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  • Concerto do Coro Sinfônico da OSPA alia repertório clássico e popular

    No dia 27 de outubro, domingo, às 17h, o Coro Sinfônico da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) apresenta o segundo concerto na Casa da OSPA, sem a presença da orquestra. Manfredo Schmiedt, regente do grupo, conduz os coralistas na interpretação de um diversificado repertório, com participação de dezenas de solistas, incluindo Elisa Machado (professora de canto da OSPA), Gabriel L. Debastiani, Moisés Macêdo e Michael Polchowicz.  A entrada é franca mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou um agasalho.
    Sobre o repertório
    O Coro Sinfônico da OSPA, em parceria com os coros da Escola de Música da OSPA, realiza a segunda apresentação do ano com um vasto repertório, que abrange obras como ”Introdução, Dança e Canção de Vilja”, da opereta A Viúva Alegre, de Franz Lehár (1870-1948), até peças contemporâneas, como ”Bohemian Rhapsody” (Queen), de Freddy Mercury (1946- 1991), e ”Imagine” de John Lennon (1940-1980).
    O concerto inicia com quatro obras, que são contempladas pelo Coro Jovem e Infantojuvenil sob a regência de Cosmas Grieneisen. Em seguida, o Coro Sinfônico dá sequência à apresentação. Os coros interpretam peças de Georges Bizet (1838-1875)Giuseppe Verdi (1813-1901) e Christopher Tin (1976-). As execuções são acompanhadas pelo pianista do Coro, Eduardo Knob, e pelos músicos Rui César Morselli e Tiago Dias (guitarra), André Nascimento (baixo), Marcelo Melo (bateria), Gabriel L. Debastiani (teclado), Elaine B. Nunes Fraga e Guilherme Farina (percussão).
     Manfredo Schmiedt
    É diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul (OSUCS) e maestro do Coro Sinfônico da OSPA. Mestre em Regência pela Universidade da Geórgia (EUA) e graduado na mesma área pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), participou de cursos na Alemanha, Holanda, Argentina, Estados Unidos e Brasil. Em virtude do destacado currículo, recebeu as condecorações Pi Kappa Lambda Music Honor Society e Director’s Excellence Award. Atuou, durante quatro anos, como regente assistente do maestro Isaac Karabtchevsky na OSPA. Como convidado, esteve à frente de sinfônicas no mundo todo, entre elas, a Filarmônica de Belgrado e a Sinfônica da Radio e Televisão Sérvia; no Canadá, na Orquestra Sinfônica da University of British Columbia – Vancouver; nos Estados Unidos, na Albany Symphony Orchestra, Weber State Univeristy Orchestra e Northern Iowa Symphony Orchestra; e, no Brasil, na Petrobrás Sinfônica e Orquestra da USP.
     Elisa Machado
    Bacharel em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), iniciou os estudos de Canto com o professor Decápolis de Andrade, no Coro Sinfônico da OSPA. Consolidou-se na área com os cursos de trompete e de canto no Conservatório Pablo Komlós, atuando na preparação de coros paralelamente à carreira de cantora. Em 2014, foi premiada no 12º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas, sendo, no mesmo ano, aprovada para trabalhar junto ao Coro Sinfônico da OSPA. Atualmente, tem se apresentado com as principais orquestras do Estado em concertos e montagens de ópera, além de coordenar um grupo vocal.
    Eduardo Knob (Piano)
    Pianista do Coro Sinfônica da OSPA, tem um currículo camerístico com passagens internacionais. É mestre em Música pela University of Houston, ministrando aulas de piano para alunos de graduação. Atualmente, é convidado recorrente de atividades artísticas e festivais no Brasil, tendo integrado o Festival Internacional SESC de música em Pelotas em duas ocasiões.  Premiado em dezenas concursos nacionais e internacionais de piano, destacou-se aos dez anos, com o primeiro lugar no VIII Concurso Nacional de Piano Magda Tagliaferro, evento em que foi condecorado como Melhor Intérprete de Bach. Destacou-se, ainda, no Concurso Claudio Arrau, no Chile, onde recebeu o prêmio de melhor intérprete de obra latino-americana.

