Êta Vida! é o nome do bar cultural que abre nesta sexta-feira 13 no casarão da Vasco da Gama onde por 13 anos funcionou a Palavraria Livraria e Café, no Bom Fim.
A proposta é oferecer petiscos de boteco, chopp e cervejas a um preço um pouco mais acessível, com intensa programação artística já no happy hour.
A casa ficou três anos fechada. A reforma começou em outubro. O nome do bar é de uma das músicas do disco “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10”.
Música brasileira e o blues vão predominar no pequeno palco interno nos finais de semana. Nesta estreia, quatro apresentações: Clube da Esquina Tributo na sexta 13, Matheu Correa Duo no sábado 14, e Glau Barros no domingo 15 (ela está comemorando 30 anos de carreira). Terça-feira 17, St. Patrick’s Day, toca a banda Cartas na Rua (folk).
Um lugar acolhedor para sentar – dentro da casa ou em mesinhas na calçada – para ouvir música, petiscar e bebericar.
As duas salas no pavimento superior estão disponíveis para realização de oficinas, brechós, feiras, cursos e exposições. São equipadas com ar-condicionado, banheiro, cadeiras e um quadro branco.
Serviço:
Êta Vida! Vasco da Gama, 165, Bom Fim
Abre de terça a sábado, das 17h30 à meia-noite; e domingo, das 15h às 21h.
Programação:
Sexta-feira, 13 de março, 19h30: Inauguração com Clube da Esquina Tributo
Sábado, 14 de março, 19h30: Matheu Correa Duo (blues)
Domingo, 15 de março, 17h30: Glau Barros (samba)
Terça-feira, 17 de março, 19h30: St. Patrick’s Day, com Cartas na Rua (folk)
No próximo domingo , dia 15, Bibi Jazz Band apresenta o show “Parla Piu Piano”, em referência à clássica trilha sonora do filme O Poderoso Chefão (1972). No repertório clássicos italianos da década de 60 e 70, como Via Con Me, do pianista cantor e compositor de jazz, Paolo Conte, considerado um dos artistas mais importantes e inovadores de sua geração. Acompanham a artista André Viegas (guitarra), Rodrigo Arnold (baixo) e Mateus Mussatto (bateria). Bíbi é considerada pela crítica gaúcha a melhor cantora de jazz do Estado.
O show ocorre às 18h, tendo como cenário o pôr do sol do Guaíba. Os ingressos custam R$ 30,00 e é necessário fazer reserva pelo sitewww.obutia.com. O público poderá desfrutar da privacidade de uma praia particular e de mais de dois hectares de jardins com vistas inesquecíveis do entorno, bem como de diversas trilhas nos mais de 80 hectares de mata nativa. A localização da fazenda e como chegar são informadas por e-mail, apenas depois da reserva.
Fotos: Divulgação
SERVIÇO
Jazz na Beira com Bíbi Jazz Band
Quando: 15 de março | Domingo | 18h Ingresso: R$ 30 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
Reservas somente pelo site www.obutia.com
Cão são bem-vindos, desde que em suas guias
Foto HenriqueTheo Möller/ Divulgação
Bíbi Blue em seis perguntas:
Higino Barros
Pergunta: Como você veio morar na capital gaúcha, depois de morar em outros lugares do Brasil, sendo uruguaia?
Bíbi: Não tenho um motivo exato, ou pontual, uma linha traçada diretamente. Simplesmente teve uma identificação, uma estranha raiz que criou um vínculo, sem nunca ter vivido na cidade. Deve ser a famosa “estética do frio”, que fala o Vitor Ramil, na canção Ramilonga. Senti essa singularidade e diferenças marcantes sendo e estando no sul. Porto Alegre não somente me traz essa sensação, mas o sul em geral, os sul –riograndenses são primeiros gaúchos, depois brasileiros. Semelhante na cultura uruguaia e argentina, um povo de pampa, de serra, de indígenas, nativos, imigrantes, rural e urbano. Todas as formas artísticas, o clima e esse contingente sócio cultural me trouxeram para cá.
Pergunta: Como a música apareceu na sua vida?
Bíbi: Aconteceu de uma maneira indireta. Primeiro eu queria ser advogada. Depois quis ser atriz. Não vou dar a resposta clássica, clichê, de que eu quis sempre cantar, quis sempre ser cantora, que eu brincava com música. Não. Isso aconteceu comigo bem mais velha, já era mãe e tinha outros planos, outros projetos e a vida vem e te dá uma lambada.
