Blog

  • Bibi Jazz Band mostra "All of Jazz" no Chapéu Acústico, da BPE

    Um retorno à época de ouro da música popular norte-americana é o que propõe Bibi Jazz Band, no show “All of Jazz”, que fará no dia 23 de julho (terça-feira), a partir das 19h, no Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (BPE-RS). Dentro do projeto Chapéu Acústico, o quarteto caxiense resgatará clássicos do jazz, com arranjos próprios e interpretará releituras de canções da atualidade, com execução refinada. A entrada é gratuita ou mediante contribuição espontânea.

    Formada por Bibi Blue (voz), André Viegas (guitarra), Rodrigo Arnold (contrabaixo acústico) e Mateus Mussatto (bateria), a banda resgata toda a linguagem do jazz canção, em standards que marcaram época e consagraram o estilo. Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Frank Sinatra, Nina Simone, Crylle-Aimée, Patti Austin e Tata Vega são nomes citados no seu trabalho, além da música instrumental.  A cada show, o grupo promete uma viagem no tempo, fazendo uma apresentação diferente a cada noite e trazendo de volta o glamour e sofisticação que envolvem a plateia e os amantes da boa música.

    Criado em 2016, o grupo se uniu com o intuito de tornar o Jazz Canção acessível a todos, apostando no diferencial da linguagem e na irreverência dos figurinos. Realizou um tour por Florianópolis e demais cidades catarinenses e gravou nos estúdios JV, na cidade serrana, “Love Come Back to Me”, registrado pela primeira vez na voz de Billie Holliday, em 1941, contando com a participação especial de Gilberto Salvagni, no sax. Apresentou-se em importantes pubs do RS e em 2017 fez a segunda gravação, ao vivo, do clássico “Feeling Good“, de Anthony Newley e Leslie Bricusse, mostrando arranjo próprio para a canção imortalizada por Nina Simone. Ainda fez a terceira gravação de “Stepping Out” de  Irving Berling  e participou do Festival Villa  do Jazz (Porto Alegre), já como integrante da nova cena do jazz gaucho. Também participou do Jazz Porto (Pernambuco) e Wine and Jazz Festival (Santa Catarina).

    CHAPÉU ACÚSTICO

    Realizado conjuntamente pelo produtor Marcos Monteiro e Biblioteca Pública do Estado (BPE), o projeto vem, desde setembro de 2016, movimentando o Salão Mourisco, com performances de grandes nomes do cenário musical gaúcho, entre instrumentistas de formação jazzística e cantores(as). A ideia surgiu da vontade de desenvolver atividades musicais sem depender de verba pública ou privada, com a parceria de artistas profissionais, dispostos a movimentarem a cena artística. A ação se dá sem cobrança de ingressos, usando o chapéu como forma de arrecadação, como acontece nas performances de rua.

    SERVIÇO:

    Dia: 23 de julho (terça-feira).

    Hora: a partir das 19h.

    Local: Salão Mourisco – Biblioteca Pública do Estado/BPE-RS (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS

    Entrada franca/Contribuição espontânea.

  • Julio Herrlein Quarteto toca no Espaço 373, em despedida do saxofonista Diego Ferreira

    O Espaço 373 recebe Julio Herrlein Quarteto,no dia 19 de julho (sexta-feira), . Formado por Julio “Chumbinho” Herrlein (guitarra, composições e arranjos), Diego Ferreira (saxofone), Caio Maurente (contrabaixo) e Bruno Braga (bateria), o grupo apresentará um repertório autoral que revisita os mais de 20 anos de carreira de Chumbinho em composições e arranjos originais, músicas inéditas e arranjos de standards selecionados. O quarteto dialoga com a música instrumental voltada à improvisação, fundindo elementos do jazz e da música brasileira.
    Este será o último show de Diego em Porto Alegre nesta temporada antes de voltar aos Estados Unidos, onde reside. Os ingressos custam R$ 30,00 antecipado e R$ 40,00 na hora.
    Diego Ferreira e Julio Herrlein – Foto Eduardo Quadros/ Divulgação
    Sobre o Espaço 373
    Inaugurado em março de 2017, o Espaço 373 remete às famosas casas de jazz de New York pelas paredes de tijolos à vista, madeiras de demolição e um charmoso piano de parede. Localizado 4º Distrito, conhecido pela criatividade e empreendedorismo cultural, o casarão construído em 1925 é tido como Patrimônio Cultural do Município.
    Serviço:
    Julio Herrlein Quarteto
    Quando: 
    19 de julho | Sexta-feira | 21h30
    Local: Rua Comendador Coruja 373 – Distrito Criativo de Porto Alegre | A casa abre às 20h
    Ingressos: R$ 30,00 antecipado e R$ 40,00 no local
    Ingressos antecipados: http://www.sympla.com.br/espaco-373-apresenta-diego-ferreira-julio-herrlein-quarteto__579124?fbclid=IwAR0TRONfRn6kYskN9kfNxU0778Yrj3Mla_NXAlmohSDxesP7DKAqX0fX2Xc
    Informações e reservas: (51) 98142 3137 | (51) 99508 2772
  • "O Topo da Montanha", com Lázaro Ramos e Taís Araújo, retorna a Porto Alegre para falar de Martin Luther King

    A peça O Topo da Montanha, com Lázaro Ramos e Taís Araújo continua sua carreira de sucesso, tendo já sido vista por cerca de 200 mil espectadores, além de ter recebido uma indicação ao Prêmio Shell, de melhor atriz, para Taís Araújo. Desde sua estreia em São Paulo, em outubro de 2015, o espetáculo percorreu 11 estados brasileiros e visitou 15 cidades, sempre com sessões esgotadas – desta vez a peça retorna a Porto Alegre no Theatro São Pedro, nos dias 19, 20 e 21 de julho, sexta e sábado, às 21h e domingo às 18h, em uma coprodução entre as empresas BR Produtora e Silvia Abreu Produções Artísticas e Culturais. Os ingressos já estão à venda no local (confira no Serviço).

