Os aspirantes às artes cênicas têm oportunidade de aperfeiçoar suas técnicas.
O Espaço do Ator está oferecendo uma semana de aulas gratuitas nos cursos
de teatro ao público infantil, adolescente e adulto. Os cursos da escola são de
preços populares e dispõe oficinas, nas quais os alunos, na conclusão do curso,
farão apresentações em teatro profissional tendo contato com iluminação,
sonoplastia, figurinos, maquiagem e adereços.
Sob a orientação dos professores Cândida Bazanella e Diego Ferreira, as aulas
gratuitas ocorrerão do dia 02 a 07 de Março, em horários diferenciados, de
acordo com o curso escolhido pelo aluno. As aulas possuem até 3h de duração
e preveem os princípios básicos do teatro, jogos teatrais, improvisação,
exercícios corporais e vocais, textos dramáticos, convenções da dança-teatro,
entre outros. Para agendar sua aula gratuita, o aluno deve entrar em contato
com a escola e marcar o horário desejado. Os horários das aulas são:
02/03 – Curso Teatro para Desinibição as 19h
03/03 – Curso Teatro Infantil as 10h e as 15h.
Curso de Formação de Atores as 19h.
04/03 – Curso Teatro Adolescente as 19h.
05/03 – Curso Teatro Infantil as 10h e as 15h.
Curso de Formação de Atores as 19h.
06/03 – Curso Livre de Teatro as 15h e as 19h.
07/03 – Curso Teatro Infantil as 10h.
Curso de Montagem Teatral as 15h.
Segundo a professora Cândida Bazanella, “O teatro auxilia na tomada de
decisões e no desenvolvimento do pensamento crítico e analítico de situações
cotidianas, auxilia na desinibição, desenvolvendo o corpo, a fala e as
articulações; é divertido, pois por meio das cenas nos colocamos no lugar do
outro, vivenciando diferentes tipos de personagens reais e imaginários”.
SERVIÇO
Espaço do Ator fica na Rua Veador Porto, 241, no Bairro Santana em Porto
Alegre, junto a sede do Sindicato dos Artistas Gráficos.
Maiores informações pelo site: www.espacodoator.com
Email: contatoespacodoator@gmail.com
whatsapp: (51) 99662-8688

Espaço do Ator
É uma escola de teatro e comunicação, auxiliando no desenvolvimento
pessoal dos alunos com cursos, oficinas de montagem e cursos de
estilos teatrais atendendo todas as idades. Visa melhorar o desempenho
dos alunos auxiliando nas atividades de comunicação e expressão,
permitindo o autoconhecimento através dos jogos teatrais, sensibilizando o
aluno a penetrar em outro universo mais criativo, mais lúdico, e completamente
colaborativo. Além de auxiliar os alunos a encontrar-se na profissão do ator e
teatreiro, assim como no cinema, na dublagem e nas demais extensões que o
profissional das artes cênicas atua.
Os Professores
Cândida Bazanella tem 36 anos. Atriz, desde 1997, participou de diversas
oficinas e festivais pelo interior do Estado do Rio Grande do Sul. Participou de
oficinas com: “Oi Nóis Aqui Traveiz”, Celso Frateschi, Ligia Rigo, Paulo Flores,
Daniel Terra com a montagem “Que Se Passa Chê?” texto Carlos Carvalho e
Fernando Kike Barbosa com a montagem “Comédia da Vaidade” texto de Elias
Canetti. Em 2007 ganhou prêmio de melhor atriz no festival de Estância velha
com a “Cia Renascença”, com o espetáculo “Ana Fierlig” adaptação do texto
“Mãe Coragem” de Bertold Brecht. Em 2008 participou da oficina “O Corpo
como Fronteira” com Renato Ferracini e em 2011 o curso de “Mimese
Corpórea” com Raquel Scotti Hirson ambos do grupo LUME, em Campinas –
SP. Trabalhou por dois anos na Casa de Cultura Mario Quintana.
Formada em Graduação em teatro: licenciatura na Universidade Estadual do Rio
Grande do Sul (UERGS). Fundou, em 2012, o grupo, Cia Oníricos de Teatro,
no qual foi diretora da peça “Edward: O Retorno”, com diversas premiações no
Festival Art In Vento e indicação de melhor direção e atriz no Prêmio Açoriano,
de Porto Alegre. Lecionou em projetos sociais como: Projovem Adolescente,
ONG Coletivo Feminino Plural e Cufa (Central Única das Favelas). Há cinco
anos vem atuando como professora em espaços culturais, escolas públicas e
privadas como: Escola Nossa Senhora do Cenáculo, Casa Cultural Tony
Petzhold, Galpão das Artes, entre outros. E atualmente professora no Espaço
do ator onde dirigiu os espetáculos: “Conte-me sobre a Capital”, “Holocausto do
Amor”, “O feitiço da Bruxa”, entre outros.
Diego Ferreira é Graduado em Teatro na UERGS/2009. Diretor do Grupo
Válvula de Escape, Produtor, Ator e Professor das disciplinas de Expressão
Corporal I e II no Unilasalle (Canoas), Professor no Curso “Desibinição através
do Teatro” na Unisinos (São Leopoldo), professor no Curso de Formação de
Atores do Galpão de Artes (Canoas). Foi crítico convidado do Festival de
Teatro de Montenegro nas edições de 2012 e 2014. Em 2013 foi integrante da
Comissão do Prêmio Mais Teatro, concedido pela Prefeitura Municipal de Porto
Alegre.
Iniciou a sua trajetória no teatro em Porto Alegre em 1995, desde então vem aprimorando seus conhecimentos na área teatral. Dirigiu vários
espetáculos teatrais dentre os quais: “Essa propriedade está condenada”
2014/2015, “Tempos Perdidos” 2011, “Assovio no vento escuro” em 2010,
baseado na obra de Clarice Lispector, “Wilma e Elza” em 2009 que circulou
por 25 cidades do Rio Grande do Sul, “Travessia” (2010). Dedica-se também
aos blogs Válvula de Escape e Olhares da Cena, um espaço virtual dedicado
as artes cênicas do estado, além de fazer a cobertura de festivais de teatro
exercendo a função de crítico teatral.
Recentemente foi indicado ao Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Gravataí por sua atuação em “A filhada escrava”. O mesmo espetáculo foi o grande vencedor do festival de Osórionas categorias Melhor Espetáculo, atriz, atriz coadjuvante, figurino e iluminação. Em 2015 o espetáculo “Essa propriedade está condenada” obteve 9 indicações no Festival de Osório vencendo nas categorias Atriz e Iluminação.Em 2016 dirige a esquete “CICATRIZ” apresentada no Congresso da Feessers, (IN)SÔNIA, PLUFT, A MALDIÇÃO DO VALE NEGRO E PLATAFORMA K.
Blog
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Escola "Espaço do Ator" promove uma Semana de Portas Abertas, com aulas gratuitas
Fotos: Espaço do Ator/ Divulgação -