Eu tinha amigos músicos que frequentavam minha casa e eles me diziam que eu era afinada, quando a gente fazia cantorias domésticas. Daí fui para São Paulo, trabalhava na Folha de São e o Coral da USP estava selecionando cantores. Fiz o teste e passei. Foi um grande aprendizado. Acho que os coros são grandes domadores de egos, uma coisa comum no meio. Porque você aprende a trabalhar em grupo. Hoje em dia dou aula em um coro em Caxias do Sul e costumo dizer isso para seus integrantes. Os coros são uma grande escola. Você não aprende só a parte técnica, de trabalhar em naipes, da afinação, e do conhecimento rico que o coro pode trazer, mas também a questão de aprender a trabalhar em conjunto. Que é o mais importante.
Acho que a música veio ao meu encontro e não eu vou ao encontro dela. Foi um encontro mútuo, afinal. Porque eu não sonhava trabalhar com isso, não era uma coisa que eu queria. Não foi uma coisa que aconteceu quando eu tinha 16 anos, que é a idade onde maioria começa. Eu comecei a cantar com 26 anos e só me decidi com 28. Ou seja, são só 12 anos de profissional. Foi um encontro, mais do que uma procura.
Pergunta: Porque a opção por cantar jazz?
Bíbi: Por paixão. E paixão não se explica. Ela não tem um motivo direto. Sou movida a paixão e tudo que levanta meus pelinhos do braço eu me entrego. Cantei outros estilos. Passei por canto lírico, participei de montagens de óperas quando morei em Florianópolis. Depois fui cantar rock, o que me deu uma base para cantar na noite. Mas nunca que deixei de escutar jazz. Minha mãe tinha muitos discos, incluindo clássicos, blues, rock’in’roll, música tradicional uruguaia. A música uruguaia flerta muito com o jazz, o candombe, que é música afro uruguaia, tem uma levada assim. Exemplo disso é a produção dos irmãos Faturoso que fizeram isso muito bem.
Pergunta: Como vê a cena de jazz no sul. Como vê a predominância masculina nela?
Bíbi: Tenho essa banda há quatro anos e uns meses, tendo ela iniciado em Caxias do Sul. E apesar de reconhecer mesmo a predominância masculina quero ser enfática, mas não quero ser a chata. Mas é inegável essa predominância e uma certa postura de que quem faz música instrumental é melhor do que vocalista. Há uma postura um pouco superior. Quem canta acaba sendo menos reconhecido. E predomina a presença masculina. Tanto que não lembro de banda de jazz feminina aqui. Mas vejo que há muitas produtoras aqui em Porto Alegre; só que elas não têm voz no mercado. Sei que existem bandas femininas aqui, mas elas não aparecem, não são chamadas para festivais, não ganham visibilidade e coisas assim. Isso incomoda um pouco. Falo diretamente de uma coisa que me afeta. Os produtores dos festivais de jazz são homens. E produtores homens assistem somente bandas instrumentais masculinas. Há bandas de jazz femininas muito boas tanto na parte instrumental como na parte de canção. Porque elas não aparecem? Elas acabam indo para outros lugares do Brasil.
Pergunta: Qual a história da Bíbi Jazz Band?
Bíbi: Nos conhecemos em Caxias do Sul e o grupo existe há quatro anos e já participou de festivais internacionais e alguns nacionais. Temos quatro vídeos lançados e vamos lançar alguns em espanhol, para ampliar nosso circuito de apresentação. É formado por André Viegas, guitarra; Rodrigo Arnold, contrabaixo acústico, Mateus Mussato, bateria e Bíbi Blue, voz.
Pergunta: O que o público que for ao Butá vai ver no “Parla Piu Piano”?
Bíbi: É um espetáculo que traz o cancioneiro da música italiana para o universo do jazz. Tem Paolo Conte, Pepino de Capri, além de outros clássicos de uma fase mais romântica que o público brasileiro se acostumou a ouvir no passado. Em abril vamos nos apresentar em Caxias do Sul com nosso repertório tradicional.
A Travessa dos Cataventos, no coração da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), recebe quatro espetáculos, entre os dias 17 e 27 de março. Os eventos fazem parte dos projetos “Cirquintana” e “A Casa Dança”, que integram o Plano Anual de Atividades da CCMQ. A programação tem entrada gratuita e classificação livre.
