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  • Aula gratuita de pandeiro online ao vivo

    A Oficina Panderô juntou, em 2019, um grande número de pessoas para tocar pandeiro em roda e aprender tudo sobre esse instrumento que é tão popular no Brasil.

    Quando suas atividades iriam recomeçar, em 2020 veio a pandemia e respeitando a quarentena e o isolamento social o seu início foi adiado. Sem perspectiva de retomar os encontros presenciais, o músico Guilherme Fejão (idealizador do projeto), resolveu dar continuidade em formado EAD.

    No mês de abril foram ministradas aulas pelo instagram do perfil @oficinapandero, que foram muito bem recebidas pelo público. Para o mês de maio Fejão irá iniciar turmas coletivas em EAD ao vivo, pelo app Google Meet.

    Para dar início ao novo formato na próxima terça, dia 05 de maio, a Oficina Panderô irá realizar um Aulão de Pandeiro gratuito, aberto a todos interessados em conhecer e tocar este tamborzinho portátil, desenvolver as técnicas, ritmos e possibilidades do pandeiro.

    AULÃO ABERTO OFICINA PANDERÔ EM EAD AO VIVO

    05/05, Às 17h. Atividade gratuita. Vagas limitadas. Informações pelo e-mail pandeiroterapia@gmail.com ou whatsapp (51) 99665.3921

  • Bar Parangolé lança série de ‘lives’ para arrecadar recursos aos artistas
    Músicos estão sem o espaço, tradicional reduto boêmio da Capital. Foto: Divulgação

    Bar Parangolé lança série de ‘lives’ para arrecadar recursos aos artistas

    O Parangolé, tradicional bar e restaurante da Cidade Baixa, em Porto Alegre, inicia nesta terça-feira, 05, uma série de lives na sua página no Facebook para relembrar um pouco das boas noites de música e arrecadar recursos aos artistas, que estão parados sem conseguir se apresentar.

    O proprietário do bar, Claudio Freitas, explica que cada live terá um link ou o número da conta bancária dos artistas pra recebimento de contribuições espontâneas.

    Neste link é possível conferir os shows, todas as terças e quintas, às 20 horas: http://www.facebook.com/parangolebar/live_videos/

    Na terça, a live será da tradicional roda de choro do bar, com Elias Barboza e Cabelinho Azevedo. Os músicos embalam a noite com um repertório composto pelo melhor do Choro e do Samba, incluindo composições de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga e Cartola.  Elias Barboza é bandolinista e compositor, seu álbum Luminoso – Elias Barboza Quinteto (2018) ganhou Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Disco Instrumental e Melhor Compositor. Cabelinho Azevedo é cavaquinista e violonista. Toca há mais de dez anos ao lado de Elias.

    Na quinta, dia 7 de maio, Clarissa Ferreira apresenta seu repertório autoral e algumas releituras. Violinista xucra cyborg, etnomusicóloga, pesquisadora e compositora do interior do rio grande do sul, Bagé, Clarissa é musicista de formação violinística eurocêntrica que se desgarrou para buscar outras formas de compreender o instrumento. Nesses caminhos, atuou na música regional gaúcha por cerca de oito anos, em produções fonográficas e festivais. Do contato com a cultura gaúcha, vieram as indagações que levou para suas pesquisas acadêmicas, que desembocou no single intitulado “Manifesto Líquido”.

    Já no dia 12, é a vez do Duo Blues, com Nicola Spolidoro (guitarra) e Ale Ravanello (harmônica). O duo iniciou a parceria no anos 2000 e, hoje, é um referencial na região. Em 2005, de forma independente, a dupla lançou seu primeiro álbum. Na mesma semana, na quinta-feira, acontece a tradicional Seresta do Darcy, com os músicos Gabriel Maciel e Vinícius Ferrão, em homenagem ao músico Darcy Alves.

    Confira os shows:

  • Fantaspoa anuncia os selecionados para festival online e sessões musicadas via live
    Músico Diego Poloni.Foto de Alice Gressler/ Divulgação

    Fantaspoa anuncia os selecionados para festival online e sessões musicadas via live

    O Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre anuncia o retorno de sua já tradicional parceria com o Goethe-Institut Porto Alegre em duas sessões musicadas ao vivo com transmissão via Facebook e Instagram. Ambas as sessões serão comandadas pelo instrumentista porto-alegrense Diego Poloni, que apresentará composições próprias e inéditas para os clássicos do expressionismo alemão “Nosferatu” (F.W. Murnau) e “Genuine” (Robert Wiene), nos dias 03 e 10 de maio, respectivamente.

