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  • Recital da violonista Thaís Nascimento mostra como é violão na mão de mulher

    A violonista Thaís Nascimento apresenta no próximo sábado, dia 24, o recital Mulheres Compositoras para Violão com obras de compositoras do continente americano, passando por canções de Lúcia Teixeira, Chiquinha Gonzaga, Elodie Bouny e Barbara Kolb. Essa é a última apresentação selecionada em edital no projeto Ecarta Musical, da Fundação Ecarta.
    A apresentação faz parte do projeto de pesquisa e ações educativas e musicais para difundir a produção de mulheres e de uma formação musical com inclusão de diversidade de gênero na composição e interpretação. O projeto é inspirado na violonista pioneira na pesquisa de compositoras para violão, Mayara Amaral (Mato Grosso do Sul, 1989-2017, vítima de feminicídio), e é também uma ação em busca de reconhecimento e respeito à vida das mulheres.
    O show conta também com participação das violonistas Ana Giollo e Flávia Domingues Alves e inicia às 18h na Ecarta (Av. João Pessoa, 943) com entrada gratuita.
    Quem é quem
    Thaís Nascimento – violonista com projetos de interpretação de repertório para violão solo de compositores de vários países, do período renascentista ao atual, com aprofundamento em obras latino-americanas e de compositoras. Atua também como professora de música e pesquisadora. Ministra aulas em escolas de educação básica, projetos sociais e universidade.
    Flávia Domingues Alves – integra o trio Damas do Violão e o Música Mundana, grupo de músicas antigas e tradicionais. É mestre em Violão pela Ufrgs e foi professora do Departamento de Música do Instituto de Artes, durante mais de 30 anos. Fez parte do Quarteto ComTrastos e do Conjunto de Câmara de Porto Alegre tocando alaúde e harpa gótica.
    Ana Giollo – cursou um semestre de intercâmbio na Universidade do Minho, em Braga (Portugal), no ano passado, e participou de masterclasses com os violonistas Esdras Maddalon, Glauber Rocha, Martin Haug e Daniel Wolff. É estudante de Violão Clássico, na Ufrgs. Dedica-se também ao estudo do violão de aço e das técnicas do fingerstyle, de forma autodidata.

  • O grupo Marmota apresenta seu jazz no projeto Mistura Fina, do TSP

    O grupo de jazz Marmota é a próxima atração do projeto Mistura Fina – Música para Fugir do Trânsito, nesta quinta-feira, dia 22 , às 18h30min, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. O grupo apresenta suas composições presentes no álbum “A Margem” e seus mais novos arranjos em um show intimista e especial.  A entrada é franca. 

    “A Margem”, o mais recente álbum do grupo, não segue tendências: antes constitui, com suas influências, caminhos a serem margeados. Lançado em 2017 em parceria com estúdio Audio Porto, conta com sete composições autorais da banda e é coroado por um sofisticado trabalho gráfico de Alice Oliveira e André Bergamin. Em 2018 o álbum foi finalista do Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Instrumental, ao lado de grandes nomes como Yamandu Costa, Gabriel Grossi e Quarteto Radamés Gnatalli. A Marmota é Leonardo Bittencourt (piano), Pedro Moser (guitarra), André Mendonça (contrabaixo acústico) e Bruno Braga (bateria).

    Ao todo, 40 atrações se apresentarão  no projeto Mistura Fina, ao longo de 2019 e até 2020, exibindo a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local, estadual e internacional, com ênfase aos vizinhos latino-americanos. Reunindo diversas linguagens, a proposta é uma agradável parada na hora do rush, para quem  trabalha ou está no Centro Histórico, esperando que o trânsito acalme.

    Além de ser vitrine para a produção artística, o Mistura Fina tem como grande diferencial a oferta de mediação audiodescrita, operada pela Ovni Acessibilidade Universal. A mediação audiodescrita consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações compreendidas visualmente e que não são percebidas pelo usuário (pessoas cegas ou com baixa visão), como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, como informações sobre o ambiente do Foyer, a configuração do palco e as características dos instrumentos e equipamentos, a entrada dos artistas, suas características físicas e os figurinos, sua posição e movimentação no palco, gestos e expressões ao longo dos shows, além da iluminação, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra. Define-se como mediação porque há características de informalidade e simultaneidade. Há um limite de público por show, já que não se utiliza equipamento. No máximo, são recebidos seis usuários a cada.

    Sobre a banda convidada

    A Marmota é uma banda em constante metamorfose. Fundada em 2011, adequa seu trabalho aos mais diversos ambientes. Além de dois álbuns autorais com um estilo bastante próprio, realizou shows nas casas mais conhecidas de Porto Alegre; turnês pelo Brasil e Europa; além de direção musical, criação de trilhas sonoras e execução destas em diversos contextos. Seu primeiro disco, “Prospecto”, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos. “A Margem”, seu mais recente álbum, foi lançado em 2017.

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  • OSPA apresenta ópera ‘‘Orfeu e Eurídice’’ no Theatro São Pedro,nos dias 24 e 25

    A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) revisita uma das obras-primas sobre a mitologia grega no palco do Theatro São Pedro. A ópera ‘‘Orfeu e Eurídice’’, de Christoph Willibald Gluck, que rompe com a tradição italiana, é encenada nos dias 24 e 25 de agosto, às 20h e às 18h, respectivamente. O maestro Evandro Matté conduz a apresentação, que conta com a participação do Coro Sinfônico da OSPA, de bailarinos da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre e de uma equipe de solistas especializados no gênero operístico no Brasil. A direção cênica fica a cargo de William Pereira, que dará roupagem contemporânea ao espetáculo. Os ingressos estão à venda no local, por valores entre R$ 60 e 130.

