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A arte de Vera Junqueira e "Grupo Pelos Muros", na Biblioteca Josué Guimarães
Nessa quinta-feira, dia 12, das 18h às 20 h, acontece na Biblioteca Josué Guimarães, no Centro Municipal de Cultura, evento promovido pela artista plástica Vera Junqueira e o Grupo Pelos Muros. Chamado de “A Caminhada” ele é definido como “caminhar para diminuir a distância do que sempre esteve perto.”.O Grupo Pelos Muros que atuou em Porto Alegre no período de 2005 a 2009, com obras impressas em xilogravura em grande formato para intervenção urbana, retorna com a intenção de desenvolver um novo projeto a partir da performance “A Caminhada” da artista Vera Junqueira integrante do grupo.Segundo o material de divulgação “A CAMINHADA”, é o espaço de fala da artista Vera Junqueira sobre a performance em que, durante seis dias, percorreu 110 km, saindo de Alvorada até o túnel da BR 101. Durante o trajeto, a artista trata da sua condição de sobrevivência como andarilha, personagem solitária, em busca de uma meta: alcançar um desafio planejado, passando pela resolução da realidade apresentada a cada passo. A percepção de tempo/espaço, noite/dia, sede/fome, do ser mulher, da desmistificação dos medos aprendidos culturalmente e principalmente da percepção do muito desejado encontro consigo, impulsionaram cada passo seguinte desta Caminhada.
Vera Junqueira e sua caminhada. Foto: Divulgação Vera Junqueira tem formação em Artes visuais, mora e trabalha em Alvorada. Com exposições individuais e coletivas em Florianópolis, Porto Alegre, Montenegro e São Paulo. A artista trabalha com performance e suas derivações, bem como, atua na área da produção têxtil em seu atelier de tecelagem manual.Grandes formatosOriginalmente composto pelos artistas Ana Maria Chacon, Cleide Di Giorgio, Georgina Souza, Isolde Bosak, Lilian Souza, Luísa Berger, Marcelo Monteiro, Mônica Azevedo, Mônica Goidanich, Tânia Capra e Vera Junqueira.Durante o período de 2005 a 2009 atuou na produção de gravuras em grande formato para intervenção urbana. O grupo produziu a maior xilogravura com dimensões nunca antes executada no RS, 27 metros quadrados.No projeto em homenagem ao poeta Mário Quintana, o Pelos Muros produziu e expôs um outdoor em xilogravura, e colou imagens sobre o poeta pelo Centro Histórico de Porto Alegre.O Grupo expôs suas obras na galeria Augusto Meyer na CCMQ, no Centro Cultural Erico Verissimo e na Escola de Comunicação e Artes da USP.SERVIÇO:DATA: 12 de setembroHORÁRIO: 18h às 20hEVENTO: “A Caminhada”: caminhar para diminuir a distância do que sempre esteve perto. Fala com Vera Junqueira e Grupo Pelos MurosLOCAL: Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães -
Rogério Soares celebra 30 anos de fotografia com a exposição "Dossiê"
Completando 30 anos de trajetória profissional na fotografia, Rogério Soares prepara a exposição que é um verdadeiro dossiê de sua carreira, incluindo registros jornalísticos, da cena cultural e do cotidiano. ‘Dossiê – 30 anos, fotografias de Rogério Soares’ reúne imagens que demonstram a diversidade de interesses do fotojornalista, professor e mestre em Semiótica, que forma uma produção consistente e que se apresenta como registro histórico imprescindível na área da imagem. A mostra inaugura em 10 de setembro, no Espaço Cultural Correios.

Nei Lisboa por Rogério Soares. Foto; Divulgação
Apaixonado por fotojornalismo desde a adolescência, Rogério frequentava a Livraria do Globo para acompanhar as revistas de fotorreportagens, e vendeu o Fusca que ganhou ao completar 18 anos para montar seu primeiro estúdio de revelação. Formado em Jornalismo, atuou sempre como repórter fotográfico, em jornais como Diário Catarinense, Zero Hora e Correio do Povo. Ainda lecionou Fotografia e Semiótica em diversas universidades do Sul do país. Recebeu os prêmios ARI de Fotojornalismo em 1995 e do Festival de Cinema de Gramado em 1986, pela Fotografia do filme ‘A Casa Tomada’, na categoria Super-8.