    Já o Festival Online Fantaspoa At Home, iniciativa que visa enfatizar a necessidade de isolamento social e estimular a produção fílmica durante o período de quarentena, teve sua seleção de curtas-metragens concluída. Dentre as 90 inscrições recebidas, foram selecionados 35 filmes somando as categorias Nacional e Internacional – além dos indicados à premiação paralela Mostra Gaúcha. Todos os curtas-metragens indicados respeitam as recomendações de distanciamento social e destacam a criatividade dos realizadores em produzir em condições limitadas e interpretar esse momento único em que vivemos. O valor arrecadado com as inscrições será destinado à campanha de financiamento coletivo do XVI Fantaspoa, no ar em www.catarse.me/fantaspoa16. A campanha já atingiu 62% de sua meta e estará no ar até dia 11/05 com recompensas exclusivas para os apoiadores.

    Os 35 curtas ficarão disponíveis para streaming na plataforma www.fantaspoaathome.com a partir desta sexta, dia 1º de maio, quando também se inicia a votação popular para decidir os vencedores do festival. O período de votação se encerrará no dia 10 de maio, quando serão anunciados os escolhidos de cada categoria.

    Confira os títulos selecionados :

    NACIONAL:

    Adventício (Abdiel Anselmo)

    Às Vezes Ela Volta (Matheus Maltempi)

    Depois do Sétimo Dia (Débora Cancio, Lisa Alves)

    Disneyloka 2093 (Erick Ricco)

    Estúpidemia (Junior Larethian)

    Jérôme: A Christmas Carol (Beatriz Saldanha)

    A Mancha na Parede (Daniel Pires)

    Maze (Bruno Mata)

    Pique Esconde Macabro (Julio Napoli)

    Pra Ficar Perto (Lucas Reis)

    Preso Comigo (Caio Shindo)

    Psicopompo (Giordano Gio)

    Quarentena (Fernando Mantelli)

    Quarentena Sem Fim (Fabrício Bittar)

    Writer’s Duet (Felipe Iesbick)

    INTERNACIONAL:

    21 Days In (Mark Hensely, EUA)

    21/3, 08.00am (Minos Nikolakakis, Grécia)

    Baldomero (Martín Blousson, Argentina)

    Contaminated (Brian Klewin, EUA)

    Eclosión (Alejo Rébora, Argentina)

    Head Home (Egerton Family, EUA)

    Home Invasion (Sergio Guerra, EUA)

    Killer Brownie (Ignacio López Vacas, Espanha)

    Roach (Emerson Niemchick, EUA)

    Scoped Out (Adam Rebora, Miles Strong Austin, EUA)

    Strain Roulette (Andreas Kyriacou, Chipre)

    The Last Day (Guillermo Carbonell, Uruguai)

    The Masque of the Red Death (Deb Ethier, Canadá)

    Unearthed (Karl Holt, Reino Unido)

    What Am I? (Dmitriy Tomashpolski, Ucrânia)

    MOSTRA GAÚCHA:

    2022 (Fabio Spolti)

    Esta Noite, Só (Allan Riggs, William Nunes)

    Estúpidemia (Junior Larethian)

    Ib Clausus (Fabi Ud)

    O Céu da Pandemia (Marina Kerber)

    Pra Ficar Perto (Lucas dos Reis)

    Psicopompo (Giordano Gio)

    Quarentena (Fernando Mantelli)

    Sem Segredos (Rafael Santos)

    Write’s Duet (Felipe Iesbick)

  • OSPA estreia apresentações ao vivo, virtuais, durante pandemia de Covid-19

    OSPA estreia apresentações ao vivo, virtuais, durante pandemia de Covid-19

    O Projeto OSPA Live conta com grupos de câmara e é transmitido diretamente da Casa da OSPA, pelo Youtube. 

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) encontrou uma alternativa para manter parcialmente as atividades durante a pandemia do novo coronavírus. A fim de continuar levando música de concerto ao maior número possível de pessoas, a sinfônica estreia o projeto OSPA Live, com o propósito de aliar isolamento social e entretenimento. Aos sábados, às 17h, serão exibidos recitais, com número reduzido de músicos, diretamente da Casa da OSPA.