Todos os espetáculos são apresentados na Travessa dos Cataventos, na Casa de Cultura Mario Quintana, Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico de Porto Alegre. Em caso de chuva, a apresentação acontece na parte interna da CCMQ.
Plano de atividades – Com curadoria do diretor da CCMQ, Jessé Oliveira, e convidados, o Plano Anual de Atividades é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O patrocinador apresentador é o Banrisul. Os projetos “Cirquintana” e “A Casa Dança” contam também com patrocínio cultural das Lojas Renner e da Icatu Seguros. A produção leva a assinatura da Cida Cultural, com realização da Associação dos Amigos da Casa de Cultura Mario Quintana, Casa de Cultura Mario Quintana, Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) e Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania/Governo Federal.
A CASA DANÇA – Espetáculo “Anacrônico Sincrônico”
Dia 20/03 (sexta)
Horário: 18h30
SINOPSES DOS ESPETÁCULOS:
Sobretudo – O espetáculo transita entre os sonhos de uma criança e a realidade de um adulto. Um malabarista apresenta um universo mágico de suas memórias, habilidades e verdades, que, a partir da técnica central do malabarismo, trabalha uma dramaturgia poética entre o circo, a dança e o teatro. Direção: Carol Cony. Elenco: Emerson Noise.
Procuro-me – O bailarino Maurício Miranda desenvolve movimentos inspirados nas sensações trazidas pelas esculturas do artista e designer José Vitor Reis, unindo técnicas de jazz e dança contemporânea, com coreografias desenvolvidas pelo intérprete criador junto de improvisação e interação com o público. Elenco: Maurício Miranda e José Vitor Reis.
Rei Tri Circo – O duo Re Tri Circo traz sua energia misturada com muitas habilidades circenses e acrobáticas. As cenas buscam proximidade e levam as pessoas a acreditarem que o impossível pode acontecer. O espetáculo contém várias técnicas, como malabarismo com bolas de futebol, contorcionismo, acrobacias em dupla, equilibrismo e um grande desafio ao final. Direção: Pablo Perez. Elenco: Francieli S. Bergmann e Pichacha Malabares.
Anacrônico Sincrônico – O espetáculo nasce de uma pergunta: que história conta a memória? Esse disparador propõe o encontro das referências pessoais que também problematizam a relação entre a dança e o teatro e as divisões e fusões entre expressões artísticas que fazem parte desta narrativa. A performance acende processos de transformação de vida na memória corporal e criativa dos atores. Criação e interpretação: Cibele Sastre e Heitor Schmidt.
A Banda Mais Bonita da Cidade retorna ao palco do Theatro São Pedro para o show de comemoração de 10 anos de carreira e repleto. A banda nasceu em 2009 da vontade de seus integrantes reinterpretarem as canções que amavam. Após ficar mundialmente conhecida com o seu vídeo Oração (um dos mais vistos em todo o mundo, com mais de 40 milhões de visualizações), gravou seu primeiro disco pelo sistema de crowdfunding (ajudando adifusão do Financiamento Coletivo e destacando a banda pelo empreendedorismo em sua gestão).
Em 2013 a banda lançou o disco O Mais Feliz da Vida, apresentando um registro maduro e muito bem aceito, tanto pela crítica quanto pelo público, e em 2016 apresentou seu DVD Ao Vivo no Cine Joia, um registro emocionante da celebração que é o show da banda.
Chegando à marca impressionante de mais de meio milhão de seguidores noFacebook, mais de 42 milhões de visualizações nos vídeos do youtube, com 7 turnês internacionais (pela França, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela) e mais de 300 shows realizados, A Banda Mais Bonita Da Cidade se consolida cada vez mais como parte importante da música brasileira atual.
A banda segue em turnê de lançamento de seu terceiro disco: De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo.
– Bilheteria do Theatro São Pedro: de segunda a sexta-feira, das 13h até o horário de início dos espetáculos. Quando não há espetáculo, das 13h às 18h30. Nos sábados e domingos, das 15h até o horário de início dos espetáculos.
