavírus. As postagens iniciam na segunda-feira,18, na página da Coordenação de Artes Plásticas no Facebook e no perfil do Instagram.
    Memorial Pinacoteca Ruben Berta – Se a memória funciona como um teatro vivo do passado, o cenário deste teatro pode ser o local onde se viveu, seja uma paisagem natural, urbana ou mesmo uma casa. E uma casa preservada por muitos e muitos anos ativa as memórias de quem nela viveu, além de alimentar a imaginação dos que a visitam pela primeira vez. Partindo desta ideia em breve será inaugurado o memorial com antigas fotografias, informações históricas, objetos de uso cotidiano e peças arqueológicas localizadas em escavações no antigo casarão da Pinacoteca Ruben Berta (Rua Duque de Caxias, 973, Centro Histórico).
    A bela edificação de fachada eclética e planta baixa característica da arquitetura luso-brasileira remonta ao século XIX, já aparecendo registrada num mapa de 1839. Foi sucessivamente residência de diversas famílias – os Silva Guerra, os Saibro Pinto e os Bezzera, até que a partir de 1945 virou sede do Tribunal Regional Eleitoral – TRE, instituição que ali permaneceu instalada até 1974. Neste tempo, o que era sala de jantar passou a receber as Sessões do Pleno do Tribunal. Outra sala, a de estar, passou a ser ocupada pela Presidência do TRE, os quartos no sótão viraram escritórios e o porão se transformou numa marcenaria para a confecção de urnas eleitorais. Por fim, o pátio perdeu o chafariz, recebendo o almoxarifado, os fichários com os dados dos eleitores e a sala do cafezinho dos funcionários.
    As memórias dos antigos funcionários do TRE e dos descendentes da família Bezerra – crianças quando habitaram a casa nos anos 1940 – ficam atiçadas, os corações aceleram e os olhos brilham a cada visita ao casarão. Após muitos anos abandonado e praticamente transformado em ruínas na década de 1990, voltou a se destacar na paisagem urbana após uma cuidadosa restauração promovida pelo Programa Monumenta. Desde o tombamento como patrimônio histórico e com a transformação da casa, em 2013, em sede da Pinacoteca – adquiriu novo estatuto de espaço para uso coletivo, recebendo exposições de artes visuais, recitais de música erudita, visitas de escolas, palestras e cursos. Desta forma foram atraídos diferentes públicos e olhares sempre curiosos sobre aqueles cômodos que já abrigaram tantas histórias, encontros, festas e amores.
     
    Dia Internacional dos Museus – Memorial Pinacoteca Ruben Berta
    Instagram: @artesplasticaspoa
    Facebook: Coordenação de Artes Plásticas (http://www.facebook.com/artesplasticaspoa)
    Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973, Centro Histórico – Porto Alegre
  • A tradição cultural cigana no RS, em livro da pesquisadora Débora Soares Karpowicz

    A tradição cultural cigana no RS, em livro da pesquisadora Débora Soares Karpowicz

    Débora Karpowicz em frente à Fonte Talavera, na Prefeitura, onde as ciganas costumam ficar para ler a sorte. Foto Luis Ferreirah/ Divulgação

     

    A pesquisadora Débora Soares Karpowicz escolheu o dia 24 de maio, data em que se comemora, em todo o mundo, o dia de Santa Sarah Cali ou Kali (que significa “negra”), padroeira do povo cigano, para lançar seu livro de estreia, “Ciganos – História, Identidade e Cultura“. A obra analisa em que medida a longa tradição cultural cigana e sua condição de povo nômade, ágrafo e excluído social e politicamente de várias formas, em vários continentes, há vários séculos, se preserva na vida cotidiana de quatro grupos de ciganos que viveram – e ainda vivem – em localidades diferentes do Rio Grande do Sul, a partir do início do Século XXI.