Parte dos 28 fotógrafos expositores. Foto: Juliana Baratojo/Divulgação 28 fotógrafos mostram múltiplos olhares, visões e fragmentos sobre Porto Alegre
Imagens que traduzem diferentes visões e fragmentos sobre Porto Alegre, sobre a natureza, sobre o concreto, sobre o mundo. Assim é a exposição “Múltiplos Olhares: 28 fotógrafos” que nasceu da iniciativa do curador, arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer. Ele desafiou profissionais da fotografia a mostrarem suas diferentes interpretações e olhares em imagens que estarão na mostra, que será inaugurada no dia 3 de março, das 17h30 às 20h no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020, no Centro Histórico). A exposição fica em cartaz até o dia 29 de março, com entrada franca.

Foto: Fábio Petry/ Divulgação Cada fotógrafo contribuiu com 2 obras para essa exposição composta por 56 imagens. Parte desse material foi produzido durantes duas saídas de campo, realizadas em janeiro, pelo Centro Histórico. A ideia era homenagear Porto Alegre, em seu mês de aniversário, e também mostrar os múltiplos olhares dos fotógrafos – a maioria residente na capital gaúcha – sobre o mundo.

Foto: Tiago Jaques/Divulgação Na mostra, estão registros de Ana Fernanda Tarrago, Andréa Barros, Andréa Seligman, Alexandre Eckert, Aníbal Elias Carneiro, Bia Donelli, Clara Koury, Douglas Fischer, Eduardo Grazia, Fábio Petry, Flávia Ferme, Flávio Wild, Helena Stainer, Iara Tonidandel, Ivana Werner, Laércio de Menezes, Leandro Facchini, Leonardo Kerkhoven, Manoel Petry, Marcelo Filimberti, Marcelo Leal, Nattan Carvalho, Paulo Mello, Rafael Karam, Rogério Soares, Sílvia Dornelles, Tiago Jaques e Victor Ghiorzi.

Foto: Rafael Karam /Divulgação Fábio André Rheinheimer explica que a exposição foi concebida a partir da interação entre elementos aparentemente desconexos, elementos do portfólio de 28 profissionais. “A partir destas parcelas – imagens extraídas do contexto – organizam-se outras possibilidades do ver, novas ressignificações. Neste percurso, eis o espectador a delinear, segundo apropriação particular), a elaboração hipotética de outros (ou novos) relatos, tendo por objeto a livre inter-relação entre produções distintas”, descreve.

Foto: Manoel Petry / Divulgação Dessa forma, a partir da visão dos expectadores sobre os múltiplos olhares dos fotógrafos surgem novas imagens e olhares. “É a elaboração de um diálogo plural (segundo fragmentos de produções distintas, sem jamais o pretender definitivo ou absoluto), de domínio exclusivo do espectador, autor de releituras e narrativas poéticas a partir de imagens que, mesmo condenadas à estagnação de um momento, eclodem numa profusão de novas apropriações simbólicas”, finaliza no material de divulgação da mostra, Rheinheimer.

Foto: Leonardo Kerkhoven/ Divulgação Múltiplos Olhares: 28 fotógrafos
Curadoria Fábio André Rheinheimer
Abertura: 3 de março, coquetel das 17h30 às 20h.
Visitação: de 4 a 29 de março de 2020 – terça a sábado, das 10h às 18h; domingo, das 13h às 17h.
Espaço Cultural Correios, Av. Sete de Setembro, Nº1020, Centro Histórico, Porto Alegre RS.