    As apresentações serão transmitidas ao vivo, através do canal do Youtube da orquestra, sem a presença física do público. Os eventos seguem criteriosamente todas as medidas de prevenção contra a Covid-19 adotadas pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

    A primeira edição do projeto acontece neste sábado, 2 de maio de 2020, e contempla um repertório contemporâneo da música de concerto. No programa, estão as obras Sonatina Para Trombone e Piano, de Rodrigo Lima (1976-), Notes of Love, de Nicola Ferro (1974-), e Zabumbone, de Moisés Santos (1962-). O recital fica a cargo do trio de instrumentistas José Milton Vieira (trombone), Douglas Gutjahr (percussão) – ambos músicos da OSPA – e Paulo Bergmann(piano), a direção artística é do maestro Evandro Matté.

     OSPA LIVE | ESTREIA

    Quando: 2 de maio de 2020, às 17h

    Onde: Ao vivo, pelo canal do Youtube da Ospa

     Programa:

    Sonatina para Trombone e Piano –  Rodrigo Lima

    Notes of Love – Nicola Ferro

    Zabumbone – Moisés Santos

    Grupo: 

    José Milton Vieira (trombone)

    Douglas Gutjahr (percussão)

    Paulo Bergmann (piano)

  • Pedrinho Figueiredo e Handyer Borba, duas gerações de instrumentistas, se encontram no Mistura Fina virtual
    Handyer Borba e Pedrinho Figueiredo encontro de talentos e gerações. Foto Carol Rossi/ Divulgação

    Pedrinho Figueiredo e Handyer Borba, duas gerações de instrumentistas, se encontram no Mistura Fina virtual

    Duas gerações de instrumentistas se encontram em ambiente virtual para dar continuidade à programação do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito. O show virtual de Pedrinho Figueiredo e Handyer Borba vai ao ar no próximo dia 30 de abril, quinta-feira. A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min. A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    Com uma proposta autoral, os convidados prometem um show eclético, com repertório que irá do samba ao jazz, sendo, em sua maior parte, instrumental. Esta será a primeira vez que ambos tocam juntos, ainda que já tenham atuado na mesma orquestra.  Handyer Borba iniciou sua formação musical, ainda criança, na Orquestra Villa Lobos, onde Pedrinho Figueriedo era responsável pelas apresentações musicais.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito  foi retomada no dia 16 de abril, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil.

    A programação encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso. O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do COVID-19, todas as atividades do TSP foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Mais sobre os convidados:

    Handyer Borba

    Iniciou os estudos de música aos 9 anos, na Orquestra Villa Lobos da E.M.E.F. Heitor Villa Lobos, em Porto Alegre. Foi integrante dessa orquestra dos 9 aos 18 anos, apresentando-se em diversos lugares da Capital gaúcha, Interior do Estado e outros estados como, Bahia, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Santa Catarina e Paraíba, além de uma excursão ao Uruguai.

    Integrou diversas formações artísticas, grupos de choro, percussão, cordas e formações não habituais de orquestra. Fez aula de piano com Leonardo Boff. Em 2016 recebeu o prêmio de melhor instrumentista no festival de Música da Juventude da Prefeitura de Porto Alegre pela performance com o grupo Okalany.   Em 2019 formou-se bacharel em Música Popular pela UFRGS.

    Pedrinho Figueiredo

    Possui uma larga experiência profissional como flautista, saxofonista, arranjador, compositor, consultor de acústica e instalações de áudio, técnico de som e produtor. É uma das presenças mais constantes na música feita no Estado, com uma trajetória que ultrapassa as fronteiras regionais e do País. Com 38 anos de atuação permanente, ele se mantém muito atuante no cenário artístico. Há 28 anos integra o Renato Borghetti Quarteto. Neste período lançou seu único álbum, “Primeira Impressão”. Recentemente, criou o projeto Sobre Rodas de Choro e Chimarrão, com Samuca do Acordeon, tendo levado este projeto por 15 cidades do Rio Grande do Sul e também para Punta del Este e Montevidéu. Com Samuca estreou, também em Montevidéu, no Festival Música de La Tierra, seu novo espetáculo, “Sons do Ar”.