Mario Quintana e Bruna Lombardi por Rogério Soares. Foto; Divulgação
A mostra, com curadoria do arquiteto e artista visual Fábio André Rheinheimer, contará com diversos suportes para apresentar os trabalhos, como fotografias emolduradas e adesivadas, impressão em tecido e técnicas audiovisuais. Também serão expostos equipamentos utilizados por Rogério ao longo de sua carreira, especialmente dispositivos analógicos. Haverá ainda visitas guiadas pelo fotógrafo, conversas com o público e workshop.
Sobre os artistas:
– Rogério Soares nasceu em Porto Alegre em 1962 e ainda na adolescência cursou Fotografia no Senac. É graduado em Jornalismo pela Unisinos e mestre em Semiótica. Como fotógrafo tem produzido material jornalístico e também registros da cena cultural porto-alegrense, do cotidiano e ensaios. Atuou como fotojornalista nos jornais Diário Catarinense, Zero Hora e Correio do Povo. Lecionou Fotografia e Semiótica em universidades como Unisinos, ESPM Sul, IPA, UniRitter, UCS e Univali.
– Fábio André Rheinheimer é natural de Tenente Portela e reside em Porto Alegre, onde atua como arquiteto, artista visual e curador independente, tendo participado de diversas mostras individuais e coletivas. Destaca-se por reunir diferentes expressões das artes visuais em suas curadorias de exposições.

Brique da Redenção por Rogério Soares. Foto: Divulgação
SERVIÇO
Dossiê – 30 anos, fotografias de Rogério Soares
Onde: Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020, Praça da Alfândega – entrada pela Av. Sepúlveda)
Abertura: 10 de setembro, das 17h30 às 20h
Visitação: 11 de setembro a 13 de outubro, de terças a sábados, das 10h às 18h, e domingos, das 13h às 17h
A exposição conta com o apoio dos Correios e do Armazém da Impressão. -
Destaque da música instrumental brasileira, Rafael Lopes é atração no projeto Mistura Fina, do TSP
Em seu trabalho, Rafael Lopes dialoga com elementos da música brasileira, latina e jazz, utilizando a improvisação como parte importante nos processos de composição e performance. Com seu violão e sua guitarra acústica, explora diferentes ambientações sonoras, formando texturas a partir da combinação de elementos rítmicos, melódicos e percussivos. Na próxima quinta-feira, dia 12, às 18h30min, ele é atração no Foyer Nobre do Theatro São Pedro.
A apresentação musical contempla o repertório autoral do violonista e compositor . O programa do show exibe, além de faixas de seus três álbuns – Entre Caminhos (2019), O Viajante Imaginário (2017) e Círculo do Tempo (2015) -, obras de compositores que são referência para a sua produção, como Django Reinhardt, Egberto Gismonti e Pat Metheny.
Trajetória artística
Rafael Lopes iniciou seus estudos de violão e violino aos 11 anos, em Porto Alegre. Durante a adolescência, foi aluno do Conservatório Pablo Komlós (OSPA), período em que teve os primeiros contatos com a guitarra jazz, improvisação e composição musical. Graduado em violão pela UFRGS e mestre em música pela UFPR, contou, em sua formação, com a colaboração de músicos e professores como Mário Laginha, Kurt Rosenwinkel, Daniel Sá, Julio Herrlein, Paulo Inda e George Russell Jr.. Em 2012, fez curso de extensão em performance pela Berklee College of Music no Umbria Jazz 12′ (Itália), onde foi premiado com uma bolsa de estudos e teve a oportunidade de tocar no festival.
Durante os anos de 2013/14, passou um período vivendo na Europa, onde trabalhou e cursou disciplinas da pós-graduação em Performance Jazz, na Universidade de Aveiro, em Portugal. Integra a Camerata Violões de Porto. Recebeu indicação ao Prêmio Açorianos de Música na categoria intérprete instrumental em 2018, além de duas menções como um dos destaques no cenário da música instrumental brasileira em 2015 e 2017, pelo site “Melhores da Música Brasileira”.