    Foto de Sofia Cortese/ Divulgação

    Concerto do Coro Sinfônico da OSPA
    Quando: 27 de outubro de 2019, domingo, às 17h
    Onde: Casa da OSPA (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)
    PROGRAMA
    Folclore Zulu, arr. Anders Nyberg: Siyahamba
    Miguel Wisnik e Luiz Tatit/Arr. Manoel Abreu: Baião de 4 toques
    Arr. Marcos Leite: Três Cantos dos Indíos Kraó
    Eric Whitacre: The Seal Lullaby
    Regente: Cosmas Grieneisen
    Franz Lehár: Introdução, Dança e Canção de Vilja da opereta A Viúva Alegre
    Solo: Elisa Machado
    Georges Bizet: Marcha dos toureiros: Les voici, voici la quadrille da ópera Carmen
    Giuseppe Verdi: Va, pensiero da ópera Nabucco
    Freddy Mercury/Arr. Filip Taylor: Bohemian Rhapsody (Queen)
    Claude-Michel Schönberg/Arr. Ed Lojevsky: Medley do Musical Os Miseráveis
    Solos: Adolfo Silva do Amaral, Adriana Márcia Santos, Ânderson Vasconcelos, Gabriel L. Debastiani, Guilherme Farina, Ivana Munari, Jennifer Franco, Kariny Schoenfeldt, Larissa Lopes Ramos, Lucas Dornelles, Marcel Nascimento
    John Lennon/Arr. Christoph Küstner: Imagine
    Solo: Adolfo Silva
    Christopher Tin: Baba Yetu (Civilization IV)
    Solos: Moisés Macêdo e Jennifer Franco
    David Paich e Jeff Porcaro/Arr. Roger Emerson: Africa (Toto)
    Solo: Michael Polchowicz

  • Comitê Carlos de Ré Verdade e Justiça do Rio Grande do Sul realiza pré-estreia do livro "Poetas da Dura Noite"

     

    O Comitê Carlos de Ré Verdade e Justiça do Rio Grande do Sul realizará um Sarau Poético em conjunto com a SIG – Sigmund Freud Associação Psicanalítica, para fazer uma pré-estreia do livro “Poetas da Dura Noite” . Esta é uma parceria que já remonta a vários anos e espaços de colaboração, iniciada com motivo da formatação do Projeto Clínicas do Testemunho da Comissão da Anistia do Ministério da Justiça. A partir das 19hs dessa sexta-feira, dia 25 de outubro, haverá leitura de poemas dos autores editados, roda de conversa, performance musical, venda de livros, na rua Marques do Herval n. 375 em Porto Alegre. Estão todos convidados, entrada livre.

    “Poetas da dura noite” descobre e resgata escritos poéticos realizados sob condição de opressão, entre 1964 e 1985 no Rio Grande do Sul. Cárcere, exilio, clandestinidade, vida secreta, desaparecimento forçado, são algumas das situações em que jovens mulheres e homens encontraram na poesia o apoio para superar períodos de desamparo e temor. Entre muitos outros, Brasil afora, eis alguns que escreveram naquela época:

    Antônio Alberi Malfi, Antonio Pinheiro Salles, Athanásio Orth, Eloy Martins, Flávio Koutzii, Glênio Perez, Emanuel Medeiros Vieira, Guilem Rodrigues da Silva, Guillermo Rallo, Jaime Walwitz Cardoso, Jorge Fischer, José Luiz Mauricio, Luiz de Miranda, Luiz Eurico Tejera Lisboa (Ico) , Manoel Raimundo Soares, Nei Duclós, Nilton Rosa da Silva,  Reneu Geraldino Mertz, Rui Neves da Rosa (Rui Neves Bernardes),Vera Lígia Huebra Neto Saavedra Durão e Victor Douglas Nuñez