Foto: Leandro Facchini /Divulgação ENTREVISTA COM O CURADOR FÁBIO ANDRÉ RHENHEIMERHigino BarrosPergunta: A mostra traz o trabalho de 16 homens e dez mulheres. é significativa a presença feminina. O que caracteriza a foto delas? e a dos homens?Resposta: De forma bem resumida, pode-se dizer que o processo de curadoria envolve vários elementos: o espaço expositivo, o conceito (tema) abordado, as referências teóricas, o número de participantes, as dimensões das obras dentre outros condicionantes, que associados determinam a “construção” de uma exposição. Neste processo, a quantificação quanto ao gênero, nunca me pareceu relevante e, também, nunca o fiz. Na verdade, antes destes números aqui apresentados, eu não havia quantificado a participação masculina e feminina nesta mostra. O meu interesse é superior a isto, apenas a obra do profissional. Minha posição é tratamento igualitário sempre; e não vejo distinção quanto à qualidade final dos trabalhos, que é o que me interessa. Ou não há disso na hora de fotografar? Na minha concepção, existem os profissionais e suas percepções de mundo, pontos de vista distintos quanto à arte da fotografia, bem como interesses muito particulares no que se refere aos elementos que podem (ou não) contribuir no desenvolvimento de seus processos de trabalho. Portanto, minha parte é selecionar e avaliar as obras, em sintonia com o conceito proposto (e demais elementos), ora a partir dos portfólios, ora “sob encomenda“. Neste caso, usualmente organizo saídas a campo, quando assim parece ser interessante. Segmentar os profissionais da fotografia entre homens e mulheres me parece não só inadequado, mas também profundamente arcaico. Esta etapa, felizmente, espero que já tenhamos superado. Não falo de escolher e sim do ato de fazer arte, digamos. Parte delas exerce outra profissão, sendo a fotografia uma atividade diletante. Como analisa isso? Os meus 33 anos de experiência profissional nas artes visuais, me fazem acreditar que toda e qualquer atividade “extra” pode contribuir de forma a agregar valor ao trabalho dos artistas, em todas as técnicas indistintamente, e na fotografia não penso que seja diferente. Veja minha situação: uso de meu conhecimento enquanto arquiteto e urbanista no meu trabalho artístico, o que me facilita e muito. Por exemplo, o exercício tridimensional de concepção de um espaço qualquer, ou edificação, também emprego quando proponho objetos de arte, ou esculturas. Acredito que toda e qualquer qualificação profissional é sempre bem-vinda, e pode sim fazer diferença na concepção e desenvolvimento das obras. Enfim, a amplitude de horizontes pode estimular e consolidar outras possibilidades do fazer artístico no âmbito particular, mas isto só ocorre a partir de um processo criativo continuado, e, portanto, exige muito trabalho… ou não frutifica.
Foto: Laércio de Menezes/Divulgação Pergunta: Qual a avaliação que você faz sobre a cena fotográfica de Porto Alegre?Resposta: Na minha percepção, existe uma fixação, por parte de muitos fotógrafos que, restringindo o foco a questões técnicas, inviabilizam outras formas de pensar e criar na área da fotografia. Esta postura não impede a continuidade da produção destes profissionais, porém é certo que outras formas do fazer artístico poderiam ocorrer, por exemplo, se usassem como referência a história da arte, a direcionar um processo permanente e continuado do exercício da fotografia. Outro aspecto que observo é a recorrente discussão se a fotografia realizada com telefone celular é melhor (ou pior) da feita com câmera tradicional. Este tipo de enfrentamento me parece tolo, pois o resultado final é que validade do processo. Enquanto profissional das artes visuais, penso que as questões técnicas são relevantes, porém jamais devem ser limitadoras da criatividade. Por exemplo, o artista usa a técnica e quando for lhe parecer interessante a subverte, sem problema algum de consciência. Nas artes, não acredito em progresso sem que haja ruptura, ou seja, sair da zona de conforto é arriscado, é preciso acima de tudo coragem, mas pode valer a pena.
Foto: Ivana Werner/ Divulgação Pergunta: Como é a situação de espaços para exposições na aldeia? É satisfatório o número, há falta ou sobra?Resposta: Vivemos, como bem disseste, numa aldeia. Nossa pequena Porto Alegre tem bons espaços, muito embora, é recorrente a falta de investimentos na qualificação destes. Por exemplo, a questão da iluminação, elemento fundamental para uma exposição, nem sempre é satisfatória em ambos aspectos quantitativo e qualitativo.
Foto: Helena Stainer /Divulgação Pergunta: Como analisa o mundo da arte em tempos tão conturbados politicamente como o de hoje? Basta lembrar que o fechamento da exposição Queer, aconteceu aqui no Santander Cultural.Resposta: O mundo se apresenta complexo em vários aspectos e a inexistência do distanciamento histórico, imprescindível para compreender, elucidar este momento, não facilita este processo. É indiscutível que a arte, esta necessidade de expressão intrínseca ao humano, sobreviverá a tudo e a todos. A história da humanidade nos elucida, com fatos concretos, que ideias radicais não orientam o melhor caminho a seguir. Entretanto, posturas diametralmente opostas entre si, proporcionam maior espaço para o diálogo. Isto sim. Atuar nesta direção exige comprometimento e disposição de todos para que se realize. Neste momento, é como se o planeta precisasse de novas respostas, a questões antigas e ainda não elaboradas, porém o melhor caminho (sempre) é buscar o entendimento. Quanto à mostra ‘Queer’, não vi, portanto não irei, tampouco posso, emitir opinião.