    Fotos Juliana Hilal/ Divulgação

    Para celebrar a segunda incursão de Taís e Lázaro em Porto Alegre com a montagem após o sucesso das primeiras apresentações na cidade, em junho de 2017, a dupla chega, desta vez, um pouco mais cedo a capital para participar de um bate-papo no Instituto de Cultura da PUCRS, no dia 18 de julho, às 19h, com entrada gratuita e sujeito a lotação – o encontro será mediado pela jornalista Carol Anchieta e pelo diretor da universidade, Ricardo Barberena – para falar de suas carreiras e responder perguntas do público.

    A encenação que conquistou tantos espectadores relembra que há mais de cinquenta anos, no dia 4 de abril de 1968, o mundo se despedia de Martin Luther King Jr, o pastor protestante e ativista político que se tornou ícone por sua luta pelo amor ao próximo e pelo repúdio à segregação racial norte-americana. Vale lembrar que somente entre 1883 e 1959, cerca de cinco mil negros foram linchados nos estados do Sul do país – e é este o momento histórico que a jovem dramaturga Katori Hall desconstrói na ficção.

    Grande discurso

    Topo da Montanha faz alusão ao último grande discurso de Martin Luther King  (I’ve Been to the Mountaintop). Em Memphis, na Igreja de Mason, no dia 3 de abril de 1968, Luther King acabara de realizar seu último sermão. É exatamente neste cenário, um dia antes de seu assassinato, cometido na sacada do Hotel Lorraine, do quarto 306 – e na sequência de suas derradeiras palavras públicas -, que Martin Luther King, interpretado por Lázaro Ramos, conhece Camae, encenada por Taís Araújo, a misteriosa e bela camareira em seu primeiro dia de trabalho no estabelecimento. Repleta de segredos, ela confronta o líder em clima de suspense e simultaneamente debochado. Deste modo, em perfeito jogo de provocações, faz o reverendo se lembrar que, como todos, é humano. Por meio do humor e da emoção, faz rir e pensar com retórica atual, seja para americanos ou brasileiros.

    A escrita, diga-se, faz sentido mesmo quando comparada à situação política daqueles tempos. Para citar uma frase do espetáculo: “parem a guerra do Vietnã e comecem a lutar contra a pobreza” – vista sob a ótica do presente, ela ainda parece possível ser proferida e ressalta as características de um líder que “teve a força de amar aqueles que jamais puderam o amar de volta”. “Este texto me perseguiu como ator por dois anos, por meio de pessoas que diziam que tinha de fazê-lo no Brasil. E é contemporâneo porque é uma história também sobre enfrentar medos. Sobre os trilhos da coragem e do afeto”, resume Lázaro. “Tínhamos muito receio de que o texto fosse americano demais e não tocasse as pessoas. Mas o tempo e uma boa tradução nos convenceram que as questões do amor e da igualdade são relevantes e próximas a todos nós”, complementa Taís.

    A boa tradução para o português a que se refere Taís é de Silvio José Albuquerque e Silva, responsável por dar vida a temas universais e ainda envolventes. “Hall revela um líder ao mesmo tempo radical e pragmático, profético e imprevidente, sonhador, sedutor, frágil e, sobretudo, humano”, resume Silvio.

    Caminhos de acasos

    Também produtores da versão brasileira, Lázaro Ramos e Taís Araújo continuam a trajetória de sucesso ascendente da montagem num caminho de acasos que os levou a ela. O primeiro a vê-la, em Manhatan, foi um amigo do casal que a mencionou a Lázaro Ramos. Mais tarde, o diretor João Falcão apresentou ao ator o texto original, em inglês, ainda se dispondo a dirigi-lo. Feita uma primeira tradução, a conclusão da dupla Taís e Lázaro parecia irrevogável: o script era distante da realidade brasileira e demasiado americano, portanto não envolveria ninguém do lado de baixo da linha do Equador.

    Mas o tempo passou, e Lázaro Ramos entrevistaria Joaquim Barbosa. Seu chefe de gabinete, Silvio Albuquerque, admirador e conhecedor de Martin Luther King, entregou uma nova tradução a ele – inicialmente deixada de lado até que Taís a lesse. “A nova tradução era muito boa e ora eu ri, ora me emocionei. Finalmente fazia sentido e tive a convicção de que era viável para o Brasil. Insisti para que Lázaro a revisse e, mais tarde, com a impossibilidade do João Falcão dirigir, pressionei para que ele a assumisse”, relembra Taís. “Dirigir não estava em meus planos, principalmente porque conciliar a direção com a atuação era algo que eu sempre disse que não faria. Taís, minha grande parceira de cena e de vida, me convenceu a encontrar e acreditar na força de Martin Luther King”, prossegue Lázaro.

    É um encontro, afinal, completo para o casal Taís Araújo e Lázaro Ramos – que à parte a vida conjugal comum, os trabalhos na televisão e no cinema, possuem carreiras sólidas também nos palcos. A carioca Taís Araújo faz desta sua décima peça teatral como atriz e a terceira como produtora – já esteve no elenco de Orfeu da ConceiçãoPersonalíssimaGimba; Liberdade para as BorboletasSolidoresO Método GrönholmAmores, Perdas e Meus VestidosDisse que Disse e Caixa de Areia.