Mais informações para o público:
(51) 3227.5100 | 3227.5300 com a equipe do Theatro São Pedro
Ela foi única, cantou como ninguém e deixou saudade. A cantora, que morreu em 1982, nasceu em Porto Alegre em 17 de março de 1945. o show de Glau Barros “Alô alô Elis Regina” ocorre no dia 17 de março, às 21h30, no Espaço 373
Considerada uma das mais importantes intérpretes da atual geração de artistas gaúchas, Glau Barros completa este ano 30 anos de carreira. Já se apresentou nos principais espaços culturais do Brasil com shows e musicais, entre eles: Night Club, Ta-hí Carmen Miranda, Os Malandros, Prato Feito – Você tem fome de que?, Noite dos Lobos – Canções de Lupicínio Rodrigues, SAMBA – Eu Canto Assim! e Glau Barros – Especial Clara Nunes.
No show em homenagem à aniversariante do dia, Glau estará acompanhada por Marco Farias (teclado), Wilmar Fernandes Neto (baixo) e César Audi (bateria). Glau interpretará algumas das canções mais significativas da carreira da “Pimentinha”, compostas por nomes como Lupicínio Rodrigues, Milton Nascimento e Tom Jobim. No set list está Cais, Cadeira Vazia, Cai Dentro, O bêbado e o equilibrista, Águas de Março e Alô Alô Marciano, entre outros.
“Alô, alô Elis Regina” não é cover, mas uma revisita ao repertório da artista. Glau Barros coloca nesta apresentação todo conhecimento adquirido, como cantora e atriz, ao longo dessas três décadas .
Sobre o Espaço 373
Inaugurado em março de 2017, o Espaço 373 remete às famosas casas de jazz de New York pelas paredes de tijolos à vista, madeiras de demolição e um charmoso piano de parede. Localizado 4º Distrito, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município.
Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772
Capacidade: 150 pessoas | Aceita todos os cartões de crédito | Ambiente climatizado | Possui wifi | Segurança na porta | Estacionamento no Shopping Total
O início da temporada 2020 do projeto Clássicos na Pinacoteca será marcado pela apresentação do Duo Vórtice. A apresentação será na terça-feira, 17, às 18h30. O ingresso é uma contribuição espontânea e a lotação da sala é para 50 lugares.
O Duo Vórtice é formado pelo brasileiro Tácio César Vieira (Florianópolis, 1990) e pelo chileno Ricardo Bahamondez (Coyhaique, 1988). Eles apresentarão na Pinacoteca Ruben Berta (rua Duque de Caxias, 973) obras de dois mestres russos, Shostakovich e Rachmaninoff, além do brasileiro, Villa-Lobos. Esses compositores vivenciaram, nas primeiras décadas do século XX, dramáticas mudanças políticas, ondas de revolução global, uma grande crise econômica e duas guerras mundiais.
Violencelista Tácio Cesar Vieira. Foto Mari Lopes/ Divulgação
Clássicos na Pinacoteca
Duo Vórtice com Tácio César Vieira (cello) e Ricardo Bahamondez (piano)
Pinacoteca Ruben Berta
Rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico – Porto Alegre
Terça-feira, 17, 18h30 acervo@portoalegre.rs.gov.br / (51) 3289 8292
Ingresso: contribuição espontânea (lotação: 50 lugares)
Programa
Dmitri Shostakovich (Rússia, 1906 – 1975) – Sonata in D minor, Opus 40
Heitor Villa-Lobos (Brasil, 1887 – 1959) – O Canto do Cisne Negro
Sergei Rachmaninoff (Rússia, 1873 – EUA, 1943) – Vocalise nº14, Opus 34
Ricardo Bahamondez – Mestrando da Ufrgs, sob a orientação do professor e pianista Ney Fialkow, é graduado na Universidade Austral do Chile com o professor Letón e o pianista Armands Abols. Estudou em Santiago com a pianista Alexandra Aubert, em Viña del Mar, com o cravista e pianista Aníbal Correa e em Coyhaique com Felipe Nahuelpan e Aldo Gomez. Também participou de masterclasses em piano e música de câmara no Chile, Argentina, Brasil, Alemanha e Áustria. Atuou como solista em grupos de música de câmara no Chile, na Argentina e no Brasil.
Tácio César Vieira – Violoncelista na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), é graduado na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) com o professor Hans Twitchell. Com ampla experiência em música de concerto, já integrou as orquestras mais conceituadas da Região Sul. Tocou com solistas como Nelson Freire (piano), Yang Liu (violino), Christoph Hartmann (oboé), Jean-Louis Steuerman (piano), Nicolas Koeckert (violino), dentre outros. Já atuou como solista em orquestra e em grupos de música de câmara em São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Chile e França.