Foto: Flávia Ferme /Divulgação 
Foto: Fábio Petry/Divulgação 
Foto: Andréa Seligman/ Divulgação 
Foto: Andrea Barros/ Divulgação 
Foto: Alexandre Eckert/Divulgação -

Luiz Reni lança o romance "O último concerto de jazz”, no Bar do Alexandre
O jornalista e escritor Luiz Reni C. Marques vai lançar dia 19 de março o romance “O último concerto de jazz” (Sinal Cultural, 202 páginas), das 18h às 22h, no Bar do Alexandre, na Rua Saldanha Marinho, 132, Bairro Menino Deus, em Porto Alegre. A obra relata a tragédia provocada pela Segunda Guerra Mundial e a forma como respinga no subúrbio da capital gaúcha, em 1944, com a partida dos 25 mil pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os nazistas na Itália, ao lado das tropas aliadas. Aos 13 anos, o mundo de Francisco é abalado pelo embarque do irmão Frederico, cinco anos mais velho, para lutar do outro lado do Oceano Atlântico, em um conflito até então distante do seu mundo e dos seus interesses.
Frederico desaparece no campo de batalha, em uma missão secreta e seu corpo não é encontrado. Essa situação altera para sempre a rotina do patriarca Ernesto Morelli, apaixonado por jazz, gosto que passou para seus dois filhos, da sua mulher Julieta e dos seus descendentes. A história dessa família nas cinco décadas seguintes é marcada pelo arrebatamento pela música, amores, paixões, encontros e desencontros em dois continentes. Contrabaixista de sucesso, Francisco reverencia a imagem de Frederico, seus primeiro instrutor na carreira de instrumentista. A guerra, encerrada poucos meses depois do desembarque dos soldados brasileiros em Nápoles, jamais acabou realmente para os Morelli.
Marques nasceu em Porto Alegre, em 1954, estudou Direito, História e Jornalismo, o único curso que concluiu. Foi repórter em Zero Hora, Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Senhor e Isto É, e correspondente free lancer da Reuters, entre outros veículos de comunicação. Redator e editor na Rádio Gaúcha, diretor de redação da Revista Mundo Comércio Exterior, professor de Redação Jornalística na PUCRS e assessor de imprensa na Câmara dos Deputados durante a Assembleia Nacional Constituinte, atualmente edita o Blog Luiz Reni/Revista Mundo. “O último concerto de jazz” é o seu segundo romance. Antes, lançou “Noite longa demais”, que pode ser encontrado apenas em versão digital na Amazon.Com.
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O Butiá: cenário das apresentações musicais. Foto Henrique Theo Möller/Divulgação Cinco vezes jazz da melhor qualidade, na beira do Guaíba
O Butiá retoma no dia 1º de março o projeto Jazz na Beira. Os shows ocorrem aos domingos, a partir das 17h45, tendo como cenário o pôr do sol do Guaíba. Os ingressos custam R$ 30,00 e é necessário fazer reserva pelo site www.obutia.com.Quarchêto

Foto: Francisco Guara Hah/ Divulgação Quarchêto é a primeira banda a se apresentar. Formada por Ricardo Arenhaldt (bateria), Hilton Vaccari (violão), Matheus Kleber (acordeon) e Júlio Rizzo (trombone), o grupo vem se destacando pela inovação na música instrumental brasileira.Com raízes do sul do Brasil, Uruguai e Argentina, o Quarchêto viaja com refinamento e bom humor por xotes, vanerões, chamamés, chacareras, milongas e rancheiras. Seus discos e espetáculos receberam vários prêmios Açorianos de Música e suas turnês incluem diferentes cidades do Brasil e países como Alemanha e França. Em maio, os guris embarcam para mais dez concertos em Frankfurt, Munique, Krefeld, Kaiserslautern.Nico Bueno

Foto Roberta Amaral/Divulgação No dia 8 de março, é a vez de Nico Bueno (baixo), Pedro Tagliani (guitarra) e Marquinhos Fê (bateria) subirem ao palco, num show recheado de melodias, suingue e improvisação. No repertório, a música brasileira e o jazz contemporâneo.Bibi Jazz Band
Foto Bruna Marchioro/Divulgação Em 15 de março, Bíbi Jazz Band apresenta “Parla Piu Piano, em referência à clássica trilha sonora do filme O Poderoso Chefão (1972). A voz doce da cantora entoará releituras da música popular italiana e clássicos do jazz americano, também em italiano.Nascida em Montevidéu (Uruguai) Bíbi tem formação em coro, inclusive canto lírico e participações em montagens de óperas em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). Dona de um timbre de voz peculiar, ela é considerada por críticos da imprensa a melhor cantora de jazz do Estado.Melina Vaz
Foto Daniel Andrade/ Divulgação No dia 22,Melina Vaz faz tributo à Amy Winehouse interpretando, quase que por completo, os dois álbuns da diva, “Frank” e “Back to Black”. Radicada em São Paulo, Melina iniciou a carreira interpretando os sucessos de Amy e, até hoje, lota as casas por onde passa. Em 2016, convidou o pianista Ras Vicente para acompanhá-la no projeto que abriu as porta na cena gaúcha, intitulado “Divas do Jazz”.Ale Ravanello Blues Combo