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Richard Serraria é o convidado do Sarau da Alice
O material de divulgação do Sarau da Alice, explica: “Preocupado com a saúde dos brasileiros, o Sarau da Alice resolveu convidar um doutor para a próxima terça-feira, dia 10, a partir das 20h, no Bar Divina Comédia (República, 549). A receita na verdade é bem simples: doses de belas músicas adicionadas a saborosas gotas de poesia que ao final resultam numa infusão de pura arte. Em tempos difíceis, o princípio ativo é não à intolerância. Para ministrar tudo isso, a atração especial desta edição é o mestre, doutor em literatura e músico Richard Serraria.
Poeta e Cancionista com oito prêmios Açorianos de Música, Serraria é doutor em Literatura Brasileira e Escrita Criativa pela UFRGS. Com cerca de 20 anos de estrada, ele é fundador da banda Bataclã FC e do Grupo Afro Alabê Ôni. Ao todo são nove discos lançados. E entre várias parcerias, no trabalho solo Pampa Esquema Novo, ele conta com as participações de Zeca Baleiro e do uruguaio Daniel Drexler.
Mas o receituário não para por aí. Na mesma noite, o palco contará também com os músicos “anfitriões” do Sarau: Cristiano Hanssen, Nivaldo José e o Duo Batuque de Cordas, formado pelos músicos Vinícius Corrêa e Claudio Veiga. Apresentam-se, ainda, os poetas Mário Pirata, Gonçalo Ferraz e Fátima Farias. Portanto, vá com vontade. Não há contraindicações, e os efeitos colaterais são os melhores possíveis”. -
Clube da MPB homenageia Paulo César Pinheiro no ano de seu aniversário de 70 anoss
Esta edição do Clube da MPB, um projeto que está sempre conectado com a MPB e suas vertentes, homenageia Paulo Cesar Pinheiro que completa 70 anos. Ele nasceu no Rio de Janeiro em 28 de abril de 1949, dia em que o Brasil ganhou um grande compositor. São mais de duas mil canções, das quais mais de mil gravadas, compostas com cerca de 120 parceiros, incluindo músicos como João Nogueira, João de Aquino, Francis Hime, Dori Caymmi, Raphael Rabello, Tom Jobim, Edu Lobo, Mauro Duarte, Guinga, Toquinho, Eduardo Gudin, Luciana Rabello, Mauricio Carrilho, Cristóvão Bastos, Danilo Caymmi, Baden Powell, Wilson das Neves e Maria Bethânia.
Nada mais justo do que celebrar a obra desse grande artista, um poeta sensível que sabe como ninguém trabalhar com as palavras e as canções. Esta edição do Clube da MPB será realizada dia 14 de setembro, sábado, às 20h, no Clube de Cultura.
Trajetória
Aos 14 anos Paulo César Pinheiro compôs sua primeira canção, “Viagem”, em parceria com João de Aquino. Quatro anos depois, começou a destacar-se como letrista, estabelecendo parcerias com Baden Powell em músicas como Lapinha, gravada por Elis Regina. Outros intérpretes foram Elizeth Cardoso, Simone e Clara Nunes, com quem foi casado de 1975 até a morte desta em 1983.
Em 1985 casou-se com a musicista Luciana Rabello, tornando-se seu parceiro em diversas composições. Paulo César Pinheiro iniciou sob o sol de Angra e amadureceu a verve em noitadas nos bares da vida. Compôs para cinema, teatro, novelas de TV. Tratou de temas muito variados com lirismo, mas também com exatidão e visão (Dicionário Cravo Albin).
Este show será principalmente sobre o samba. Com exceção da sua primeira música (Viagem) e de um choro canção (de Pixinguinha), o Clube estará focado nas parcerias com grandes sambistas como João Nogueira, Baden Powell, Wilson das Neves e Mauro Duarte. Como em todas as edições o projeto terá convidados especiais daqui de Porto Alegre: desta vez será Mathias Behrends Pinto e o grupo vocal da Oficina de Choro. A Banda do Clube é formada por Maíra Baumgarten (voz), Orestes Dornelles (voz e violão), Darllan Luz e Roberto Bisotto (percussão) e os convidados especiais da noite Edson Fagundes (cavaquinho) eLuiz Kasper (Nino) pandeiro.