  • Curso de Cultura Fotográfica começa sábado, na ARI

    A Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (ARFOC) e a Associação Riograndense de Imprensa (ARI) promovem  um curso de  Cultura Fotográfica, com início dia 19 de outubro. Inscrições em http://www.ari.org.br/cursos/curso-cultura-fotografica/
    Diferente dos cursos de fotografia orientados para as questões técnicas, o programa foca nos aspectos subjetivos da captação da imagem, enfatizando a sensibilidade na observação, o processo criativo e o contexto estético e documental.
    O objetivo é difundir a compreensão da fotografia como expressão cultural, a partir da percepção de sua evolução histórica e de suas relações orgânicas com os campos das artes e da comunicação, para fomentar a autonomia dos participantes em seu exercício concreto, por meio do estímulo à investigação e ao desenvolvimento de suas próprias narrativas visuais.
    A primeira edição do curso ocorrerá entre os dias 19 e 26 de outubro, compreendendo cinco aulas teóricas interativas, no auditório da ARI, e duas atividades de campo no Centro Histórico de Porto Alegre.
    Informações de local e horários
    Data: 19 a 26 de outubro
    Local: Auditório da Associação Riograndense de Imprensa
    Av. Borges de Medeiros, 915, 8º andar. Centro Histórico de Porto Alegre
    E-mail: ari@ari.org.br
    Fone: 3211-1555
    www.ari.org.br
    Programa do I Curso de Cultura Fotográfica
    Sábado, 19/10 – 15h a 17h: atividade de campo no Centro Histórico;
    Segunda, 21 – 19h a 21h30: primeira aula – O Olhar;
    Terça, 22 – 19h a 21h30: segunda aula – Os Fotógrafos;
    Quarta, 23 – 19h a 21h30: terceira aula – Luz e espaço-tempo;
    Quinta, 24 – 19h a 21h30: quarta aula – Fotografia analógica;
    Sexta, 25 – 19h a 21h30: Oficina de composição e criação;
    Sábado, 26/10 – 15h a 17h: atividade de campo no Centro Histórico;
    Investimento: R$ 350,00. Estudantes e Sócios da ARFOC e ARI têm desconto de 20%.
    Ministrantes do I Curso de Cultura Fotográfica
    Claudio Santana
    Fotógrafo, artista visual e produtor cultural. Bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Coordenou o Inventário dos Personagens do Centro de Porto Alegre, projeto selecionado pela UNESCO. Coordenou ainda o Seminário Internacional La Machinerie de l’Art – Escola de Artes França-Brasil, em Porto Alegre. Foi artista convidado para a exposição fotográfica internacional Le Lieu, Le sujet – O Lugar, O Sujeito, Porto Alegre e Paris, 2009.  Atuou como produtor executivo da Fundacine – Fundação Cinema RS. Coordenou e produziu o documentário Terra dos Gaúchos, em parceria com a EMBRATUR e Secretaria de Turismo do Estado do Rio Grande do Sul. Foi fundador e diretor do Núcleo de Economia Criativa de Porto Alegre. Dirigiu e produziu o documentário curta-metragem Parte de Mim, sobre a artista visual Maria Inês Rodrigues. Membro associado da instituição cultural Latitudes Contemporaines, França.
    Alfonso Abraham
    Fotojornalista radicado no Brasil, nasceu em Barcelona há 66 anos e por mais de 35 anos trabalhou na imprensa. Bacharel em Tecnologia do Meio Ambiente. Fotógrafou para os jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Correio do Povo e Zero Hora, entre outros; fundou a Diafragma, primeira agência fotográfica do sul do país; fotografou também para a agência inglesa Keystone. foi chefe do Departamento de Fotografia do Palácio Piratini e da Assembleia Legislativa do RS. Iniciou sua trajetória profissional com o pai, José Abraham, detentor de mais de 20 prêmios de jornalismo. Nos últimos 20 anos dedica-se a ensaios fotográficos e à formação de um banco de imagens do Rio Grande do Sul, com acervo de mais de 10.000 imagens. Realizou várias exposições, entre elas no Memorial do Rio Grande do Sul, no Museu de Arte de Santa Maria e no Instituto Histórico e Geográfico do RS. Vencedor de três prêmios ARI de fotojornalismo. Pesquisador em História da Arte, acadêmico em Escrita Criativa pela PUCRS.
  • Marô Barbieri escolhida patrona da 65º Feira do Livro de Porto Alegre

    A organização da Feira do Livro de 2019 anunciou nesta quarta-feira da patrona do evento. Será a professora e escritora de Marô Barbieri, a quarta mulher a ocupar o posto consecutivamente. Antes dela foram escolhidas Cíntia Moscovich, Valesca de Assis e Maria Carpi. Ao todo, oito mulheres já exerceram o patronato. A feira em sua 65º edição tem como tema “Curiosidade é o que nos move”,
    O anúncio foi feito na Fábrica do Futuro, em Porto Alegre. A Feira do Livro de Porto Alegre chega, em 2019, à sua 65ª edição, ininterrupta, na Praça da Alfândega. A maior feira a céu aberto da América Latina teve a montagem iniciada na segunda-feira passada e será realizada entre os dias 1º e 17 de novembro.
    “Sou professora, escritora de livros para jovens, mediadora de leitura e contadora de histórias. O professor e os contador de histórias são os primeiros mediadores de leitura, junto com os pais, que os pequenos leitores têm, pois eles fazem o conteúdo do livro chegar de uma forma agradável, lúdica, interpretativa. O Brasil é um dos melhores países do mundo em termos de literatura feita para jovens. Creio que meu trabalho na Feira será uma extensão do que já faço há décadas nestas funções que exerço”, declarou Marô, logo após ser eleita patrona.
    Edição com mudanças
    A edição deste ano terá mudanças em relação a Feiras anteriores. Segundo o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Isatir Bottin Filho, esse ano não haverá praça de alimentação, por causa das obras no Centro Cultural da Caixa, que diminuíram o espaço disponível. Ao todo, serão 106 expositores, sendo 86 na área geral, 13 na área infantil e sete no setor internacional. A área infantil funcionará das 9h às 20h30min, enquanto as áreas geral e internacional abrem das 12h30min às 20h30min, exceto aos sábados, quando as atividades começam às 10h.
    Para Jussara Rodrigues, que coordena a área geral da Feira do Livro, a diversidade será um dos eixos principais da programação, com espaço para autores ligados à literatura indígena e afro-brasileira, inclusive na área infantil. Atividades musicais e teatrais, além da realização de oficinas e atividades ligadas ao cinema e à literatura de cordel, também estão na agenda, com cerca de 500 atividades ao todo.
    A programação completa está disponível no site http://www.feiradolivro-poa.com.br/.
     