Foto Zé Carlos de Andrade/Divulgação E no dia 29, tem Ale Ravanello Blues Combo. Acompanhado de Sergio Selbach (contrabaixo), Nicola Spolidoro (guitarra) e Clark Carballo (bateria), Ravanello (harmônica e vocais) apresenta um repertório que mistura clássicos dos grandes mestres da harmônica, com temas recheados da animação e do swing dos anos 50 e 60, com muita interação e comunicação com o público. Com dez anos de estrada, o quarteto tem no currículo três CDs e um DVD gravados.Sobre O Butiá
É uma antiga fazenda leiteira circundada por morros e gentilmente aninhada na beira do rio, a menos de uma hora de Porto Alegre. Com duzentos hectares de matas, campos e praias, o Butiá foi concebido para quem quer, literalmente, sair do lugar comum.Os convidados podem desfrutar da privacidade de uma praia particular e de mais de dois hectares de jardins com vistas inesquecíveis do entorno, bem como de diversas trilhas nos mais de oitenta hectares de mata nativa. A localização da fazenda e como chegar são informadas por e-mail, apenas depois da reserva, que pode ser feita no site: www.obutia.com.SERVIÇO
Jazz na Beira – Fazenda O Butiá
Quando: Todos os domingos
Hora do show: A partir das 17h45
Ingresso: R$ 30 | Crianças até 10 anos não pagam | Consumação mínima: R$ 30
Reservas somente pelo site www.obutia.com
Cão são bem-vindos, desde que em suas guias
Em caso de chuva, os shows são transferidos para outra data
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Foto: Vinícius Angeli/ Divulgação Duas vezes o canto de Laura Dalmás, em PortoAlegre
Dois shows especiais em Porto Alegre marcam a movimentada semana de apresentações da cantora e compositora Laura Dalmás, destaque da cena musical gaúcha. Nesta quarta-feira (26), às 20h, a artista retorna ao UM Bar&Cozinha (Avenida Mariland, 1388) para homenagear grandes nomes da música brasileira e internacional. O repertório conta ainda com canções que integram o seu primeiro EP autoral, intitulado “Tua”. Na ocasião, Laura será acompanhada pelo Trio do UM, formado por Michel Dorfman (teclado), Edu Saffi (baixo) e Marquinhos Fê (bateria). O couvert artístico é de R$ 25,00, e as reservas podem ser feitas pelo número (51) 4066-2054.
Já na quinta-feira (27), Laura encerra a programação de fevereiro do Barra Music Summer, que ocorre das 19h às 21h, no Baixo Barra, novo polo gastronômico do Barra Shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300) com operações inéditas no Rio Grande do Sul. Acompanhada pelo pianista Michel Dorfman, a cantora interpreta um repertório variado, passando por Etta James, Djavan, além de canções autorais. A entrada é franca.
Laura ganhou destaque nacional ao integrar o seleto time de participantes do The Voice Brasil 2016. A sua passagem pelo programa rendeu um convite especial para participar da série Malhação – Vidas Brasileiras. Em 2018, fez o primeiro show fora do estado, na arena de Suzano, em São Paulo. No ano seguinte, lançou seu EP de estreia, intitulado “Tua”, apresentando hits como “Dama e Vagabundo”, com mais de 190 mil visualizações no Youtube. A cantora fez a sua primeira turnê pela Europa com o Conjunto Instrumental do Colégio Teutônia neste ano, levando a cultura gaúcha e brasileira para a Áustria, Alemanha, França, Holanda e Itália.

Foto: Bruno Alencastro/Divugação SERVIÇO:
Show de Laura Dalmás no UM Bar&Cozinha
Quando: Quarta-feira, 26 de fevereiro
Horário: 20h
Onde: UM Bar&Cozinha (Avenida Mariland, 1388)
Couvert artístico: R$ 25,00
Reservas pelo telefone (51) 4066-2054
Show de Laura Dalmás no Baixo Barra
Quando: Quinta-feira, 27 de fevereiro
Horário: Das 19h às 21h
Onde: Baixo Barra – Barra shopping Sul (Avenida Diário de Notícias, 300)
ENTRADA FRANCA
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Foto: Vitoria Proença/ Divulgação Noal lança "Bicho Solto" em apresentação no Teatro da Unisinos, com entrada franca

Fotos: Vitoria Proença/ Divulgação Depois do sucesso do lançamento nas plataformas digitais, Noal, cantor e compositor gaúcho, faz show de lançamento de Bicho Solto. O novo disco recebeu destaques em sites nacionais e poderá ser conferido no show do dia seis de março, no Teatro Unisinos, com entrada franca
Segundo o material de divulgação, “Bicho Solto”, o álbum de estreia do cantor e compositor Noal, foi muito bem planejado. Quando decidiu investir e apostar todas suas fichas no trabalho como músico e em sua carreira, Noal pensou nos mínimos detalhes. E o resultado desse trabalho cuidadoso e emotivo pode ser conferido em Bicho Solto, que está disponível nas plataformas desde o início de 2020.
Se o planejamento do novo trabalho exigiu atenção especial e tempo, não se pode dizer o mesmo da parte artística, que surgiu em momentos de muita criatividade no estúdio: em poucos dias de ensaios e gravações, a alma de Bicho Solto estava estruturada e a banda base composta por Leonardo Bittencourt (piano), André Mendonça (baixo), André Garbini (bateria), Bernard Simon (guitarra), Ives Mizoguchi (guitarra) e Noal (voz/violão) contente com os resultados.