    Já o soteropolitano Lázaro realizou mais de 20 espetáculos com o Bando de Teatro Olodum de 1994 a 2002, entre eles; Sonhos de Uma Noite de VerãoÓ Pai Ó e Ópera dos 3 Vinténs. Após sair de Salvador, destaque para A MáquinaMamãe Não Pode Saber e o Método Grönholm, além de ter dirigido e escrito os infantis As PaparutasA Menina Edith e a Velha Sentada, bem como esteve à frente da direção dos adultos Campos de Batalha e Namíbia, Não e da codireção de O Jornal, entre outros.

    Ficha Técnica

    Texto de Katori Hall

    Direção de Lázaro Ramos

    Codireção de Fernando Philbert

    Tradução de Silvio Albuquerque

    Consultoria Dramatúrgica de Angelo Flávio

    Assistência de direção Thiago Gomes

    Com Lázaro Ramos e Taís Araújo
    Voz Inicial da Mãe de Martin Luther king de Léa Garcia

    Preparação vocal de Edi Montecchi

    Cenografia de André Cortez

    Assistência de Cenografia de Carmem Guerra
    Construção Cenário de Ono Zone Estúdio/ Fernando Bretas e Waldir Rosseti
    Iluminação de Walmyr Ferreira
    Assistência de Iluminação de Marcos Freire

    Figurinos de Teresa Nabuco

    Trilha sonora de Wladimir Pinheiro
    Desenho de Som de Laércio Salles
    Projeções de Rico Vilarouca e Renato Vilarouca

    Fotos de estúdio de Jorge Bispo

    Fotos de cena de Valmyr Ferreira e Juliana Hilal

    Projeto gráfico da Dorotéia Design, Adriana Campos e Tamy Ponczyk

    Revisão de Regina Stocklen

    SERVIÇO ESPETÁCULO

    O Topo da Montanha. Espetáculo teatral com Lázaro Ramos e Taís Araújo.

    Duração: 1h30m | Classificação: 14 anos | Gênero: Comédia Dramática

    Datas: 19, 20 e 21 de julho de 2019

    Horários: Sexta-feira e Sábado – 21h |Domingo: 18h

    Local: Theatro São Pedro – Praça Marechal Deodoro, s/n° | Centro Histórico | Porto Alegre/RS

    Telefones: (51) 3227.5100 | 3227.5300

    Ingressos:

    Plateia: R$ 120,00

    Cadeira extra: R$ 120,00

    Camarote central: R$ 100,00

    Camarote lateral: R$ 100,00

    Galerias: R$ 80,00

    Descontos

    50% para associados da AATSP (ingressos limitados)

    50% para estudantes, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência

    50% para idosos

    Horário da Bilheteria

    Das 13h até o horário de início do espetáculo

    Quando não há espetáculo, das 13h às 18h30min

    Sábados e domingos:

    Das 15h até o horário de início do espetáculo

    I

    SERVIÇO DEBATE LÁZARO RAMOS E TAÍS ARAÚJO

    Debate com Taís Araújo e Lázaro Ramos e mediação da jornalista Carol Anchieta e do diretor da universidade, Ricardo Barberena

    Data: 18 de julho, às 19h

    Onde: Instituto da Cultura da PUCRS, prédio 41 – Av. Ipiranga, 6681

    Capacidade: 700 pessoas

    Ingressos:  Haverá distribuição de senhas a partir das 18h, na entrada do mesmo prédio, com limitação de público sujeita à capacidade do local. 

  • "Tributo a Mercedes a Sosa" com  Tatiéli Bueno, no Projeto Chapéu Acústico

    Tatiéli Bueno apresenta “Tributo a Mercedes Sosa”, no Chapeu Acústico, dia 16 de julho (terça-feira), às 19h, no salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS. A cantora interpreta as canções imortalizadas por “La Negra” na língua original, o espanhol, acompanhada do violinista Lazaro Nascimento, no projeto semanal, com entrada franca ou contribuição espontânea.

    Aclamar a música latino-americana com todo o encanto e o charme da língua espanhola, envolto às cores do folclore argentino e reverenciar uma das maiores cantoras já existentes é o objetivo de Tatiéli Bueno neste trabalho. A estreia aconteceu em 16 de outubro de 2014 e desde lá, foram diversos shows no Rio Grande do Sul, que por sua essência, renovado a cada apresentação. Os cabelos negros e a voz marcante de contralto era alguns dos predicados de Mercedes Sosa, características que a intérprete busca espelhar, ao entoar grandes clássicos de seu vasto repertório. “Duerme Negrito”, “Volver a los 17”, “Gracias a la vida” e “Solo le pido a Dios”, são alguns deles, interpretados por Mercedes durante sua próspera carreira, dedicada principalmente à música folclórica e latino-americana.

     

    Tatieli Bueno . Foto Leandro Rodrigues /Divulgação

    Sobre Tatiéli Bueno:

    Foi agraciada com o Prêmio Vitor Mateus Teixeira (2018) na categoria Cantora; eleita uma das três melhores cantoras gaúchas pelo G1 (2018); foi homenageada recentemente (junho 2019) pelo Município e Câmara de Vereadores de Dois Lajeados, sua cidade natal, pelo trabalho desenvolvido e por levar o nome da cidade por onde passa. Foi indicada ao Prêmio Açorianos de Música (2015/2016), em três modalidades “Melhor Álbum”, “Melhor Intérprete” e “Artista Revelação” com o CD “Sensibilidade”.  Participou de diversos eventos culturais e registros musicais com grandes nomes da música do RS: Neto Fagundes, Luiz Marenco, Daniel Torres, Loma, Shana Muller, Sperandires, Tchê Guri, Cristiano Quevedo, entre outros, com performances pelos palcos do Brasil. Em suas produções destacam-se: Show Sul-Americano, Tributo a Mercedes Sosa e Universo Feminino. Sempre em busca da qualidade vocal constante, faz acompanhamento fonoaudiológico e preparação técnica com a fonoaudióloga Franceli Zimmer. Sua produção cultural está a cargo da AtmosFERA Produções Culturais e Audiovisuais.