    O projeto é uma iniciativa da Associação Clube ArteparaTodos, que venceu o Edital 21/2016, obtendo o financiamento do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte), ligado à Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. Devido às medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), o lançamento ocorrerá de forma virtual, por meio de um live que contará com a participação da autora e será mediada pela jornalista e produtora cultural Silvia Abreu. O evento será transmitido em tempo real, simultaneamente enquanto ocorre, por meio das redes sociais do projeto: http://www.instagram.com/ciganoshistoria e http://www.facebook.com/CiganosHistoria

    – Pensar a história dos ciganos é perceber que tudo aquilo que reproduzimos, que escutamos, muitas vezes, não é verdadeiro, então, quando nos apropriamos da real história desse grupo, da sua identidade, da sua cultura, constatamos o quanto temos a aprender com esse povo, avalia Débora Soares Karpowicz. E acrescenta: – Eu diria que o meu maior aprendizado com os ciganos, particularmente os quatro grupos que analisei nestes dois anos de convivência, em que estive presente em seus acampamentos, foi a resiliência, afirma.

    Segundo Débora, desde o Século XVI, particularmente no Brasil, os ciganos vêm sofrendo constantes ataques. – São discriminados, perseguidos pela polícia e por grande parte da população. A despeito disso, eles continuam lutando, observa. – Eles lutam para garantirem sua identidade, por pertencimento, para manterem-se e para serem ciganos. Portanto, temos muito que aprender com eles, com sua cultura, que é diversa, que é una, que é plural. A resiliência e a luta cigana ainda são os principais valores que eu aprendi com este povo”, conclui.

    “Ciganos – História, Identidade e Cultura” foi escrito a partir de sólida pesquisa e de entrevistas com grupos de ciganos de Porto Alegre e Região Metropolitana e não ciganos em diferentes bairros de Porto Alegre, além de observações junto à comunidade cigana que trabalha no Centro de Porto Alegre e, em grande parte, mora na Região Metropolitana, ao longo de dois anos. Tal estudo é fruto do trabalho de conclusão de mestrado no curso de História, desenvolvido na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), por Débora Soares Karpowicz, hoje doutora na mesma área.

    Débora conta que os motivos que a fizeram se dedicar ao tema iniciaram, primeiramente, da observação de um grupo de ciganas, atuando no Centro de Porto Alegre, e da forma como as pessoas se relacionavam com aquelas mulheres. A partir de aí, decidiu iniciar o estudo visando o seu mestrado em História. Foi quando constatou a escassa bibliografia existente sobre o assunto a ser investigado. – Ao iniciar minha pesquisa, há cerca de 10 anos, não havia na minha faculdade nenhum estudo científico sobre este grupo étnico. Eu encontrei, apenas, um livro na área de Filosofia e alguns apontamentos, bem dispersos. Existem, sim, pesquisas relevantes sobre o tema, mas não no Rio Grande do Sul, pelo o menos no período em que eu fiz minha investigação. Provavelmente, já tenha outras pesquisas de relevância, mas nas últimas vezes que eu procurei, de fato, não tinha absolutamente nada, então isso foi uma das razões que me fizeram pesquisar, explica a autora.

    Sobre a autora:

    Débora Soares Karpowicz é doutora em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Mestre em História (PUCRS-2011). Graduada em História (PUCRS-2009). Desenvolveu pesquisa de doutorado relacionada à História da Penitenciária Feminina Madre Pelletier de Porto Alegre (RS-Brasil). Atua, principalmente, nas seguintes linhas de investigação: História do Brasil, História do Rio Grande do Sul, História das Ideias, História das Instituições, Etnicidade, Identidade, História dos Ciganos.

    Sobre o ArteparaTodos:

    O ArteparaTodos é uma associação de artistas, fundada em 2006, sem fins lucrativos, que tem como objetivo estimular, valorizar e divulgar as artes em seus mais variados gêneros, estilos e formas de expressão. A associação visa à colaboração entre artistas, propondo encontros e trocas de experiências, ajudando na produção de exposições e auxiliando na organização profissional dos artistas. As parcerias entre os artistas, outras associações, empresas públicas e privadas, completam os objetivos da associação. O ArteparaTodos divulga e colabora com todas as formas de arte, manifestações culturais e movimentos artísticos.