O álbum faz jus ao seu nome e não tem um estilo musical definido: percorre as variadas vertentes da música popular brasileira. Gravado no estúdio Casona, em Porto Alegre, mixado em Buenos Aires no estúdio EL PIE por Bernard Simon e Ives Mizoguchi (produtores do disco), e masterizado em São Paulo por Carlos Feitas na Classic Master, tem as participações especiais dos músicos André Borba e Miriã Farias (violinos), Jhonatan Santos (violoncelo), Thiago de Souza Pinto (viola), Tomas Piccinini (flauta e saxofone), Vasco Piva (saxofone) e Diih Neques (percussão).
Temas atuais
Cantor e compositor autodidata, nascido no interior do Rio Grande do Sul e radicado em Porto Alegre, aos 32 anos de idade Noal decidiu que era hora de se dedicar integralmente ao sonho de ser músico. Seu álbum de estreia começou a tomar corpo em 2015. Em sua essência, estão as reflexões sobre temas atuais e importantes que permeiam nossa existência, como as contradições às quais somos submetidos no cotidiano. O despertar para o sentimentalismo harmônico e poético do viver em uma sociedade mais livre e pacífica está nos anseios desse jovem compositor, um artista sensível, porém evidente, com energia e potência vocal que surpreendem em suas apresentações nos palcos.
Coerente com o que busca e com o sentido que traz em seu nome, Bicho Solto, o disco, deu liberdade aos músicos no estúdio. Noal levou uma pastinha com as doze canções que compõem o álbum, apresentou-as no formato voz e violão, exatamente como foram criadas, e deixou os artistas livres pra arranjar em seus instrumentos, opinar, experimentar, colocar seus grooves e sentir como elas soavam em banda.
Construído coletivamente com o grupo, esse trabalho poderá ser conferido no show de lançamento dia seis de março, no Teatro Unisinos, às 20h30min. A apresentação tem entrada gratuita e o público que for ao show ganhará o disco Bicho Solto.