  • Exposição traz a temática da linha como fio condutor e de conexão entre os trabalhos de 16 artistas.

     
    “Alinhando”, nova exposição no Aberto Caminho de Artes tem curadoria de Ana Zavadil. Coquetel de inauguração da exposição acontecerá sábado, dia 19, das 11h às 15h, na Rua Dr. Armando Barbedo, nº 356 no Bairro Tristeza, em Porto Alegre/RS.

    Obra de Alexandra Eckert/ Divulgação

     
    A nova exposição do espaço cultural Aberto Caminho de Artes traz como temática as linhas como fios condutores e de conexões entre as obras dos artistas convidados para expor. Ao todo, 16 profissionais da arte vão divulgar seus trabalhos, com linguagens diferentes, falando sobre a linha. Os traços vão aparecer em desenhos sobre tela, sobre papel em objetos, na fotografia, no trabalho de colagem, na pintura e na tecelagem.
    Obra de Anete Schöroder/ Divulgação

    Conforme a curadora da exposição, Ana Zavadil, a diversidade dos trabalhos evidencia o potencial criativo de cada artista narrando uma história. “Por meio da curadoria, todas essas histórias unidas contam uma história maior. E, com isso, o exercício de liberdade de cada artista é colocado à prova em um mesmo local e, sendo ele pequeno, propicia um confronto direto do espectador com as obras no tempo e no espaço”, pontua a historiadora da Arte e professora.
    Obra de Bia Dorfmann/ Divulgação

    O nome da exposição, “Alinhando”, para além do significado de enfileirar e ajustar, está mais para a questão de compor uma ordem visual dentro do espaço expositivo. Para Ana, “a linha desnuda-se em potência em cada obra. E o diálogo entre elas impõe um ritmo à exposição que, longe de ser somente contemplativa, torna-se reveladora e reflexiva”, explica.
    Obra de Clara Koppe/ Divulgação

    A mostra conta com o apoio cultural da Associação Chico Lisboa. Ana Zavadil é mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal de Santa Maria, historiadora da Arte e professora.
    Com obras de Alexandra Eckert, Anete Schroder, Beatriz Harger, Bia Dorfman, Clara Koppe, Denise Wichmann, Elzi Mezzomo, Gelson Soares, Isa Doris Teixeira de Macedo, Leonice Araldi, Liane Borgheti Krenzinger, Lorena Steiner, Mery Bavia , Ricardo Fonseca ,Tomas Barth e Wischral
    Obra de Elzi Mezzomo/ Divulgação

    O que : Abertura da exposição “Alinhando”;
    Quando: No sábado, 19 de outubro, das 11h às 15h/ até 30 de novembro; (Entrada franca)
    Onde: Rua Doutor Armando Barbedo, 356, bairro Tristeza, Zona Sul de Porto Alegre;
    Contatos: abertoartes@gmail.com
    (51) 3516 2259
    (51) 99930 1911 – Marla Trevisan
    Horário de visitação do Aberto: 
    De terça-feira a sexta-feira, das 13h30 às 18h
    Aos sábados, das 13h às 17h 
    Isa Dóris Teixeira de Macedo/ Divulgação

    Leonice Araldi/ Divulgação

  • Composta de imagens, vídeos e sons, exposição "O Silêncio que Grita", no Paço Municipal

    A Prefeitura Municipal de Porto Alegre e a Fundação Brasil Meu Amor (FBMA)  trazem para a cidade a exposição O Silêncio que Grita, em cartaz até 7 de novembro, no Paço dos Açorianos (Praça Montevidéu, 10). A visitação é de segunda a sexta-feira, das 9h ao meio-dia  e das13h30 às 18h. Entrada gratuita. 
    Composta de imagens, vídeos e sons, O Silêncio que Grita faz com que sejam lembrados aqueles que colocaram um tijolo em direção à liberdade e as mais relevantes construções da civilização humana.
    Os painéis da instalação unem os povos, grandes sonhadores e líderes do passado e do presente, apagando a linha imaginária do tempo. A obra é também um grito de alerta: o Brasil livre, sonhado por JK e tantos outros, precisa de todos, novos candangos, para cumprir o destino de ser o melhor país do mundo.
    A exposição é um dos projetos da Fundação Brasil Meu Amor, juntamente com o espetáculo “JK, Um Reencontro com o Brasil” em turnê pelo Brasil desde 2017 e visto por mais de 20 mil pessoas, entre outras ações.
    E na terça-feira, 22 , também no Paço dos Açorianos, será realizado o coquetel de lançamento dos livros “O Silencio que Grita” e “Brasil Meu Amor – Substituindo o Jeitinho pelo Talento”, cujo autor, Jean Obry, é presidente da Fundação Brasil Meu Amor.
    Trechos do livro “O Silêncio Que Grita”, de Jean Obry, idealizador, fundador e Presidente da FBMA, formam um fio condutor que amalgama a verdadeira essência do brasileiro, despertando um profundo sentimento de amor ao Brasil, de pertencimento e cidadania.  Uma verdadeira “injeção de brasilidade”, que oferece um resgate da história de nosso País.