    Acesse: http://www.arteparatodos.art.br/

    Lançamento do livro “Ciganos – História, Identidade e Cultura”. Live no Instagram e Facebook, com Débora Soares Karpowicz. Mediação: Silvia Abreu

    Quando: 24 de maio de 2019, 18h

    Redes Sociais:

    Instagram: http://www.instagram.com/ciganoshistoria

    Facebook: http://www.facebook.com/CiganosHistoria

  • Soldados que combateram a Guerrilha do Araguaia ganham voz em documentário
    Soldados brasileiros nos anos 1970

    Soldados que combateram a Guerrilha do Araguaia ganham voz em documentário

    Às margens do Rio Araguaia, um grupo de militantes comunistas se mobilizou para tentar construir uma revolução a partir do campo, aos moldes de Cuba e da China. O contexto era o de um regime militar em seu momento mais rígido, entre as décadas de 1960 e 1970. Para impedir os planos dos guerrilheiros, o Exército Brasileiro enviou tropas para o local, culminando em uma das passagens mais sangrentas da história brasileira: a Guerrilha do Araguaia. As memórias de alguns desses militares vêm à tona no documentário “Soldados do Araguaia”, de Belisario Franca, uma produção da Giros Filmes a ser exibida no Curta!.

    Marginalizados pela historiografia oficial por sua filiação ao Exército e, também, pelo próprio Exército por terem feito denúncias contra a corporação, esses ex-soldados – recrutas de baixa patente – finalmente têm voz no longa, e compartilham suas versões dos fatos: “Eu servi ao Exército Brasileiro, mas eu não me orgulho”, revela um deles.

    Da convocação junto às comunidades ribeirinhas e rurais até a dispensa após o extermínio da guerrilha, os ex-soldados narram suas histórias e enfrentam seus traumas decorrentes do conflito. A exibição é na Sexta da Sociedade, 22 de maio, às 22h35.

    Episódio inédito de “Matizes do Brasil” fala da vida e obra de Helio Oiticica

    Considerado autor de uma obra conhecida por sua originalidade e versatilidade, Helio Oiticica se consolidou como um dos maiores e mais revolucionários artistas plásticos brasileiros. Ele é o personagem do episódio inédito de “Matizes do Brasil”, série que vem sendo exibida no canal Curta!.

    Oiticica realizou trabalhos envolvendo escultura, pintura, objetos, instalações, performances e ensaios críticos. Criou polêmicas ao frequentar o Morro da Mangueira e fazer uma obra em homenagem a um bandido, executado por um esquadrão da morte. Esse episódio é abordado na série, assim como sua influência sobre a Tropicália. Morto em 1980, o artista tem trabalhos nos acervos de alguns dos principais museus e galerias do mundo, como a Tate Modern, na Inglaterra.

    “Matizes do Brasil” é uma produção da Giros Filmes, dirigida por Bianca Lenti e viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O episódio estreia na Terça das Artes, 19 de maio, às 23h30.

    Segunda da Música – 18/05

    21h30 – “Blitz, O Filme” (Documentário)
    O documentário apresenta a história de uma das bandas pioneiras do pop-rock brasileiro, a Blitz. O longa-metragem explora seu surgimento sob a lona do Circo Voador, na década de 1980, as turnês internacionais e o enorme sucesso do grupo nos dias atuais. Diretora: Paulo Fontenelle. Duração: 104 minutos. Horários alternativos: 19 de maio, terça, às 01h30 e às 15h30; 20 de maio, quarta, às 9h30; 23 de maio, sábado, às 13h10; 24 de maio, domingo, às 19h35.