    A cantora nas redes sociais: fanpage: @tatielibuenooficial | instagram: tatiélibuenooficial | youtube: Tatiéli Bueno | site:www.tatielibueno.com.br

    Foto: Leandro Rodrigues/ Divulgação

    Serviço:

    Data: 16 de julho (terça-feira).

    Hora: 19h

    Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS (Riachuelo, 1190) – Porto Alegre/RS

    Contato: Com Ester Chaves –  Gestão e Planejamento Cultural |Assessoria de Comunicação – atmosferacultural@gmail.com e (54) 99998-7307. Ingresso: Gratuito ou Contribuição Espontânea.

  • Prêmio Açorianos de Dança 2019 recebe inscrições

    Estão abertas as inscrições ao Prêmio Açorianos de Dança 2019. Podem se inscrever espetáculos, performances, produções e projetos que estrearam em Porto Alegre no ano de 2019, produzidos por artistas locais ou aqui radicados (veja o cronograma completo abaixo).
    O Prêmio Açorianos de Dança  tem a finalidade de reconhecer a produção de dança de Porto Alegre em sua diversidade e abrangência. Também destaca as ações de profissionais que contribuíram para o desenvolvimento, qualificação e afirmação desta arte em nossa cidade.
    O edital estará à disposição dos participantes junto ao Centro de Dança, no Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, na av. Erico Veríssimo, nº 307. O documento também pode ser acessado  no Diário Oficial de Porto Alegre  (http://www2.portoalegre.rs.gov.br/dopa/) e no blog do Centro de Dança (cdancasmc.blogspot.com.br)

    Prêmio Açorianos de Dança 2018. Foto: Eduardo Beleske/ Divulgação- PMPA

    Será concedido um troféu, criado pelo artista plástico Vasco Prado, aos escolhidos pelas Comissões de Seleção e Premiação de cada uma das seguintes categorias:
    Prêmios do Ano
    a) Espetáculo;
    b) Direção;
    c) Bailarino;
    d) Bailarina;
    e) Coreografia;
    f) Cenografia;
    g) Figurino;
    h) Iluminação;
    i) Trilha Sonora;
    j) Produção;
    k) Novas Mídias em Dança (filmes, videoclipes, videodanças, videoartes, videocoreografias);
    l) Projeto de Difusão e Formação em Dança.
    Destaques por Modalidade
    a) Destaque em Balé Clássico;
    b) Destaque em Jazz
    c) Destaque em Sapateado;
    d) Destaque em Dança Folclórica/Étnica;
    e) Destaque em Danças Urbanas;
    f)  Destaque em Dança de Salão;
    g) Destaque em Dança do Ventre;
    h) Destaque em Flamenco;
    i)  Destaque em Dança Contemporânea.
    Poderá ser concedido pelo Centro de Dança os troféus de Prêmio Especial, para pessoas ou instituições com importante contribuição para a área da dança, nas categorias de Personalidade, Incentivo à Dança e Imprensa.
    Mais informações sobre o Prêmio Açorianos de Dança podem ser obtidas acessando a íntegra do edital (http://bit.ly/DancaAcorianos19)

    Cronograma
    Inscrições: até 15 de dezembro, no Centro de Dança – Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues – Av. Erico Verissimo, nº 307, ou pelo e-mail: dancasmc@gmail.com.
    As reuniões das Comissões Julgadoras para indicações e escolha dos premiados serão realizadas em datas a serem definidas pelo Centro de Dança a partir do mês de outubro e ocorrerão no Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues.
    Divulgação dos resultados das indicações: 5 de março de 2020.
    Cerimônia de entrega dos prêmios: nos meses de março ou abril de 2020 (a confirmar)

  • Rubén Gimeno, maestro espanhol, rege a OSPA, com obras de Claude Debussy, Camargo Guarnieri e Jean Sibelius.