A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) abre as celebrações de 250 anos do expoente da música romântica, Ludwig van Beethoven (1770-1827), interpretando uma de suas grandes obras: “Sinfonia n° 7 em Lá maior, Op. 92”, conhecida como Sétima Sinfonia. O concerto acontece no dia 14 de março, sábado, e marca o início do ciclo das Nove Sinfonias de Beethoven, que serão interpretadas em diversas apresentações ao longo do ano. Sob regência do maestro alemão Rudolf Piehlmayer, os músicos ainda revisitam duas grandes obras: “Concerto n°1 em Dó maior para violoncelo, Hob. VII B:1”, de Joseph Haydn (1732-1809), e “Concerto em Sol menor para dois violoncelos, RV. 531”, de Antonio Vivaldi (1678-1741). Os solos ficam por conta dos violoncelistas Martina Stroher e Paulo Gaio Lima. A apresentação inicia às 17h, na Casa da Ospa.
A fim de reforçar a importância histórica do compositor romântico, a Ospa vai presentear o público que comparecer aos concertos das 9 Sinfonias de Beethoven. O prêmio consiste em um kit exclusivo com produtos inéditos da orquestra, como camiseta, bloco de anotações, ecobag e ingressos para a próxima temporada. Para participar, é necessário estar presente nas nove apresentações em que serão interpretadas as sinfonias ao longo do ano, tirar uma foto com o personagem caracterizado de Beethoven presente no evento — que terá uma identificação da obra executada no dia — e enviar a imagem para o e-mail as9sinfonias@gmail.com. É obrigatória a leitura prévia do regulamento (bit.ly/ospa_9sinfonias), que contém a data de todos os concertos contemplados na promoção e demais informações. O ciclo inicia neste sábado (14), com a apresentação da Sétima Sinfonia.
Por Trás do Programa
Além do espetáculo, a sinfônica realiza a segunda edição do projeto “Por Trás do Programa”. Todo o repertório executado no dia é apresentado por meio de uma palestra com um especialista convidado. O objetivo é aproximar o público e tornar mais lúdica a experiência com a música de concerto. Nesta edição, ganha destaque a peça que abre o ciclo das Nove Sinfonias, “Sinfonia n° 7 em Lá maior, Op. 92”, de Ludwig van Beethoven (1770-1827). O encontro acontece às 15h30, na Sala de Concertos da Casa da Ospa, e é conduzido pelo pianista Max Uriarte. A entrada é franca.
Os ingressos estão disponíveis por valores entre R$ 15 e 40 através do site da Uhuu, na bilheteria do Teatro do Bourbon Country ou no local, no dia do concerto, das 14h às 17h, mediante disponibilidade.
Mais informações pelo site www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 3222-7387.
Sob
Fotos da Ospa Maurício Paz/ Divulgação
re o repertório
O segundo concerto da Temporada Artística 2020 marca o início do ciclo das Nove Sinfonias de Beethoven. Para abrir o projeto, a orquestra interpreta a “Sinfonia n° 7 em Lá maior, Op. 92”, popularmente conhecida como Sétima Sinfonia. Estreada em Viena, em 1813, a obra é uma das mais importantes da história da música de concerto. A peça apresenta elementos fundamentais que nortearam a linguagem musical das gerações que sucederam Ludwig van Beethoven (1770-1827). Timbre, densidade e intensidade são características marcantes por assumirem papéis quase autônomos na obra. Expoente máximo da música romântica mundial, Beethoven é considerado um dos pilares da música ocidental após 250 anos de seu nascimento.
O programa ainda homenageia o austríaco Joseph Haydn (1732-1809), um dos destaques do período clássico. “Concerto n°1 em Dó maior para violoncelo, Hob. VII B:1” é uma das obras que Haydn compôs para corte de Esterházy. A peça permaneceu perdida por muitos anos, sendo reconstituída a partir das partes orquestrais encontradas por um bibliotecário de Praga, em 1961. Com ritmos pontuados, a peça é marcada pelo barroco devido à alternância dos solos com os tutti orquestrais. Apesar do classicismo formal, ao final, a composição encaminha a orquestra e o solista para um turbilhão contínuo que exige muita habilidade técnica.