    Recentemente, montou o espetáculo “Bossa de Dois”, com o pianista Luiz Mauro Filho, em homenagem ao histórico vinil lançado por Elis e Jair Rodrigues em 1965, “Dois na Bossa”. Premiado diversas vezes nos festivais nativistas, já foi indicado 11 vezes ao Troféu Açorianos de Música, tendo recebido o prêmio de Melhor Instrumentista em Sopro em quatro edições, e de Melhor Produtor em uma. Sua última iniciativa foi o projeto Toque Show, que reuniu 14 nomes de expressão do meio musical, em meio a música e bate-papo, entre 2018 e 2019, em três temporadas.

  • Semana Fashion Revolution 2020 joga luz sobre a segurança dos trabalhadores da moda
    Fashion Revolution. Foto: Geo Cereça/ Divulgação

    Semana Fashion Revolution 2020 joga luz sobre a segurança dos trabalhadores da moda

    Sob o contexto da pandemia que está mudando o mundo, o movimento aborda, de 20 a 26 de abril, os temas consumo, composição das roupas, condições de trabalho e ações coletivas.

    Desde a tragédia do Rana Plaza, em 2013, o Fashion Revolution mobiliza a sociedade em prol de uma indústria da moda que respeite e valorize a natureza e a vida de todos que fazem parte da sua cadeia produtiva. Neste momento não é diferente. Em tempos de crise, é necessário atentar principalmente para os mais vulneráveis, que na moda, é falar sobre quem ocupa as pontas: as pessoas que fazem nossas roupas.

    “Esse é o momento de repensar o consumo. Agora temos a oportunidade de mudar nossos hábitos para caminhar por uma vida mais leve e com mais propósito”, propõe Livia Duda, coordenadora do movimento Fashion Revolution em Porto Alegre. As atividades, neste ano, serão on-line, entre os dias 20 e 26 de abril, e a programação está disponível no site: http://semanafashionrevolution.com.br/.

    Livia Duda. Foto: Geo Cereça/ Divulgação

    A crise decorrente da Covid-19 está prejudicando milhões de trabalhadores em todo o mundo. Em Bangladesh, o segundo maior produtor global de itens de vestuário, já foi calculado em quase 3 bilhões de dólares a quantidade de pedidos cancelados de acordo com a revista Forbes. A situação local é considerada apocalíptica, pois além de muitos estarem desempregados, a situação é nada favorável para um isolamento social, pois muitos dos trabalhadores vivem em moradias precárias, sem acesso à água limpa e produtos de higiene. No Brasil a realidade não é tão diferente. Pedidos cancelados, fábricas paralisadas e muitos trabalhadores impossibilitados de produzir, em uma realidade onde muitos dependem da produção diária para se alimentar.

    Seguindo a determinação do Ministério da Saúde Federal e do Governo do Estado local, para conter a disseminação do Covid-19, o Fashion Revolution não irá realizar nenhuma atividade presencial e incentiva que, neste momento, a garantia da segurança (de saúde e financeira) de todos os trabalhadores do setor, seja a prioridade, tanto para os empresários, quanto para o governo e sociedade civil.

    A campanha de 2020 da Semana Fashion Revolution aborda quatro temas: consumo, composição, condições de trabalho e ações coletivas. Esses temas, que aprofunda a narrativa do movimento, nunca se mostraram tão importantes quanto nesse momento de desafios que a pandemia está nos submetendo. Mais do que nunca precisamos questionar o modelo de consumo o qual a sociedade como um todo está imersa, e quais os impactos que a cultura da descartabilidade têm sobre trabalhadores e o meio ambiente. Mais do que nunca precisamos nos interessar sobre a composição das roupas, e o que isso representa na rotina de todos os trabalhadores que manuseiam químicos diariamente, impactando na sua saúde, e na saúde do solo e das águas.

    As condições de trabalho precárias na Indústria da moda, que sempre foram questionadas pelo movimento, se mostram exacerbadas em momentos como esse. Com demissões em massa e reduções de salário acontecendo na indústria, é colocada ainda mais luz sobre a vulnerabilidade dos trabalhadores. A falta de transparência, que muitas vezes encoberta a falta de responsabilidade das empresas para com seus trabalhadores, cria condições perfeitas para que pessoas sejam negligenciadas em detrimento ao lucro.