CLUBE DA MPB em homenagem a PAULO CÉSAR PINHEIRO
com a Banda do Clube da MPB e convidados
Dia 14 de setembro, 20h
Clube de Cultura – Rua Ramiro Barcelos, 1853. Bom FimIngressos: R$ 20,00 no local
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Nenung celebra 33 anos de carreira com dois shows diferentes na Sala Carlos Carvalho
O músico Nenung apresenta dois shows, cada um com repertório diferente, na Sala Carlos Carvalho, para celebrar 33 anos de carreira. Com uma banda base para os dois dias, os espetáculos contam com participações especiais e estão divididos entre os trabalhos do The Darma Lovers e do Projeto Dragão. Na terça e quarta-feira (24 e 25 de setembro), às 20h30.
A banda base é formada pelos companheiros no Projeto Dragão: Maurício Chaise, na guitarra, Thiago Heinrich, no baixo, e Rafa Bohrer, na bateria. Na terça (24), são tocadas as composições registradas nos seis álbuns dos The Darma Lóvers, com as participações dos “lóvers” Marcelo 4Nazzo (guitarra) e sua parceira, co-criadora e voz, Irinia, nessa frente poética de folk-meditativo que acabou por virar banda.
Já quarta (25) o foco será o Projeto Dragão, incluindo o recente livro/disco “Incendeia tua Aldeia”, junto de inéditas ao vivo como “Anjo que fica”, feita em parceria com o grande poeta da MPB Ronaldo Bastos. Como convidado, o guitarrista Júlio Cascaes.
O cenário cria um clima especial de introspecção e interação com a banda, através de projeções que retratarão momentos da carreira de Nenung. Um passeio pelas mais de três décadas de trabalho do artista, que tem suas composições interpretadas por nomes da música brasileira como: Paula Toller, Dado Villalobos, Frejat, Moreno Veloso, entre outros.

Foto: Fabio_Nagel / Divulgação
Ficha Técnica:
Iluminação: Gilberto Six
Operação de som: Clauber Scholles
Músicos:
– Convidados: Irinia, Marcelo4Nazzo e Julio Cascaes
– Banda: Maurício Chaise (guitarra), Thiago Heinrich (baixo), Rafa Bohrer (bateria)
Cenário: Rodrigo Lopes
Nenung – 33 anos de carreira
Quando: 24 e 25 de setembro | terça e quarta-feira
Horário: 20h30
Local: Sala Carlos Carvalho | 2º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico / Porto Alegre)
Ingressos: R$ 35 (inteira) – a partir das 20h, na bilheteria; e antecipados (a partir de 10 de setembro): R$ 25 (primeiro lote) e R$ 30 (segundo lote) | pontos de venda: Pandora Loja Brechó (Av. Oswaldo Aranha, 806) e pelo Sympla (http://www.sympla.com.br/nenung-incendeia-a-aldeia—dois-dias-de-cancoes__635657) -
Tom Jobim nada usual é a atração do Chapéu Acústico com Luiz Mauro Filho e Dinho Oliveira
“Tom Jobim Instrumental”, com Luiz Mauro Filho (piano) e Dinho Oliveira (guitarra) é a atração do Projeto Chapéu Acústico na terça-feira, dia 10, às 19h, No mês de aniversário do projeto, que teve início em 2016, o show que nele se apresentou por duas vezes e já passou pelo Theatro São Pedro, dentre outras casas de espetáculos, agora vem com novas músicas do eterno mestre Tom Jobim, em uma justa homenagem a esse incrível e imortal artista. A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.“Wave” sobe à tona mais uma vez, e dessa vez, “desmergulhando” alguns dos seus geniais temas que teimam em ficar submersos. Dinho Oliveira (violão) e Luiz Mauro Filho (piano) transformam em música alguns dos sonoros ‘papos jobinianos’ que tiveram desde sempre. Um Jobim nada “usual”, porém não menos popular e tão bonito quanto todos os outros será apresentado pela dupla, que trará entre outras raridades a “Two Kites”, “Estrada Branca”, “Radamés y Pelé”, “Marina Del Rey”, “Mojave”, entre outros segredos que serão desvendados por quem comparecer à apresentação.LUIZ MAURO FILHOPianista gaúcho de grande talento, circula com desenvoltura pelo jazz, salsa, pop/rock e MPB. Estudou com o pianista, arranjador e maestro Paulo Dorfman e cursou Bacharelado em Piano na UFRGS. Recebeu o prêmio de melhor Instrumentista no III Festival do Choro de Porto Alegre (1993). Participou de três discos e shows de