O barroco também se faz presente na obra do italiano Antonio Vivaldi (1678-1741). Conhecido do grande público principalmente por seus quatro concertos para violino e orquestra, denominados “As Quatro Estações”, Vivaldi compôs 770 obras, 46 óperas e 477 concertos. Entre elas, destaca-se “Concerto em Sol menor para dois violoncelos, RV. 53”, que será interpretada com solos dos violoncelistas Martina Stroher e Paulo Gaio Lima.
Rudolf Piehlmayer (regente – Alemanha)
Maestro alemão, Piehlmayer estudou piano, clarinete e regência na Universidade de Música e Teatro de Munique. Durante seus estudos de música, participou de masterclasses com Leonard Bernstein e Sergiu Celibidache. Em 1991, foi contratado pelo Regensburg Theatre, onde foi nomeado primeiro regente e, posteriormente, vice-diretor geral de música. De 2007 a 2010, conduziu, como convidado, a Orquestra Gewandhaus de Leipzig, realizando mais de 80 apresentações. Seu repertório inclui “Manon Lescaut”, de Puccini, “La Traviata”, de Verdi, “A Flauta Mágica”, de Mozart, e “Carmina Burana”, de Carl Orff. Desde 2013, Piehlmayer trabalha regularmente com a Academia Norueguesa de Oslo e, como maestro, na Musashino Academia Musicae, em Tóquio. Em 2020, Piehlmayer está a cargo da produção de “Madame Butterfly”, de Puccini, com a Orchester National des Pays do Loire.
Martina Stroher (violoncelo – Brasil)
Natural de Ivoti, no Rio Grande do Sul, Martina iniciou os estudos musicais de violoncelo aos nove anos de idade. Estudou com Adriane Savitzky e Milene Aliverti na Escola de Música da Ospa. Já participou como instrumentista convidada na Orquestra do Sesi, na Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) e na Orquestra Ouro Preto. É graduada no curso de instrumentista de orquestra, com especialidade em violoncelo, pela Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa, orientada pelo professor Paulo Gaio Lima. De 2008 a 2018, trabalhou na Orquestra Sinfônica Brasileira e, atualmente, integra o naipe de violoncelos como chefe de naipe da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa).
Paulo Gaio Lima (violoncelo – Portugal)
Renomado músico português, iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música, em Porto, onde foi aluno de Madalena Costa. Em 1987, atuou como violoncelista convidado da Orquestra Sinfônica do Reno, e, de 1992 a 2000, integrou a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Atualmente, se apresenta regularmente em festivais de música de Portugal e na Europa. Divide o tempo dos palcos com as atividades pedagógicas na Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa, nas Universidades de Évora e Minho e em cursos de aperfeiçoamento na Espanha, França, Brasil, Áustria e Estados Unidos.
Concerto Beethoven 250 anos
Quando: 14 de março de 2020, sábado, às 17h Onde: Casa da Ospa (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Praia de Belas)
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos
Ingressos:
Valores: Valores: R$ 40 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 10 (para estudantes, exceto camarote) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para seniores, sócios do Clube do Assinante ZH, doadores de sangue e pessoas com deficiência e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon e para clientes do Banrisul.
Venda física: na Casa da Ospa, no dia do evento, das 14h às 17h; ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. Sujeita à disponibilidade de ingressos.
PROGRAMA
Antonio Vivaldi (1678-1741): Concerto em Sol menor para dois violoncelos, RV. 531
Joseph Haydn (1732-1809): Concerto n°1 em Dó maior para violoncelo, Hob. VII B:1
Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sinfonia n° 7 em Lá maior, Op. 92
Regente: Rudolf Piehlmayer (Alemanha)
Solistas: Martina Stroher (violoncelo – Brasil) e Paulo Gaio Lima (violoncelo – Portugal)
Nei Lisboa e seu parceiro de longa data, Luiz Mauro Filho, retornam no dia 13 de março (sexta-feira) ao Espaço 373. Este é o primeiro show após a reforma de ampliação do 373.
No repertório, uma mescla de canções inéditas com um apanhado geral de sua trajetória, e sucessos de diferentes épocas, como Telhados de Paris, Pra te lembrar, Verão em Calcutá, Pra viajar no Cosmos, Relógios de Sol, Cena Beatnik, Faxineira e No boleto e no cartão. Entre as mais recentes e inéditas: Para um, Capitão do mato e Nós é que vivemos.