    O Fashion Revolution acredita que a capacidade de empatia coletiva é fortalecida por nossa experiência global compartilhada. Precisamos usar do privilégio de ficar em casa nesse momento, que deveria ser um direito de todos, para amplificar nossas vozes. Agora, mais do que nunca, precisamos promover ações coletivas para que tenhamos ainda mais voz na luta por uma cadeia de moda mais justa.

    Durante a Semana Fashion Revolution, que acontecerá entre os dias 20 e 26 de abril, o Fashion Revolution convida a todos a questionar #QuemFezMinhasRoupas, e demandar que as marcas de moda protejam e deem suporte para os trabalhadores de sua cadeia de produção, A programação, que acontece simultaneamente em mais de 100 países, será totalmente digital e irá promover o debate sobre como podemos revolucionar a história da moda rumo à um setor mais transparente, ético e limpo.

    Acompanhe a programação de atividades da Semana Fashion Revolution em todo o país no hotsite Semana Fashion Revolution e siga nossas redes para ter mais informações. Faça parte da revolução. Seja Curioso. Descubra. Faça algo!

    Alguns dados da indústria da moda no mundo:

    – Mais de 90% dos trabalhadores da indústria global do vestuário não têm possibilidade de negociar os seus salários ou condições de trabalho. Fonte: IndustriALL.

    – 80% dos países violaram o direito à negociação coletiva. Fonte: IUTC, 2019,

    – 77% dos varejistas britânicos acreditam que há uma probabilidade de escravidão moderna em sua cadeia de suprimentos. Fonte: Hult Research & Ethical Trading Initiative, 2016.

    – O vestuário é a segunda categoria de produtos de maior risco para a escravidão moderna. Fonte: Wolk Free Foundation, 2018.

    – Cerca de 150 bilhões de peças são produzidas anualmente. Fonte: Materiais de Vestuário Sustentáveis, 2015.

    – Comprar uma camisa de algodão produz as mesmas emissões que dirigir um carro por 56 quilômetros. Fonte: Oxfam, 2019.

    – A produção de têxteis à base de plástico utiliza cerca de 342 milhões de barris de petróleo por ano. Fonte: Ellen MacArtthur Foundation, 2017.

    – Mais de 700 mil fibras podem sair da nossa roupa numa simples lavagem. Fonte: Napper and Thompson, 2016.

    Para saber mais:

    @fash_rev_brasil

     #SemanaDigital

    #FashionRevolution

     #QuemFezMinhasRoupas

    #DoQueSãoFeitasMinhasRoupas

  • O som do Bluegrass Porto-Alegrense no Mistura Fina virtual
    Conjunto Bluegrass: virtual e usando somente instrumentos acústicos. Foto: Anderson Dorneles/Divulgação

    O som do Bluegrass Porto-Alegrense no Mistura Fina virtual

    As apresentações virtuais do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, prosseguem nessa quinta-feira, dia 23 de abril, tendo como atração o Conjunto Bluegrass Porto-Alegrense. A transmissão é feita pelas redes sociais do Mistura Fina, pelo link: www.facebook.com/misturafinamusica/, a partir das 18h30min.

    Suspensas desde o dia 19 de março, em acordo com as medidas temporárias de prevenção ao contágio pela COVID-19 (novo Coronavírus), a programação foi retomada no último dia 16, a fim de garantir a continuidade do projeto e o trabalho dos artistas participantes, bem como minimizar os efeitos do isolamento provocado pela crise sanitária no Brasil. A iniciativa leva a assinatura da Fundação Theatro São Pedro, por meio da Associação dos Amigos do Theatro São Pedro, produção da Primeira Fila Produções, financiamento do Pró-Cultura RS e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul – SULGÁS.

    A programação do Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito encontrava-se em plena execução, desde agosto de 2019, cumprindo-se as 40 sessões previstas, com apresentações no Foyer Nobre do Theatro São Pedro, com muito sucesso. O recomeço das sessões foi no dia 05 de março, quando da reabertura do TSP. Neste mesmo mês, ocorreram os dois primeiros shows, restando ainda 20 a serem realizados. Entretanto, com o agravamento da situação de controle da proliferação do Covid-19, todas as atividades do Theatro São Pedro foram suspensas, ainda por tempo indeterminado, aguardando-se a evolução da crise sanitária e seus desdobramentos.