Nei Lisboa, acompanhou o show de Edu Martins e do célebre saxofonista americano David Lieberman no Theatro São Pedro, Débora Blando, Geraldo Flach, Lucia Helena, Loma, Lourdes Rodrigues, Rubens Santos, Fernando do Ó, Giovani Berti, Gelson Oliveira, James Liberato, Júlio ‘Chumbinho’ Herrlein, Jorginho do Trompete, Ângela Jobim, Kako Xavier, Henry Lentino, Maria Helena Andrade, Grupo Vocal Muito Prazer, Grupo Vocal Mandrialis, Edilson Ávila, Tito Madi, Mario Falcão, Ná Ozzetti, Delicatessen, Adriana Deffenti, Pedro Mariano com Orquestra do Teatro São Pedro, Zé Miguel Wisnik, entre muitos outros. Compõe temas instrumentais e arranjos para outros compositores. Teve a canção “Piu-Piu” em 3º lugar no I Festival de Música Instrumentaldo RS/1996. Participou também do álbum “Brasil 500 Anos”, que viajou para Argentina e Buenos Aires. Atualmente atua como arranjador, compositor, acompanhador entre outros.DINHO OLIVEIRANatural de Bagé, o guitarrista e compositor é respeitado no meio musical, apresentando-se semanalmente no Snack Bar Odeon, entre outras casas de espetáculo. Morou no Rio de Janeiro, onde acompanhou grandes feras da música instrumental brasileira. Recentemente desenvolveu o aplicativo para iPhone, O Mobi dic, que consiste em um dicionário de acordes. Dono de uma técnica apurada, consegue através de sua guitarra fazer sons totalmente singulares e com precisão inconfundível.CHAPÉU ACÚSTICOO projeto é realizado sempre às terças-feiras, com apresentações de músicos dispostos a movimentarem a cena local, sem depender de verba pública ou privada. Não há cobrança de ingressos, e o chapeu é usado como forma de arrecadação voluntária, como acontece nas performances de rua. A curadoria é do publicitário, fotógrafo e produtor Marcos Monteiro.SERVIÇO:
Dia: 10 de setembro (terça-feira).
Hora: a partir das 19h.
Local: Salão Mourisco – Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190) – Centro Histórico de Porto Alegre/RS
Informações: Na BPE-RS, pelo telefone (51) 3224-5045 ou com produtor, Marcos Monteiro, via e-mail duearth@terra.com.br.
Agendamento de entrevistas: Com o produtor, pelos telefones (51) 3013-2236 e 9935-0608.
Entrada franca/Contribuição espontânea. -
Exposição sobre Márcia Schmaltz, uma das maiores divulgadoras da cultura chinesa no Brasil
Nas muitas idas e vindas de Márcia Schmaltz entre dois mundos – China e Brasil – e suas culturas, ela foi tradutora, intérprete, professora, pesquisadora na área de Tradução e Linguística Cognitiva, tendo dado uma contribuição ímpar à área no Brasil.
É esta pluralidade que o Centro de Memória da Faculdade de Letras (FALE) da Universidade Federal de Minas Gerais irá receber, a partir de amanhã, dia 6 de setembro, às 17h30. A exposição, realizada um ano após sua morte, resgata um pouco de sua vida e destaca a importância de sua obra para a cena cultural do País.
Márcia Schmaltz lecionou chinês e cultura chinesa na FALE, atuando ainda na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos (POSLIN). Doutorou-se na Universidade de Macau, China, onde foi professora de Português, Língua Adicional e tradução e também foi pesquisadora do Letra entre 2016 e 2018, trabalhando em colaboração com os professores desse laboratório na FALE.

Ela igualmente foi uma das maiores divulgadoras de literatura chinesa contemporânea no Brasil, ganhadora do Prêmio Açorianos (RS) de Tradução, entre outros. Além disso, atuou como intérprete de políticos, como do governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra e do presidente Lula, compondo a delegação presidencial em várias visitas à China.
Schmaltz, dentro de sua multiplicidade, também atuou como tradutora técnica, praticava caligrafia chinesa, cantava, tocava, era uma excelente cozinheira, além de mãe.
Serviço:
Abertura: 9 de setembro de 2019
Local: Centro de Memória da FALE, UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627 Pampulha –
Belo Horizonte MG
Hora: 17h
Período: 9 de setembro a 3 de outubro de 2019.