    Os livros 
    “O Silêncio que Grita” e “Brasil Meu Amor – Substituindo o Jeitinho pelo Talento”, ambos de autoria de Jean Obry, presidente da Fundação Brasil Meu Amor, os livros buscam resgatar o entendimento sobre questões históricas que bloqueiam o desenvolvimento do nosso Brasil.
    No livro “O Silêncio que Grita” o ponto de partida foi contar a história de JK, porém atrelados à trajetória de Juscelino. Nesta obra o autor nos convida a olhar para nós mesmos enquanto personagens da nossa própria biografia e da História maior da qual fazemos parte, a História do Brasil, que, de pano de fundo a princípio, cresce e rouba a cena em muitos capítulos, levando-nos mesmo a desconfiar seja ele, o Brasil, o personagem principal.
     Já “Brasil Meu Amor – Substituindo o Jeitinho pelo Talento” é antes de tudo uma reflexão do autor sobre o potencial de cada Brasileiro. Visto de forma científica e precisa, o escritor observa como incorporar cada um ao seu microcosmo e projetá-lo em um novo sistema político e social a ser aplicado na realidade nacional.
    Jean Obry 
    Segundo o material de divulgação do evento, ele é um experimentador da vida, com uma formação bastante eclética e ampla, que lhe permitiu se aprofundar em diversos campos do conhecimento, dentre os quais Psicossomática, Grafologia, Psicanálise e Sociologia.
    Antes de se fixar no Brasil, que escolheu como pátria, percorreu muitas regiões do planeta, abastecendo-se de sabedoria e experiências incomuns, que somadas ao seu conhecimento, ao seu potencial instintivo, espiritualista e de pesquisador, fizeram dele um humanista engajado em ações concretas para o crescimento das pessoas e para uma sociedade mais justa e talentosa.
    Atualmente, preside a Federação Brasileira de Grafologia Crepièux-Jamin, e é o Presidente da Fundação Brasil Meu Amor, da qual foi idealizador e criador.
    Fundação Brasil Meu Amor (FBMA)
    Há dois anos, 135 brasileiros que representam a diversidade de nossa sociedade, junto com seu Fundador, Jean Obry, criaram a Fundação Brasil Meu Amor (FBMA).
    Com projetos culturais, educacionais e artísticos e de tecnologia de ponta, a Fundação busca construir um Brasil unido, onde os brasileiros consigam ter um denominador comum que os reúna em torno de um mesmo objetivo e, assim, sejam capazes de reconhecer a grandeza de seu passado, se desenvolver no presente e conquistar um futuro próspero.
    A Fundação acredita que é possível recriar a realidade, fazer um novo começo, cuidar do ser, cuidar do outro, cuidar do Brasil e dos brasileiros. Como disse Juscelino Kubitschek, “Temos que somar e não dividir. Porquê da soma de opiniões e tendências é que se forma, na conciliação das contradições, inspiradas no amor ao Brasil, o patrimônio nacional da originalidade brasileira”.
    Unesco 
    O conjunto urbano de Brasília é o único bem contemporâneo reconhecido como patrimônio mundial pela Unesco. Esta distinção assegura o legado recebido no passado e que vivemos no presente, possa ser transmitido às futuras gerações. Nesse sentido, a FBMA tem alguns parceiros e um deles é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que há 82 anos preserva e promove o patrimônio cultural do Brasil.
    Serviço

    Exposição O Silêncio que Grita
    Local: Paço Municipal – Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico Porto Alegre
    Visitação:  até 7 de novembro
    Dias e Horários: Segunda a sexta-feira – das 9h ao meio-dia – e das13h30 às 18h
    Lançamento dos livros
    Local: Paço Municipal – Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico Porto Alegre
    Data: 22.10 (segunda-feira)
    Horário: 18h30

  • Escola de Música da Ospa abre 69 vagas

    A Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) lançou dia 14 de outubro um novo edital para a seleção de até 69 novos alunos para o Conservatório Pablo Komlós em 2020.