    Terça das Artes – 19/05

    23h30– “Matizes do Brasil” (Série) – Episódio “Helio Oiticica
    Hélio Oiticica é considerado autor de uma das mais originais e revolucionárias produções artísticas brasileiras, graças ao seu caráter inovador e, muitas vezes, polêmico. Realizou trabalhos envolvendo pintura, escultura, objetos, instalações, performance e escrita. Algumas marcas de sua obra são a abertura à participação do espectador, o uso das cores – em geral vibrantes – e o experimentalismo. Este episódio de “Matizes do Brasil” convida grandes conhecedores do legado do artista, como César Oiticica Filho, Felipe Scovino e Ligia Canongia, para comentarem sobre a trajetória dele, dando ênfase a alguns de seus trabalhos mais famosos. Diretora: Bianca Lenti. Duração: 26 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 20 de maio, quarta-feira, às 03h30 e às 17h30; 21 de maio, quinta-feira, às 11h30; 23 de maio, sábado, às 19h10; 24 de maio, domingo, 09h50.

    Quarta de Cinema – 20/05

    20h – “Filmes que Marcaram Época” (Série) – Episódio: “Wall Street”
    Cada episódio desta série documental fala sobre um filme cult específico, seu diretor e sua época. Lançado em 1987, “Wall Street” é o quinto longa-metragem de Oliver Stone e o primeiro filme de ficção a retratar de maneira realista o mundo americano das altas finanças durante a presidência de Ronald Reagan. Oliver Stone conta a ascensão e queda de Bud Fox, um dos “garotos de ouro” que prosperaram em Wall Street durante esse período. Ambicioso, cínico, disposto a fazer qualquer coisa para ganhar mais dinheiro, Bud Fox consegue um emprego com Gordon Gekko, um dos especuladores mais implacáveis de Wall Street. No episódio, descobrimos que Oliver Stone não ficou satisfeito, inicialmente, com a interpretação de Gekko pelo ator Michael Douglas e chegou a reclamar com ele. Douglas mudou sua atuação e acabou conquistando um Oscar.  Direção: Remi Lainé. Duração: 52 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 21 de maio, quinta-feira, às 0h e 14h; 22 de maio, sexta-feira, às 08h; 23 de maio, sábado, às 10h; 25 de maio, domingo, às 0h.

    Quinta do Pensamento – 21/05

    22h25 – “Cacaso na Corda Bamba” (Documentário)
    Filho de uma família rural e destinado a trabalhar com criação de gado, Antonio Carlos de Brito encontrou na poesia um sentido para a vida, transformando-se em Cacaso. O artista multifacetado, que incendiou a juventude carioca em aulas e discussões sobre a arte, mudou a poesia brasileira, sendo um dos precursores do movimento marginal. Irônico e perspicaz, Cacaso foi responsável por reunir um grande número de artistas e intelectuais em projetos e parcerias, deixando um indiscutível legado literário e musical.  Direção: José Joaquim Salles e PH Souza. Duração: 88 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 22 de maio, sexta-feira, às 2h25 e às 16h25; 23 de maio, sábado, às 21h20; 24 de maio, domingo, 12h;

    Sexta da Sociedade – 22/05

    22h35 – “Soldados do Araguaia” (Documentário)
    Soldados do Araguaia é um documentário que se propõe a dar voz às memórias e traumas de recrutas de baixa patente do Exército Brasileiro que combateram na sangrenta e nebulosa Guerrilha do Araguaia. Marginalizados pela historiografia oficial por sua filiação ao Exército e pelo próprio Exército por suas denúncias contra a corporação, esses personagens encontram aqui uma oportunidade inédita de compartilhar sua versão dos fatos. Da convocação junto às comunidades ribeirinhas e rurais até a dispensa após o extermínio da guerrilha comunista, os relatos dos ex-soldados compõem uma narrativa em que recrutas e guerrilheiros se confundem debaixo da opressão militar. No Vietnã brasileiro, os vencedores retornam apenas como fantasmas: mesmo aqueles capazes de ultrapassar a psicose, o alcoolismo, o desejo de suicídio e inúmeras manifestações de estresse pós-traumático precisam lutar até hoje para superar os episódios de abuso e violência que sofreram e testemunharam. Direção: Belisario Franca. Duração: 72 min. Classificação: 14 anos. Horários alternativos: 23 de maio, sábado, às 2h30 e 15h10; 24 de maio, domingo, às 21h35; 25 de maio, segunda-feira, às 16h25; 26 de maio, terça-feira, às 10h30.