     
    A atuação internacional faz parte do currículo dos convidados na programação da da Ospa. No próximo sábado, 13 de julho, às 17h, a sinfônica é conduzida sob a regência do espanhol Rubén Gimeno, maestro titular da Orquestra Simfònica del Vallès. Além da extensa participação por orquestras conterrâneas, o regente leva na bagagem um currículo por orquestras da Suécia, Estados Unidos, Japão e Colômbia. Os solos são interpretados por Luis Afonso Montanha, primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Ingressos à venda por valores entre R$ 10,00 e R$ 80,00 através do site da Uhuu.com ou no local, no dia do evento, das 14h às 17h.
    A apresentação tem início com Prélude à “L’après-midi d’un faune”, de Claude Debussy (1862-1918), cuja inspiração surge a partir da poesia de Mallarmé, uma joia musical de trajetória particularmente singular. A obra, estreada em 1894, foi entusiasticamente recebida e, fato raro em ocasiões como essa, teve que ser bisado. Desde então, e até hoje, a composição tem recebido atenção especial de intérpretes e compositores, como realização musical que, no dizer apropriado de Pierre Boulez, “contém um potencial de juventude que é um desafio ao desgaste e à decadência”.
    Na sequencia é executada a peça “Chôro para Clarinete e Orquestra”do compositor paulista Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), reconhecido no cenário musical por seu interesse pelos aspectos nacionalistas na composição. No Brasil, no decorrer da primeira metade do século XX, a produção musical encontrava-se em processo de consolidação, destacando-se a atuação de músicas- que enfatizavam, em suas obras, elementos diretamente ligados à cultura brasileira.
    O programa tem desfecho com “Sinfonia Nº1, Op.39”, uma das marcas registradas de Jean Sibelius (1865-1957). A obra traz uma atmosfera mística, com contrastes súbitos de interseções calmas e inesperadas. A peça é seguida por momentos de extremo vigor e uma paleta orquestral ímpar.
    Mais informações em www.ospa.org.br ou pelo telefone (51)32227387.
    Rubén Gimeno (ESP)
    Foi maestro da Orquesta Simfónica del Vallés por mais de cinco anos. Colaborou com quase todas as grandes orquestras espanholas. Além de estar à frente, como convidado, pela Orquestra Sinfônica de Norrkoping, Orquestra Sinfônica Gavle, Orquestra de Câmara de Genebra, Orquestra MMCK (Japão), Orquestra da Universidade de Maryland, Orquestra SAMI (Suécia) e Orquestra Nacional da Colômbia, colaborando com solistas do porte de Lang Lang, de Midori, de Violeta Urmana, de Steven Isserlis Dimitri Sitkovetsky, de Fazil Say, de Gabriela Montero, de Behzod Abduraimov, de Maria Bayo, de Michel Camilo. Ele também tem uma ótima experiência no campo da lírica.
    Luis Afonso Montanha (clarinete – BRA)
    Natural de Americana–SP, onde iniciou seus estudos musicais na Banda Municipal, graduou-se em Instrumento pela UNESP-SP. Fez especialização em Clarinete e Clarone no Conservatório de Rotterdam, concluindo os cursos com a distinção de melhor aluno da Instituição. É Doutor em Práticas Interpretativas pela UNICAMP-SP desde 2006 e detentor de vários prêmios dentre os quais: Jovens Instrumentistas do Brasil (1987 e 1988); Jovens Solistas da Osesp (1988 e 1989); Jovens Solistas da Ospa (1988); Prêmio Eldorado de Música (1993 e 1995) e Prêmio Esso de Música (Holanda,1996). Foi clarinetista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo (1992 a 2014); da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo (1991 a 2001); Orquestra Sinfônica de Campinas (1987 a 1991), entre outras. Desde 1992, é Professor de Clarinete/Clarone e Música de Câmara no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, permanecendo na Chefia desse Departamento durante os últimos anos.
    Concerto da Série Pablo Komlós | Porto Alegre
    Quando: 13 de julho de 2019, sábado, às 17h
    Onde: Casa da OSPA (Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) – Av. Borges de Medeiros, 1501 – Cidade Baixa)
    Ingressos:
    Valores: R$ 80 (camarote), R$ 40 (plateia), R$ 30 (mezaninos e balcões) e R$ 10 (estudantes) mais taxa de conveniência, com desconto de 50% para estudantes, seniores, titulares da Identidade Jovem e sócios do Clube do Assinante ZH e 20% de desconto para titulares do cartão Zaffari Bourbon, da Panvel e para clientes do Banrisul.
    Venda online: no site da Uhuu em (Inclui taxa de conveniência).
    Formas de Pagamento: Internet: Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American.

    Venda física: Na Casa da OSPA, no dia do evento, das 14h às 17h; ou na bilheteria do Teatro do Bourbon Country. Sujeito à disponibilidade de ingressos.
    Bilheteria: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.
         PROGRAMA
    Claude Debussy: Prélude à “L’après-midi d’un faune”

    Mozart Camargo Guarnieri: Chôro para Clarinete e Orquestra

    Jean Sibelius: Sinfonia Nº1, Op.39
    I. Andante, ma non troppo – Allegro energico
    II. Andante (ma non troppo lento)
    III. Scherzo: Allegro

    Maestro: Rubén Gimeno (ESP)
    Solista: Luis Afonso Montanha (clarinete – BRA)

    Classificação: 6 anos

  • "O circo e a cidade" é tema de exposição fotográfica , na Galeria Xico Stockinger

    O Grupo Câmeras Passeadeiras promove exposição fotográfica coletiva, que ocorre na Galeria Xico Stockinger (Espaço Trensurb-SESC-RS). A mostra abriu dia 1º de julho e vai até 30 de setembro.
    Durante a semana de aniversário de Porto Alegre e semana do Dia Nacional do Circo, diversos artistas espalharam-se por diversos pontos da cidade levando
    arte e cultura aos transeuntes da Parada de ônibus no cruzamento da Protásio Alves com Carlos Gomes, Orla de Ipanema, Mercado Público, Ilha da Pintada, Terminal Triângulo, Praça Estado de Israel e Parque da Orla Moacyr Scliar.
    Foto: Cristiane Rocha/ Divulgação
    Foram sete dias de intervenções no cotidiano da população em uma ação proposta pelo Sesc Centro, realizada pela Associação de Circo e registrada pelo olhar dos fotógrafos do coletivo Câmeras Passeadeiras.
    Este olhar heterogêneo sobre o circo ocupando a cidade é o que compartilhado nesta exposição.
    Câmeras passeadeiras
    A integrante do grupo, Lidiane Bach explica o que é o coletivo: “O Câmeras Passeadeiras é um grupo que desde 2015 reúne fotógrafos e amantes da fotografia, profissionais ou amadores, com o objetivo de sair para fotografar juntos, em segurança. Desde que começamos, já saímos mais de 30 vezes para passear, seja nos passeios mensais oficiais, como também em passeios extras que fazemos de vez em quando. Nós também organizamos Varais Fotográficos para divulgar algumas das fotos que se destacaram nestes passeios e também algumas palestras e Workshops sobre fotografia”
    Foto: Lidiane Bach/Divulgação
  • Expresso 25 canta "Silêncio e Ruídos" , no Salão Mourisco da BPE