    Mais informações:

    http://www.teatrosaopedro.com.br/

    (http://www.facebook.com/misturafinamusica)

    Mais sobre o Bluegrass:

    Influenciados pelo bluegrass music, gênero musical oriundo dos Estados Unidos que utiliza somente instrumentos acústicos, o Conjunto Bluegrass Porto-Alegrensetem, em sua formação, os músicos Marcio Petracco (mandolin/bandolim), Heine Wentz (fiddle/violino), Ricardo Sabadini (guitar/violão) e José Baronio (bass/baixo).

    Bluegrass é o apelido do estado do Kentucky, “The Bluegrass State”, e é de lá que veio o grupo que deu nome ao estilo, “Bill Monroe and His Blue Grass Boys”. Bill Monroe é considerado o pai da música bluegrass. “Nosso repertório é exclusivamente de músicas desse gênero. As raízes dessa música remontam aos imigrantes irlandeses, escoceses e ingleses, fugidos da fome que passaram na Europa em meados do século XVIII. Eles colonizaram a região dos montes Apalaches, e junto com eles trouxeram sua cultura musical. O bluegrass também teve influência dos afro-americanos, que foram os responsáveis pela introdução do banjo nos Estados Unidos”, conta Sabadini.

  • Coletivo Errático lê dois textos no “Ciclo Vera Karam, 60 anos”

    A Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) continua o ciclo de leituras on-line Vera Karam 60 anos, nesta sexta-feira, 17. O Coletivo Errática apresentará leituras de dois textos da autora, Maldito Coração, Alegra-me Que Tu Sofras e Dá Licença, Por Favor? As leituras poderão ser acompanhadas a partir das 19h no canal do YouTube da Coordenação de Artes Cênicas CAC. Também estarão disponíveis no blog maisteatro.org e na página da SMC no Facebook (@secretariadaculturapoa)

    Dá Licença, Por Favor?”, de 1994, é uma comédia curta cujos protagonistas, Mulher e Homem, são parte do público de uma peça de teatro prestes a começar. A pergunta trivial “tem alguém sentado aqui?”, feita pelo Homem à Mulher, dá início a um inusitado diálogo que, em instantes, vai do espiritismo à luta de classes, graças às investidas da Mulher que, se num primeiro momento parecem um tanto absurdas, evidenciam-se, a cada momento, como um instrumento que desvela as múltiplas dimensões daquele encontro fortuito. O texto nos lembra de uma situação corriqueira que faz falta nesses tempos de distanciamento social: ir ao teatro, encontrar conhecidos e desconhecidos, esperar, assistir à peça.

    Maldito Coração, Alegra-me Que Tu Sofras estreou em 1996. Oscila entre drama e comédia com a mesma velocidade com que pulamos entre uma memória e outra. Memória? Ficção? Qual a diferença? Ao compartilhar com o público uma história de amor, Mulher, única personagem da peça, nos convida a conhecer o próprio processo pelo qual cria sua memória e elege a melhor forma de contar sua história. Assim, a história muda conforme é contada, ganha outros contornos, novos fatos, a história melhora. Neste texto, Vera Karam põe para dançar ideias normalmente vistas como opostas, mentira-verdade, realidade-ficção, loucura-sanidade,  mas que se entrelaçam e deslocam em um relato ágil, engraçado e emocionante.

    Ciclo de leituras on-line Veram Karam 60 anos – Reunirá artistas que tinham relação próxima à escritora. “Convidamos alguns dos mais importantes artistas da nossa cidade e amigos da autora para lerem alguns de seus textos”, comenta o coordenador de Artes Cênicas da SMC, Fernando Zugno.

    As leituras serão no formato on-line, através de plataformas digitais, com os artistas em suas residências, respeitando o momento de reclusão que se faz necessário no momento. A CAC organizou com os artistas para que se reunissem de forma remota e fizessem as leituras dos textos, que serão gravados no computador, editados e veiculados no blog maisteatro.org e na página da SMC no Facebook.

    Vera Karam – É referência no Estado e no Brasil pelo seu humor, inteligência dos seus textos e complexidade psicológica de seus personagens. Falecida em 2003, Vera estaria hoje com 60 anos. “Nada mais justo do que prestar uma linda homenagem trazendo à luz novamente sua obra, pela voz e interpretação de importantes artistas gaúchos”, comenta Zugno.