BICHO SOLTO –
Dia 06 de março, quinta-feira, às 20h30min no Teatro Unisinos – Av. Nilo Peçanha, 1600 – Boa Vista
O teatro abre às 20h e o show será pontualmente às 20h30min
Entrada gratuita * por ordem de chegada / ** todos os que forem ao show receberão o disco
Ficha técnica show:
Noal – voz/violão / André Garbini – bateria / André Mendonça – baixo / Ives Mizoguchi – guitarra
Bernard Simon – guitarra / Leonardo Bittencourt – piano / Tomas Piccinini – flauta e saxofone / Vasco Piva – saxofone / Diih Neques – percussão
Lançamento: Tronco
Distribuição digital: Tratore
O álbum foi viabilizado com financiamento do Governo do Estado – Secretaria da Cultura – Pró-Cultura RS-LIC, Lei n° 113490/10 e com patrocínio da empresa Vicato Alimentos
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Antonio Villeroy retorna com o show “Luz Acesa”, no teatro Renascença. Foto:Nilton Santolin/ Divulgação Antonio Villeroy, com 18 canções, faz um apanhado de 38 anos de trajetória musical
Depois de uma apresentação bem sucedida no Theatro São Pedro, em dezembro do ano passado, Antonio Villeroy retorna com o show Luz Acesa no dia 05 de março, às 21h, no Teatro Renascença (Av. Erico Veríssimo, 307 – Azenha), em Porto Alegre. No palco, um dos maiores compositores e cantores brasileiros faz uma viagem no tempo e resgata canções consagradas que fizeram sucesso ao longo dos seus 38 anos de carreira. Em abril, Villeroy embarca para uma nova turnê pela Europa.
Acompanhado de piano, violões e baixo, o “cantautor (mistura de cantor com autor) irá relembrar clássicos como Garganta, Amores Possíveis, Pra Rua Me Levar, The Way You`re Looking At Me e a canção título do show. Além dos clássicos, o público poderá conferir canções inéditas, como Equador, composta em Lisboa com a artista portuguesa Luísa Sobral, e Soy La Mujer De Mi Vida, composta em Madrid com a venezuelana Georgina. “Nesse show, faço uma retrospectiva dos quase quarenta anos de dedicação à música. Escolhi 18 canções de um repertório de quase 400 músicas”, afirma Villeroy. Também no repertório, Moda de Sangue, de Jerônimo Jardim e Ivaldo Roque, e Que Reste-t-il de Nos Amours, de Charles Trenet, que tiveram importância fundamental na vida do artista.
Participações especiais
O show tem cenário, projeções e iluminação concebida por Marga Ferreira. Luz Acesa contará, ainda, com participações de Paola Kirst (voz) e Bernardo Zubaran (harmônica).
Em abril, Antonio segue para nova turnê europeia, onde realizará doze apresentações de Luz Acesa em cidades de Portugal, França, Áustria e Holanda. A agenda também inclui duas apresentações na Áustria do novo projeto chamado Tribute to João Gilberto, onde interpreta grandes clássicos da música brasileira e internacional que foram eternizados pelo criador da Bossa Nova. Em 2019, Villeroy passou dois meses viajando pela Europa com o Luz Acesa, percorrendo diversas cidades do Sul, Sudeste e Nordeste.
Trajetória
Cantor, compositor e produtor brasileiro, influenciado pela bossa nova e pelo samba, Antonio Villeroy, em 1981, então com 20 anos, deixou a faculdade de Agronomia para dedicar-se à música. De lá pra cá, lançou um DVD, nove CDs e tornou-se um dos compositores brasileiros mais gravados dos últimos tempos. São cerca de 250 canções gravadas por mais de 110 artistas do Brasil e de outros países das Américas, Europa e África.
Só a cantora brasileira Ana Carolina gravou 33 músicas dele. Entre os outros intérpretes consagrados estão Gal Costa, Ivan Lins, João Donato, Maria Bethânia, Maria Gadú, Mart’nália, Moska, Preta Gil, Seu Jorge e Zizi Possi. Da Itália, Chiara Civello e Mario Biondi. Dos Estados Unidos, Don Grusin, Jesse Harris e John Legend. Da Argentina, Dolores Solá, e do continente africano, Lokua Kanza e Alune Wade, entre outros artistas ao redor do mundo. Algumas de suas canções foram temas de filmes, novelas e minisséries no Brasil e exterior. Nesses 38 anos de carreira, como artista, levou sua música para todo Brasil e para diversos países das Américas, Europa e África, apresentando-se para públicos de até 30 mil pessoas.
Serviço:
O que: Show Luz Acesa, de Antonio Villeroy
Quando: 05 de março de 2020
Horário: 21h
Onde: Teatro Renascença (Av. Erico Veríssimo, 307 – Azenha)
Ingressos: R$ 80,00 (inteira), R$ 40,00 (meia) e R$ 50,00 (solidário com 1kg de alimento não perecível. Os alimentos serão doados para a Fundação Pão dos Pobres)
Ficha Técnica:
Luz Acesa – apresentado e dirigido por Antonio Villeroy
Antonio Villeroy: voz, violões e guitarra
Iluminação: Marga Ferreira
Sonorização: Celito
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Em "Preto no Metal", exposição fotográfica e debate sobre o tema.
O Projeto Preto no Metal é uma reunião de fotografias de músicos negros atuantes no cenário Heavy Metal no Rio Grande do Sul. As fotos retratam a realidade desses artistas em um contexto de pouca apropriação étnica no estilo musical. Para dar visibilidade ao tema e fomentar o debate, o Coletivo LIVRE (Liberdade/Inclusão/ Verdade/Respeito /Esperança) realiza uma mostra fotográfica e uma mesa-redonda, no próximo dia 29 de fevereiro, a partir das 13h, na Sala Oliveira Silveira da Casa de Cultura Mario Quintana.De acordo com os organizadores, o objetivo principal do projeto é proporcionar ao negro uma forma de ter voz ativa no Heavy Metal e, assim, fomentar seu ingresso nesse cenário, incentivando-o a ter uma carreira na música pesada, seja como músico instrumentista, vocalista ou ainda produtor musical.O projeto surgiu quando a fotógrafa Indy Lopes captou algumas imagens do Vinicius Rodrigues um músico negro atuante no cenário da música underground em Porto Alegre. “Essa simples sugestão, inicialmente despretensiosa, deu espaço para vários questionamentos quanto à participação dos negros nesse estilo musical e permitiu vislumbrar a criação de um projeto cultural com a intenção de enaltecer sua maior participação no mundo da música pesada, proporcionando reflexões e diálogos que levem uma maior representatividade”, revela a fotógrafa Indy Lopes.
SERVIÇO:
Preto no MetalQuando: 29 de fevereiro |sábadoHorário: 13h – abertura da exposição fotográfica | 15h – mesa redonda | 17h – encerramento
Onde: Sala Oliveira Silveira | 3º andar da Casa de Cultura Mario Quintana | Rua dos Andradas 736 – Centro Histórico – Porto Alegre -

Imã Trio toca na quinta-feira, dia 20. Foto: Sofia Cortese/ Divulgação Uma programação de jazz para quem não gosta de carnaval, no London Pub
O CarnaJazz virou tradição no London Pub & Bistrô, principalmente para quem não gosta de carnaval e procura outro ritmo para fugir da folia. A sexta edição acontece até o próximo sábado (22), trazendo nomes conhecidos da cena porto-alegrense e, também, as novas caras do jazz.Na quarta-feira (19), Fernando Corona interpreta clássicos da Bossa Nova e MPB. Pianista e compositor, foi arranjador e diretor musical do Villa Lobos in Jazz, projeto que apresentou a obra do maestro em diversas capitais brasileiras e cidades da Itália, Suíça e Alemanha. Em 2003 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde gravou e fez shows ao lado de artistas, como Pery Ribeiro, Wanda Sá, Betty Faria, João Suplicy, Tânia Alves e Zezé Motta.Na quinta (20), sobe ao palco o projeto instrumental de Mari Brito (piano), Menan Duwe (teclado) e Márcio Bolzan (contrabaixo acústico)que explora elementos das músicas de concerto, brasileira e do jazz por meio de arranjos, composições e performances. A trajetória dos músicos traz a ideia da tradição da música de câmara, mas com sonoridade e linguagem contemporâneas. O repertório do Ímã conta com arranjos de nomes consagrados do jazz, como John Coltrane, Thelonious Monk e Chick Corea; mestres da música brasileira, entre Djavan, Tom Jobim e Hermeto Pascoal, e grandes compositores da música de concerto, como Villa-Lobos, Bizet e Ronaldo Miranda.Nasexta (21), a noite fica por conta de Jazz Quartet, formado por Augusto Santos (sax), Lucas Brum (guitarra), Marcello Caminha Filho (baixo) e Rodrigo Hoerlle (bateria).E pra fechar o CarnaJazz 2020, Ricardo Seffner revisita intérpretes e compositores, como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Judy Garland e Louis Armstrong. Com uma carreira consolidada como intérprete, Ricardo foi uma das vozes do Projeto Prelúdio, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre. Em 2016, foi vencedor do Festival da Canção Francesa 2016, promovido pela Aliança Francesa.SERVIÇO
CarnaJazz 2020
19 de fevereiro | Quarta-feira | 22h
Fernando Corona interpreta clássicos da Bossa Nova e MPB
Ingresso: R$ 15,0020 de fevereiro | Quarta-feira | 22hÍmã Trio
Ingresso: R$ 15,0021 de fevereiro | Sexta-feira | 22hJazz Quartet
Ingresso: R$ 20,0022 de fevereiro | Sábado | 22h
Ricardo Seffner canta clássicos do jazz
Ingresso: R$ 20,00A casa abre às 19h, com rodada dupla de chopp artesanal e taça de espumante até às 21h. As reservas devem ser feitas pelo whats http://wa.me/555182337037. -

Ficções do Interlúdio. Foto Fábio Mascarin/ Divulgação Lucas Florindo com "Ficções do Interlúdio" e Tânia Farias com "Evocando os Mortos" , teatro no MEME Estação Cultural
Segue neste mês na agenda cultural do MEME, as apresentações teatrais de Lucas Fiorindo (Ficções do Interlúdio, dias 14 e 15 às 21h) e Tânia Farias (Evocando os Mortos – poéticas da experiência, dia 16, às 20h). Ambas as apresentações artísticas estão com ingressos à venda no MEME e/ou no Sympla.
O solo teatral de Lucas Fiorindo é inspirado no livro Ficções de Interlúdio, de Fernando Pessoa, obra em que o poeta português apresenta seus principais autores fictícios, os ‘heterônimos’. O espetáculo recria a figura do poeta e o esquema geral dos seus heterônimos, projetando-os num episódio vivido por um ator que atravessa uma crise. Depois de um fracasso ao tentar encenar “O Fausto” de Goethe, Fernando se põe a questionar o sentido profundo de seu teatro. Nessa busca, ele passa a revisar a sua vocação para criar personalidades fictícias e, assim, relembra três antigos e queridos ‘conhecidos inexistentes’. Numa aura de nostalgia e fingimento, ele acaba por reconhecer seu mestre da arte e da vida.
Tal proposta traz à tona o poeta dramático que há em Pessoa, soterrado pela lírica múltipla de sua obra. Na poesia do poeta português, cada heterônimo tem uma arquitetura poética e se liga a uma tradição literária. Nesta transposição teatral, por sua vez, cada personagem também evoca uma formalidade teatral distinta. Assim, ao longo do espetáculo, o público pode ver cenas inspiradas em Teatro Físico, Commedia Dellarte, Teatro de Bonecos, Naturalismo, Teatro Ritual e Butoh. A direção é de Tânia Farias.
Lucas Fiorindo é ator e livre-pesquisador. Ativo no teatro maringaense desde 2010, passou por grupos como o TUM – Teatro Universitário de Maringá e o Circo Teatro sem Lona. Atualmente se dedica à pesquisa do trabalho do ator e da transposição da poesia para o teatro.
Ficha técnica:
Direção, Figurino, Máscara e Bonecos: Tânia Farias
Textos: Fernando Pessoa, Johann Wolfgang von Goethe, São Francisco de Assis
Dramaturgia e atuação: Lucas Fiorindo
Cenário e iluminação: Tânia Farias e Lucas Fiorindo
Trilha sonora e musicalização: Marcel Matiazi
Maquiagem: Rebeca Menegazzo Matiazi
Fotografia e Video: Fábio Mascarin
Materiais visuais e gráficos: Lucas Fiorindo e Tânia Farias

Desmontagem. Foto Margareth Leite/ Divulgação Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência, com Tânia Farias
16 de fevereiro, 20h
Ingressos: R$ 60,00 / meia-entrada: R$30,00
Ingresso solidário*: R$ 30,00
*Mediante doação de 1kg de alimento não perecível para o Instituto CoMPaz
A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento.
Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Através da ativação da memória corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma espécie de ritual de evocação de seus mortos para compreensão dos desafios de fazer teatro nos dias de hoje.
Tânia Farias é atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (Porto Alegre/RS) desde 1994, grupo em que desempenha várias funções do fazer teatral. Recebeu o Prêmio Açorianos por sua atuação em O Amargo Santo da Purificação (2009) e em Medeia Vozes (2013).
APRESENTAÇÕES E PERFORMANCES – MEME Estação Cultural
MEME Estação Cultural – Rua Lopo Gonçalves, 176 – Cidade Baixa
Email: centromeme@centromeme.com.br
Mais informações pelos telefones 3019.2595 / 51 982570024
Confira a programação artística no site do Meme: www.centromeme.com.br
ou pelo Sympla http://www.sympla.com.br/meme