Foto André Feltes/Divulgação
Com onze discos lançados ao longo de quatro décadas, Nei Lisboa publicou também dois livros: uma coletânea de crônicas e um romance editado no Brasil e na França. Suas canções fazem sucesso na voz de intérpretes consagrados, como Caetano Veloso, Zélia Duncan, Luiza Possi e Cida Moreira. Seu mais recente álbum, “Telas, tramas & trapaças do novo mundo”, foi gravado ao vivo em Porto Alegre, com patrocínio do Natura Musical.
Sobre o Espaço 373
Inaugurado em março de 2017, o Espaço 373 remete às famosas casas de jazz de New York pelas paredes de tijolos à vista, madeiras de demolição e um charmoso piano de parede. Localizado 4º Distrito, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município.
Recentemente, o 373 foi ampliado para receber shows locais e nacionais e apresentações de teatro, literatura e dança e oficinas, além de se tornar um novo espaço colaborativo do Distrito Criativo.
Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772 Capacidade: 150 pessoas | Aceita todos os cartões de crédito | Ambiente climatizado | Possui wifi | Segurança na porta | Estacionamento no Shopping Total
Já é tradição: quando parece que o carnaval terminou e tá todo mundo já se preparando pra esperar um ano inteiro pra curtir o carnaval de novo, chega o Arrastão da Turu pra dar aquele gostinho a mais. Afinal de contas, o carnaval de rua resiste! Sábado, dia 14, concentração a partir das 14h, saída programada para as 15h, carnaval até as 19h.
A Turucutá Batucada Coletiva Independente é um coletivo que se apresenta com instrumentos semelhantes aos de uma bateria de escola de samba, junto de sopros, cordas e vozes que fazem o grupo completo desde 2008. O grupo não vive só de carnaval: ao longo do ano se apresenta em diversas casas de show da cidade, além de festas particulares e eventos sociais com o grupo show, e mantém ainda uma oficina de percussão que musicaliza cerca de 100 pessoas a cada ano.
A Turucutá é a mola propulsora do movimento de batucada que se iniciou junto ao Afro-Sul Odomodê.
Há alguns anos a Turucutá deixou de se moldar às exigências da prefeitura e saiu do circuito oficial do carnaval de Porto Alegre, fazendo desde então o seu desfile anual de forma independente e 100% financiada pelo público através de financiamento coletivo. Esse ano arrecadou mais de 25 mil reais que proporcionarão toda a estrutura necessária para um carnaval seguro e confortável para os foliões! ‘Fazer carnaval é um ato político e por aqui seguimos resistindo com a força de todos vocês’, afirmam os integrantes da Turu.
Quem tiver uma fantasia vermelha e verde pode colorir a cidade com a Turu, que traz no repertório muito samba, axé, ijexá, composições autorais e um monte de música que não sai da boca do povo!
12º Arrastão da Turucutá Dia 14 de março, às 15h (concentração às 14h)
Rua Washington Luiz, em frente à CIENTEC
Durante o mês de março, o protagonismo feminino é a marca registrada do Projeto Chapéu Acústico, da Biblioteca Pública do Estado. A atração da terça-feira (10), às 19h, no Salão Mourisco, é o Choro das Gurias. O Grupo é composto por Julia Lorenz, no bandolim; Júlia Valentini, no violão; Juliana Rosenthal, no cavaquinho; Natália Santos, no pandeiro; Stefania Colombo, na flauta transversa; e Victória Gautto, no clarinete.
A formação camerística de choro, conta com arranjos de Elias Barboza e das próprias integrantes. Ocupando um espaço cada vez mais destacado na cena cultural de Porto Alegre, o Choro das Gurias traz como grande diferencial a sonoridade das mulheres gaúchas na música instrumental.
O Projeto Chapéu Acústico acontece todas as terças-feiras, na Biblioteca Pública do Estado. Não há cobrança de ingresso. A contribuição para o “chapéu” é espontânea. Até o final de março, ainda se apresentam no Salão Mourisco, sempre às terças-feiras, às 19h, Gabriela Lery, do dia 17; Aretha Lima, dia 24, e Glau Barros, com o show “As Damas do Samba”, no dia 31. A produção do Projeto Chapéu Acústico leva a assinatura de Marcos Monteiro.
SERVIÇO:
Chapéu Acústico – Choro das Gurias Quando: 10/03 (terça-feira)
Horário: 19h
Ingressos: entrada franca|contribuição espontânea
Onde: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado | Riachuelo, 1190 – Centro Histórico | Porto Alegre
Contato: (51) 3224-5045 ou pelo e-mail marcosmonteiroprojetos@gmail.com