    Programação

    Sexta-feira, 17- Dá Licença, Por Favor? / Maldito Coração, Me Alegra Que Tu Sofras, com Coletivo Errática – 19h A Coordenação de Artes Cênicas da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) continua o ciclo de leituras on-line Vera Karam 60 anos, nesta sexta-feira,17. O Coletivo Errática apresentará leituras de dois textos da autora, Maldito Coração, Alegra-me Que Tu Sofras e Dá Licença, Por Favor? As leituras poderão ser acompanhadas a partir das 19h no canal do YouTube da Coordenação de Artes Cênicas (CAC) e também estarão disponíveis no blog maisteatro.org e na página da SMC no Facebook.

    Dá Licença, Por Favor?” –  De 1994, é uma comédia curta cujos protagonistas, Mulher e Homem, são parte do público de uma peça de teatro prestes a começar. A pergunta trivial “tem alguém sentado aqui?”, feita pelo Homem à Mulher, dá início a um inusitado diálogo que, em instantes, vai do espiritismo à luta de classes, graças às investidas da Mulher que, se num primeiro momento parecem um tanto absurdas, evidenciam-se, a cada momento, como um instrumento que desvela as múltiplas dimensões daquele encontro fortuito. O texto  lembra de uma situação corriqueira que faz falta nesses tempos de distanciamento social: ir ao teatro, encontrar conhecidos e desconhecidos, esperar, assistir à peça.

    Maldito Coração, Alegra-me Que Tu Sofras –  Estreou em 1996. Oscila entre drama e comédia com a mesma velocidade com que pulamos entre uma memória e outra. Memória? Ficção? Qual a diferença? Ao compartilhar com o público uma história de amor, Mulher, única personagem da peça, nos convida a conhecer o próprio processo pelo qual cria sua memória e elege a melhor forma de contar sua história. Assim, a história muda conforme é contada, ganha outros contornos, novos fatos, a história melhora. Neste texto, Vera Karam põe para dançar ideias normalmente vistas como opostas, mentira-verdade, realidade-ficção, loucura-sanidade,  mas que se entrelaçam e deslocam em um relato ágil, engraçado e emocionante.

    Ciclo de leituras on-line Veram Karam 60 anos – Reunirá artistas que tinham relação próxima à escritora. “Convidamos alguns dos mais importantes artistas da nossa cidade e amigos da autora para lerem alguns de seus textos”, comenta o coordenador de Artes Cênicas da SMC, Fernando Zugno.

    As leituras serão no formato on-line, através de plataformas digitais, com os artistas em suas residências, respeitando o momento de reclusão que se faz necessário no momento. A CAC organizou com os artistas para que se reunissem de forma remota e fizessem as leituras dos textos, que serão gravados no computador, editados e veiculados no blog maisteatro.org e na página da SMC no Facebook.

    Vera Karam – é referência no Estado e no Brasil pelo seu humor, inteligência dos seus textos e complexidade psicológica de seus personagens. Falecida em 2003, Vera estaria hoje com 60 anos. “Nada mais justo do que prestar uma linda homenagem trazendo à luz novamente sua obra, pela voz e interpretação de importantes artistas gaúchos”, comenta Zugno.

    Programação

    Sexta-feira, 17, 19h – Dá Licença, Por Favor? / Maldito Coração, Me Alegra Que Tu Sofras, com Coletivo Errática
    Canal do YouTube da Coordenação de Artes Cênicas CAC e também  estarão disponíveis no blog maisteatro.org e na página da SMC no Facebook.

  • Campanha arrecada doações de alimentos para profissionais da cultura
    Foto: Henry Ventura/SMC/ Divulgação

    Campanha arrecada doações de alimentos para profissionais da cultura

    A prefeitura está arrecadando doações para trabalhadores da cultura. Realizada pela Secretaria Municipal da Cultura (SMC) em parceria com a Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) e entidades da categoria, a campanha tem como como objetivo reduzir os impactos da pandemia de coronavírus no setor. Já foram doadas 100 cestas básicas para a comunidade artística da Capital.