Programação:
17h – Cerimônia do chá (dança do leque em parceria com o Instituto Confúcio).
17h30 – Abertura oficial:
Presença da diretora do Instituto Confúcio, família de Márcia Schmaltz, membros do Letra e da comunidade da FALE. -
Música popular brasileira perde Elton Medeiros, mestre do samba
O sambista, compositor e radialista Elton Medeiros morreu aos 89 anos na noite desta terça-feira (3) em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.
Elton Medeiros já havia sido internado por um mês em um hospital em Copacabana, mas recebeu alta para receber cuidados em casa. Ele teve uma pneumonia, que se complicou.
Na segunda-feira (2), o sambista passou mal e foi levado para a Casa de Saúde Pinheiro Machado, onde morreu por volta das 20h15 desta terça-feira (3).
Grande nome do samba carioca, Elton deixa obra extensa e de alta qualidade, com alguns classicos da MPB.
Elton Medeiros integrou o grupo Os Cinco Crioulos junto com Nelson Sargento.
O sambista compôs diversas músicas, tocando também com nomes como Paulinho da Viola, Cartola, Nelson Cavaquinho, entre outros grandes sambistas.
A última canção de autoria de Elton Medeiros foi “O Sol Nascerá”, em parceria com Cartola. A composição, que é de 1961, também havia sido gravada por Nara Leão e Elis Regina.
O enterro do artista será às 15h30 desta quarta-feira (4), no Cemitério do Catumbi, na Zona Norte do Rio. O velório vai ser realizado a partir das 14h. -
Sarau Sopapo Poético é tema de pesquisa científica , no teatro do Ipê

Pâmela Âmaro, que irá abordar o tema “Sarar – Sopapar – Aquilombar: O Sarau como experiência educativa da comunidade negra em Porto Alegre”; Taiasmin Ohnmacht, com o tema “Do laço social ao corpoema: Enlaces entre negritude e psicanálise”; Liziane Guedes, com “Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia – Fios de prata conectando a negritude em Porto Alegre, e Pedro Rosa Acosta com a pesquisa “O Sopapo Poético e o Slam: Agência, performance e musicalidade”. Uma das mais populares e frequentadas rodas de poesia e música de Porto Alegre – o Sarau Sopapo Poético, tornou-se objeto de pesquisa científica para quatro jovens pesquisadores negros ligados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Estes estudos, fruto da observação, investigação e análise, serão apresentados ao público no Seminário Sopapo Poético, a se realizar no próximo dia 03 de setembro, no Auditório Ipê e no seu hall adjacente, no Centro Cultural da Ufrgs, entre às 18h30min e às 21h30min. A entrada é franca.
A realização é fruto da parceria entre a Associação Negra de Cultura (ANdC) e o Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Pró-Reitoria de Extensão da Ufrgs (DEDS). O Seminário integra as ações do sarau SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia, projeto contemplado pelo Edital de Seleção Pública nº 01, de 26/04/2018, Culturas Populares: Edição Selma do Coco, financiado pelo Ministério da Cultura/Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural/Governo Federal.
Participam do Seminário Sopapo Poético, os seguintes pesquisadores: Pâmela Âmaro, que irá abordar o tema “Sarar – Sopapar – Aquilombar: O Sarau como experiência educativa da comunidade negra em Porto Alegre”; Taiasmin Ohnmacht, com o tema “Do laço social ao corpoema: Enlaces entre negritude e psicanálise”; Liziane Guedes, com “Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia – Fios de prata conectando a negritude em Porto Alegre, e Pedro Rosa Acosta com a pesquisa “O Sopapo Poético e o Slam: Agência, performance e musicalidade”.
Sobre as pesquisas
“Do Laço Social ao Corpoema: Enlaces entre Negritude e Psicanálise”
Nesta pesquisa de mestrado em Psicanálise, Taiasmin da Motta Ohnmacht articulou os temas negritude, racismo e linguagem poética. O método, objetivos e resultados foram produzidos a partir da escuta/análise das narrativas poéticas que o sujeito negro produz quando assume o lugar de enunciação, uma enunciação que se dá em torno do significante negro, e que ao narrar, fala de si, do outro e da Cultura.