    O grupo vocal Expresso 25 apresenta “Ruídos e Silêncios” no dia 6 de julho (sábado), a partir das 18h, no Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado do RS (BPE-RS), com ingressos a R$ 40,00 e R$ 20,00 (estudantes e pessoas acima de 60 anos). No evento serão entregues à diretora da instituição, Morganah Marcon, 100 exemplares do livro e 100 do filme comemorativos aos 50 anos do Expresso 25, que iniciou sua trajetória como Coral 25 de Julho de Porto Alegre. Este material,editado pelo Coletivo Catarse de Comunicação, será direcionado às bibliotecas do interior do Estado, através do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas (SEBP-RS), que funciona no prédio histórico da Biblioteca Pública, sob a coordenação de Morganah.

    Numa alusão ao universo das bibliotecas, com os ruídos e silêncios existentes entre seus acervos, o maestro Pablo Trindade transformará ruídos em músicas, interpretando arranjos seus sobre repertório da MPB de Tom Jobim, Guinga e Ivan Lins, com o Expresso 25, de forma acústica. O repertório é formado por 14 canções da MPB: “As aparências enganam” de  Tunai e Sérgio Natureza; “Choro pro Zé”, “Catavento e Girassol” e “Baião de Lacan” de Guinga e Aldir Blanc; “O bêbado e a Equilibrista” de  João Bosco e Aldir Blanc ; “Aos Nossos Filhos”, “Lua Soberana” e “Cawrtomante” de Ivan Lins e Vitor Martins; “Estrada do Sol” de Tom Jobim”; “Sabiá” de  Tom Jobim e Chico Buarque; “Wave” e “Águas de Março” de Tom Jobim e “Faltando Um Pedaço” de Djavan.

    Grupo fará doação de livro e filme para bibliotecas públicas do estado. Foto: Cláudio Etges/ Divulgação

    LIVRO E O FILME:

    “Uma História do Canto Coral no Brasil” reúne documentos, imagens, depoimentos e o trabalho de pesquisa, realizado pela historiadora Angélica Boff, sobre o acervo reunido ao longo de 50 anos de intensa vida artística. Essa compilação conta a história de um dos grupos mais marcantes do movimento coral do nosso Estado, berço da criação da Federação de Coros do RS. Já o documentário “Uma Viagem de 50 anos” narra essa rica trajetória, que inclui nove turnês pela Europa, mais outras pela América Latina e Brasil, através de depoimentos de integrantes, maestros e imagens de arquivo, tornando-se importante referência ao movimento coral em nosso Estado. Haverá exemplares à venda no evento.

    HISTÓRICO:
    O Expresso 25, grupo dos mais longevos em Porto Alegre, completa 55 anos. À frente dos trabalhos há 23 anos, o maestro Pablo Trindade tem atraído a atenção de  grandes nomes da MPB, tendo recentemente, gravado DVD com Ivan Lins no palco da Reitoria da UFRGS, projeto que deve ser finalizado até dezembro deste ano (http://youtu.be/cHdHaBugrlk)

     FICHA TÉCNICA:
    Vozes: Expresso 25

    Regência, arranjos e piano: maestro Pablo Trindade

    Realização: Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre e Biblioteca Pública do Estado do RS

    Produção: Kreativ Produções Culturais

    SERVIÇO:

    Dia: 6 de julho (sábado).

    Hora: 18h.

    Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (Riachuelo, 1190, esquina com General Câmara) – Centro Histórico – Porto Alegre/RS.

    Informações: Na Biblioteca Pública (telefone 3224-5045) ou com Kreativ Produções Culturais (telefone 3207-8875).

    Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (estudantes e pessoas acima de 60 anos).

  • Ospa faz uma imersão no rock experimental dos anos 1960, com tributo ao Pink Floyd