    As doações de cestas básicas, produtos de higiene pessoal e de limpeza podem ser feitas até o dia 17 de abril,  no Museu Joaquim Felizardo (rua João Alfredo 582, Cidade Baixa) das 9h às 12h nas segundas, quartas e sextas-feiras. Devido às restrições de deslocamento, é indicado que os produtos sejam adquiridos através de empresas que realizam entregas. Se necessário, uma equipe as SMC pode ir retirar as doações no endereço indicado pelo doador. Mais informações e agendamentos podem ser realizados pelo telefone (51) 3289-8064.

    Com o fechamento de espaços culturais e a suspensão de eventos, artistas, técnicos e outros profissionais da área deixaram de obter renda com shows e demais atividades. Para tentar minimizar a situação, a SMC recebeu as demandas das entidades representativas dos artistas e de profissionais do setor que fazem o acompanhamento e o cadastro daqueles que estão em situação vulnerável, como músicos, atores, bailarinos, técnicos e outros profissionais.

    O prefeito Nelson Marchezan Júnior ressalta que o momento é de desafio e exige trabalho conjunto da sociedade e do poder público. “Em função da pandemia, precisamos unir esforços para ajudar categorias que estão passando por dificuldades”, enfatiza. “Artistas e técnicos estão impossibilitados de fazer o seu trabalho. Em parceria com a Fasc, associações e entidades de classe, mobilizamos a campanha de cestas básicas e doações que atendam a urgência que vivemos”, acrescenta o secretário de Cultura, Luciano Alabarse.

    A Associação dos Músicos do RS (Assmurs) é uma das entidades que está recebendo as doações. “Apelamos para órgãos governamentais e a sociedade em geral para que nos auxiliem, pois nossos músicos estão passando muitas dificuldades”, comenta o presidente da associação, Rodrigo Lentino Machado.

    Os interessados em obter mais informações e preencher cadastro devem procurar as entidades listadas abaixo:

    Associação dos Músicos do RS (Assmurs)
    E-mail- assmurs@gmail.com
    Telefone- (51) 3178.4316

    Associação Estadual dos Escultores do Rio Grande do Sul (Aeergs)
    E-mail – contato@aeergs.com.br

    Associação Chico Lisboa
    E-mail – chicolisboa@chicolisboa.com.br
    telefone – (51) 3224 6678

    Casa dos Artistas
    E-mail – casadoartistars@gmail.com

    Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões do RS (Sated-RS)
    E-mail – satedrs@satedrs.org.br
    Telefone – (51) 3226-1921

    Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do RS (Aptc-RS)
    E-mail – aptcrs@gmail.com

  • Músicos do Litoral Norte gravam clipe que convida à reflexão sobre o momento atual

    Músicos do Litoral Norte gravam clipe que convida à reflexão sobre o momento atual

    Bastante impactada pelo isolamento social, a classe dos músicos precisou se adaptar, se reinventar. Usando os recursos disponíveis, especialmente aparelhos de celular, músicos do Litoral do Rio Grande do Sul se reuniram para criar uma canção de conteúdo bastante oportuno.

    “Tempo de dar um tempo” (composição com letra de Renato Júnior e música de Mário Tressoldi) é um convite a “rever a rotação”, a “angústia dessa pressa”, propondo: – “Deixa a alma te alcançar!”.

    A composição conta com a participação de Mário Tressoldi, Flávio Júnior e Chico Saga (Grupo Chão de Areia), Juliano Gonçalves (JJSV), Adriana Sperandir (Os Sperandires), Loma, Clóvis Fortes, Márcia Freitas, Monyca Ramos, Rodrigo Munari, Renato Júnior, Cri Ramos e Nilton Júnior.

    O vídeo produzido retrata os bastidores da gravação e, também, parte do cotidiano dos artistas, isolados com seus familiares, seguindo as orientações dos órgãos competentes. “Tempo de dar um tempo” é um convite à reflexão, um convite a aproveitar este momento para olhar (e sentir) coisas importantes da vida, muitas vezes encobertas pela “pressa”, companheira constante no mundo moderno. Diz o refrão:

    O tempo pediu um tempo pra revelar o espaço.
    Agora, pressa e futuro cedem lugar ao abraço.
    O tempo pediu um tempo, aí resolveu parar …
    Reajustou os ponteiros pra então RECOMEÇAR!

    Contatos:
    Mário Tressoldi: 51.998421779  |   Renato Júnior: 51.984040380
    Link para a versão e alta do clipe: