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  • Sarau "A Única Negra" homenageia a poeta e compositora Delma Gonçalves

    Delma Gonçalves tem marcante presença na vida cultural da cidade. Foto: Feijão/ Divulgação

    Em sua quarta edição, o Sarau “A Única Negra” volta a reunir mulheres em torno de música, da poesia e da arte, desta vez prestando homenagem a uma das integrantes do coletivo, a poeta e compositora Delma Gonçalves.

    O encontro será no próximo dia 23 de dezembro, segunda-feira, às 20h30, no Capadócia Bar & Pub (R. dos Andradas, 724, Centro Histórico), em clima de celebração.

    A homenageada desta noite é uma das personalidades mais atuantes da vida cultural da Capital gaúcha. Em novembro deste ano, Delma Gonçalves lançou seu livro de poesias na Feira do Livro de Porto Alegre, “O Som das Letras”. A festividade contará com as vozes das cantoras Claudia Quadros, Denizeli Cardoso, Glau Barros, Marietti Fialho e Maria do Carmo Carneiro; com textos de Silvia Abreu, Silvia Duarte e Lilian Rocha, além das intervenções coreográficas do grupo de danças Brazil Estrangeiro. Participam, ainda, os músicos Alexandre Rodrigues (violão) e Alexsandra (percussão).

    Promovido pelo Coletivo Nimba, o Sarau “A Única Negra” mantém a proposta de reunir um conjunto de artistas descendentes da diáspora africana em apresentação literária-musical para discutir, poeticamente, a presença minoritária da mulher negra em espaços de produção intelectual e de consumo.

    Sobre Delma Gonçalves

    Delma Gonçalves, porto-alegrense, poeta, compositora, escritora e produtora cultural. Formada em Letras e Pós Graduada em produção textual. Parceira musical de Bedeu desde a década de 70. Possui músicas gravadas por artistas gaúchos. Faz parte, como secretária, da Academia de Artes, Ciências e Letras Castro Alves e é a primeira secretária da Associação de Sambistas e Compositores Gaúchos. É colaboradora ativa do Sarau Sopapo Poético e integra o grupo de Mulheres Cantoras e Compositoras do Samba Sul. Em setembro deste ano participou da Bienal do Livro no Rio de Janeiro pela Ed. Villardo com sua crônica, “Manhã Atribulada”, na coletânea “Negras Crônicas” (Escurecendo os Fatos).

    SERVIÇO:

    O Quê: Sarau “A Única Negra“. Homenagem à poetisa e compositora Delma Gonçalves

    Onde: Capadócia Bar & Pub (R. dos Andradas, 724 – Centro Histórico, Porto Alegre-RS

    Quando: Dia 23 de dezembro de 2019, segunda-feira, das 20h30 às 23h  

    QuantoCouvert a R$ 20,00 | Artistas: R$10,00 (lista amiga)

    Contatos com a produção: Silvia Duarte: (51) 9.9701-3638

     

  • Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty mostram as canções inéditas que estarão no 1º disco, no Café Fon Fon

    Após um ano de intensa atividade, que incluiu o lançamento do 1º. clipe do quarteto, “Ainda Multidão”, os músicos João Ortácio, Pedro Borghetti, João Salazar e Poty Burch fecham 2019 no Café Fon Fon, dia 18 de dezembro,  para divulgar a nova aventura do grupo,  mostrando em primeira mão,  as canções novas  do 1º. disco, que será lançado em 2020.

     Com repertório exclusivamente autoral de canção brasileira, entre as composições do roteiro estão as músicas novas como Vermelho Rosa Terra, Psicotrópiko,  e Asa de Plástico, além de  Ainda Multidão (primeira composição do grupo e música do 1º. clipe lançado em agosto passado), Tornado, Andar e Imprevisão.

    O quarteto apresenta influências  da Música Popular Brasileira, passando pela Música Regional, Rock e outros gêneros.

    Em formato acústico, os compositores se acompanham utilizando diversos recursos musicais, explorando vários instrumentos e, ao mesmo tempo, valorizando o protagonismo de cada um. Arranjos vocais, instrumentos de cordas, percussões e outras perfumarias sonoras são os meios usados por João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty para interpretar o trabalho autoral.

    A ideia do show é mostrar ao público uma junção orgânica da criação dos quatro compositores, que resulta num acertado coletivo de individualidades.

    Repertório do show

    – Tornado (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Ainda Multidão (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Todo Silêncio do Mundo (João Ortácio)

    – Andar (João Salazar, Guilherme Becker e Bruno Neves)

    – Bom Fim (Pedro Borghetti)

    – Imprevisão (João Ortácio, Poty e Thiago Ramil)

    – Retina (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Passageira (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Represa (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Vermelho Rosa Terra (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Navegador (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Psicotrópiko (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Parte (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Asa de Plástico (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    – Passeio (João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty)

    Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty

    Os jovens compositores  que formam o Projeto João Ortácio, João Salazar, Pedro Borghetti e Poty  vêm apresentando intensa criação e atuação no cenário musical do Rio Grande do Sul.

    Se juntaram inicialmente para fazer uma série de shows pelo estado com o objetivo de apresentar as canções que fazem parte de seus trabalhos individuais. A partir da primeira turnê começaram a compor uma série de canções em parceria, essas novas composições já resultaram na gravação do clipe Ainda Multidão.
    A estreia do grupo foi em abril de 2018 na canja do tradicional Sarau Elétrico no Bar Ocidente, onde retornaram no segundo semestre. O grupo contabilizou uma série de bem sucedidas apresentações no ano passado. Subiram ao palco do Café Fon Fon, uma das referências culturais da Capital,  por duas vezes, no Sofar Sounds,  no Parangolé e no FIND-Festival Independente realizado  na Redenção, com apoio da Secretaria Municipal da Cultura.

    Participou do Festival Morrostock, em Santa Maria onde também tocaram no Plataforma 85. Realizaram duas turnês  pelo interior do Estado, que brindou o público de Pelotas, Rio Grande, São Lourenço do Sul, Passo Fundo e Nova Prata, com destaque para a apresentação na Feira Literária de Cruz Alta.

    Esse ano, integraram a programação da Virada Sustentável (Centro Cultural Vila Flores) e da Noite dos Museus (Museu Júlio de Castilhos e Casa de Cultura Mario Quintana), além de terem conquistado o 1º. Lugar no Festival Matinê Cervejeiro, realizado no Shopping Total, em maio.

    Em agosto desse ano o quarteto lançou, no Gravador Pub, seu primeiro clipe intitulado “Ainda Multidão”,  alusivo a primeira parceria do grupo, que antecipa a gravação do 1º. álbum que será realizada em 2020. Em setembro apresentou show no Musical Évora na Sala do Multipalco Eva Sopher do Theatro São Pedro e participou do Festival Mirabal realizado dia 24/11, no Centro Cultural Vila Flores.

    Serviço

    Show Ortácio, Borghetti, Salazar & Poty

    18 de dezembro de 2019 – 21h – Café Fon Fon

    Rua Vieira de Castro, 22 – Bairro Farroupilha – Porto Alegre

    Valor do Ingresso no local: R$ 30,00

    Antecipados

    Sympla.com.br – R$ 20,00 (quantidade limitada)

    Promoção  mediante a reserva de lugares pelo telefone 998807689

    A partir da reserva de dois lugares o ingresso custa R$ 25,00

    Duração: 60 minutos

    Classificação Livre

  • 20 bailarinas dançam a história política e social dos países árabes, no Teatro Bruno Kiefer

    A Escola Harém Dança do Ventre faz sua tradicional apresentação de final de ano, com a estreia de “Arábia”, na próxima quarta-feira, dia 18 de dezembro. O espetáculo ocorre às 20h, no Teatro Bruno Kiefer, da Casa de Cultura Mario Quintana.
    Com 20 bailarinas no palco, “Arábia” retrata a cultura de países como Egito, Marrcos, Líbano e Turquia, refletindo na dança do ventre singularidades que agregam componentes estéticos e políticos de cada país. Partindo da pesquisa acadêmica da diretora Muna Zaki, que investiga processos de mundialização e hibridação na dança, a concepção do espetáculo contou com relatos de viagens das alunas àqueles países, fotos e vídeos. “‘Arábia’ desmistifica a ideia em torno dos países árabes, apresentando por meio da dança a sua complexidade, alegria e diversidade”, diz Muna.
    Sobre a Escola
    Harém é uma das pioneiras da dança do ventre em Porto Alegre, inaugurada em 2001. Nestes 18 anos já formou dezenas de bailarinas, muitas delas, atualmente, professoras ou com carreira internacional nos países árabes. Muna é pós-doutoranda em Artes Cênicas, e professora Raíssa Mahin é formada em Dança pela UERGS.
    FICHA TÉCNICA
    Direção geral:
     Muna Zaki | Coreografias: Muna Zaki e Raíssa Mahin | Sonorização e Iluminação: Alex Prego
    Serviço:
    Espetáculo Arábia | Escola Harém Dança do Ventre
    Quando: 
    18 de dezembro | Quarta-feira | 20h
    Local: Teatro Bruno Kiefer – 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico)
    Ingressos: R$ 30,00
    Ingressos antecipados: http://www.eventbrite.co.uk/e/espetaculo-arabia-tickets-84016703221?aff=efbevent&fbclid=IwAR0LeawYC9wZXAAxmMLreKp9jyviaKgmd21sDdfZMHD7aR1ZZiUKYP8kD2o
  • Exposição coletiva "Gabinete do Colecionador ", no Espaço Cultural Brix 21

    O curador, artista e arquiteto Anaurelino Barros Neto e o Espaço Cultural Brix 21 promovem a partir dessa quarta-feira, dia 11, a Exposição “Gabinete do Colecionador”.  A mostra vai contar com uma água-forte de Rembrandt auto-retrato., edição do museu, antiga na exposição. Terá também ítens de coleção e obras de 39 artistas do Rio Grande do Sul.
    Haverá uma homenagem à Rembrandt por ter sido um grande colecionador e marchand e ao jornalista Paulo Raymundo Gasparotto colecionador e um dos maiores conhecedores de arte e antiguidades do país.
    O curador Anaurelino Barros Neto escreveu sobre a mostra:
    “Por que a humanidade coleciona objetos que vão de obras de arte à caixas de fósforos?
    Uma das  hipóteses deste comportamento passional seria dar um sentido de permanência e eternidade. De domínio sobre si, sobre os objetos e sobre o Universo, trazendo poder e bem estar espiritual. Possivelmente também uma exteriorização de sua personalidade nos ítens eleitos, seja por empatia, seja por frustrações em algum ciclo de suas vidas.
    A organização dos objetos, fator essencial pra alcançarmos o conceito de Colecionismo que conhecemos hoje, passa pelos sistemas de codificação e aperfeiçoamento da linguagem, com o advento da escrita.Proporcionou a grandes Reinos e Estados o acúmulo de riquezas e obras de arte fantásticas.
    Deste modo, criou-se uma hierarquia de bens e conceitos. Passou-se então, a discriminar, ordenar, classificar e eleger prioridades, formando deste modo as coleções, através de repetições sistemáticas do mesmo objeto.
    Foram com as grandes navegações e explorações nos séculos XVI e XVII que surgiram os Gabinetes de Curiosidades, que se consistiam em espaços particulares onde se acumulavam toda a espécie de objetos exóticos e raros, como o de Rembrandt, colecionador e marchand.
    No século XVIII, estes gabinetes desapareceram e são considerados os antecessores dos museus, dando lugar às coleções privadas e institucionais posteriores .
    Colecionar é bem mais complexo que simplesmente consumir, pois envolve paixão, algumas vezes obsessão. Possuir um objeto do desejo é optar por ele, elegê-lo entre muitos, apoderando-se de pequenos universos particulares.
     “Guardar uma coisa é olhá-la, mirá-la por admirá-la, isto é,
     iluminá-la ou ser por ela iluminado”  Antônio Cícero , poema GUARDAR.
    Colecionadores são fundamentalmente guardiões de um passado distante, que preservam a memória e o patrimônio de uma época, vivida ou imaginada.”
    SERVIÇO
    O que ? Exposição Gabinete do Colecionador
    Onde: Espaço Cultural Brix 21
               Marechal Floriano . 705 . Caminho dos Antiquários.
    Vernissage: Dia 11 de dezembro, às 18:30
    Horário de Visitação: Das 12  h as 19;30
  • Espetáculo musical cênico marca a estreia do ciclo de peças composto por Jeferson Colling

    Contexto é a palavra chave da criação do jovem compositor Jeferson Colling, cujo ciclo de peças será apresentado em estreia do espetáculo musical-cênico Testemunho, dia 9 de dezembro, no Auditorium Tasso Corrêa, no Instituto de Artes da Universidade Federal do RS.

    A dramaturgia e a iluminação foram criadas especialmente para o espetáculo. As palavras dialogam indiretamente com a música, no sentido que ambos – o texto com a aparente concretude das palavras e a música na abstração dos sons –transitam por um universo habitado de incertezas, receios e reflexões.

    O espetáculo será apresentado por Giovani dos Santos (violino), André Munnari (acordeon) e Siane  Cappela Leonhardt (apresentação) e conta com a iluminação de Anderson Zang,  texto e criação da arte de Guilherme Sommermeyer, direção cênica de Fabio Ferraz  e composição musical e idealização de Jeferson Colling.

    ” Testemunho” é um espetáculo Musical-Cênico.

    O trabalho marca a conclusão do 1º. ano do Doutorado em Música, na área Composição,  de Jeferson Colling, no Instituto de Artes da Ufrgs, como bolsista a CAPES-Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior,  tendo como orientador o Prof. Doutor Celso Giannetti Loureiro Chaves.

    Espetáculo musical-cênico

    Se trata de uma apresentação de música erudita de câmara com um repertório que consiste, em sua íntegra, na estreia de um ciclo de peças do jovem compositor, Jeferson Colling.

    Embora seja hábito os recitais e concertos de música erudita de câmara apresentarem peças de curta ou média duração, que combinam diferentes compositores, oriundos de distintas épocas e lugares, a criação de Colling aponta outras abordagens:  “Meu interesse tem sido a composição de ciclos de peças que ocupem toda duração de um espetáculo, dessa maneira posso propor o percurso musical que o público vivenciará. “Contexto” vem sendo, de maneira crescente, a palavra chave quando trabalho em minhas composições. Cada peça é composta pensando o ponto do espetáculo em que estará, levando em conta o que já foi ouvido até ali e o que ainda será ouvido”.

    Acredito que com a abordagem cênica o espetáculo potencializa o impacto expressivo das peças que o integram e estas, por sua vez, potencializem o impacto da experiência do espetáculo como um todo”, salienta.

    Jeferson conta que desde o mestrado vem pensando sua produção desta maneira.

    “Neste projeto que será apresentado agora minha preocupação com o contexto em que a música será ouvida deixa o âmbito apenas do sonoro, com a união da música com o texto e um trabalho de iluminação também  pensados especificamente para o espetáculo.

    O texto, apresentado em forma de monólogo, dialoga indiretamente com a música, no sentido de que ambos – o texto,  com a aparente concretude das palavras e a música na abstração dos sons – ambos transitam por um universo habitado por incertezas, receios e reflexões”, explica o jovem compositor.

    FICHA TÉCNICA

    Composição musical e idealização: Jeferson Colling

    Violino: Giovani dos Santos

    Acordeon: André Munnari

    Texto: Guilherme Sommermeyer

    Apresentação: Siane  Cappela Leonhardt

    Criação da arte: Guilherme Sommermeyer

    Direção cênica: Fabio Ferraz

    Iluminação: Anderson Zang

     

    Serviço

    Testemunho

    Espetáculo musical-cênico estreia ciclo de peças  para violino e acordeon

    Dia 9 de dezembro de 2019 – 20h30min

    Auditorium Tasso Corrêa – Instituto de Artes da Ufrgs

    Rua Senhor dos Passos, 248 – Centro Histórico – Porto Alegre

    Entrada franca

    Duração: 75 minutos

    Classificação livre

  • Casa Expandida encerra atividades do ano com Luís Vagner e outras atrações, na CCMQ

    Acontece no próximo sábado, dia 07, a última edição de 2019 do Casa Expandida. Todos os espaços da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ) ficam abertos ao público até a meia-noite, com atrações especiais e muita gastronomia e música na Travessa dos Cataventos, a partir das 19h. A discotecagem será do DJ Piá, os shows do Luís Vagner e de Madblush, e o projeto Experiência Redoma terá participação de Élle de Bernardini, tudo com animação d’O Cara da Sunga. A entrada é gratuita.

    Madblush se apresenta às 22horas. Foto Diego Nardi/ Divulgação

    A partir das 19h o DJ Piá mostra o groove de mais de 30 anos ligados à música, em especial o hip-hop, funk e soul. No primeiro show, às 21h, Luís Vagner apresenta sucessos de sua carreira, com grandes composições e muito swing na Travessa dos Cataventos. Para fechar as atrações, às 22h, Madblush desfila num espetáculo que promove o lançamento de seu primeiro álbum “Cactus”, mostrando sua versatilidade com muito funk carioca, trap, hip-hop, electro com batuques e outros elementos.

    As 19h começa a discotecagem do DJ Piá. Foto: Divulgação

    Os teatros recebem o Festival Estadual de Teatro do Rio Grande do Sul (Feste), que apresenta peças vencedoras de festivais do interior do estado, todas gratuitas. Em uma parceria com o Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC-RS), acontece, sempre no Casa Expandida, o projeto “Experiência Redoma”, uma sequência de eventos-vivos que ocorrerão na Cúpula da Casa. Na edição de novembro é Élle de Bernardini que participa, com uma performance multimídia inédita, explorando a relação do corpo de Élle – uma mulher transexual – com imagens que contam a história do século XXI. As projeções percorrem questões políticas, sociais e a profusão de mortes simbólicas que marcaram o começo do milênio.

    Elle de Bernardini faz performance na Cúpula do Jardim Lutzenberger. Foto: Divulgação

    Entre os espaços na CCMQ que também recebem público até mais tarde está a ArteLoja, com arte em diversas formas e estilos e produtos sobre o Mario Quintana; o Café Santo de Casa, com gastronomia e charme na cúpula da casa.

    AS ATRAÇÕES
    Luís Wagner
    ‘Luís Vagner Dutra Lopes” nasceu em Bagé (RS), em 1948. Mais conhecido pelo nome artístico “Luís Vagner, o Guitarreiro”, é cantor, compositor e instrumentista brasileiro. Criado numa família ligada à música (seu pai, Vicente Lopes, era músico da orquestra Copacabana Serenaders, e seu avô, Romario Lopes Brasil , além de fotógrafo, era flautista), Luís Vagner logo cedo teve contato com a música. Seu primeiro violão foi presente do avô e desde então procurou seu próprio caminho, após receber influências de todo o tipo de música. O que foi marcante para sua escalada musical foi a descoberta do rock, ao ver o filme “No balanço das horas”. Começou a compor algumas músicas em 1963, se muda com a família para Porto Alegre e participa da banda de rock The Jetsons. Em 1966 vai para São Paulo, onde “The Jetsons” vira “Os Brasas” e vai, com o tempo, marcando seu nome na história da música brasileira, incluindo a música “Luís Vagner Guitarrero”, escrita e gravada por Jorge Ben.
    Hoje, mora em Porto Alegre e está finalizando novos discos e vem, aos poucos, retornando aos palcos. Formação da banda para o show na Casa Expandida: Produção: Delma Gonçalves / Direção musical: Luis Vagner / Arranjos: Marco Farias e Luis Vagner / Marco Farias: Teclado / Rick Carvalho: Contra baixo / Bateria e percussão: Tuti Rodrigues / Luis Vagner: Guitarra
    Madblush
    Começou a cantar em 2007, quando lançou a música “I Wanna Be Real” em seu primeiro show no Bar Ocidente, em Porto Alegre. Logo se destacou pela originalidade, energia, performance e voz, fazendo shows em: Porto Alegre, São Paulo e Curitiba. Em 2013 lançou seu primeiro EP “Intenso Cru”, totalmente produzido por ele e onde se assume de vez como compositor. Com esse primeiro EP,  Madblush fez mais shows na capital paulista e também em Montevideo, Punta Del Leste, Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul. Em 2017, lançou o EP “Cactus Pt.1” e, no começo de 2018, o EP “Cactus II”. O destaque para o seu trabalho em várias matérias e o primeiro show no Rio de Janeiro prepararam o lançamento do seu primeiro álbum completo o “CACTUS”. Madblush foi indicado com o álbum ao Prêmio Açorianos 2019 na categoria Revelação. Participou de eventos importantes em Porto Alegre, como a Noite dos Museus e o Festival Porto Alegre em Cena. Atualmente vem fazendo shows da “Cactus Tour”.
    Canais:
    DJ Piá
    Piá é um dos precursores do movimento hip hop no Rio Grande do Sul. Em 1984 idealizou um grupo de dança break e criou a banda Lords, com a qual passou a se apresentar em festas da periferia, chegando rapidamente às principais casas noturnas da cidade. Em 1996, produziu a primeira coletânea de rap do Estado, reunindo treze grupos de Porto Alegre, lançou seu primeiro disco solo e se tornou conhecido no eixo Rio-São Paulo. Depois de gravar a música “Jovem Cowboy”, em 1998, com os Cowboys Espirituais (Júlio Reny, Frank Jorge e Márcio Petracco), Piá foi premiado internacionalmente pela mistura de bombo leguero com guitarras e batidas funk da faixa. Em 2002, lançou o disco “Um Pouco Sobre Todos Nós”, pela gravadora Trama, cujo trabalho rendeu o Prêmio Açorianos de Melhor Disco de Rap. Com a sua carreira de DJ, Piá já passou uma pequena temporada nos Estados Unidos, tocando em festas por lá.
    PROGRAMAÇÃO
    19h – Discotecagem DJ Piá – Travessa dos Cataventos
    19h – Experiência Redoma, com Élle de Bernardini – Cúpula do Jardim Lutzenberger
    21h – Luís Wagner Guitarrero
    22h – Madblush
    SERVIÇO
    Casa Expandida
    Quando: 7 de dezembro | Sábado
    Horário: das 12h à meia-noite
    Local: Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
    Entrada franca
  • "Cristais Colhidos na Névoa", livro de Carlos Hahn, terá lançamento no Clube de Cultura

     

    Autobiografia surrealista, o livro de poemas “Cristais Colhidos na Névoa “marca a estreia literária do jornalista e compositor Carlos Hahn. Dividido em cinco seções – Amanheceres, Mergulhos, Ficções, Voos e Amanhãs –, a obra traça a trajetória da infância à idade adulta e finda por lançar luzes sobre o porvir, num jogo dialético entre a intuição e o desejo.

    No lançamento da obra, dia 07 de dezembro, às 19h, no Clube de Cultura (Ramiro Barcelos, 1853), além da sessão de autógrafos, haverá pocket-show do autor (violão e voz), acompanhado do percussionista Pedro Hahn – ex-Bidê ou Balde, Wander Wildner e Pink Floyd das Antigas. No repertório, composições de Carlos Hahn, costuradas com trechos de poemas do livro. Haverá, ainda, exposição de pôsteres das ilustrações de Guará.

    Tendo passado parte da infância na Nicarágua sandinista, o poeta de 45 anos espalha entre as 104 páginas do livro, além de versos e expressões em espanhol, a esperança de quem teve o privilégio de vivenciar a construção de uma sociedade socialista. Da mesma forma, a influência da adolescência vivida em Porto Alegre nos desregrados anos 1990 faz-se sentir em poemas que aludem a imersões existenciais e experiências estradeiras.

    Outro destaque do livro, publicado pela ZoomRS Relações Editoriais, são as ilustrações do programador e designer gráfico Francisco Guará Hahn, 20 anos, filho do autor. Com traços livres e espontâneos, feitos a nanquim, o jovem artista dialoga com 18 poemas, resultando num sensível exercício de complementação semântica.

    Artista plástico e video-maker, Carlos Hahn agrega à obra vídeos com imagens bucólicas, declamações de poemas e trilhas de violão. O canal no YouTube conta com seis vídeos e, nos próximos meses, outros serão disponibilizados quinzenalmente.

     

    CRISTAIS COLHIDOS NA NÉVOA – Livro de Carlos Hahn

    Lançamento dia 07 de dezembro, às 19h

    Clube de Cultura – Ramiro Barcellos, 1853

    Entrada franca

    Mais sobre o autor e obra:

    Facebook – fb.me/cristaiscolhidosnanevoa

    YouTube – bit.ly/colhidos

  • A música de John Lennon em homenagem da "The Good Times Band", no Sgt Peppers

     
    A “The Good Times Band”, formada por músicos que só tocam Beatles, sobe ao palco do Sgt Peppers, no dia 4 de dezembro, em um show totalmente dedicado à obra de John Lennon. Reverence for John Lennon chega à 3ª edição tocando rigorosamente os arranjos originais. A primeira parte do show traz composições de John com os Beatles, e, a segunda, músicas da carreira solo.
    “Muitas músicas, embora assinadas pela dupla Lennon & McCartney, são comprovadamente da autoria de John Lennon. A The Good Times interpretará as canções que definiram o amadurecimento de John como cidadão do mundo e, principalmente, como um ser consciente de suas virtudes e limitações, de seus devaneios e de suas convicções”, explica o guitarrista Luiz Carlos Arieta. O repertório contará com um recorte de 28 músicas, entre elas Imagine, She loves you, I’ll get you, Help, Norwegian Wood, In my life,  Come Together, Don’t let me down, The ballad of John and Yoko, Lucy in the sky with diamonds, Woman, Happy Xmas e Hey Jude.
    A banda é formada por Arieta (guitarra, violão e voz), Ricardo Pellin (voz e percussão), Clóvis Borba de Oliveira (guitarra, violão e voz), Leandro Necchi (guitarra, violão e voz), Luiz Carlos Sanhudo (contrabaixo e voz), Alexandre Torres (teclados e voz) e André Maccari (bateria e voz). O show contará ainda com a participação de João Maldonado nas músicas que têm piano, como Imagine, Hey Jude, Come Together e Don’t let me down.
    Sabedoria e felicidade
    No dia 8 de dezembro, completam-se 39 anos de seu assassinato. O cantor e compositor, então com 40 anos, estava com a mulher Yoko Ono quando foi atingido com cinco tiros por Mark David Chapman, em frente ao edifício Dakota, onde morava, em Nova York. “John continua conosco e nos dando sabedoria e felicidade em um momento em que elas são muito necessárias”, escreveu recentemente Yoko em seu perfil no Twitter.

    SERVIÇO:
    Reverence for John Lennon – 3ª Edição
    Quando:
     4 de dezembro | Quarta-feira | 21h30
    Onde: Sgt Peppers (Rua Quintino Bocaiúva, 256 – Moinhos de Vento)
    Ingressos: R$ 30,00 antecipado e R$ 40,00 na hora
    Ingressos antecipados:  http://www.sympla.com.br/reverence-for-john-lennon—3a-edicao__715159
    Mais informações: 51 51 98115.096
  • André Damasceno revive "Magro do Bonfa" e outros criações de sua trajetória de humorista

    Seguindo uma tradição do eixo Rio/São Paulo, André Damasceno faz uma pré-estreia aberta ao público do show Não Me Faz Te Pegar Nojo!, na terça-feira, dia cinco, às 21h, no Teatro do Grêmio Náutico União da Sede do Alto Petrópolis (Rua João Obino, 300). No palco, o humorista conta os 35 anos do Magro do Bonfa,  reúne seus melhores textos e relembra os personagens mais queridos do público. O espetáculo terá participações especiais dos humoristas Maikinho Pereira, Índio Behn e Kim Arthur.

    “O público vai conhecer a história do Magro do Bonfa e histórias hilariantes da minha carreira e do convívio que tive com a velha e nova geração do humor”, afirma Damasceno. André trabalhou na Escolinha do Professor Raimundo, do Chico Anysio, na Rede Globo, e  atuou ao lado de grandes nomes do humor como Agildo Ribeiro, Lúcio Mauro, Brandão Filho, Walter D´Ávila, Costinha, entre outros.  Também na emissora carioca, esteve de 2003 a 2015, no Zorra Total, atuando ao lado dos novos nomes do humor como Fábio Porchat, Marcus Melhem, Leandro Hassum, Fabiana Karla, Heloísa Périssé, Katiuscia Canoro e Marcos Veras. O espetáculo terá estreia oficial em 2020.

    Trabalho ao lado de Chico Anysio faz parte da trajetória do comediante. Foto: Divulgação

    André Damasceno iniciou no humor em 1985. De lá para cá, já realizou mais de 3 mil espetáculos e já foi assistido por mais de dois milhões de pessoas.

    SERVIÇO:

    O que:  show Não Me Faz Te Pegar Nojo!, com André Damasceno

    Quando: 05 de dezembro de 2019

    Horário: 21h

    Onde: Teatro do Grêmio Náutico União da Sede do Alto Petrópolis (Rua João Obino, 300)

    Ingressos: R$ 50,00 na secretaria do clube e no site www.gnu.com.br

    Descontos – 50% para sócios do clube, estudantes e idosos

    Informações: (51) 3025.3800

    Classificação Etária – 12 anos

    Duração do show – 75min

  • Ospa mostra "Le Roi Danse", com música e balé das cortes de reis franceses do século XVII

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) imerge nos costumes da corte francesa do século XVII com o espetáculo Le Roi Danse. A orquestra mostra um concerto raro, que reúne peças e danças do período barroco interpretadas na corte dos monarcas Luís XIII e Luís XIV.  No dia 30 de novembro, sábado, às 17h, os músicos sobem ao palco da Casa da OSPA acompanhados dos bailarinos Osny Fonseca, Clara Couto e Maíra Alves. A apresentação revisita o repertório original da época, com obras de Jean-Féry Rebel e Jean-Baptiste Lully, sob direção musical do cravista Fernando Cordella. Os ingressos estão disponíveis por valores entre R$ 10 e 40 através do site da Uhuu, na bilheteria do Teatro do Bourbon Country ou no local, no dia do concerto, das 14h às 17h, mediante disponibilidade.

     

     O Programa

    No século XVII, a música da corte francesa era elaborada para acompanhar diferentes eventos reais. Os monarcas, na infância, demonstravam interesse por melodias e coreografia, artes que ganharam notoriedade durante o reinado. Nas orquestras da época prevalecia a variedade da instrumentação, com menos músicos. No entanto, ao longo do tempo, grande parte do repertório se perdeu. A partir da compilação de manuscritos salvos, o cravista Fernando Cordella transcreve e seleciona, com verniz moderno, as partituras da época.

    As danças são traduzidas com base em documentos coreográficos originais, impressos em coletâneas do século XVIII, compostos por Louis-Guillaume Pécour (1653-1729) e Raoul-Auger Feuillet (1659-1710). Por meio da pesquisa da harmonia musical associada a passos e movimentos, foi possível recriar as coreografias originais das danças.

    O concerto inicia com ‘‘Le Bourgeois Gentilhomme’’, peça de Moliére, com melodias de ballet de Jean-Baptiste Lully (1632-1687). A obra satiriza as relações de interesse que visam a ascensão social, a personalidade burguesa e o caráter vulgar da classe média para atingir esse objetivo. Segmentado em cinco atos, estreou em 1670 à frente da corte de Luís XIV.

    Na sequência, a orquestra executa ‘‘Les Caractères de la Danse’’, sinfonia coreográfica de Jean-Féry Rebel (1666-1747) estreada em 1715. A originalidade se reflete no conjunto de dez danças francesas interligadas e, portanto, sem interrupção, abordando o diálogo entre o drama e o amor. A obra foi originalmente planejada para ser dançada, e os melhores dançarinos franceses da época a interpretaram.

    Em seguida, os manuscritos da coleção de François-André Danican Philidor (1726-1795) são apresentados. Segmentados em seis partes, refletem o trabalho do compositor como guardião da biblioteca de música real, onde se responsabilizou por volumes de danças, óperas e músicas sacras. Destacou-se, principalmente, como intérprete na câmara e capela de Luís XIV, compondo diferentes tipos de peças.

    A OSPA encerra o programa ao interpretar uma ‘‘Suite de danças originais dos mestres de dança de Luís XIV’’, arranjada por Fernando Cordella, que evocam peças de André Campra (1660-1744), Jean-Baptiste Lully (1632-1687), Louis Lully (1664-1734) e Marin Marais (1656-1728).

    Mais informações em www.ospa.org.br ou pelo telefone (51)32227387.

    O cravista Fernando Cordella/ Divulgação


    Fernando Cordella (cravo e direção musical – Brasil)

    Considerado um dos principais cravistas da América Latina, recebeu o prêmio TOYP JCI Brasil como a figura mais expressiva do Brasil no ano pela categoria “Êxito Cultural”.  Coordenador e professor de Cravo na Oficina de Música Barroca da EMMSP – Escola Municipal de Música de São Paulo, tem atuado fortemente como solista e maestro convidado nas principais orquestras do Brasil e exterior.

    Foi vencedor do Prêmio Açorianos 2011 como melhor intérprete da categoria música erudita pelo disco “CRAVOS – de Frescobaldi a Mozart”. É, ainda, diretor artístico e maestro titular da Sociedade Bach Porto Alegre e da Orquestra Sinfônica de Carazinho.

    A bailarina Maíra Alves. Foto: Acauan Normaton/Divulgação.

    Maíra Alves (bailarina – Brasil)

    Bailarina e professora, é formada pela Escola Municipal de Bailados de São Paulo (2007). É bacharel e licenciada em Dança pela Unicamp (2015). Teve mestres como Luis Ribeiro e Angela Nolf. Realiza pesquisas entre as relações da música e da dança com o núcleo Enxertia no Centro de Referência da Dança de São Paulo desde 2014.

    A bailarina Clara Couto. Foto: Vasco Otero/ Divulgação

    Clara Couto (bailarina – Brasil)

    Bailarina, historiadora e professora, é formada em dança clássica e contemporânea e integrou a Uai Q Dança Cia. Estudou dança barroca na França, Portugal e Suécia com Béatrice Massin, Cecília Gracio Moura, Catarina Costa e Silva, Anna Romaní e Catherine Turocy. É mestre em História Social pela USP (2015) com estágio de pesquisa na França (Sorbonne-Paris IV), tendo estudado as danças e os balés da corte na França do século XVII.

    O bailarino Osny Fonseca. Foto: Mafra/ Divulgação

    Osny Fonseca (bailarino – Brasil)

    Bacharel em Regência e Cravo, licenciado em Música pela Unicamp, é docente do Conservatório Municipal Cacilda Becker. Mantém importante atividade artística como cravista, regente coral, além de pesquisa e prática em dança barroca. Juntamente com Clara Couto e Raquel Aranha idealizou e criou “Passos do Barroco – Grupo de Estudo e Prática em Danças Antigas”, em 2016. Iniciou-se na arte coreográfica antiga em 1996, com Christine Bayle e, desde então, estuda as relações entre a música e a dança dos séculos XVII e XVIII.

    Concerto Le Roi Danse | Porto Alegre

     Quando: 30 de novembro de 2019, sábado, às 17h

    Onde: Casa da OSPA (Centro Adminstrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)

    Ingressos:

    Valores: Valores: R$ 40 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 10 (para estudantes, exceto camarote) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para seniores, sócios do Clube do Assinante ZH, doadores de sangue e pessoas com deficiência e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, Panvel e para clientes do Banrisul.

    Venda online: no site da Uhuu em http://bit.ly/ospa_pablokomlos18 (Inclui taxa de conveniência).

    Venda física: na Casa da OSPA, no dia do evento, das 14h às 17h; ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. Sujeito à disponibilidade de ingressos.

    Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

    PROGRAMA

    Jean-Baptiste Lully – Suíte Le Bourgeois Gentilhomme  

    – Ouverture

    – Gavotte

    – Marche pour la Céremonie des Turcs

    – 1er. Air des Espagnols: Sarabande femme

    – LÈntrée des Scaramouches, Trivelins et Arlequins

    – Chaconne des Scaramouches, Trivelins et Arlequins

    Jean-Féry Rebel – Les Caractères de la Danse

    – Prelude

    – Courante

    – Menuet

    – Bourée

    – Chaconne

    – Sarabande

    – Gigue

    – Rigaudon

    – Passepied

    – Gavotte

    – Sonate

    – Loure

    – Musette

    – Sonate

     Coleção Philidor – Música da corte de Luís XIII

    – Pavane la Petitte Guaire en 1601

    – Pavane du Mariage de Luis XIII

    – Les Suissesses

    – Les Ninphes de la Grenouillere

    – Courante de la Reine d`Anglataire en 1634

    – Sarabandes & Tambourin

     Fernando Cordella – Suite de danças originais dos mestres de dança de Luís XIV

    -André Campra: Loure Aimable Vainqueur, da Tragédie Hésione

    -Jean-Baptiste Lully: Gigue à deux, da Tragédie Roland

    -André Campra: Sarabande à deux, da Tragédie Tracrède

    -Louis Lully e Marin Marais: Le Menuet d’Alcide, da Tragédie Alcide

     Cravo e Direção Musical: Fernando Cordella (Brasil)

    Participação : Osny Fonseca, Clara Couto e Maíra Alves (bailarinos – Brasil)