    As vagas são para jovens instrumentistas e prática coral. As inscrições podem ser feitas até 25 de outubro pelo site da Ospa.
    As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas on-line através do formulário disponível no site da Ospa. É obrigatória a leitura prévia do edital completo, também disponível no site da orquestra, onde está especificada a documentação que deve ser apresentada para a audição. 

    No início de 2019, 107 vagas foram abertas. Neste novo edital, 69 novas oportunidades são disponibilizadas. Na seleção de instrumentistas, o candidato deve ter, no mínimo, oito anos completos até o início do ano letivo de 2020 e estar comprovadamente matriculado no ensino regular ou ter concluído o Ensino Médio. O músico também deve ter o instrumento pertinente à vaga concorrida.
    As modalidades são as seguintes:
    – violino
    – viola de arco
    – violoncelo
    – contrabaixo acústico tocado com arco
    – flauta transversal
    – oboé
    – clarinete
    – fagote
    – trompa
    – trompete
    – eufônio
    – tuba
    – percussão
    – prática coral
    Para quem pretende integrar o Coro Jovem da Escola de Música da Ospa, é preciso ter entre 8 e 20 anos e, assim como os instrumentistas, estar comprovadamente matriculado no ensino regular ou ter concluído o Ensino Médio. A seleção nessa categoria disponibiliza vagas para estudantes de baixa renda e para pessoas com deficiência.
    O local e o horário dos testes serão encaminhados por e-mail até 1º de novembro e o  exame ocorre entre 11 e 22 de novembro. A seleção consiste em uma audição que irá determinar o desempenho musical do candidato, sob avaliação de músicos do Conservatório Pablo Komlós e da própria Ospa.
    É necessário ter domínio da execução do instrumento escolhido, da leitura de partitura musical e tempo disponível para ensaios, que iniciam em 2 de março. As peças que serão avaliadas para cada modalidade podem ser acessadas na ficha de inscrição.
    Mais informações pelo telefone (51) 3228-6737 ou pelo e-mail escolademusica.ospa@gmail.com.
    A Escola de Música da Ospa 
    Fundada em 1972, a Escola de Música da Ospa – Conservatório Pablo Komlós promove formação musical gratuita, voltada para músicos de orquestra, oferecendo oportunidade de profissionalização na área. Grande parte dos instrumentistas que hoje integram a Ospa estudaram na instituição, bem como muitos músicos que atuam em outras orquestras ou nas mais diferentes áreas da música, no Brasil e no exterior.
    A escola, coordenada por Diego Grendene de Souza, atende em torno de 200 alunos. Todos os professores são instrumentistas da Ospa. Além disso, a instituição conta com grupos orquestrais, regidos por Arthur Barbosa e Wilthon Matos, e com um coro regido por Cosmas Grieneisen. Mantém projetos de inserção social como o Escola da Ospa na comunidade, que leva recitais de grupos de alunos em lugares como hospitais, escolas, lares de idosos e praças, e o Recitais na Biblioteca, que promove apresentações de estudantes avançados na Biblioteca Pública do Estado do RS.
    Clique aqui (http://docs.google.com/forms/d/1pw1CAyoIT16ZOS9Aozho_HVKgfu664J6j7I1d2RXYTg/viewform?edit_requested=true#responses_para acessar a ficha de inscrição
    Para mais informações, acesse o site da Ospa (http://www.ospa.org.br)
     

  • Uma discussão psicanalítica de "Terra Estrangeira", de Walter Salles e Daniela Thomas.

     Ponto de encontro de apreciadores da arte cinematográfica e da psicanálise, o seminário O Divã e a Tela deste mês apresenta Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas. Ambientado durante o primeiro governo eleito pós-ditadura militar, quando Collor promoveu um desmonte dos órgãos federais de apoio ao cinema, do Ministério da Cultura e das leis de incentivo, além de congelar poupanças, Terra Estrangeira assegurou uma retomada da produção de filmes, iniciada por Carlota Joaquina – A Princesa do Brasil, de Carla Camurati.

     O filme revela um momento de falta de perspectivas, resultado de uma política econômica devastadora, da destruição de sonhos e de um período em que os brasileiros começam a emigrar para Portugal. A narrativa tem início em São Paulo, onde o estudante de física Paco (Fernando Alves Pinto), que sonha ser ator, depara-se com a morte da mãe (Laura Cardoso). Ela sonhava em rever sua cidade na Espanha, porém não consegue sobreviver ao confisco de suas economias. Sem dinheiro para viajar, Paco aceita a oferta de um traficante de jóias (Luís Melo) para levar uma encomenda a Portugal. Lá chegando, vem a conhecer Alex (Fernanda Torres ) e seu namorado músico (Alexandre Borges).