    No próximo domingo, dia 7 de julho, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) imerge no universo psicodélico e experimental da banda britânica Pink Floyd. O tributo a um dos grupos precursores do rock progressivo nos anos 1960 é revivido sob a batuta de Evandro Matté. A partir das 18h, no Auditório Araújo Vianna, o maestro conduz a orquestra pela história de cinco grandes álbuns, revivendo sucessos como Another Brick In The Wall e Wish You Were Here.
    Aliada da instrumentação clássica, a apresentação conta com a participação especial dos cantores Anaadi e Rafael Gubert, do guitarrista Johnny Macedo, do baixo elétrico de Gabriel Nunes, do pianista Paulo Bergman, do baterista Jorge Matte, além do Coro Sinfônico da OSPA e do Coro Infantojuvenil. O concerto garante uma viagem no tempo pelos primórdios do rock, trazendo à tona a nostalgia de quem vivenciou a trajetória da banda e de quem cresceu a escutando.
    O Banrisul é patrocinador oficial do evento, que é realizado em parceria com a OSPA pela Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. Os ingressos custam R$ 50 e estão à venda pelo site da Uhuu e na bilheteria do Teatro Bourbon Country de segunda a sábado das 13h às 21h e nos domingos e feriados das 14h às 20h. No sábado dia (6), das 10h às 18h, e no domingo (07) também haverá bilheteria física no Auditório Araújo Vianna, das 10h às 18h.
    ‘‘Não é de hoje que a música sinfônica, com todo seu refinamento e erudição, flerta com o rock progressivo. Nos idos dos anos 1960 e 1970 não era raro que grupos de rock, especialmente ingleses, elaborassem músicas para serem executadas por orquestras. Um dos ícones deste movimento, sem sombra de dúvidas, é a banda Pink Floyd, que conseguiu unir o experimentalismo e profundidade com a qualidade da música de concerto. O espetáculo ‘‘Pink Floyd Sinfônico’’ apresenta quatro épocas distintas da banda: a fase Syd Barrett, com todo seu psicodelismo; a fase do quarteto, quando foi lançado o fabuloso ‘‘The Dark Side of the Moon’’; a fase Roger Waters, que culminou no lançamento do “The Wall”, e, por fim, a fase David Gilmour, mais melódica e profunda musicalmente. Com orquestra, coro e solistas, a OSPA pretende explorar toda essa história através de uma linguagem sinfônica’’, afirma Evandro Matté, diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre.
    Linha do tempo
    Com o objetivo de revisitar todo universo de um dos maiores grupos musicais de todos os tempos, a OSPA inicia sua trajetória em uma linha do tempo que começa com Astronomy Domine, do álbum de estreia da banda, The Piper at the Gates of Dawn, escrito por Syd Barrett. Em seguida, a orquestra atravessa três canções de The Dark Side of The Moon, reconhecido como um dos maiores discos de todos os tempos, interpretado comTime, The Great Gig in The Sky e Money. A sinfônica chega ao auge do rock progressivo com Shine on You Crazy Diamond, do excêntrico álbum Wish You Were Here. Toda análise social reflexiva após o incidente de Roger Waters com um fã emerge a partir de The Wall. Considerado um marco, a partir de um muro simbólico, a orquestra executa onze canções em sequência do álbum mais crítico do Pink Floyd: The Happiest Days of Our Lives, Another Brick in The Wall (parte II), Mother, Goodbye Blue Sky, Hey You, Nobody Home, Vera, Bring the Boys Back Home, In The Flesh?, Run Like Hell e The Trial. Na sequência, a variação simbólica de Wish You Were Here, marcada pela figura de capa de um dublê em chamas, retorna ao palco com a música que leva o nome do disco. Para encerrar a jornada pela história da banda, a orquestra interpreta High Hopes, uma música introspectiva com solos de guitarra típicos de David Gilmour, do último álbum da banda, Division Bell.
     
    Com o propósito de reunir música de concerto aos instrumentos que percorrem o mundo do rock, a OSPA recebe no palco a presença de convidados especiais. Anaadi, vencedora do prêmio de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em português do Grammy Latino 2018, e Rafael Gubert, premiado com o Oscar della Musica (Itália), interpretam os solos vocais. A guitarra fica por conta de Johnny Macedo, músico que vem atuando como solista pelas principais orquestras do Rio Grande do Sul. O contrabaixo elétrico é apresentado pelo ex-integrante da OSPA Jovem, imerso na vida musical, Gabriel Nunes. A bateria é ocupada pelo experiente percussionista da OSPA Jorge Matte. E o piano é teclado sob as mãos do mestre em música de intensa atuação orquestral Paulo Bergmann. Além deles, o evento alia os mais diversos timbres com o Coro Sinfônico da OSPA e o Coro Infantojuvenil, que interpretam os grandes sucessos da banda britânica.

    Mais informações pelo site 
    www.ospa.org.br ou pelo telefone (51) 32227387.
    SERVIÇO
    OSPA apresenta Pink Floyd Sinfônico
    Série Araújo Vianna
    Quando: 07 de julho, domingo
    Horário: 18h
    Onde: Auditório Araújo Vianna (Av. Osvaldo Aranha, 685 – Parque Farroupilha/Porto Alegre)
    INGRESSOS
    Valor: R$ 50, com 50% de desconto para estudantes, portadores da Identidade Jovem, seniores e sócios do Clube do Assinante ZH, e 20% de desconto para Cartão Zaffari Bourbon, Banrisul e Panvel.
     
    Venda online: a partir de sexta-feira (07/6), no site da Uhuu, em http://bit.ly/ospa_pinkfloydsinfonico
    Venda física: a partir de sexta-feira (7) de junho, na bilheteria do Bourbon Country, de segunda a sábado das 13h às 21h e domingos e feriados das 14h às 20h. No sábado (6) das 10h às 18h, e no dia do concerto (7) de julho também haverá ingressos na bilheteria do Auditório Araújo Vianna, das 10h às 18h.
     