    Há três anos, a OSPA retomou a apresentação de óperas encenadas do repertório tradicional com as montagens de “Don Pasquale”, “Don Giovanni” e da opereta ‘‘A Viúva Alegre’’, em 2016, 2017 e 2018 respectivamente. Neste ano, a orquestra apresenta uma das peças mais importantes da história operística. ‘‘Orfeu e Eurídice’’ é segmentada em três atos e retrata a mitologia grega com base na história de Orfeu, que desce aos infernos, onde nenhum ser vivo havia chegado, para pedir aos deuses ressuscitarem sua esposa morta por uma cobra.  Revolucionária, a obra rompe com a tradição italiana ao reduzir o número de solistas a três, garantir protagonismo ao coro e lançar mão de árias simples, com intenso apelo dramático. ‘‘Faremos a montagem completa da ópera que mudou o curso da história da música. Em “Orfeu e Erídice” a vida é resgatada através do poder mágico da música.’’, afirma Evandro Matté, diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.

    Para encenar a ópera, a sinfônica recebe um elenco de grande relevância no cenário nacional.Denise de Freitas, uma das mais renomadas mezzo-sopranos na atualidade, interpreta Orfeu. Aclamada pela crítica especializada, a cantora é recordista de óperas no Theatro Municipal de São Paulo, representando os mais diversos papéis, de homens a mulheres. Eurídice é revivida pela soprano Carla Cottini. Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas, a cantora é mestre em interpretação operística pelo Conservatório Superior de Música Joaquín Rodrigo, na Espanha. Para encenar o papel do Cupido, Raquel Fortes que carrega uma bagagem pelas principais orquestras do Estado, integrando também o primeiro Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo, onde apresentou Primeira Dama e Rainha da Noite da ópera “A Flauta Magica” de Mozart. Os cantores unem-se aos bailarinos da Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre e ao Coro Sinfônico da OSPA pela musicalidade da orquestra.

    Mais informações pelo site www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 32227387.


    Ingressos:
     R$ 60 (galeria), R$ 100 (camarote lateral), R$ 110 (camarote central) e R$ 130 (plateia), com desconto de 50% para seniores, estudantes, titulares do cartão Clube do Assinante ZH, doadores de sangue, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, Panvel e para clientes do Banrisul. Poderão ser adquiridos na bilheteria do teatro, de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h30 (ou até o horário do início do espetáculo); nos sábados e domingos, das 15h até o início da apresentação.

    Evandro Matté (regente)

    É diretor artístico e maestro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro e do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Realizou sua formação musical na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na University of Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA). Trompetista da OSPA desde 1990, esteve à frente de orquestras, como convidado, no Uruguai, Argentina, China, República Checa, Alemanha, Itália, Colômbia, Croácia e EUA. É, ainda, pós-graduado em gestão empresarial.

    William Pereira (diretor cênico)

    Graduado em Direção Teatral pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), iniciou sua formação artística com o estudo de piano e estagiou em teatro lírico na English National Opera e na Royal Opera House, em Londres. Diretor, cenógrafo e figurinista, é representante da vanguarda teatral dos anos 1980 e um dos fundadores do Barca de Dionisos, aclamado grupo formado por ele e seus ex-colegas da Escola de Arte Dramática (EAD). É um dos mais importantes e representativos diretores de teatro e ópera no Brasil e tem se destacado com espetáculos de grande repercussão de público e crítica. Entre seus principais trabalhos, estão estão as estreias mundiais das óperas A Tempestade, de Ronaldo Miranda, Olga, de Jorge Antunes, e Onheama Natividade, de João Guilherme Ripper. Já esteve à frente de Madama Butterfly, de Puccini, As Bodas de Fígaro, de Mozart e de Chunga, de Mario Vargas Llosa, em Miami e Nova York.

    Denise de Freitas (mezzo-soprano)

    Mezzo-soprano aclamada pela crítica especializada, é recordista de óperas no Theatro Municipal de São Paulo, representando os mais diversos papéis, de homens a mulheres. Com intensa bagagem de intérprete, é detentora de diversos prêmios, como o da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) 2017 e o Carlos Gomes, em 2004, 2009 e 2011. No ano passado, a convite do Ministério das Relações Exteriores, viajou a Tel Aviv, Budapeste, Berlim e Copenhagen, representando a música e a cultura do Brasil, dedicando-se integralmente às obras de Villa-Lobos. Gravou, ainda, a Sinfonia nº 8, II Movimento, de Claudio Santoro, sob regência de Neil Thomson. Ao trabalhar com outros maestros, acumula um extenso repertório sinfônico, incluindo obras de Mahler, Wagner, Brahms, Ravel, Respighi, Handel e Falla.

    Carla Cottini (soprano)

    Revelação do canto lírico brasileiro, tem se destacado por integrar em suas performances belo timbre, sólida técnica e marcante presença cênica. Desde 2011, interpreta papéis protagonistas em óperas de diversos compositores, como Mozart, Donizetti, Puccini, Massenet, Humperdinck e Strauss. Sua bagagem inclui passagem por casas de ópera em países de todo o mundo, trabalhando com importantes diretores cênicos, como Píer Francesco Maestrini, Stefano Poda, Jorge Takla e Francesco Belloto. Compromissos recentes incluem seu debut como Adina em “L’Elisir d’Amore” e Gilda em“Rigoletto”. Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas, subiu ao palco ao lado de diversos regentes, dentre eles, Rinaldo Alessandrini, Isaac Karabitchevsky e Silvio Viegas.  Atualmente vive em Berlim e é orientada por Vito Amaria Brunetti e John Fischer.

    Raquel Fortes (soprano)
    Soprano coloratura, é formada em Canto Lírico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Iniciou os estudos musicais na Fundação Carlos Gomes em Belém, no Pará. Em Porto Alegre, foi aluna de flauta transversal no Conservatório Pablo Komlós e, ao integrar o Coro da OSPA, descobriu vocação no canto. Na UFRGS fez parte dos elencos das óperas Dido e Eneias e L’Orfeu. Junto à classe de jovens cantores do Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo, atuou como Primeira Dama e Rainha da Noite na ópera A Flauta Mágica, de Mozart. Interpretou, ainda, Lauretta na ópera II Maestro di Musica, com a Orquestra Unisinos Anchieta, e no projeto Terças Líricas foi a Madame Herz, na ópera O Empresário, de Mozart. Foi a primeira cantora a solar nos palcos do Teatro Unisinos e na Casa da OSPA.

    Mais informações pelo site www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 32227387.

    A OSPA é uma das fundações vinculadas à Secretaria da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul (Sedac/RS). Os concertos da temporada 2019 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (LIC), por Panvel, CMPC, Banrisul e Grupo Zaffari. Apoio: Ipiranga, Dufrio, Audio Porto, Grupo Renner e Thyssenkrup. A realização é de OSPA, Fundação Cultural Pablo Komlós e Sedac.

     OSPA apresenta a ópera ‘‘Orfeu e Eurídice’’

    Quando: 24 e 25 de agosto, sábado e domingo

    Horários: 20h no sábado e 18h no domingo

    Local: Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/nº – Centro – Porto Alegre)

    PROGRAMA

    Orfeu e Eurídice

    Christoph W. Gluck

    Regência e direção musical: Evandro Matté

    Direção cênica e cenografia: William Pereira

    Solistas: Denise de Freitas (soprano)

    Carla Cottini (soprano)

    Raquel Fortes (mezzo-soprano)

    Participações: Coro Sinfônico da OSPA e Companhia Municipal de Dança de Porto Alegre
    Coreógrafos: Alexandre Rittmann e Paula Amazonas
    Bailarinos convidados: Paula Amazonas, Andressa Pereira, Bianca Weber, Bruno Manganelli, Caleo Alencar, Carolyne Constante, Davi Sgarbi, Driko Oliveira, Everton Nunes, Fernanda Bosque, Leonardo Maia, Pamela Agostini.

    Iluminação: José Luís Fagundes (Kabelo)

    Figurino / caracterização: Antonio Rabàdan

    Assistência de figurino: Lilian Becker

     Direção de Palco: André Munari

    Assistência de Direção Cênica: Brenda Knevitz

    Assistência de produção: Mely Paredes

    Coordenação de camarim: Ellen Correia

    Fotografia: Raul Krebs

    Maquiagem: Claudia Ribeiro, Adriana Chaves, Carolline Ely e Camila Vieira

    Cabelos: Maison 31 | Thaina Costa e Sérgio Viamonte

    Perucas: Mateus Amaral

    Assistente de camarim: Camila Valandro Kunsler

    Assistente de camarim: Carolina Leão Moreira

  • Fernando Corona e Bruno Coelho tocam Villa-Lobos no projeto Chapéu Acústico

    A próxima atração do projeto Chapéu Acústico será sobre a obra de Heitor Villa-Lobos (1887-1959): suas composições, pesquisa folclórica, influências e influenciados, nessa terça-feira, dia 20 de agosto, a partir das 19h, na Biblioteca Pública do Estado (Riachuelo, 1190). O show será com Fernando Corona (piano e voz), atualmente à frente do projeto “Villa Lobos in Jazz” que já percorreu várias capitais do Brasil e algumas cidades da Europa, acompanhado de Bruno Coelho (percussão). A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.

    Natural de Porto Alegre, Fernando Corona é pianista, tecladista e compositor. Começou sua carreira em 1982, atuando ao lado de Antônio Villeroy e do flautista mineiro Kim Ribeiro. Em 1984, rumou para a Espanha, onde viveu por três anos desenvolvendo um trabalho de jazz e música flamenca.

    Foto Ro Carneiro / Divulgação

    Em 1987, retornou ao Brasil e passou a atuar ao lado de Bebeto Alves, Renato Borghetti e Antônio Villeroy, entre outros. Na mesma época, iniciou sua bem sucedida participação em festivais de música no Rio Grande do Sul, os quais lhe renderam vários prêmios como compositor e o reconhecimento como um dos maiores músicos gaúchos da atualidade. Em 2003 mudou-se para o Rio de Janeiro e, desde então, tem participado de gravações e shows ao lado de Pery Ribeiro, Wanda Sá, Betty Faria, João Suplicy, Tânia Alves, Zezé Motta, Barrosinho, Nalanda e Edu Neves, entre outros. Atua como arranjador e diretor musical do projeto “Villa-Lobos in jazz”, que tem excursionado por todo o Brasil e, em 2011, apresentou-se na Alemanha, Suíça e Itália.

    CHAPÉU ACÚSTICO

    O produtor, publicitário e fotógrafo Marcos Monteiro assina a curadoria do projeto Chapéu Acústico, que tem movimentado o Salão Mourisco com shows de excelente qualidade, desde setembro de 2016. Os artistas locais tem a oportunidade de se apresentarem em um local com ótima acústica, na iniciativa que não possui qualquer patrocínio. Os cachês dos músicos são pagos a partir das contribuições espontâneas, que ocorrem no chapéu, como nas performances de rua, e vão inteiramente para os músicos.

     SERVIÇO:

    Dia: 20 de agosto (terça-feira).

    Hora: a partir das 19h.

    Local: Salão Mourisco – Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS

    Informações: Na BPE-RS, pelo telefone (51) 3224-5045 ou com produtor, Marcos Monteiro, via e-mail duearth@terra.com.br.

    Agendamento de entrevistas: Com o produtor, pelos telefones (51) 3013-2236 e 9935-0608.

    Entrada franca/Contribuição espontânea.

  • A música e a poesia de Vinicius de Moraes, no Chapéu Acústico da BPE

     

    Benção Poetinha . Fotos Giovanna Hagemann -/ Divulgação

    A partir da obra de Vinicius de Moraes, a cantora Anaadi, a atriz Deborah Finocchiaro e o pianista Pablo Trindade falam do amor, exaltam a vida e traduzem questões cruciais dos nossos tempos, em “Benção Poetinha”. O show litero-musical será atração do projeto Chapéu Acústico no dia 13 de agosto (terça-feira), a partir das 19h, na Biblioteca Pública do estado (Riachuelo, 1190). A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.

    O espetáculo utiliza uma linguagem híbrida, com canções, textos e poemas  tocados, falados e cantados de forma delicada, profunda e contundente. Os sentidos são aguçados, o prazer artístico compartilhado, o exercício do pensamento crítico estimulado e as energias revigoradas. “Benção Poetinha” humaniza as relações e promove encontros saudáveis. Une música e poesia como espelhos da alma e cria um ambiente de arte sanadora, com alívio, leveza e acolhimento, onde é possível retirar as máscaras, desatar nós e se sentir em casa, entre amigos, como viveu Vinicius de Moraes. O público é transportado pra outro lugar…lugar este que cada um encontra, ao final de tudo, dentro de si mesmo”.

     Vinicius de Moraes(1913-1980), poeta, dramaturgo, jornalista, diplomata, cantor e compositor passou a vida rompendo convenções sociais. Passou da poesia culta para a popular, misturando ritmos brancos com negros, samba com candomblé e o comportamento aristocrático com o boêmio. Além de ter um dos fundadores da bossa nova, foi também importante poeta da segunda fase do modernismo e um dos mais famosos compositores da MPB. Qualquer que seja a análise feita da obra de Vinicius de Moraes, não se pode escapar das palavras “mudança”, “evolução”, “transição”. Sua poesia, além de ser a encarnação do movimento e do transitório, elege a busca como motor primordial: do divino, da coisa ordinária, do homem concreto, do homem social, do homem banal, do amante e, sobretudo, da mulher. Não importa que Vinicius parta do etéreo para chegar ao real, o que mais vale em sua obra é a busca da fusão com a vida.

    “… haverá nos olhos, na boca, nas mãos, nos pés de todos uma ânsia tão intensa de repouso e de poesia, que a paixão os conduzirá para os mesmos caminhos, os únicos que fazem a vida digna: os da ternura e do despojamento… A esse mundo, só a poesia poderá salvar, e a humildade diante da sua voz…”

    Vinicius de Moraes

    FICHA TÉCNICA:

    Textos, poemas e músicas: Vinicius de Moraes

    Repertório: Deborah Finocchiaro e Pablo Trindade

    Piano: Pablo Trindade

    Intérpretes: Anaadi, Deborah Finocchiaro e Pablo Trindade

    PARTICIPANTES:

     ANAADI

    Cantora e Compositora, já trabalhou com grandes nomes, como Rick Wakeman, Roberto Menescal e Guinga.  Em 2017 lançou o disco “Noturno”, primeiro de sua carreira, vencedor do Grammy Latino 2018 na categoria Melhor Album Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa e indicado em outras três categorias: Artista Revelação, Gravação do Ano e Melhor Álbum de Engenharia de Gravação. A turnê “Anaadi Noturno” já passou por cidades como Porto Alegre, São Paulo e Curitiba no Brasil, Los Angeles e San Diego nos EUA, entre outras. No cinema, Anaadi é autora do documentário “Arte das Musas?”, sobre mulheres na música; cantriz no filme musical “Nervos de Aço” e autora da trilha sonora do curta “Madrepérola”, sobre mulheres gordas, beleza e auto-estima. A dimensão social de seu trabalho, que lança luz às questões de populações mais vulneráveis, principalmente as mulheres, ganhou força em 2018 com o lançamento do clipe “É Fake (Homem Barato)”, dedicado ao protagonismo feminino.

    DEBORAH FINOCCHIARO

    Estreou no teatro em 1985. Bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da UFRGS, já participou de centenas de trabalhos como atriz no teatro, cinema e televisão, como diretora, produtora e ministrante em grande parte do território brasileiro, Uruguai e Argentina. Ao longo de sua carreira, recebeu 32 prêmios, entre eles 9 de Melhor Espetáculo, 17 de Melhor Atriz, 1 de Melhor Direção, 1 de Melhor Texto Adaptado, 1 de Melhor Roteiro e 3 como Melhor Artista de Teatro. Em 1993 criou a Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que atualmente tem em seu repertório as peças “Pois é Vizinha…” (1993), “Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana” (2006), “GPS GAZA” (2014), “Caio do Céu” (2017), “Diário Secreto de Uma Secretária Bilingue” (2019), as peças curtas “Erico de Bolso” (2013) e “Histórias de Um Canto do Mundo Chamado Sul” (2008), os projetos“Palavra de Bolso – Onde a Literatura ganha Voz” (2016), “Sarau Voador – Literatura e Improvisos Transcriados” (2018) e as obras litero-musicais: “Leitura às Cegas” (2018); “Benção Poetinha”, a partir da obra de Vinicius de Morais (2018) e “Palavra Balada” (2018). Em 2014 foi a artista homenageada do 21º Festival Internacional de Teatro Porto Alegre em Cena, ganhando a biografia “A Arte Transformadora”, escrita por Luiz Gonzaga Lopes, que integra o 5º volume da coleção Gaúchos Em Cena. Desde 2009 assina a coluna de teatro na Rádio Band News FM Porto Alegre – 99,3.

     

    PABLO TRINDADE-ROBALLO

    Formado em Piano, Regência orquestral e coral, estudou também Composição e Contrabaixo no Conservatório Fálleri-Balzo,de Montevideo. Foi bolsista da OEA e do Conselho Interamericano de Música (CIDEM) na Venezuela, onde se especializou em Regência Orquestral e é Licenciado em Música pelo Centro Metodista Universitário, IPA de Porto Alegre, Brasil. Suas composições e arranjos integram o repertório de grupos vocais e coros da América, Ásia e da Europa. Tem regido e ministrado cursos e oficinas na Alemanha, Argentina, Brasil, EEUU, Equador, Espanha, França, México, Paraguai, Portugal, Uruguai e Venezuela.

    É Regente e Diretor Artístico do grupo Expresso 25 de Porto Alegre,  do Grupo Sem Contraindicação de Porto Alegre, o Coro Tramontina em Farroupilha/RS, e o Grupo Areté em Itajaí/SC. É ganhador do “Prêmio Açorianos de Música 2004” como Melhor Intérprete de MPB, pelo CD Expresso 25, com os seus Arranjos e Regência e Prêmio Açorianos de Música 2016 com sua comedia musical “As Tias do Vinícius” na categoria Melhor Espetáculo do Ano.  Ganhador do 2nd. Prize in The International Choral Composition Competition 2018, VocalEspoo Festival, Finlândia, com sua obra “Pasajes”, para dois coros a capella.

     Serviço:

    Dia: 13 de agosto (terça-feira)

    Hora: a partir das 19h

    Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do estado (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS.

  • Exposição coletiva do Foto Clube Porto-Alegrense sobre a cidade no Clube de Cultura

     
    O Foto Clube Porto-Alegrense homenageia a capital do Estado , na próxima terça-feira, dia 13, com uma exposição fotográfica mostrando 40 imagens, que são referências reais e imaginárias da cidade. A mostra celebra o aniversário de fundação de Porto Alegre. A Expo POA 247 ocupará um lugar muito importante e especial no Bairro Bom
    Fim, na Av. Ramiro Barcelos, 1853 – O Clube de Cultura.

    Foto Iara Tonidandel/ Divulgação

    William Clavijo/ Divulgação

    Vinicius Tabajara/ Divulgação

    Rafael Sgari/ Divulgação

    Leandro Facchini/ Divulgação

    Josi Chocho/ Divulgação

    Anelise Ferreira/ Divulgação

    Considerado pelos organizadores um lugar mítico, aberto em 1958, por um grupo de 14 judeus progressistas que queriam construir uma casa que fomentasse encontros, utopias, esperança e cultura. Onde na década de 60 se realizaram palestras e exposições, por onde passaram ícones de todas as artes como Graciliano Ramos, Jorge Amado, Carlos Scliar, Danúbio Gonçalves, Vasco Prado, Caio Fernando Abreu, Elis Regina, Nei Lisboa e tantos outros talentosos e importantes nomes da Música, da Literatura, do Cinema e do Teatro,agora  abre suas portas para a Fotografia, retomando de forma intensa para a cena cultural gaúcha.
    Wesley Santos/ Divulgação

    Tiago Jaques/ Divulgação

    Nina Pulita/ Divulgação

    Jane Cassol/ Divulgação

    Exposição POA 247.
    Local: Galeria Espaço André Paulo Franck do Clube de Cultura de Porto Alegre – Av.
    Ramiro Barcelos, 1853. Bom Fim.
    Abertura: 13 de agosto de 2019 das 19h às 21h.
    Visitação: De 13/08 a 10/09
    Horários: De segunda a sábado das 18h as 21:00h.
     
    Eloi S. Farias/ Divulgação

    Edison Luis Nunes/ Divulgação

    Carlos Eduardo Vaz/ Divulgação

    Carlinhos Rodrigues/ Divulgação

     
    Neusa de Ávila/ Divulgação

    Rogério Soares/ Divulgação

    Wanderley de Oliveira/ Divulgação

    Jorge Leão/ Divulgação

    Fotógrafos.
    Alexandre Eckert, Anelise Ferreira, Bebeto Alves, Bia Donelli, Carlinhos Rodrigues,
    Carlos Eduardo Vaz, Edison Nunes, Eloí Farias, Gerson Turelli, Gutemberg Ostemberg,
    Iara Tonidandel, Jane Cassol, Jorge Leão, Joseane Bertoncello, Josi Chocho, Leandro
    Facchini, Miguel Sisto Junior, Neusa de Ávila, Nina Pulita, Rafael Sgari, Roberto
    Martinez, Rogério Soares, Thiago da Costa Jaques, Vinícius Tabajara, Wanderlei
    Oliveira, Wesley Santos e William Clavijo.
    Concepção, Expografia e Organização Visual.
    Alexandre Eckert, Anelise Ferreira, Bia Donelli Carlinhos Rodrigues, Carlos Eduardo
    Vaz, Eloí Farias, Gutemberg Ostemberg, Jorge Leão, Nina Pulita, Rafael Sgari e
    Vinicius Tabajara e William Clavijo.
    Realização. Fotoclube Porto-Alegrense,Clube de Cultura, Fumproarte
    Bia Donelli/Divulgação

    Bebeto Alves/ Divulgação

    Alexandre Eckert/ Divulgação

    Miguel Sisto Junior./ Divulgação

     
    Roberto Martinez/ Divulgação

    Gerson Turelly/ Divulgação

     

  • A arte que se faz coletivamente, na segunda edição do projeto Rexiste Usina Das Artes

    A segunda edição do projeto Rexiste Usina Das Artes promovida pelos grupos, companhias e coletivos que integram o Projeto Usina das Artes será realizada de 9 de agosto e se estenderá até o dia 25. Os eventos ocorrem na KZA Das Artes Santa Terezinha (rua Santa Terezinha, 711 – Santana).

    O projeto tem como objetivo dialogar com a sociedade sobre a importância da KZA Das Artes Santa Terezinha, um novo equipamento da Secretaria Municipal da Cultura,  destacando o espaço e os projetos lá realizados. O local abriga desde agosto de 2017, grupos e coletivos de teatro integrantes do Projeto Usina das Artes que foram transferidos de suas salas na Usina do Gasômetro para o local.

    A  segunda edição do projeto Rexiste Usina Das Artes terá na programação mostra de espetáculos para adultos com preços populares e mostra gratuita de teatro infantil. Também será realizado fórum de discussões sobre ocupação de espaços públicos para criação cênica, com participação de nomes da cena cultural. Serão ofertadas aulas de teatro abertas e gratuitas, ministradas por profissionais que integram os grupos residentes na KZA Santa Terezinha.

    O coordenador de Artes cênicas da Secretaria Municipal da Cultura, Fernando Zugno, destaca a importância do Projeto Usina das Artes. “Ao completar dois anos de residência na Vila Planetário queremos compartilhar nosso trabalho com a comunidade e discutir a relevância da manutenção do Projeto para a coletividade cultural porto-alegrense”, completa Zugno.

    Programação

    Mostra de Teatro Adulto e Infantil

    De 09 a 25 de agosto – sextas e sábados,  às 20h, domingos às 11h.

    Usina Le Bufê. Foto: Divulgação

    Sexta-feira, 9  –  Le Bufê, convidado do GRUPOJOGO

    Sábado, 10 – Deus é um DJ, mais recente criação cênica do GRUPOJO

    Usina andarilho. Foto Alex Limberger/ Divulgação

    Domingo, 11 – Andarilho, espetáculo infantil do Teatro Ateliê

    Sexta-feira, 16  – Love me boy kill machine, solo de João de Ricardo – Cia. Espaço em Branco.

    Usina love me boy kil. Foto: Divulgação

    Sábado, 17-  Populares temem invasão das Salsichas Gigantes, criação coletiva do Levanta Favela.

    Usina estréia Missão Água. Foto: Divulgação

    Domingo, 18 -Missão Água, espetáculo infantil do Grupo Depósito de Teatro.

    Ensaio do Ator Heinz Limaverde para performance “Gordura-Trans”

    Sexta-feira, 23  – GorduraTrans, solo de Heinz Limaverde, Cia. Rústica.

    Usina O Inspetor Geral. Foto: Divulgação

    Sábado, 24 – O Inspetor Geral, resultado da Oficina de Criação e Montagem do GRUPOJOGO.

    Usina Picadeiro Rústica. Foto: Divulgação

    Domingo, 25 – Picadeiro, ensaio aberto do novo espetáculo infantil da Cia. Rústica de Teatro.

    Ingressos antecipados no site: http://www.eventbrite.com.br/o/projeto-usina-das-artes-23693139080. R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada). Espetáculos para crianças gratuitos.

    Residentes das proximidades da KZA têm entrada gratuita, com comprovante de endereço.

    Aulas de Teatro

    Nos domingos,  das 14h00 às 16h00, serão ministradas  aulas abertas, livres e gratuitas,  com artistas integrantes dos coletivos residentes do Projeto Usina das Artes.

    11 de agosto  – Aula com artistas do Teatro Ateliê e Cia. Rústica.

    18 de agosto – Aula com artistas do GRUPOJOGO e Levanta Favela.

    25 de agosto  – Aula com artistas do Depósito de Teatro e Cia. Espaço em Branco.

    Entrada gratuita. Será passado o chapéu para recolher a contribuição espontânea.

    I Forum Manifesto

    Vários segmentos da sociedade serão convidados para  debater o seu papel na ocupação de espaços públicos para a criação cênica. Atividade realizada aos domingos, das 16h às 18h. Entrada franca.

    11 de agosto – O Papel da Mídia.

    18 de agosto  – Sociedade Civil – Movimentos e Sindicato dos Artistas.

    25 de agosto – Experiências de Ocupação.

    Mediação – Michele Rolim, jornalista e crítica teatral.

    Atividades Paralelas

    Crítica Teatral

    Renato Mendonça irá coordenar  workshop para alunos da EEPA – Escola de Espectadores de Porto Alegre, que produzirá criticas de alguns espetáculos participantes da mostra.

    Arte na fachada

    Atividade que irá realizar pintura da fachada da KZA Santa Terezinha. Criação do artista Renan Canzi, que é arquiteto e lidera o projeto de grafiteiros e muralistas Casulo.

    Registro audiovisual

    Todo o evento será registrado pela TOCA ESTÚDIO, que no final da programação irá produzir um mini documentário, um Manifesto sobre a importância da manutenção do Projeto Usina das Artes.

     

    Serviço

    2º edição do projeto (R)existe Usina Das Artes

    KZA Das Artes Santa Terezinha (rua Santa Terezinha, 711, Santana).

    Informações:  pelos e-mails cac@smc.prefpoa.com.br ou usinadasartespoa@gmail.com  e pelos telefones (51) 3289-8064 ou (51) 9847-28911

    Usina das Artes nas redes: Instagram e  Facebook- @usinadasartespoa

    IMAGENS EM ALTA

    KZA

    http://bancodeimagens.procempa.com.br/visualiza.php?codImagem=198750

    http://bancodeimagens.procempa.com.br/visualiza.php?codImagem=198749

    Espetáculos

    http://drive.google.com/open?id=1MvZP4n5POnxpmCm0M5FwVuSTV6AFBv6c

    Créditos

    Le bufê: Pulp Fotografia

    Inspetor geral: Louise Carpenedo

    Andarilho: Alex Limberger

    Gordura trans: Kiram

    Salsichas gigantes: Mônica Rosa.

    Missão água: Jéssica Barbosa

    Deus é um Dj: Júlio Appel

    Love me boy: Bruno Barreto

    Picadeiro: Iassanã Martins

  • TOC – Uma Comédia Obsessiva Compulsiva, está de volta, no Teatro CIEE

    Sucesso nas três temporadas que realizou desde o Porto Verão Alegre até aqui, a comédia TOC traz, além de diversão, claro, reflexão, humor, amizade, parceria, encontros. O fato de não estarmos sozinhos com nossas angústias, medos ou alegrias é sempre reconfortante e transformador. E é esse o recado de Artur José Pinto, autor do texto de TOC – uma comédia obsessiva compulsiva’, comédia que está encantando os gaúchos que lotam todas as sessões. Com ingressos já disponíveis no site da Uhuu, volta a cartaz agora no Teatro CIEE, de 08 a 11 de agosto.

    O espetáculo dirigido por Lutti Pereira coloca em cena, quatro personagens com diferentes personalidades e tipos de TOC (transtornos obsessivos compulsivos), que se encontram num improvável consultório. Enquanto esperam pelo famoso Dr. Clóvis Schartzmann para uma sessão de psicoterapia, compartilham suas vidas e desenvolvem uma estranha relação. Após as apresentações de quinta, sexta e sábado, haverá debates com profissionais da área da psicanálise e público presente.

    Foto de Pedro Mendes/ Divulgação

    Artur José Pinto, ator, dramaturgo e diretor teatral, é autor de outros grandes sucessos do teatro gaúcho, como Homens de Perto e Inimigas Íntimas.  Lutti Pereira é ator e diretor e participa ativamente da cena das artes cênicas de Porto Alegre. Daniel Lion , um dos figurinistas mais requisitados e premiados do teatro gaúcho, retorna aos palcos como ator, depois de 18 anos sem atuar. Letícia Kleeman recebeu este ano o Prêmio Açorianos de melhor atriz coadjuvante pela montagem ‘Nós (em Off)’. Além de atriz, é requisitada modelo e protagoniza importantes editoriais de moda. Vinícius Petry, músico e ator, integrou a Cia. Teatro di Stravaganzza, o grupo Teatro Novo, a Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais e atualmente faz parte do elenco do Grupo Cuidado que Mancha. Juliana Barros é atriz e produtora e também tem uma carreira repleta de premiações e participações em importantes espetáculos da cena de Porto Alegre.
     
    Foto: Pedro Mendes/ Divulgação

    Críticas sobre o espetáculo:

    Divertida, inteligente  e  bem  realizada.
    O desenvolvimento da trama e a agilidade dos diálogos, bem abrasileirados e muito naturais, garante a qualidade do espetáculo que diverte e prende a atenção de todos, arrancando contínuas gargalhadas, tal o inusitado das situações.”  – Antônio Hohlfeldt /JC

    Passando do trágico ao cômico, os personagens encaram as suas fobias através de uma nova perspectiva: o outro…É uma comédia atemporal que tem tudo para seguir arrancando aplausos e risadas por muitas temporadas no cenário teatral gaúcho e quiçá alçar voos maiores. Eu recomendo. É uma terapia intensiva de bom humor e algo mais.”  – Ana Paula Bardini /Blog Teatrando Por Aí
    É um retrato de cada um de nós. Como somos. Com nossas manias e fragilidades emocionais…Além de rir muito podemos refletir e nos ver no espelho das personagens que expõem sua condição bem humana.”  – Roberto Antunes Fleck
    Surpreende quando estamos diante do encontro natural do ator com o tom cômico, assim despertando uma surpresa em cena e não só o óbvio da narrativa. Por isso no final da apresentação foi unânime os calorosos aplausos da plateia diante do espetáculo. – José Henrique Alves / Blog Crítica & Diálogo

    Ficha técnica:

    Texto: Artur José Pinto / Direção: Lutti Pereira / Elenco: Daniel Lion, Juliana Barros, Letícia Kleemann e Vinícius Petry / Cenografia e figurinos: Daniel Lion / Iluminação:  Fernando Ochoa / Trilha sonora:  Vinícius Petry / Assessoria de imprensa:  Bebê  Baumgarten / Assessoria de redes sociais: Pedro Santos / Fotos de divulgação: Pedro Mendes / Programação visual : Top Agencia / Realização e produção: Lutti Pereira e Daniel Lion / Classificação etária: 14 anos / Duração: 60min

    TOC – UMA COMÉDIA OBSESSIVA COMPULSIVA

    De 08 a 11 de agosto, de quinta a sábado às 21h e domingo às 18h

    Teatro CIEE – Rua Dom Pedro II, 861. São João. Telefone (51) 3363-1111

    Ingressos antecipados:

    R$ 80,00 plateia

    R$ 60,00 mezanino

    No site: http://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/toc-uma-comedia-obsessiva-compulsiva-7919

    Bilheteria do Teatro CIEE (sem taxas):

    Rua Dom Pedro II, 861 – Higienópolis – Porto Alegre

    De segunda a sexta, das 10h às 18h

    Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito

    Bilheteria do Teatro do Bourbon Country (sem taxas):

    Avenida Túlio de Rose, 80 | 301 – Porto Alegre, RS.
    De segunda a sábado, das 13h às 21h | domingos e feriados, das 14h às 20h

    Formas de pagamento: dinheiro, cartões de crédito e débito.

    Meia-entrada/descontos: 50% de desconto para idosos (com idade igual ou superior a 60 anos);

    50% de desconto para estudantes;

    50% de desconto para pessoas com deficiência e acompanhantes quando necessário.

    O benefício de meia-entrada é assegurado para 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento, conforme o Decreto nº 8.537/15.

  • René Floyd interpreta folk, rock, blues e MPB, no Dharma Drewpub

    O músico René Floyd (violão e voz) se apresenta interpretando folk, rock, blues e MPB no Dharma Drewpub (Sebastião Leão, 188), no dia 9 de agosto (sexta- feira das 21h às 23h.  O bar abre para happy hour das 18h às 21h, com promoção de chopp: o Pint (grande) sai pelo preço do Half-Pint (pequeno). Reunindo arte e cultura, através de exposições, shows, apresentações de stand up comedy, sessões de modelo vivo, dentre outras linguagens, o local oferece cervejas de qualidade e deliciosos pratos, como hambúrguer, pizza e finger food.

    Clássicos da música internacional e nacional, além de um repertório autoral é o mote da apresentação do cantor, compositor e multi-instrumentista. No setlist estão B.B. King, John Mayall, Sonny Boy Williamson, Bo Diddley, Robert Johnson, Eric Clapton, Rolling Stones, Bob Dylab e Edvaldo Santana. Caetano Veloso, Chico Buarque, Legião Urbana também estão no programa, assim como releituras e interpretações fora do comum de The Cure, U2, Beatles e Led Zeppelin.

    Natural de Porto Alegre, René Floyd reside em Estância Velha e tem 32 anos de trajetória artística. De uma família de músicos, começou sua incursão na área aos 8 anos, primeiramente no teclado, depois no violão – sua grande paixão – e após em outros instrumentos. Com trabalho que circula entre a capital gaúcha, Região Metropolitana, Serra e Vales do RS, o músico versátil e autodidata toca violão, piano, contrabaixo, guitarra, bateria, teclado, percussão e harmônica. Suas influências musicais passam por Pink Floyd, David Bowie, Frank Zappa, Pat Metheny, Beatles, Caetano Veloso, Gonzaguinha, Milton Nascimento, Chico Buarque, Tom Jobim e muitos outros, em especial pelo rock progressivo. Participou das bandas Jazz Majestic, Ministério do Rock, Zona Zen, Salim & Os Rogers e mais ativamente das bandas The Willsons, Máquina a Vapor, Olden Boys e Olden Blues.

    Cantor René Floyd .Foto Camila da Cunha/ Divulgação

    Serviço:

    Dia: 9 de agosto de 2019 (sexta-feira)

    Hora: das 21h às 23h. A casa abre as 18h, com promoção de happy hour até as 21h: chopp grande (Pint) pelo preço do pequeno (Half-pint) em qualquer uma das seis torneiras.

    Local: Dharma Brewpub (Sebastião Leão, 188 esquina com Lima e Silva) – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS.

    Entrada franca. Contribuição espontânea aos músicos, com valor sugerido de R$ 15,00 por pessoa.

  • MARGS celebra o centenário de Francisco Stockinger com grande exposição

    Reunindo mais de 100 obras do acervo do museu e de coleções públicas e privadas, mostra com abertura na próxima quarta-feira,dia 7, ocupa as três galerias das Pinacotecas, abordando as diferentes fases do artista reconhecido como um dos mais importantes representantes da escultura no Brasil. Em agosto, o MARGS inaugura outras quatro exposições: uma individual e outra coletiva em homenagem a Cláudio Martins Costa, uma individual que resgata a obra de Otacílio Camilo e, por fim, a nova fase da coletiva “Acervo em Movimento”, que estreou a atual gestão.

    Francisco Stockinger – Gabiru

    Com estas 5 novas exposições, lançadas ao longo do mês de agosto, abre-se o ciclo expositivo do segundo semestre de 2019. Em destaque: a tradição da escultura moderna gaúcha, oresgate histórico de um artista negro pouco presente e abordado pela história da arte, e o prosseguimento de um projeto concebido para trazer a público as obras do acervo do museu.
    Francisco Stockinger- Sem título

    Centenário de Stockinger
    A programação se inicia na próxima quarta-feira (7/8), com a abertura das 18h às 21h de uma ampla e extensa exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Francisco Stockinger (1919-2009). Ocupando as três galerias das Pinacotecas, o espaço mais nobre do museu, “Stockinger 100 anos” reúne mais de 100 obras, procedentes do acervo do MARGS e de coleções públicas e privadas.
    Francisco Stockinger – São João Batista

    Na terça, dia 6/8, o MARGS receberá a imprensa para uma visita mediada nas Pinacotecas antes da abertura da exposição, conduzida pelo diretor-curador Francisco Dalcol e pela curadora-assistente Fernanda Medeiros. A seleção aborda as diferentes fases do artista que, com seus “Guerreiros”, “Gabirus”, esculturas em pedra e figuras femininas, é reconhecido como um dos mais importantes representantes da escultura no Brasil, também aclamado ainda em vida como um dos mais consolidados referenciais da arte produzida no Rio Grande do Sul. A abertura da exposição se
    dá exatamente no dia de nascimento de Stockinger. Além do centenário de nascimento, o ano de 2019 também registra uma década de sua morte.
    Francisco Stockinger- São Francisco

    Acervo em movimento
    Também na quarta-feira (7/8), tem abertura a segunda e nova fase de “Acervo em movimento, um experimento de curadoria compartilhada entre as equipes do MARGS”, projeto curatorial concebido para trazer a público o acervo do museu. Iniciada em março, marcando o início da atual gestão, a mostra coletiva se vale de uma estratégia de rotatividade de obras e o modelo de curadoria compartilhada, em que obras entram e saem de exibição segundo escolhas propostas pelas equipes do museu, que conjuntamente e em revezamento exercitam um mesmo método de organização de uma mostra dedicada a exibir o acervo.
    Depois de estrear nas Pinacotecas, “Acervo em movimento” passa a ocupar a Galeria Aldo Locatelli, a partir de agora em caráter permanente.  A mostra reinaugura com obras de Leopoldo Gotuzzo, Jacinto Moraes, Waldeny Elias, Emiliano
    Di Cavalcanti, Lasar Segall, Pedro Weingärtner, Iole de Freitas, Leonilson, Ado Malagoli, Mira Schendel, Milton Kurtz e Heloisa Schneiders da Silva.
    Cláudio Martins Costa
    A seguir, no sábado (10/8), às 11h, a tradição da escultura moderna gaúcha, a que Stockinger se filia, ganha ainda mais evidência com a abertura de duas exposições em homenagem ao também escultor Cláudio Martins Costa (1932-2008): a individual “Instantes de permanência” a Galeria Iberê Camargo, e a coletiva “ta-MONDUá” na Galeria Oscar Boeira, esta com a participação de artistas convidados em um diálogo com a obra de Cláudio Martins Costa. São eles Adolfo Bittencourt , Alberto Semeler, Felix Bressan, Tetê Barachini e Thiago Trindade.
    Com curadoria do artista e pesquisador Clóvis Martins Costa, filho de Cláudio, e da
    pesquisadora e artista Tetê Barachini, as duas exposições foram concebidas para serem apresentadas em simultaneidade e de modo complementar, conferindo o reconhecimento à extensa atuação do artista e professor com suas obras e também de artistas que foram seus alunos.
    Otacílio Camilo
    No mesmo sábado (10/8), às 11h, o MARGS também inaugura uma mostra em homenagem a Otacílio Camilo (1959-1989). Apresentada nas Salas Negras, a exposição intitulada “Estética da rebeldia” procura oferecer um resgate do artista de vida breve e produção intensa nos anos 1980, e que faria 60 anos em 2019, quando também se registram os 30 anos de sua morte.
    Adepto do movimento anarco-punk, Otacílio Camilo é autor de uma produção com forte
    componente político e social. Por meio da ironia, suas obras tecem críticas ao
    conservadorismo da sociedade e do mundo da arte, ao sistema capitalista que relega parte da população a uma condição de extrema pobreza e à alienação política, estimulada, em grande parte, pelos meios de comunicação de massa.
    Reunindo cerca de 50 obras do acervo do MARGS e de coleções públicas e particulares, a mostra dá início a um ciclo de exposições intitulado “Histórias Ausentes”, que institui no museu uma política de exposição que visa dar visibilidade a expressões artísticas e narrativas invisibilizadas pelos discursos hegemônicos da historiografia oficial, assim como a artistas cuja produção não foi legitimada pelo sistema das artes. “Otacílio Camilo – Estética da rebeldia” tem curadoria de Izis Abreu, integrante da equipe do MARGS, mestranda em Teoria, Crítica e História da Arte (IA/UFRGS) e autora de monografia de conclusão do curso de graduação de História da Arte (UFRGS) resultante de sua pesquisa sobre a vida e obra de Otacílio Camilo.
    Francisco Stockinger – Guerreira

    SERVIÇO
    “Stockinger 100 anos”
    Curador: Francisco Dalcol
    Curadora-assistente: Fernanda Medeiros
    Abertura: 7 de agosto de 2019, das 18h às 21h
    Visitação: 8 de agosto a 24 de novembro de 2019
    Local: Pinacotecas do MARGS
    Entrada franca
    Francisco Stockinger – Sem título

    Francisco Stockinger – Sem título

    Francisco Stockinger-Sobrevivente-

    Francisco Stockinger – Sem título