     A vida em Lisboa é dura, permeada por um sentimento de falta de pertencimento. A desorientação geográfica e emocional se revela na vida cotidiana dos imigrantes que precorrem suas ruas. Ainda assim, os caminhos de Alex e Paco se aproximam, levando-os a um destino desafiador. Filmado em preto e branco, com direção de fotografia de Walter Carvalho, Terra Estrangeira tem trilha sonora de José Miguel Wisnik, acrescida pelo clássico Vapor Barato (Jards Macalé e Waly Salomão).

    O seminário O Divã e a Tela, que está completando 15 anos em 2019, é uma programação mensal que acontece nas sextas-feiras na Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Os encontros promovem o debate e a troca de ideias entre os apreciadores do cinema e das artes.

    Data: 18 de outubro (sexta-feira)

    Hora: 19h

    Local: Sede da APPOA (Faria Santos, 258 – Petrópolis)

    Coordenação: psicanalistas Enéas de Souza e Robson de Freitas Pereira

    Promoção: Instituto APPOA – Linha de Trabalho Sujeito e Cultura

    Próximas atrações

    22 de novembro – Era uma Vez no Oeste, de Sergio Leone (1969)

    12 de dezembro – Matrix, de Lana Wachowski e Lilly Wachowski (1999)

  • Ospa toca Mozart e  Tchaikovsky, sob regência do maestro islandês Gudni Emilsson

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) apresenta uma seleção especial da música de concerto pela Série Pablo Komlós. No próximo sábado, dia 19, às 17h, dois dos maiores nomes da música clássica são revisitados. Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) e Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) ganham destaque na programação conduzida pelo premiado maestro islandês Gudni Emilsson, regente titular da Filarmônica da Tailândia. No solo, a renomada flautista Claudia Nascimento junta-se à sinfônica. Os ingressos estão disponíveis por valores entre R$ 10 e 40 através do site da Uhuu, na bilheteria do Teatro do Bourbon Country ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h, mediante disponibilidade.

    Sobre o Programa

     A apresentação tem inicio com a obra O Concerto de Flauta Nº 1 em Sol maior, K. 313”, escrita em 1778 por Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). Encomendado pelo flautista holandês Ferdinand De Jean em 1777, o compositor deveria fornecer quatro quartetos de flauta e três concertos de flauta, mas ele apenas completou dois dos três concertos, sendo K. 313 o primeiro. A peça é pontuada para um conjunto padrão de cordas orquestrais, dois oboés (que são substituídos por duas flautas no movimento Adagio) e dois chifres. A composição é dividida em três movimentos: Allegro maestoso, Adagio ma non troppo e Rondo: Tempo di Menuetto.

    Na segunda parte do programa, a orquestra executa Sinfonia No. 6, Op.74 “Patética, de Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893), que é cercada de mistérios. O compositor finalizou a peça em agosto de 1893 e regeu sua estreia dois meses depois, em São Petersburgo, nove dias antes de falecer, vítima de cólera. O retrato intimista da obra gerou má repercussão do público. Quando o assunto era sinfonia, a plateia esperava ouvir uma música que explorasse a grandiosidade temática. A Sexta Sinfonia, por sua vez, inicia e termina com melancolia. Tchaikovsky não gostou da recepção da peça e resolveu refazer alguns trechos, além de acrescentar o título de “Patética”. Desde então, criou-se um imaginário em torno da obra e de sua morte inesperada.

    Gudni Emilsson (ISL)

    Islandês, estudou piano e regência na Alemanha com Walter Hugler e Miguel Monroy. Recebeu diversos prêmios, como o Herbert von Karajan (Áustria), Richard Wagner (Alemanha), Lind Artist (Islândia) e Masaryk Artist (República Checa). Como maestro convidado e em festivais, regeu importantes orquestras de todos os continentes. É diretor artístico e maestro da Orquestra de Câmara de Tubingen, diretor artístico e adido cultural do Festival de Música Clássica da universidade da mesma cidade, regente da Camerata Bohemica Prague e, desde 2005, maestro titular da Filarmônica da Tailândia, em Bangkok.

    Claudia Nascimento (flauta – Brasil)

    Renomada flautista, foi premiada duas vezes no Concurso Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório e vencedora do XIV Concours Européen de Musique, na Picardia. Bacharel em Flauta pela Universidade Estadual Paulista, em 2001, foi agraciada com uma bolsa de estudos pela Fundação Vitae para se aperfeiçoar no Conservatório Nacional Regional de Rueil-Malmaison, em Paris, onde obteve o Premier Prix Superieur e, por unanimidade, o Prix d’Excelence e de Perfectionement. Na França, recebeu importantes prêmios em conservatórios, retornando ao Brasil com uma bagagem para atuar pelos mais importantes festivais de música e orquestras do país. Ocupou o cargo de solista na Orquestra Sinfônica Brasileira e, atualmente, integra a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

    Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre

    Quando: 19 de outubro de 2019, sábado, às 17h
    Onde: Casa da OSPA (Centro Adminstrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)

    Ingressos:

    Valores: Valores: R$ 40 (camarote), R$ 40 (plateia) e R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 10 (para estudantes, exceto camarote) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para seniores, sócios do Clube do Assinante ZH, doadores de sangue e pessoas com deficiência e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, Panvel e para clientes do Banrisul.