     
     
    PROGRAMA
     Pink Floyd Sinfônico
    ASTRONOMY DOMINE
    Syd Barrett *
    TIME
    David Gilmour, Richard Wright, Roger Waters *
    THE GREAT GIG IN THE SKY
    Clare Torry, Richard Wright *
    MONEY
    Roger Waters *
    SHINE ON YOU CRAZY DIAMOND
    David Gilmour, Richard Wright, Roger Waters **
    THE HAPPIEST DAYS OF OUR LIVES
    Roger Waters **
    ANOTHER BRICK IN THE WALL
    Roger Waters **
    MOTHER
    Roger Waters **
    GOODBYE BLUE SKY
    Roger Waters **
    HEY YOU
    Roger Waters **
    NOBODY HOME
    Roger Waters ***
    VERA
    Roger Waters ***
    BRING THE BOYS BACK HOME
    Roger Waters ***
    IN THE FLESH?
    Roger Waters ***
    RUN LIKE HELL
    David Gilmour, Roger Waters ***
    THE TRIAL
    Bob Ezrin, Roger Waters *
    WISH YOU WERE HERE
    Roger Waters, David Gilmour ***
    HIGH HOPES
    David Gilmour, Polly Samson *
    Arranjos: Gilberto Salvagni (*), Alexandre Ostrovski (**), Silvane Guerra (***)
    Maestro: Evandro Matté
    Solistas: Anaadi (canto) Rafa Gubert (canto)
    Músicos convidados: Johnny Macedo (guitarra), Gabriel Nunes (baixo elétrico), Paulo Bergmann (piano), Jorge Matte (bateria)
    Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA e Coro Infantojuvenil

  • Uma conversa aberta no encerramento da exposição "O Voo da Pedra", de Bebeto Alves

    Bebeto Alves. Foto Nilton Santolin/ Divulgação

    O Aberto Caminho de Artes realiza neste sábado dia 29/06, às 15h, uma conversa aberta com o artista Bebeto Alves, que inaugurou o novo espaço cultural na zona sul de Porto Alegre, há um mês, com a exposição “O Voo da Pedra – Arqueologia do Presente”.

    O bate-papo, que marcará o encerramento da mostra, vai contar também com o curador da exposição, Antônio Augusto Bueno, e com Neiva Bohns, curadora, crítica de arte e professora na Universidade Federal de Pelotas. A mediação da conversa será da jornalista Samantha Klein – repórter no jornal Correio do Povo e na Rádio Guaíba.

    O Aberto na Zona Sul de POA fica na Rua Dr. Armando Barbedo, 356, bairro Tristeza.  

     

    Ricardo Giuliani Neto e Marla Trevisan, gestores do espaço cultural. Foto: Nilton Santolin/Divulgação

    SOBRE O ABERTO
    O espaço cultural Aberto Caminho de Artes, que por três anos encantou o Caminho dos Antiquários, no Centro Histórico da Capital, mudou de endereço: agora está no coração do bairro Tristeza, na rua Armando Barbedo, 356. O espaço foi inaugurado no dia 1 de junho com a exposição do músico, compositor, fotógrafo e artista visual Bebeto Alves, com seu ensaio visual “O Voo da Pedra – Arqueologia do Presente”A exposição utilizou diferentes suportes e linguagens, como objetos, vídeo e sobreposições de imagens em diferentes materiais e técnicas de impressão.
    O Aberto busca a exacerbação da liberdade criativa e o convívio plural de todas as formas de manifestações culturais. Além disso, trabalha com a ideia de uma arte “aberta”, ancorado na arte contemporânea. A frente do espaço cultural estão o artista visual, escritor, advogado e músico Ricardo Giuliani Neto e a gestora cultural e advogada Marla Trevisan, que também é a responsável pela coordenação geral do Aberto. Os dois também são sócios do escritório Trevisan e Giuliani Advogados.

    SOBRE BEBETO ALVES
    O músico, compositor, fotógrafo e artista visual nasceu em Uruguaiana. É autodidata e costuma dizer que tanto a sua música quanto a sua fotografia vem do cinema, onde tem se arriscado, da mesma forma. Na cena musical gaúcha e nacional desde a década de 70 como cantor e compositor, vem se dedicando às artes visuais, especialmente à fotografia desde 2009, mostrando o seu trabalho em diferentes espaços no RS. Possui obras no acervo do Margs, do MACRS e em coleções particulares. Exposições individuais que se destacam: Photopopshow no IAB, Instruthuras e Ex-Deus, no Espaço Jabutipê e Informalidades no Café do Margs. Coletivas: 25 Vezes Duchamp no MACRS; De Humani Corporis Fabrica, no Margs; Memórias – Doações MACRS; Reinventando Mestres – 80 Anos da Chico Lisboa na Galeria de Arte do Dmae.  
    SOBRE ANTÔNIO AUGUSTO BUENO
    O curador é bacharel em Desenho e Escultura pelo Instituto de Artes da Ufrgs. Desde 1996 vem mostrando seu trabalho em diferentes localidades, no Brasil e no exterior. Entre as individuais destacam-se: “Antes era só o vão”, na Galeria Mamute; “Um outro outono”, no Margs; “Música de passarinho”, no MACRS; “Cabeças – armadilhas para um significado”, no Museu do Trabalho; “Gravetos Armados em processo na Pinacoteca”, na Pinacoteca Ruben Berta; “Dez anos no Jabutipê”, no Atelier Jabutipê. Entre as coletivas destacam-se “Sustratos”, no Museu Zorrilla  (Montevidéu/Uruguai); “Queermuseu – cartografias da diferença na arte brasileira”, no Santander Cultural (Porto Alegre/RS) e Parque Lage (Rio de Janeiro); “La Taille D’épargne: métamorphose du vide” (La Celle Saint-Cloud França); ArtLive 2011 – CATM Chelsea (Nova York/EUA), “Aã”, na Fundação Vera Chaves Barcellos (Viamão/RS).
    Tem trabalhos em acervos de instituições como Fundação Vera Chaves Barcellos, Margs, MACRS, Ufrgs, Pinacoteca Ado Locatelli, Pinacoteca Barão do Santo Ângelo, Fundação Franklin Cascaes e em coleções privadas como Mônica e George Kornies. Desde 2008 trabalha, ministra aulas e é o curador do espaço expositivo do Atelier Jabutipê. É artista representado pela Galeria Mamute.