Taiasmin da Motta Ohnmacht é psicóloga, psicanalista e escritora. Pós-graduada em assessoria linguística e revisão textual (FAPA) e mestre em psicanálise: clínica e cultura (UFRGS). É autora do livro “Ela Conta Ele Canta” (Cidadela, 2016), em parceria com o poeta Carlos Alberto Soares, e da novela “Visite o Decorado” (Figura de Linguagem, 2019). Foi relacionada no catálogo Intelectuais Negras Visíveis (Malê, 2017), lançado na FLIP.
“O Sopapo Poético e o Slam: Agência, performance e musicalidade”
Pedro Rosa Acosta apresenta relato de experiência que é parte do trabalho de campo etnográfico musical realizado entre 2016 e 2018. Os dados apresentados fazem parte de buscas feitas na Internet, de entrevistas realizadas na Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, de diários de campo de eventos que participou no Sarau Negro Sopapo Poético e entrevistas semiestruturadas com os mestres de saraus e com os slammers. As narrativas apresentadas ajudam a pensar em um Etnomusicologia Negra a partir da experiência do trabalho de campo.
Nascido no Campo da Tuca, Zona Leste de Porto Alegre, Pedro Acosta é doutorando em Etnomusicologia, mestre em Etnomusicologia (Ufrgs). Especialista em Educação Musical (Feevale), graduado em Licenciatura em Música (IPA). Professor de Música da rede municipal e estadual de ensino em Porto Alegre. Integrante do Ponto de Cultura Campo da Tuca. É músico, produtor, oficineiro e educador social e pesquisador do Etnomus Ufrgs – Grupos de Estudos em Música do Brasil e América Latina
“Sarau Sopapo Poético – Ponto Negro da Poesia: Fios de prata conectando a negritude em Porto Alegre”
A pesquisa de Liziane Guedes da Silva investigou a articulação entre arte, negritude, subjetividade e território, a partir dos encontros do Sarau Sopapo Poético, de mar a jun/2018. Através da arte negra de resistência e da ancestralidade, o sarau constrói um território de existência, de produção de vida e fortalece a negritude, dos/as pequenas/os às/aos mais velhas/os. O protagonismo das mulheres negras confere ao espaço um tom de matriarcalidade.
Liziane Guedes da Silva é mestranda em Psicologia Social e Institucional (Ufrgs), compondo os grupos de pesquisa NUPSEX e É’LÉÉKO. Psicóloga (Ufrgs). Faz parte do grupo Adinkra Coletivo de Psicólogas/os Negras/os. Atua como psicóloga clínica e formações.
“Sarar – Sopapar – Aquilombar: O Sarau como experiência educativa da comunidade negra em Porto Alegre”
Pâmela Âmaro possui graduação em Teatro Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2012). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro negro, teatro educação, quilombo porto alegre e teatro musical.
SOBRE O SOPAPO POÉTICO
O sarau SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia é um encontro mensal promovido pela Associação Negra de Cultura (ANdC), sempre na última terça-feira do mês. Como outros saraus afro-brasileiros, desde 2012, evoca o protagonismo negro, em uma roda de atuações, reflexões e de convivências, reunindo artistas, pensadores e simpatizantes da cultura negra de resistência.
SOPAPO POÉTICO – Ponto Negro da Poesia
Especial Culturas Populares – Edição Selma do Coco
Seminário Sopapo Poético, com Pâmela Amaro, Taiasmin Ohnmacht, Liziane Guedes e Pedro Rosa Acosta.
Quando: terça-feira, 03 de setembro de 2019, das 18h30min às 21h30min.
Onde: Auditório Ipê e hall adjacente | Centro Cultural da UFRGS | R. Eng. Luiz Englert, 333 – Farroupilha, Porto Alegre – RS
ENTRADA FRANCA
Contatos:
sopapo.poetico@gmail.com
(51) 99365-3315 – 99117-4559 – 99317-6497 – 99218-5449 – 986320145 (Silvia)Realização:
Associação Negra de Cultura – ANdCDepartamento de Educação e Desenvolvimento Social – Pró-Reitoria de Extensão da Ufrgs (DEDS).
Apoios:
Cine Kafuné | SINDIPETRO – Sindicato dos Petroleiros |Boteko do CANINHA (Areal da Baronesa) | Negrestyle – design gráfico |Centro Cultural da UFRGS | Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte – SMDSE