    Venda online: no site da Uhuu em http://bit.ly/ospa_pablokomlos15 (Inclui taxa de conveniência).

    Venda física: na Casa da OSPA, no dia do evento, das 14h às 17h; ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. Sujeito à disponibilidade de ingressos.

    Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.

    PROGRAMA

    Mozart, W.A.: Concerto No.1 em Sol Maior para flauta e orquestra, K.313
    I. Allegro Maestoso
    II. Adagio ma non troppo
    III. Rondo. Tempo di Menuetto
    Tchaikovsky, P.: Sinfonia No. 6, Op.74 “Patética”
    I. Adagio – Allegro non troppo
    II. Allegro con grazia
    III. Allegro molto vivace
    IV. Adagio lamentoso
    Regente: Gudni Emilsson (ISL)

    Solista: Claudia Nascimento (flauta – Brasil)

  • Rodrigo Munari comemora 30 anos de carreira com show e lançamento de livro


    O cantautor e escritor Rodrigo Munari vai comemorar 30 anos de carreira com o show “As histórias por trás das canções”. As apresentações ocorrem nos dias 19 e 20 de outubro (sábado e domingo), às 20h, no Teatro CHC Santa Casa. No repertório, “Ela é minha namorada”, “Meu retorno” (sucesso na época em que integrou Os Serranos), “Romance das Duas Flores”, Diferenças” e “Traz de volta a minha vida” (tema da novela Paraíso).

    “Para completar três décadas de trabalho totalmente dedicado à música é preciso ter a capacidade de ainda se emocionar com cada criação e se reinventar. Perceber que não somos seres estáticos, principalmente o artista. É fundamental estar em movimento constante”.
    Foto:Felipe-Munari./ Divulgação
    O show contará com a participação especial de Sofia Munari, filha de Rodrigo,
    interpretando “Vai cantar No azul do teu olhar”. Aos 16 anos, Sofia vem se revelando no cenário musical do RS como cantora e compositora. O artista também apresentará canções inéditas, como “Teu Love” e “Rumo Certo”.
    30 anos de carreira em livro As duas noites também serão de lançamento do livro autobiográfico musical “As histórias por trás das canções”. Editada pela Munari Produções, nesta primeira obra, Rodrigo conta em primeira pessoa suas histórias e o contexto em que algumas de suas músicas foram criadas.
    Sobem ao palco com Rodrigo Munari os músicos Diego Banega (baixo),  Gilberto Oliveira (violão e guitarra), Tiago Lewis (piano) e Vaney Bertotto (bateria).
    Sobre o artista
    Cantor, compositor e escritor, Rodrigo Munari começou a carreira como vocalista do grupo Os Serranos, com o qual ganhou Disco de Ouro com “Sucessos Gaúchos”. Depois formou, ao lado do irmão, a dupla Enzo e Rodrigo e, desde o final de 2014, está em carreira solo com um trabalho que une música e literatura. Duas de suas obras foram trilha de novela da TV Globo: “Traz de volta a minha vida” (Paraíso/ 2009) e “Ela é minha namorada” (Êta mundo bom!/ 2016).
    Em 2015 fez turnê pelo Brasil com o show “Rodrigo Munari Quarteto” e lançou o
    livro/audiolivro “Romance das Duas Flores”. No ano seguinte, emplacou os DVDs “Histórias, Romances e Canções” e “Confissões”. Sua música o levou também à China, Portugal, Argentina, Uruguai e Paraguai.
    Na literatura, foi patrono da Feira do Livro dos municípios de Agudo, Nova Santa Rita e, em 2019, exercerá a função em Torres e na Feira do Livro Infantil da Universidade Federal do Rio Grande – FURG. Um de seus livros, “Diferenças”, fala em inclusão, diversidade, tolerância, celebra as diferenças, a ética, o crescimento e a solidariedade. Agora prepara o lançamento de três obras infanto-juvenis sobre valorização do idoso, educação financeira e educação ambiental.
    Serviço:
    “As histórias por trás das canções” – 30 anos de carreira de Rodrigo Munari
    Quando: 19 e 20 de outubro | Sábado e domingo | 20 horas
    Local: Teatro CHC Santa Casa (Avenida Independência, 75)
    Ingressos: R$ 50,00
    Ingressos antecipados: www.rodrigomunari.com.br
    Lançamento do livro “As Histórias por Trás das Canções”
    Editora: Munari Produções | Ano 2019 | 112 páginas
    Valor: R$ 30,00